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Blog MarceloBranco

27 de Maio de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | 1 pessoa seguindo este artigo.

Bom dia Brasil (Globo): Campus Party reúne seis mil aficcionados por computador

26 de Janeiro de 2010, 0:00, por Desconhecido

Para aproveitar o evento, os participantes acampam no local. Programa ideal para famílias geek.



Blog do El País: Comienza una Campus muy muy brasileira

26 de Janeiro de 2010, 0:00, por Desconhecido

Escrito por rosajc



Correria do último dia: amanhã começa a Campus Party Brasil

24 de Janeiro de 2010, 0:00, por Desconhecido



Jingle e clip da Campus Party 2010

22 de Janeiro de 2010, 0:00, por Desconhecido



Manuel Castells: O poder está nas mentes

20 de Janeiro de 2010, 0:00, por Desconhecido

Dos tercios de los ciudadanos del mundo no se sienten representados por sus electos.
Exactamente. Y afecta a electos o no electos. El gran problema es que tenemos una gran crisis económica, global, estructural y no se va a solucionar rápidamente diga lo que diga Zapatero, que ahí se equivoca totalmente. Una crisis ecológica y medioambiental de proporciones históricas que sólo ahora empezamos a percibir en realidad, una crisis ética de ruptura de valores de solidaridad social y, en medio de todo esto, una crisis de legitimidad política y de capacidad política de restablecer la confianza de los ciudadanos en sus instituciones. Esta última crisis es la peor porque si no tienes el instrumento de gestión, no puedes gestionar nada. Y el instrumento de gestión exige tener la capacidad de tomar medidas drásticas e impopulares que en un mundo de desconfianza de los ciudadanos pueden ser rechazadas y encontrarse con constantes crisis políticas: en los países no democráticos, con explosiones sociales; en los países democráticos, con elecciones constantes, rupturas de alianzas, gobiernos débiles y, como consecuencia, un desmadre en la gestión de los asuntos públicos. La crisis propiamente política es la más grave de todas porque nos deja sin instrumentos de gestión. Internet puede ser una excelente herramienta de participación ciudadana activa, basada en la información. No que la gente gobierne por internet, eso es demagogia, pero que constantemente se informe a los ciudadanos, que los ciudadanos tengan acceso a información a la que legalmente tienen derecho. Hay excelentes programas de participación ciudadana que no se utilizan porque no hay voluntad de abrir las avenidas de la política a la transparencia. En este sentido, las sociedades escandinavas nos están dando una lección al resto del mundo. Hay transparencia y hay confianza en los políticos. Por lo tanto, son capaces de tomar medidas. Suecia nacionaliza la banca por tres años y luego la devuelve al sector privado tranquilamente, y no pasa nada porque la gente confía en que están haciendo algo positivo. La capacidad que tenemos para crear una democracia informada interactiva no la estamos aprovechando porque la clase política todavía no se ha convencido de que se ha acabado el sistema en el que estaban y de que si ellos mismos no lo reforman y lo reorganizan, se lo reformaran o se lo destruirán sin reforma.



Vídeo da Coletiva Campus Party 2010

16 de Janeiro de 2010, 0:00, por Desconhecido



Estadão: Uma festa cada vez mais politizada

13 de Janeiro de 2010, 0:00, por Desconhecido

 



INFO: O que esperar da Campus Party 2010?

13 de Janeiro de 2010, 0:00, por Desconhecido

Guilherme Pavarin, de INFO Online
Segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 - 16h16



Marco Civil da Internet em debate na Campus Party Brasil

5 de Janeiro de 2010, 0:00, por Desconhecido

Brasília - Até março do próximo ano deve chegar ao Congresso Nacional o projeto de lei do novo marco regulatório da internet. Produzido pelo Ministério da Justiça, o marco civil, como está sendo chamado, deverá tratar de direitos fundamentais dos usuários de internet, responsabilidades desses usuários e deveres do Estado. 

“A ideia é criar uma primeira camada de interpretações para assuntos legais relacionados à internet, lançando pedras fundamentais para depois tratar outras questões”, explica o coordenador do projeto, Paulo Rená da Silva Santarém.

Temas polêmicos como direitos autorais, pedofilia e outros assuntos de direito penal, contudo, devem ficar de fora do novo marco. De acordo com Rená, esses assuntos já estão com o debate mais estruturado socialmente e já possuem projetos de lei específicos. Antes de tratar deles, na opinião do coordenador, é preciso criar um mecanismo para que as decisões judiciais sobre o uso da internet sejam uniformizadas.

“Atualmente você pode ter duas decisões judiciais sobre um mesmo assunto completamente diferentes. E as duas estarão embasadas legalmente nos preceitos constitucionais. É preciso criar diretrizes para guiar essas decisões”, explica.

O texto, que teve a primeira parte em consulta pública até o último dia 17, vai ser focado em questões como anonimato, privacidade e divulgação de dados dos usuários. Sobre este último tópico ainda não está decidido o que exatamente a nova lei determinará, mas já se sabe que a orientação é para que as informações sobre a movimentação do usuário dentro de uma página não possam ser compartilhada entre empresas livremente.

O projeto surge a partir de uma exigência dos movimentos sociais ligados ao tema que cobraram do governo federal um marco regulatório. O texto vai na contramão de alguns projetos que tramitam no Congresso Nacional que buscam mais controle e restrição na rede.

Alguns desses projetos prevêem, por exemplo, a necessidade de registro biométrico para o uso da internet e a obrigatoriedade da instalação de câmeras de vigilância em lan houses. “A intenção do projeto é não começar a regular internet pela porta da cadeia, o objetivo é ampliar a liberdade”, afirma Rená.

Essa liberdade faz parte de um conjunto de diretrizes lançadas pelo Comitê Gestor da Internet (CGI) – órgão que cuida da governança da internet no Brasil – que prevê também a neutralidade da rede, a inimputabilidade da rede pelas violação de direitos que possam ser cometidas e ambiente legal regulatório, entre outros.

Também devem ser incorporados ao projeto os princípios do Plano Nacional de Banda Larga, que será divulgado até o fim de janeiro. Junto com a previsão do plano de levar internet rápida e barata para todo o país, universalizando o acesso, o novo marco regulatório irá incluir esse acesso como preceito constitucional.

“A ideia é transformar uma política de governo em política de Estado. Como direito fundamental do cidadão, isso passará a ser um compromisso estatal”, explica o coordenador.

O novo marco civil deverá passar por uma segunda consulta pública quando a minuta do projeto estiver pronta, entre janeiro e fevereiro. A primeira consulta ficou disponível na internet durante 45 dias, quando recebeu média diária de 1,3 mil visitas.



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