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Comunidade da Revista Espírito Livre

20 de Junho de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

A Revista Espírito Livre é uma iniciativa que reune colaboradores, técnicos, profissionais liberais, entusiastas, estudantes, empresário e funcionários públicos, e tem como objetivos estreitar os laços do software livre e outras iniciativas e vertentes sócio-culturais de cunho similar para com a sociedade de um modo geral, está com um novo projeto neste ano de 2009.

A Revista Espírito Livre visa ser uma publicação em formato digital, a ser distribuída em PDF, gratuita e com foco em tecnologia, mas sempre tendo como plano de fundo o software livre. A publicação já se encontra na terceira edição. A periodicidade da Revista Espírito Livre é mensal.


Lançado o Ubuntu 16.04.1 LTS como a versão mais recente da série

25 de Julho de 2016, 15:45, por Revista Espírito Livre - 0sem comentários ainda

ubuntu

A Canonical anunciou no último dia 21, que o Ubuntu 16.04.1 LTS (Xenial Xerus) já está disponível para download com versões para o desktop, servidor e nuvem. O update reúne principalmente todas as correções de bugs e de segurança, além de, claro, atualizações de aplicativos emitidas para a série do sistema operacional desde a sua estreia inicial em abril.

O resultado é uma imagem ISO nova que, após a instalação, o usuário não precisará baixar imediatamente centenas de megabytes de atualizações. Contudo, não há backport de pilhas de drivers para suportar novos hardwares, mas deve oferecer um melhor desempenho. Drivers adicionais só estarão presentes com a chegada da versão 16.04.2, que deve chegar em fevereiro de 2017.

Entre as mudanças mais notáveis, podemos citar uma nova versão do webbrowser-app, suporte para aplicações Snap no Ubuntu Software e um melhor suporte para hardware com configurações mais baixas, especialmente no que se refere aos gráficos, o que também pode beneficiar o sistema operacional quando ele estiver sendo executado em uma máquina virtual.

Com informações de OMG! Ubuntu!, Ubuntu e LinuxBuzz.



Implementação da API Vulkan para o emulador Dolphin já está completa

25 de Julho de 2016, 15:43, por Revista Espírito Livre - 0sem comentários ainda

dolphin

Recentemente, foi lançado o Dolphin 5.0 trazendo várias melhorias e otimizações, o que levou aos desenvolvedores colocarem como requisitos um sistema operacional de 64 bits e uma GPU com suporte, no mínimo, ao OpenGL 3, no caso da plataforma Linux. Além disso, outra novidade também foi a adição de um backend da API Vulkan que, na época, ainda estava em seus estágios iniciais.

Agora, a boa notícia é que os desenvolvedores, com a ajuda da comunidade, já concluíram a meta de adição de todos os recursos propostos e que são necessários para que o emulador possa lidar com a API Vulkan e que possa oferecendo diversas funcionalidades nos jogos. Isso significa que há suporte para conversão de texturas via GPU, MSAA, filtragem anisotrópica, Vsync, suporte para dispositivos Android com Vulkan e muito mais.

Contudo, os desenvolvedores ainda precisam limpar o código, corrigir bugs e, claro, trabalha na performance do emulador com a API. De acordo com a página do projeto no GitHub, placas de vídeo da AMD no Windows tem vindo a apresentar ganhos de 25% com Vulkan quando comparado com o OpenGL. Mas parece que não há uma diferença muito grande com GPUs NVIDIA.

Para mais detalhes, confira a página do projeto no GitHub, clicando aqui.

Com informações de Phoronix, GamingOnLinux, GitHub e LinuxBuzz.



Lançado Chrome 52 para Windows, macOS e Linux

25 de Julho de 2016, 15:40, por Revista Espírito Livre - 0sem comentários ainda

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O Google lançou nesta quinta-feira (21) a versão estável do Chrome 52 para Windows, macOS e Linux. Os usuários podem realizar a atualização para a mais recente versão diretamente do navegador clicando em “Configurações” e, em seguida, no menu “Ajuda” > “Sobre o Google Chrome”, ou ainda fazendo o download no site oficial. As novidades incluem a remoção do atalho que permite retornar à página anterior e a integração com o Material Design no macOS.

O Chrome 52 também incorpora o suporte ao Chromecast e Hangouts, dispensando a instalação de qualquer plugin para ter acesso aos recursos deles. Agora, os usuários precisam apenas clicar com o botão direito do mouse para selecionar a opção que espelha o conteúdo do navegador em televisores ou outros dispositivos que contam com suporte à tecnologia Cast. O mesmo acontece com o aplicativo de mensagens e videochamadas do Google.

Outra novidade é a ausência do atalho da tecla “backspace” para retornar à página anterior aberta no navegador. A decisão de remover o atalho veio depois de diversas reclamações de usuários que perderam informações, como preenchimento de formulários e textos, ao utilizarem o botão e serem redirecionados para a página anterior. O Google afirmou estar trabalhando em uma nova funcionalidade que permita retornar à página anterior de maneira mais prática. Por enquanto, a equipe de desenvolvimento do navegador sugere a utilização do atalho “Alt + seta para esquerda”.

Além disso tudo, a atualização traz uma nova tecnologia capaz de determinar quais partes de um site foram modificadas para carregar apenas as alterações com a finalidade de reduzir o tempo de carregamento e reduzir o consumo de dados. O novo navegador também conta com componentes CSS atualizados que também colaboram para que o navegador fique mais ágil. Os desenvolvedores, porém, precisam otimizar seus sites para aproveitar ao máximo as alterações feitas no browser. Uma nova API de código aberto para envio de notificações para os usuários também foi incluída no navegador, de maneira que eles não tenham de utilizar soluções de terceiros para isso.

No total, o Chrome 52 traz consigo 48 correções de bugs e melhorias de problemas relacionados ao desempenho e à segurança. Vários bugs foram descobertos graças ao programa de recompensas do Google, que premia usuários que encontram problemas no navegador. Em um dos descobrimentos, a empresa pagou US$ 15 mil a um usuário.

Com informações de Google e Canaltech.



Horas depois da prisão de seu fundador, isoHunt cria cópia do Kickass Torrents

25 de Julho de 2016, 15:35, por Revista Espírito Livre - 0sem comentários ainda

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Apenas um dia depois da prisão de seu dono e de ter seus sete domínios retirados do ar pelas autoridades federais norte-americanas, o Kickass Torrents ressurge em uma nova URL. Para quem não sabe, o site de arquivos torrent saiu do ar na última quarta-feira (20), depois que Artem Vaulin, seu fundador, foi capturado por quebra de direitos autorais e lavagem de dinheiro.

Indignada com o acontecimento, a equipe do isoHunt criou uma cópia do KAT com arquivos do último um ano e meio para que os usuários possam resgatar alguns conteúdos. Claro que por se tratar de uma cópia, o site não conta com a mesma quantidade de recursos do original, como, por exemplo, os bastante utilizados fóruns, e nem deverá disponibilizar novos conteúdos. No final das contas, o kickasstorrents.website é apenas um “quebra galho”.

Ao acessar a nova versão, é possível ler um manifesto que diz “Esta manhã, o fundador da kat.cr foi preso na Polónia. É mais um ataque à liberdade de direitos dos usuários da internet no mundo todo. Nós acreditamos que é nosso dever lutar pelos nossos direitos. Em um mundo com constantes ataques terroristas, com corporações globais cheias de dinheiro, enquanto milhões morrem de doenças e fome, você realmente acha que torrents merecem tanta atenção? Você realmente acha que essa luta vale o dinheiro e os recursos gastos nela? Você realmente acha que é a verdadeira questão para se cuidar agora? Nós não!”

Pensando em conseguir apoio para libertar Vaulin, a equipe criou, inclusive, uma petição online: “Kat.cr é um site que todos nós conhecemos e amamos, e o mundo nunca mais será o mesmo sem ele. É por isso que antes dele voltar, fizemos a cópia da Kat.cr com todos os torrents que poderíamos encontrar. Não é perfeito, mas se você deseja salvar e arquivar alguma coisa, agora é a hora! Não sabemos quanto tempo pode durar, mas pelo menos é alguma coisa. Vamos continuar a lutar por nossa liberdade e você está convidado a se juntar a nós! Assine esta petição na Change.org e deixe todo mundo saber que há muitos de nós que se recusam a ficar em silêncio.”

É bastante improvável que os manifestos sejam capazes de mudar algo, mas o governo dos EUA tem uma regra que afirma que petições com mais de 100.000 assinaturas em 30 dias devem receber, pelo menos, uma resposta oficial.

Com informações de VentureBeat e Canaltech.



WikiLeaks acusa Twitter de “feudalismo” e ameaça criar sua própria rede social

25 de Julho de 2016, 15:27, por Revista Espírito Livre - 0sem comentários ainda

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Os ânimos andam acalorados entre o WikiLeaks e o Twitter. A organização transnacional sem fins lucrativos que publica documentos e informações confidenciais de governos e empresas está acusando a rede de microblogging de praticar uma espécie de “feudalismo virtual” por ter banido o jornalista Milo Yiannopoulos depois de ele ter publicado ofensas direcionadas a Leslie Jones, atriz de Caça-Fantasmas que vem sofrendo racismo e misoginia na rede.

De acordo com a rede social, Yiannopoulos foi banido para sempre da plataforma por “incitar ou praticar abuso ou assédio contra outros” depois da atriz começar a denunciar mensagens de ódio que vinha recebendo pelo Twitter. Jack Dorsey, CEO da rede social, respondeu à WikiLeaks explicando que “nós não banimos pessoas por expressar seus pensamentos, mas incitar abuso direcionado a pessoas, no entanto, não é permitido”.

Ainda assim, a WikiLeaks não voltou atrás e acusou a rede social de mirar seu “raio censor” em celebridades, não costumando ter o mesmo cuidado com pessoas comuns, que estão fora dos holofotes da mídia. Contudo, o Twitter afirma que a decisão de banir o jornalista foi tomada porque seu perfil já havia sido denunciado antes e, portanto, seria um caso de má conduta reincidente. Ainda assim, muitos usuários acreditam que a melhor postura a tomar seria a criação de ferramentas que coibissem atitudes violentas na rede, em vez de simplesmente censurar e banir pessoas. E Dorsey concorda com a WikiLeaks nesse aspecto, respondendo com a informação de que “estamos trabalhando nisso”.

A WikiLeaks chegou a comparar a decisão do Twitter de banir usuários com as prisões em massa que aconteceram na Turquia – país que vem enfrentando um golpe militar violento. Na sequência, a organização ameaçou desenvolver uma alternativa própria ao Twitter. “Nós iremos criar um serviço rival se [o Twitter] continuar [banindo usuários], porque a WikiLeaks e nossos apoiadores estão ameaçados em um espaço cuja justiça é feudal”, disse a organização em um tweet em meio ao fogo cruzado.

Com informações de The Verge e Canaltech.



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