Ir para o conteúdo
ou

Software livre Brasil

Tela cheia Sugerir um artigo
 Feed RSS

Comunidade da Revista Espírito Livre

20 de Junho de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

A Revista Espírito Livre é uma iniciativa que reune colaboradores, técnicos, profissionais liberais, entusiastas, estudantes, empresário e funcionários públicos, e tem como objetivos estreitar os laços do software livre e outras iniciativas e vertentes sócio-culturais de cunho similar para com a sociedade de um modo geral, está com um novo projeto neste ano de 2009.

A Revista Espírito Livre visa ser uma publicação em formato digital, a ser distribuída em PDF, gratuita e com foco em tecnologia, mas sempre tendo como plano de fundo o software livre. A publicação já se encontra na terceira edição. A periodicidade da Revista Espírito Livre é mensal.


Mozilla lança Firefox 41, primeiro navegador com serviço de mensagens integrado

29 de Setembro de 2015, 12:39, por Revista Espírito Livre - 0sem comentários ainda

99459.163161-Firefox

A Mozilla realizou na última terça-feira (22) o lançamento do Firefox 41 para usuários desktop e Android. A nova versão do navegador é a primeira do mercado a possuir um serviço de mensagens instantâneas integrado. Batizado de Hello, o recurso já vinha sendo testado em fase Beta pela empresa há algum tempo, mas só agora foi disponibilizado oficialmente como um recurso nativo do Firefox para todos os usuários.

O Hello permite que os usuários se comuniquem através de videochamadas, seja através do Windows, Mac ou Linux. Não é necessário criar nenhuma conta ou iniciar sessão para utilizar o serviço, tampouco fazer o download de um plugin ou software. Basta iniciar a ligação com um amigo e pedir para que ele a aceite.

O Hello foi desenvolvido em conjunto com a Telefónica (Vivo) e garante que todas as comunicações seguras e privadas, visto que utiliza a popular tecnologia WebRTC.

O Firefox 41 também traz suporte a imagens no formato SVG para serem utilizadas como favicons, melhorias no consumo de memória do Adblock Plus e extensões não assinadas pela Mozilla que podem ser desativadas.

Na versão para Android, os usuários agora poderão utilizar vários serviços de busca, como o Google e o Bing. A versão mobile também melhorou a detecção de marcadores, a execução de arquivos MP3 e corrigiu inúmeros bugs presentes nas versões anteriores.

Com informações de Mozilla e Canaltech.



CyanogenMod amplia compatibilidade com diversos aparelhos

29 de Setembro de 2015, 12:36, por Revista Espírito Livre - 0sem comentários ainda

78855.130127-Cyanogen

A equipe da CyanogenMod anunciou que seu projeto de distribuição alternativa de firmware para Android está compatível com uma quantidade maior de dispositivos. Smartphones de fabricantes como Huawei, Motorola e Samsung agora são compatíveis com o processo de troca da ROM.

Na lista de aparelhos adicionados há também fabricantes pouco conhecidas pelo mercado brasileiro, como Smartfen e WileyFox. Apesar do aumento do número de aparelhos suportados, a maioria das fabricantes é contra esse tipo de prática e qualquer tipo de garantia é anulada com a alteração da ROM padrão do sistema. Veja abaixo a lista de aparelhos adicionados recentemente.

  • HTC – M8 Dual SIM
  • Huawei – Honor 4, Honor 4x, Ascend Mate 2 e Snapto
  • LG – G3 (variante sul-coreana)
  • Motorola – Moto E (2015) e Moto G (2015)
  • Oppo – R7, R7 Plus e R5 Plus
  • Samsung – Galaxy S5 Duos, Glaxy S5 (variantes japonesa e chinesa)
  • Smartfen – AndroMax Q
  • Xiaomi – Mi3w, Mi4
  • WileyFox – Storm, Swift

Com certeza houve muito trabalho para a comunidade da CyanogenMod manter o firmware em uma ampla quantidade de dispositivos.

Baseado no sistema open source Android, o objetivo da CyanogenMod é melhorar o desempenho e a segurança das ROMs distribuídas pelas fabricantes. Além de priorizar pela performance, a interface funcional também é levada em conta. Há uma variedade de funções e melhoramentos que normalmente não são encontrados em versões oficiais editadas pelas fabricantes.

Com informações de Android Central e Canaltech.



Cientistas quebram recorde de distância em teletransporte quântico

29 de Setembro de 2015, 12:32, por Revista Espírito Livre - 0sem comentários ainda

109595.182445-Fibra-optica

Usando fibra óptica, cientistas do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos (ou NIST, como é conhecido por sua sigla em inglês) quebraram o recorde de distância percorrida por um teletransporte quântico.

Desta vez, os pesquisadores conseguiram fazer os fótons (pacotes de luz) percorrerem 63 milhas (cerca de 100 km) de fibra óptica. Vale lembrar que, nesses casos, 99% dos fótons se perdem no caminho e nunca completam o trajeto, então os méritos da quebra de recorde são todos dos novos detectores, que conseguem interpretar informações mesmo do fraco sinal luminoso do fóton solitário.

Apesar de parecer pouco, o sucesso desta experiência pode ser um marco no caminho da computação quântica em direção a patamares superiores. Obviamente, um longo caminho se estende diante deste pequeno passo, mas a quebra do recorde já significa que avanços estão sendo feitos.

A longo prazo, o ideal é que esta técnica possa rivalizar com a conexão convencional à internet, por exemplo, que já utiliza milhares de quilômetros em cabos para conectar dispositivos pelo mundo. Um dia, quem sabe, o teleporte quântico possa chegar próximo disso.

Com informações de NIST e Canaltech.



Para Zuckerberg, acesso universal à internet é caminho para paz mundial

29 de Setembro de 2015, 11:15, por Revista Espírito Livre - 0sem comentários ainda

63704.91770-Mark-Zuckerberg

Não é novidade para ninguém que, ainda mais do que o Facebook, o projeto de levar a internet às áreas carentes e promover a conectividade no mundo é uma das meninas dos olhos de Mark Zuckerberg. E agora o fundador da rede social disse, em um encontro com líderes na ONU, que levar a internet aos mais pobres é um caminho efetivo para a paz mundial.

De acordo com ele, hoje, são quatro bilhões de pessoas privadas não apenas dessa tecnologia, mas também da comunidade global criada por ela. É a plataforma para que as pessoas saibam mais sobre o que acontece no mundo, denunciem abusos e, acima de tudo, se informem, algo que, na visão de Zuckerberg, pode acabar impedindo até mesmo conflitos armados e reduzir a pobreza.

O objetivo do fundador do Facebook é ambicioso: levar a internet a todo o mundo até 2020. Para fazer isso, a pesquisa acontece em várias frentes, desde satélites e balões que possam levar infraestrutura a zonas isoladas até parcerias com governos e empresas para fomentar a chegada de cabos, antenas e dispositivos a tais locais.

Tal ideal, inclusive, faz parte de um plano assinado no final da última semana pelos 193 países que são membros da ONU. O projeto fixa 17 objetivos de desenvolvimento sustentável que ajudarão na luta mundial contra a pobreza, os problemas climáticos, a violência e a desigualdade social. O fomento do acesso à internet não faz parte desse plano, mas Zuckerberg e outros líderes querem que esse aspecto também seja incluído.

Mais do que isso, existe todo um movimento dentro da Organização das Nações Unidas para fazer com que o uso da rede se torne um direito básico do ser humano, assim como o voto, a moradia, a distribuição de renda e a liberdade de expressão. É uma iniciativa apoiada não apenas por Mark Zuckerberg, mas também por outros nomes como Bill Gates, Bono Vox, Jimmy Wales (fundador da Wikipedia) e a atriz Charlize Theron.

Na última semana, Zuckerberg também realizou uma mudança completa em sua iniciativa de fomento ao acesso à internet, a Internet.org. Para rebater as críticas de que estaria agindo em interesse próprio e tentando transformar o Facebook em sinônimo de rede para os mais carentes, o projeto agora se chama Free Basics e promete ampliar ainda mais o rol de serviços gratuitos disponíveis em celulares de maneira gratuita e básica, de forma a serem carregados mesmo em locais em que a infraestrutura de acesso ainda é precária.

Com informações de Reuters e  Canaltech.



Governo dos EUA vai lançar investigação de monopólio contra o Google

29 de Setembro de 2015, 11:06, por Revista Espírito Livre - 0sem comentários ainda

25850.40664-android

O Google, mais uma vez, está na mira do governo. A Federação de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) anunciou o início de uma investigação sobre as práticas relacionadas ao sistema operacional Android, mais especificamente, sobre possíveis restrições no acesso à plataforma por meio de terceiros, para privilegiar aplicativos nativos.

É um inquérito semelhante ao que já está em andamento na Europa, e foi aberto pela federação de comércio do Velho Continente em resposta às reclamações de Microsoft e Nokia. Por lá, as empresas solicitam ajuda no que afirmam ser um monopólio, já que o Android tem o Google como dispositivo de busca padrão e abre automaticamente apps como o Gmail e o Mapas para as respectivas aplicações, não dando espaço para rivais como o Outlook e o Here.

O processo de investigação começou no Departamento de Justiça americano, de forma que poderia evoluir até mesmo para um processo legal, mas acabou sendo assumido pela FTC devido às suspeitas de monopólio. Como o Android concentra mais de 50% do market share de smartphones em operação, o trabalho é da alçada da federação, que vai avaliar se a situação está fora do aceitável.

É aqui, por sinal, que deve estar o grande nó da questão. Ao contrário do que aconteceu com o Windows, por exemplo, um dos casos de monopólio mais lembrados do mundo da tecnologia, os usuários de smartphones possuem soluções plenamente acessíveis no mercado. É o caso, por exemplo, de aparelhos com iOS, Windows Phone ou BlackBerry. A existência de tais dispositivos lado a lado nas prateleiras pode acabar derrubando o caso como um todo.

Por outro lado, especialistas apontam para a existência de dois processos semelhantes em duas partes diferentes do mundo. Caso as federações regionais cheguem a conclusões diferentes, toda a questão pode acabar tomando um escopo maior ainda, além de abrir um precedente para novas investigações.

Por enquanto, Google e FTC não se pronunciaram sobre o assunto. A investigação, como sempre, corre em segredo, assim como os nomes responsáveis por iniciar as reclamações sobre o caso nos Estados Unidos.

Com informações de Bloomberg e Canaltech.



Tags deste artigo: publicação código aberto software livre revista espírito livre revista opensource