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Blog MarceloBranco

27 de Maio de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | 2 pessoas seguindo este artigo.

Manuel Castells: Arde Barcelona. Pero también Santiago. Y Hong Kong. Y Quito. Y hasta hace poco Paris.

25 de Outubro de 2019, 9:38, por Marcelo D'Elia Branco

Chile

Explosiones sociales

Arde Barcelona. Pero también Santiago de Chile. Y Hong Kong. Y Quito. Y hasta hace poco París. Y múltiples focos de indignación a lo largo de este planeta en crisis ecológica, social y política. Las causas son diversas, pero las reacciones y el paso del movimiento pacífico al enfrentamiento con el orden establecido son muy similares. Reivindicación de salir del olvido de las regiones marginadas francesas. El precio del combustible en Ecuador. Aumento de tarifas del metro y la creciente carestía de la vida en Santiago. Demanda de derechos democráticos en Hong Kong. Lo común es que en ninguno de esos casos y otros muchos han existido canales políticos e institucionales para negociar: el Estado se ha cerrado en banda y la respuesta han sido los antidisturbios y el ejército. Empieza a tener sentido (y lo digo con tristeza) el análisis de mi reciente libro sobre la crisis de la democracia liberal, donde mostré que la gran mayoría de los ciudadanos no confían en los partidos políticos, no se sienten representados por parlamentos y gobiernos y piensan que la clase política en su conjunto está atrincherada en la defensa de sus intereses y de su corrupción. La democracia no existe, por muchas elecciones que se hagan, si no anida en la mente de los ciudadanos. Es esa confianza en las instituciones la que está siendo puesta en cuestión, induciendo, en primer lugar, nuevas alternativas políticas de izquierdas o derechas. Y cuando estas tampoco funcionan (porque las estigmatizan como populistas y van a por ellas las cloacas del Estado y los medios de comunicación), no queda más que la calle, las acampadas, las manifestaciones. Y a la violencia de las tropas de élite responden espontáneamente los que no pueden ya contener la rauxa –palabra catalana que siempre ha acompañado al seny cuando desborda el sentimiento de injusticia y faltan canales de expresión institucional–.

La fuente de esa violencia puntual es la frustración política de toda una generación... segue aqui


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Porto Alegre, a unidade em primeiro lugar

13 de Outubro de 2019, 21:28, por Marcelo D'Elia Branco

Não é de hoje que os partidos de esquerda nos devem uma unidade para enfrentarmos as eleições em Porto Alegre. Creio que a maioria das pessoas progressistas e de esquerda de nossa cidade não aceitam mais que os diferentes interesses internos dos partidos estejam acima da construção de uma confluência de forças capaz de vencer as próximas eleições. Esse sentimento e significado de uma unidade entre o PT, PSOL e PCdoB, desde o primeiro turno, ecoa nas conversas das ruas e das redes e desperta um sentimento de otimismo com a possibilidade. Sim, assim podemos ganhar!

Acredito também que não podemos deixar que essa construção passe somente pelas instâncias internas dos partidos, pelas reuniões entre os dirigentes ou pelas ‘frentes de entidades’.  Precisamos construir uma confluência de cidadãos comuns, filiados ou não aos partidos, que ajudem a empurrar por um amplo movimento político pela unidade. Essa confluência de cidadãos entra como um quarto elemento, além dos três partidos, nessa tentativa de unidade e talvez seja a mais importante nesse momento. Bora lá construir esse fórum!

A realização de prévias, defendidas publicamente pelo Tarso Genro e pelo PSOL,com a qual eu tenho grande simpatia, não garante a unidade real se não for precedida de um grande acordo pela unidade, vindo dos partidos políticos. ...



Internet e democracia

16 de Março de 2019, 14:54, por Marcelo D'Elia Branco

 Internet

Os valores éticos e de cidadania das sociedades redes, onde a autocomunicação de multidões é a formadora de opinião, estão em disputa como nunca antes.

Os hackers e acadêmicos, os primeiros habitantes do ciberespaço e criadores da Internet, vislumbraram um futuro libertário, de democracia real, dos comuns sem intermediários, de compartilhamento do conhecimento, das artes, de liberdade de expressão plena e de novas possibilidades criativas ilimitadas.

Nesse momento, predomina em nossas preocupações, um cenário em que as redes de relacionamentos estão a serviço da vigilância em massa, do controle e manipulações. Intermediadas por algoritmos, análise das emoções, inteligência artificial, vigilância em massa, uso de dados privados e máquinas tecnológicas para a segmentar públicos e espalhar fake e junk news customizados, corroem a democracia e legitimam o populismo tosco da extrema-direita de Trump, Bolsonaro e Vox.

Penso que só poderemos retomar a rede como um espaço próximo ao idealizado pelos criadores com iniciativas concretas de participação cidadã, novos movimentos que rompam o cerco dos oportunistas endinheirados que financiam e se alimentam da ignorância, disseminam o ódio e a intolerância através das redes.

Que o combalido poder público tome atitudes, que não deixe impune quem financia tudo isso.

Que os poderes midiáticos corporativos tomem atitudes e saiam da cumplicidade passiva diante desse cenário que os transformará em obras de um museu da democracia liberal.

De uma coisa eu tenho convicção, não será possível fazer essa virada com as mesmas formas e com as mesmas estruturas da era industrial.

 



Feminismo: Alerta Roja #8M - Manuel Castells

8 de Março de 2019, 13:21, por Marcelo D'Elia Branco

FEMINISMO: ALERTA ROJA

Manuel Castells

Los millones de mujeres que ayer salieron a las calles del mundo, lo tienen muy claro: ni un paso atras. Porque ha llegado el momento decisivo de su lucha por el derecho a existir. Es precisamente porque han conquistado un cierto reconocimiento social e institucional como seres humanos iguales a cualquier otro que se estan generando reacciones violentas de los machos ibericos. “Ladran, luego cabalgamos”, decia el clasico. Pero cada vez con mayor riesgo, porque aquellos hombres incapaces de aceptar la nueva cultura igualitaria han tocado a rebato, en lo personal y en lo politico. La violencia domestica aumenta porque a la que sale respondona se la somete a golpes como siempre se hizo. Para eso sirve la fuerza fisica superior, aunque esto va siendo distinto conforme las mujeres aprenden tecnicas de defensa personal. Los hombres estamos cambiando pero hay un pasado milenario de dominacion que llevamos inscrito en nuestras redes neuronales. Y como las mujeres si que han cambiado y han asumido la plena conciencia de sus derechos, el conflicto es inevitable en muchos casos, hasta que los hombres redefinamos nuestra masculinidad en terminos de igualdad y complementariedad sin los cuales el amor y la familia se haran imposibles.

La contraofensiva machista se expresa intensamente en el espacio politico, en Espana y en el mundo.



Manuel Castells: Conspiração contra a Europa - um projeto da extrema direita coordenado por Steve Bannon

18 de Janeiro de 2019, 12:58, por Marcelo D'Elia Branco

Castells

Las elecciones al parlamento europeo el 26 de mayo son decisivas para el proyecto europeo. Los ultra-nacionalistas en ascenso se han fijado como objetivo la constitucion de un bloque de bloqueo de las politicas europeas comunes ( un tercio de los escanos) que, junto con su presencia en diversos gobiernos, reviertan Europa a un sistema de naciones limitadas en su colaboracion a acuerdos especificos, siempre priorizando los intereses nacionales. Tambien defienden la reduccion drastica de la inmigracion, el enfrentamiento con el Islam en defensa de la Cristiandad, y la restauracion del patriarcado tradicional, eliminando la proteccion a los derechos homosexuales y a las mujeres. Lo que era una tendencia en toda Europa, ejemplificada en Espana por Vox y un sector del PP, esta convirtiendose en un proyecto coordinado. En estos dias se prepara en Bruselas el lanzamiento de una fundacion denominada “El Movimiento”, impulsada por Steve Bannon,



#EleNão Mulheres do Brasil, ocupam as redes e ruas pra derrotar o fascismo

1 de Outubro de 2018, 23:49, por Marcelo D'Elia Branco

No último sábado, na maior manifestação de mulheres da história do Brasil [1], elas ocuparam as ruas de todo país, e em várias cidades no exterior, para protestar contra o candidato de extrema-direita, Jair Bolsonaro, líder das pesquisas presidenciais.

O movimento #EleNão nasceu nas redes sociais da Internet, num grupo do Facebook com mais de 3 milhões de mulheres. Uma semana antes das manifestações de sábado, esse grupo “Mulheres contra o Bolsonaro” foi invadido e ocupado por homens militantes da candidatura do militar, que assumiram a administração por duas vezes, sendo objeto de disputas numa verdadeira batalha de ocupação e finalmente foi retomado pela mulheres. Durante o período em que o grupo esteve nas mãos dos militante de extrema-direita, as mulheres se multiplicaram em milhares de eventos e grupos no Facebook, que de forma descentralizada, comandaram a convocatória para as manifestações de sábado, 29.  Leia mais...



Mapa das conexões entre os clusters da nova direita no Facebook

15 de Setembro de 2017, 13:20, por Marcelo D'Elia Branco

Grafo das conexões entre os principais grupos da direita no Facebook
Nova direita no Facebook

roxo, liberalismo conservador; azul, os nãoliberais do MBL; laranja, os militaristas intervenção militar; verde, o "patriotismo" uso de armas e masculinidade. Notem que os grandes partidos políticos conservadores não tem influência nas redes. 
A análise foi feita pelo Grupo de Políticas Públicas em Acesso à Informação (GPoPAI), coordenado pelos professores Pablo Ortellado e Márcio Moretto Ribeiro , da Universidade de São Paulo (USP),

Veja a análise completa aqui 



Autocomunicação de multidões no campo de batalha da disputa sobre a censura ao #queermuseu

13 de Setembro de 2017, 17:09, por Marcelo D'Elia Branco

Capaqueer

Arte #queer por Bia Leite

Nessa semana realizamos aqui em Porto Alegre um ato público contra a volta da censura no Brasil, patrocinada pelo banco Santander. Uma exposição de arte #queer foi interrompida pela direção do banco depois de protestos e agressões nas redes e no espaço da exposição patrocinados por grupos nãoliberais (MBL), militaristas e crentes fudamentalistas que vivem na idade média. Gostaria de falar aqui da articulação e mobilização para este ato, para que possa servir de experiência positiva e reflexões para o campo de esquerda, humanista e democrática.



América Latina: participação e inovações tecnopolíticas no evento Cidades Democráticas de Madri

19 de Maio de 2016, 14:35, por Marcelo D'Elia Branco

Medialabsecion

Dia 24, em Madri, participo de uma seção do evento Cidades Democráticas: Tecnologías pró-comum e o direito a cidade democrtatica.

A mesa repassará algumas experiências desde do início do “orçamento participativo” de Porto Alegre e as inovações tecnopolíticas dos movimentos sociais latino-americanos dos últimos anos, passando por projetos e plataformas participativas de diferentes governos. Na seção serão compartilhados os processos participativos de diferentes governos brasileiros, da Escola de Inovação Política e o projeto de Governo Aberto do Estado de Nariño (Colômbia) e Wikipolitica (Jalisco, México), partido-movimento que elegeu em 2015 seu primeiro deputado.

Coordenado por: Bernardo Gutiérrez (Medialab-Prado). Marcelo Branco (Brasil), Diego Arredondo (Wikipolítica, México), Javier Arteaga (Escuela Innovación política, Colombia)

Latinoamérica: participación e innovación tecnopolítica (original no site do evento)

 



Por uma Porto Alegre na Rede de Cidades Democráticas Rebeldes e Solidárias

18 de Maio de 2016, 21:48, por Marcelo D'Elia Branco

(Publicado originalmente no Compartilhe a Mudança)

Porto Alegre já foi a maior referência internacional da democracia participativa direta e das novas formas de gestão das políticas públicas. A implantação do Orçamento Participativo e os encontros alterglobais no Fórum Social Mundial, quinze anos atrás, colocaram nossa cidade na história e ainda estão na memória de muitos em todo mundo.

De lá para cá muitas conquistas se consolidaram, muitas novas lutas surgiram, mas principalmente, vivemos em nossa cidade um período de retrocessos e estagnação nas políticas públicas, resultado da falta de participação direta da população na tomada das decisões. Precisamos inovar, recuperar nossa referência e recolocar Porto Alegre no mapa global de cidades rebeldes que constroem uma nova democracia participativa e novas formas de fazer política, de baixo para cima, incorporando as formas de participação via Internet.

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