É um blog pessoal, sem pretensão, que registra, sempre que tenho tempo, algumas atividades que estou envolvido e minhas viajens.
Trolls usam fakes da rede Globo na campanha
26 de Abril de 2010, por Marcelo D'Elia Branco - 2 comentáriosNo último sábado (24) pela manhã, tivemos mais um ataque de trolls. Nada de novo se a iniciativa não estivesse utilizando fakes da rede globo como estatégia. No mínimo curioso.
@TVGloboDigital: O público ta respondendo a censura imposta pelo PT @MarceloBranco @andrevargas13 #CensuremDilma NAS URNAS !!!!
@GloboFilmes O público ta respondendo a censura imposta pelo PT @MarceloBranco @andrevargas13 #CensuremDilma
@MemoriaGlobo O público ta respondendo a censura imposta pelo PT @MarceloBranco @andrevargas13 #CensuremDilma @BlogdoNoblat
@Globo_TV: O público ta respondendo a censura imposta pelo PT @MarceloBranco @andrevargas13 #CensuremDilma @BlogdoNoblat
@EmDefesadoRio O público ta respondendo a censura imposta pelo PT @MarceloBranco @andrevargas13 #CensuremDilma @BlogdoNoblat
@TVPanoramaFest O público ta respondendo a censura imposta pelo PT @MarceloBranco @andrevargas13 #CensuremDilma @BlogdoNoblat
@TVGloboRio O público ta respondendo a censura imposta pelo PT @MarceloBranco @andrevargas13 #CensuremDilma @BlogdoNoblat
@Blog_do_Thomaz O público ta respondendo a censura imposta pelo PT @MarceloBranco @andrevargas13 #CensuremDilma @BlogdoNoblat
Confundir liberdade de expressão com censura não cola, né?
Veja mais no post anterior.
Liberdade de expressão na rede
21 de Abril de 2010, por Marcelo D'Elia Branco - 2 comentários
Liberdade de expressão é o direito de manifestar livremente opiniões, ideias e pensamentos.[1 de 5]
Criticar um artigo ou peça publicitária, é uma forma legítima de manifestação da liberdade de expressão. Isso não é censura! [2]
A Internet é um espaço da liberdade de expressão, onde o público, veículos e editores estão na mesma matriz tecnológica... [3]
Pela 1 vez, a liberdade de expressão pode ser exercida não apenas num sentido, mas de forma horizontal. De muitos para muitos. [4]
"Enquadrar" a liberdade de expressão, mesmo que crítica a publicações de terceiros, como censura, é um menosprezo com a democracia [5 e fim]
Liberdade de expressão horizontal???

Comunicação num único sentido (RD, TV, Jornal) = comunicação VERTICAL. Público apenas vê, lê e escuta. Não consegue interagir [1]
Comunicação HORIZONTAL = muitos interagindo com muitos, na mesma matriz tecnológica de mídia. (Internet) [2]
Na comunicação vertical, apenas o que transmite pode exercer o legítimo direito a liberdade de expressão por limitações tecnológicas. O público não tem o mesmo potencial tecnológico do veículo. [3]
Nas comunicações em rede, típicas da Internet, a liberdade de expressão pode ser exercida por todos (público, editores, veículos), de forma HORIZONTAL.
Todos tem a disposição as mesmas ferramentas tecnológicas (blogues, Twitter, Orkut, Facebook) [4]
Meu pedido de afastamento da coordenação da Associação Software Livre.org
4 de Abril de 2010, por Marcelo D'Elia Branco - Um comentário
Car@s amig@s, associad@s da Associação Software Livre.org e ativistas do PSL-Brasil
comunico que por razões profissionais, que me demandarão um intenso trabalho e dedicação no próximo período, não poderei continuar exercendo o papel de coordenador geral da ASL. Através deste comunicado, formalizo o meu pedido de afastamento temporário do cargo de coordenador geral e solicito ao conselho da ASL que tome as devidas providências para compor uma nova coordenação.
Gostaria de aproveitar a oportunidade para registrar a dedicação e agradecer o esforço de dezenas de associados e milhares de ativistas que estão tornando o software livre no Brasil cada dia mais relevante para o nosso país e reconhecido internacionalmente.
Aproveito para esclarecer que o trabalho realizado pela coordenação, conselho e demais ativistas sempre teve o caráter de voluntariado, sem qualquer remuneração ou vantagem econômica e nem por isso deixou de ser de grande qualidade profissional.
Fizemos um grande trabalho neste ano que passou, realizando um grande fisl 10 e faremos um grande fisl 11, de 21 à 24 de julho na PUC-RS.
Ainda temos muito para fazermos junt@s.
Nos encontramos na rede.
abraços fraternos,
Marcelo D'Elia Branco
ex-coordenador geral
Associação Software Livre.org
8 de março: dia de luta das mulheres
7 de Março de 2010, por Marcelo D'Elia Branco - Sem comentários ainda
GloboNews: Ciência e Tecnologia
22 de Fevereiro de 2010, por Marcelo D'Elia Branco - Sem comentários aindaA Internet com um sabor bem brasileiro
Ex-Diretor Geral da Campus Party Brasil
Coordenador Geral da Associação Software Livre.org
Encerramos mais uma edição da Campus Party Brasil (25 a 31/01, em SP) com a certeza de que realizamos o maior evento de tecnologia, criatividade, inovação e entretenimento em rede do mundo. O maior encontro físico das redes sociais de todo planeta. Um encontro que mostrou a Internet brasileira em “carne e osso”. E isso não foi a toa.
Reunimos durante uma semana as mentes mais criativas, mais inovadoras, mais empreendedoras e mais brilhantes da Internet no Brasil – 6 mil campuseiros (como chamamos os participantes do evento), de todos os estados brasileiros, que tiveram a oportunidade de participar de cerca de 700 horas de atividades e de desfrutar de uma banda larga com uma velocidade que sequer existe à venda no mercado: 10 Gpbs. Tudo isso não tem preço.
Trouxemos para nossos palcos discussões sobre Direitos Humanos na Internet, tema que envolve diversidade cultural, o combustível da web. Direito das pessoas com deficiência ao uso pleno da rede e o combate a exploração sexual de menores na Internet. Discutimos o novo marco regulatório da Internet, chamado de Marco Civil , o Plano Nacional de Banda Larga e a necessária reforma dos direitos autorais. Segundo Lawrence Lessig , criador das licenças Creative Commons , o Brasil poderá ter a legislação mais moderna do mundo. Acredito que nestas três edições da Campus Party Brasil, ajudamos muito nesta construção.
Abrimos espaço para pessoas que nunca navegaram na internet terem a sua primeira oportunidade no Batismo Digital. Colocamos frente a frente índios, quilombolas como protagonistas da tribo universal que se forma no mundo virtual.
Antenados com o que se passa pelo mundo a fora, combinado com o novo cenário criado pela primeira eleição no Brasil que teremos o uso livre da internet, trouxemos também Scott Goodstein, o especialista que reinventou a utilização das mídias sociais em campanhas eleitorais e contribuiu para eleger o presidente dos EUA Barack Obama; o ex-cracker Kevin Mitnick, que agora usa “seus conhecimentos para o bem”, trabalhando para fortalecer a segurança da rede; Lawrence Lessig, fundador do Creative Commons; entre outros nomes importantes.
Isso tudo mostra que a Campus Party tem um grande potencial e é o espaço certo para discutirmos questões essenciais para o futuro da Internet no Brasil. No entanto, vale lembrar que, em meio a tantas discussões “sérias”, a Campus Party continua sendo uma grande festa, um grande acampamento dos internautas, repleta de criatividade, movimento, cultura, música, jogos e alegria. Uma alegria, sociabilidade e generosidade em compartilhar que sintetizam a maior expressão da rica cultura brasileira.
É a energia dos campuseiros que garante a longevidade de um encontro como esse, que se renova a cada ano pela própria disposição dos participantes em compartilhar conhecimento.
Depois de três anos, deixo a direção da Campus Party Brasil com o sentimento do dever cumprido. Agradeço a toda nossa equipe brasileira, por todo esforço competência e dedicação. Agradeço ao nosso time global da Futura Netwoks formado por espanhóis, colombianos, mexicanos e de outras partes do mundo. Agradeço aos dinamizadores voluntários pelo excelente trabalho. Agradeço aos patrocinadores e apoiadores institucionais, pois sem eles esta festa não seria possível.
Mas gostaria de dedicar esta minha despedida da direção do evento aos que, pra mim, foram as principais estrelas deste evento: os campuseir@s brasileir@s.
Vida longa para a Campus Party Brasil!!

Marcelo Branco
Ex-Diretor Geral da Campus Party Brasil
Coordenador Geral da Associação Software Livre.org
Saiu na INFO: ´Só tuitei com permissão da presidência´
21 de Fevereiro de 2010, por Marcelo D'Elia Branco - Um comentário
Abaixo entrevista que dei para Felipe Zmoginski da Info Online que esclarece minha posição a respeito do Plano Nacional de Banda Larga e sobre a cobertura twitter da reunião com o Presidente Lula
Felipe Zmoginski, de INFO Online Sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 - 17h15
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Wikimedia Commons |
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Marcelo Branco vê pioneirismo em cobertura via Twitter
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SÃO PAULO - O hábito de tuitar o tempo todo colocou o coordenador do projeto Software Livre Brasil e por três anos o principal nome por trás da Campus Party Brasil, Marcelo Branco, no centro de uma polêmica.
Após tuitar pelo celular durante um encontro com o presidente Lula, Branco foi acusado de vazar informações privadas e influenciar a cotação das ações da Telebrás, empresa pública que deve receber pesados investimentos este ano em função do Plano Nacional de Banda Larga.
A forte oscilação dos papéis da Telebrás na Bovespa, causada pela expectativa de pesados aportes na empresa, faz a CVM, órgão regulador da Bovespa, investigar as ondas de investimentos na companhia pública.
Branco, que não possui aplicações em bolsa, participou de um encontro com Lula e técnicos do governo acompanhado de profissionais ligados ao Comitê Gestor da Internet, como Demi Getschko, pesquisadores como o professor Sérgio Amadeu e representantes de movimentos de inclusão digital no início de fevereiro.
De férias em Santa Catarina, após anunciar que não vai organizar a Campus 2011, Branco deu sua versão para a polêmica, defendeu investimentos públicos em banda larga e pediu a reforma de leis de direitos autorais e a regulamentação do marco civil da internet no Brasil.
O Twitter anda lhe dando dores de cabeça?
Não exatamente. Como se sabe, participei de uma reunião pública com várias personalidades da sociedade civil e com representantes do governo, inclusive o presidente Lula. O encontro era para discutir o Plano Nacional de Banda Larga. Antes de começar a reunião, pedi para usar meu smartphone e tuitar. Obtive permissão da presidência para isso e fiz algo inovador, a primeira cobertura em tempo real pelo Twitter de uma reunião da Presidência.
Mas não era uma reunião privada?
Essa história de reunião privada é uma ficção que inventaram. O encontro sempre foi público. Na Campus Party, semanas antes desse encontro, a ministra Dilma Roussef (Casa Civil) comentou sobre o encontro, disse que o governo ouviria todas as partes envolvidas, etc.
Há meses que se fala que a Telebrás receberá investimentos, isso não fui eu quem disse. Ao participar do encontro, o que eu fiz foi divulgar informações sobre banda larga pelo Twitter, algo muito pertinente, aliás. Quer melhor plataforma para discutir banda larga que o Twitter?
O senhor foi acusado de vazar informações?
Isso é invenção de alguns péssimos jornalistas. O que eu tuitei foi mais ou menos o que outras pessoas disseram, em entrevistas, ao sair da reunião. A diferença é que eu escrevi sobre isso um pouco antes, cobrindo o encontro via Twitter. Como não sou jornalista nem tenho diploma de jornalista, isto pode ter irritado algumas pessoas.
O senhor saiu otimista do encontro?
Eu acho positivo que o Governo Federal se preocupe em levar internet a lugares onde ela não chega hoje. Acho muito positivo também a ideia de baratear os custos da banda larga nas localidades onde ela já chega, aumentar a competição entre as teles. Nesse sentido, como um militante da inclusão digital, não há como ser contra a ideia.
Há críticas de que o governo só pensou na banda larga porque 2010 é ano eleitoral...
Bom isso é da dinâmica da política. Se você fosse candidato, talvez também agisse assim. Eu acho que a sociedade deve aproveitar esses momentos para pressionar os políticos por respostas. Eu quero saber o que os políticos vão fazer para melhorar nossa banda larga, que opiniões eles tem sobre direitos autorais, o que eles pensam sobre um novo marco civil para internet no Brasil.
Eu quero saber tudo isso antes de decidir que posição política eu terei nas eleições. Acho que a sociedade deve aproveitar esses momentos para discutir os temas que lhes importa. Não falo só do Governo Federal.
Em São Paulo, por exemplo, o governador Serra apresentou um plano de banda larga – que eu chamo de banda média, pois a velocidade dos pacotes é de 256 Kbps – em que há isenção de ICMS. Acho todas as medidas que ajudam a baratear o custo da internet no Brasil algo positivo.
A definição de preços e cobertura de banda larga não ficaria melhor sob controle do livre mercado e da livre concorrência?
Veja, até os Estados Unidos, que são o país mais liberal do mundo, possuem um Plano Nacional de Banda Larga. E lá, o plano do Obama é bem mais agressivo que o brasileiro. Há fortes investimentos do Estado para levar a internet a pontos em que a iniciativa privada não pode ou não teve interesse em levar o acesso.
Então o senhor é a favor então da atuação de uma Telebrás estatal no mercado de banda larga?
Pelo o que eu pude perceber no encontro com Lula, a ideia não tem nada a ver com reestatização de serviços. O fato é que a Telebrás possui uma rede com milhares de quilômetros de fibra óptica que estão ociosos. Isto é um desperdício em um país que precisa tanto de infraestrutura.Dizem que o Brasil é a bola da vez na economia global. Mas como ser uma potência se a população não tem acesso à web?
Seja como gestora de uma nova rede, seja em parceria com empresas privadas, a Telebrás deve dar sua contribuição para a inclusão digital. Acredito, aliás, que é um dever do Estado garantir banda larga a seus cidadãos. Se a iniciativa privada levasse, por conta própria, o acesso à web até os pontos remotos do Brasil, não precisaríamos discutir isso agora, né?
Não seria melhor fomentar a competição entre as teles a recriar uma estatal?
O que o Lula afirmou na reunião é que vai sempre avaliar o que for melhor para o Brasil em cada situação pontual. Se a iniciativa privada for eficaz em determinadas regiões, então o Estado não precisa investir lá. Mas o fato é que as teles não fizeram esse trabalho.
Banda larga é um produto muito caro no Brasil, há pouca concorrência e em pequenas cidades do Brasil os consumidores simplesmente não tem opção nenhuma. Afinal, onde há poucos consumidores não há interesse econômico em montar uma rede. Nesse cenário, acho positivo a atuação do governo.
O governo tem recursos para cumprir as metas que propõe de inclusão? (O plano prevê levar banda larga até 68% dos domicílios brasileiros até 2014 e levar conexões a mais de 4100 municípios)
Bem, após seis ou sete anos de brigas judiciais, o governo conseguiu tomar posse de milhares de quilômetros de fibra óptica. Este é um ativo que já existe. Além disso, há os recursos do Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações).
O Fust tem R$ 10 bilhões em caixa e arrecada R$ 1 bilhão ao ano. Há dúvidas jurídicas sobre se estes recursos podem ou não ser usados para fins de ampliar o acesso à web no Brasil. Eu torço para que esses recursos sejam liberados. Acho um desperdício todo esse dinheiro parado e a Telebrás com fibras ópticas ociosas ao mesmo tempo em que a banda larga custa tão caro e não chega em tantas localidades.
O Globo: Lula autoriza divulgação pelo twitter
17 de Fevereiro de 2010, por Marcelo D'Elia Branco - Sem comentários aindaTelebrás será reativada para operar Banda Larga; Lula autoriza divulgação pelo twitter
Plantão | Publicada em 03/02/2010 às 13h34m
Mônica Tavares

BRASÍLIA - A decisão do governo de reativar a Telebrás para operacionalizar o Plano Nacional de Banda Larga já foi tomada. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse durante reunião com organizações da sociedade civil que "depois de muito trabalho conseguimos conquistar de novo a Eletronet queremos fazer a Telebrás voltar a funcionar".
A afirmação consta do twitter do coordenador do Programa Software Livre, Marcelo Branco, que participou do encontro com Lula. Segundo Branco, quando as pessoas chegam para a reunião com o presidente têm que deixar os celulares do lado de fora. Mas logo no início ele pediu para pegar o blacberry e Lula autorizou:
- Fiquei teclando no twitter, a maioria é literal.
Em outro trecho, o presidente da República disse "não queremos criar uma empresa estatal por criar, queremos uma empresa que ajude os brasileiros a ter banda larga mais barata".
Para Lula, "a empresa pública de Telecom significa recuperar a capacidade do governo de saber e gerir este importante setor".
Segundo o coordenador do Programa Software Livre, a Telebrás não será a antiga empresa.
- Não é a mesma empresa com as mesmas funções e heranças, mas uma empresa com outra missão - disse ele.
Ele contou ainda que ela terá a função de estimular a concorrência, com um plano de tarifa forçando a redução de preços das operadoras. Porém deixou claro, que a participação das empresas está prevista pelo governo.
- Os investimentos até R$ 15 bilhões dependem das necessidades, podem ser menores se as operadoras entrarem no circuito. Se as parcerias com o setor privado forem adiante - afirmou Branco.
Marcelo Branco disse ainda que a proposta do governo é até 2014 criar mais 20 milhões de acessos a banda larga, fixos e móveis.
Segundo o coordenador, o coordenador do Comitê Gestor de Inclusão Digital, César Alvarez, fez uma explanação de todo o projeto do governo sobre o plano de banda larga.
Deverão existir no país 31.000 km de fibras ópticas do governo até 2014, atendendo 4238 municípios, o equivalente a 58% da população. Ele também quer baratear o preço dos modens com políticas dirigidas a empresas.
Outras notícias sobre a tuitada da reunião com o Presidente:
ADNews: Lula diz que Telebrás vai oferecer banda larga barata
R7: Ex-chefe da Campus Party ganha autorização para "twittar" em reunião com Lula
Luiz Carlos Azenha: Mau jornalismo do século 21
Estadão (Radar Econômico) Twitter ajuda ações da Telebrás a saltarem 20% em 1 dia
Tijolaço: A banda larga chegou por onde devia: pelo twitter!
Link Estadão: Plano Nacional de Banda Larga sai este ano, diz Lula
17 de Fevereiro de 2010, por Marcelo D'Elia Branco - Sem comentários aindaPor Tatiana de Mello Dias
O Plano Nacional de Banda Larga esteve na pauta do presidente Lula nesta terça-feira (2).
Hoje foram abertos os trabalhos do Congresso Nacional. E, na mensagem da presidência da república, o Plano Nacional de Banda Larga teve destaque – e foi o único pedido direto feito pelo Executivo.
“Em 2010, será implementado o Programa Nacional de Banda Larga, visando a ampliar o acesso em banda larga fixa e móvel de todos os cidadãos, inclusive das áreas rurais e remotas”, disse a mensagem do presidente Lula.
O presidente Lula determinou no ano passado a liberação do Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) para o projeto. Esse valor vem de 1% da receita bruta das empresas de telecomunicações – elas acumulam cerca de R$ 1 bilhão por ano e, desde 2001, o fundo já recolheu R$ 8 bilhões.A liberação está condicionada à aprovação da Nova Lei do Fust, o PL 1.481/2007.
No final da tarde, Lula se reuniu com representantes da sociedade civil para discutir o Plano Nacional de Banda Larga.
Reprodução da foto enviada por Marcelo Branco
Marcelo Branco, que organizou a Campus Party, esteve no encontro e postou no Twitter detalhes sobre a reunião. Segundo ele, Lula disse que o governo ainda está fechando o plano, mas “quer escutar, antes, a sociedade civil”.
Ainda segundo os relatos de Marcelo Branco, o coordenador dos projetos de inclusão digital do governo e assessor da presidência, César Alvarez, disse que o investimento do governo pode chegar até 15 bilhões até 2014.
Marcelo Branco deixa Campus Party
17 de Fevereiro de 2010, por Marcelo D'Elia Branco - Sem comentários aindaInternet
Jordana Viotto, de INFO Online
Terça-feira, 02 de fevereiro de 2010 - 14h15
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Divulgação |
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Marcelo Branco deixa Campus Party, vai ´tirar férias e refletir sobre o futuro´
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SÃO PAULO - Depois de três anos à frente do principal evento de tecnologia do Brasil, Marcelo Branco deixou a direção da Campus Party.
O anúncio foi feito há poucas horas, em seu Twitter. 'Com o sentimento do dever cumprido, depois de 3 Campus Party Br, encerro este ciclo da minha vida profissional. Valeu galera! #cpartybr', postou.
O motivo alegado por Branco foi 'fim de contrato'. Ele afirma que vai aproveitar o tempo para 'férias para refletir sobre o futuro' e acredita que a renovação será positiva.
Este ano, a Campus Party recebeu 6 mil campuseiros e a visita de políticos como Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV).
Marcelo Branco garante que permanece na coordenação do Fórum Internacional de Software Livre, que acontece de 21 a 24 de julho, em Porto Alegre.
Outras notícias sobre a minha saída da Campus Party:
IG Tecnologia: Marcelo Branco deixa Campus Party
Após três anos comandando o evento, o profissional anunciou sua saída no Twitter
R7: Chefe do acampamento nerd deixa o cargo
Diretor-geral da feira de tecnologia deixa o cargo atrás de "novos desafios"
Folha Online: Marcelo Branco deixa a direção da Campus
Bom dia Brasil (Globo): Campus Party reúne seis mil aficcionados por computador
26 de Janeiro de 2010, por Marcelo D'Elia Branco - 2 comentáriosPara aproveitar o evento, os participantes acampam no local. Programa ideal para famílias geek.









