O Fórum  da Cultura Digital Brasileira é um espaço público e aberto voltado para a formulação e a construção democrática de uma política pública de cultura digital, integrando cidadãos e insituições governamentais, estatais, da sociedade civil e do mercado.


Vídeos das apresentações no espaço Experiências de Cultura Digital

November 29, 2010, by Unknown - 0no comments yet

Post publicado em http://culturadigital.br/forum2010/2010/11/29/videos-das-apresentacoes-do-espaco-experiencias-de-cultura-digital-2010/

Foto: Pedro Caetano/Coletivo UARA

Durante os três dias do Fórum da Cultura Digital Brasileira 2010, a sala Petrobras da Cinemateca reuniu diversas apresentações e mesas de debate com experiências de cultura digital e pesquisas acadêmicas sobre o mesmo assunto. Neste post vamos compilar os links com os vídeos de cada uma delas, que foram transmitidas ao vivo em streaming. Os vídeos estão divididos por dia, tema e as apresentações estão listadas na ordem em que foram apresentadas.

1º dia do Fórum (15/11)

Educação e Cultura Digital
Laboratório Web de Comunicação – UFRJ (Cristina Monteiro da Luz)
Centro Educacional Pioneiro (Débora Sebriam)
SELIGA (Gilson Schwartz , Luiz Otávio de Santi e Marcia Maria de Moura Ribeiro)
Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital (Mila Gonçalves)
Projeto Folhas e o Livro Didático (Mary Lane Hutner)
Polo de Cultura Digital (Cristiane Costa)

Apropriação Tecnológica
Historias Digitales (Diego Vidart/Uruguai)
Nupef (Graciela Selaimen)
Laboratório Cultura Viva (Cícero Inácio da Silva, João Vargas Pinto e Ivana Bentes)
Alagoas Colaborativo (Daniela Silva e Paula Montenegro)
Redes da Cultura Digital – A Experiência da UFSCar (Ricardo Rodrigues)

1º rodada de apresentação de pesquisas acadêmicas
Interatividade Gestual Artistica – IGA (José Fornari)
Exploração do Universo Virtual e das Novas Estratégias Narrativas Abertas pelas Mídias Digitais (Cristiane Costa)
Divulgação cultural da Baixada Fluminense mediada pelas mídias sociais na internet (Marcio Gonçalves)
Permeabilidade em Narrativas Transmídias (Vicente Gosciola)
Projeto Ciberintervenção urbana interativa – Ciurbi (Claudia Loch)
Bauhalien: O Site Experimental (Daniel Graf de Oliveira e Eduardo)
Formas e Imagens na Comunicação Contemporânea (Alfredo Suppia)
Videopoesia: Análise e Produção (Cardes Monção Amâncio)
Movimentos Sociais e Ciberativismo: apropri(ações) do movimento feminista no Brasil (Ronaldo Ferreira de Araujo)
Jornalismo e cultura digital: um estudo de caso do The Pirate Bay na Folha de S. Paulo (Eliane Fronza)
Cidade do Conhecimento: Moedas Criativas (Gilson Schwartz)

Cidadania na web
Legisdados (Pedro Belasco)
HackDay BH (Raquel Camargo)
Urbanias (Ricardo Joseph)
Webcitizen (Fernando Barreto)
Eleitor 2010 (Diego Casaes)
Cidade Democrática (Henrique Parra Parra)

Economia Criativa
Eletrocooperativa/ It’s noon (Reinaldo Pamponet)
Futur en Seine (Eduardo Marques de Oliveira
Projeto Estrombo (Paula Martini)
Toque no Brasil (Caio Tendolini e Silva)

Experiências Africanas
Upenyu Makoni-Muchemwa (kubatana.net, Zimbábue)

XPTA Lab
Mesa com participação de Luiz Marcos Garcia Gonçalves (Natalnet), Luiz Carlos Trevelin (Ufscar), Guido Lemos de Souza Filho (Lavid UFPB) e Suzete Venturelli (Wikinarua).

Digitalização de Acervos
Debate com participação de Haike Kleber da Silva, do Arquivo Público do Estado de SP – IPHAN, Denise Portugal, da Funarte – Brasil Memória das Artes, Pedro Puntoni, da Brasiliana – USP, Rodrigo Mercês, da Cinemateca Brasileira. Moderador: Roberto Taddei.

Teatralidade Digital
Mesa de debate com participação de Lucas Pretti (Teatro para Alguém), Rubens Velloso (Phila 7) e Fabrício Muriana (Revista Bacante). Moderação de Rodolfo Araújo.

2º dia do Fórum (16/11)

Dados Abertos
Mesa com participação de Diego Casaes (Esfera/Global Voices), Pedro Belasco (Legisdados) , Thiago Ávila (ITEC – Governo de Alagoas) e Vagner Diniz (W3C Brasil).

Colaboração e Interatividade
Busk.com (Helder Araujo)
Wikiversidade (Alexandre Hannud Abdo)
Mapa das Artes da Cidade Tiradentes (Luis Eduardo Tavares)
Webdocumentário “Filhos do Tremor” (Marcelo Bauer)
Global Conflicts: Checkpoint (Gilson Schwartz)
Termografia (Feco Hamburger)
Conflitos globais (Ceila Santos)

2º rodada de apresentações de pesquisas acadêmicas
Direito Achado na Rede (Paulo Rená)
Políticas de Autoria: Falhas enquanto Resistência (Ana Silvia Couto de Abreu)
Políticas Culturais sobre Direito Autoral ou Revolução Caraíba Contemporânea (Helena Klang)
Sociedade Informacional: um novo paradigma sócio-cultural (Mauricio N. Santos)
Distúrbios da Era Informacional: conflitos entre a propriedade intelectual e a cultura livre (Luis Eduardo Tavares)ContraCultura Digital (Thais Brito)
Video Livre no Brasil (VJ Pixel)
Colarte Digital: um mapa da arte digital colaborativa (Andre Stangl)
Ações Coletivas com mídias livres – interpretação de seu programa político (Luis Carlos Pinto)

Experiências da Amazônia
Casa Brasil (Adriane Gama)
Coletivo Puraqué (Marcelo Lobato e Paulo Emmanuel Cunha da Silva)
Drumbeat Amazônia (Luciano Santabrigida)

Ativismo e rede
Walking Tools (Brett Stalbaum/EUA)
Global Voices (Diego Casaes)
Jaqi-Aru.Org (Victoria Tinta/Bolívia)

3º dia do Fórum (17/11)

Experiências Argentinas
Mesa em que participaram as experiências do La Vecinda,FMp3, FM La Tribu e Fabrica de Fallas.

3º rodada de apresentação de pesquisas acadêmicas
Audiosfera: Uma Década Hackeando a Indústria do Disco (Messias Bandeira)
Open Business (Oona Castro)
Redes Sociais Digitais e Sustentabilidade (apresentação de Julliana Cutolo e Leandro Yanaze)
Cultura digital – um desafio para as políticas públicas no Brasil (Taiane Fernandes)
Mapeamento de Iniciativas de cunho social realizadas na rede social Orkut (Tatiana Araujo)

Arte Digital
Arte do Cibridismo (Thiago Carrapatoso)
Laboca (Jarbas Jacome)
Ressaca.net (Bruno Vianna)
Olhotelafagia (Jaime Custódio)

Experiências audiovisuais
Produção Cultural no Brasil (Georgia Nicolau)
Pontão Digital Avenida Brasil/ Casa Curta-SE (Rosangela Rocha e Ricardo Ruiz)

Tecnologia e transformação social
Telecentros.Br (Kiki Mori)
Bailux (Régis)
Descentro Wireless (Marcelo Braz)
Lixo Eletrônico.Org (Felipe Andueza)
Núcleo de Cultura Digital para o Estado do Rio de Janeiro (Adriano Belisário)



MJ prorroga debate online para rever classificação indicativa para programas de TV, cinema e jogos

November 23, 2010, by Unknown - 0no comments yet

Publicado em: http://culturadigital.br/classind/

A Secretaria Nacional de Justiça e a Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça prorrogam o Debate Público que vai atualizar a regulamentação e os critérios da Classificação Indicativa de TV, Cinema, Jogos Eletrônicos e de Interpretação de Personagens (RPG) até o dia 28 de janeiro. O Debate é público e a participação de todos é desejada. O protagonista dos debates é a sociedade e, o Ministério da Justiça, seu facilitador.

O debate, que pretende discutir a Norma e os Critérios da Classificação Indicativa estava prevista para terminar em 18 de dezembro. Colabore com processo de construção participativa deste importante instrumento de regulamentação de proteção dos direitos da criança e adolescente.

Entenda a Classificação Indicativa
Como se faz a Classificação Indicativa
Acesse o Blog Debate Online: Classificação Indicativa



MJ lança debate online para rever classificação indicativa para programas de TV, cinema e jogos

November 23, 2010, by Unknown - 0no comments yet

Publicado em: http://culturadigital.br/classind/

A Secretaria Nacional de Justiça e a Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça dão início ao Debate Público que vai atualizar a regulamentação e os critérios da Classificação Indicativa de TV, Cinema, Jogos Eletrônicos e de Interpretação de Personagens (RPG).
O Debate é público e a participação de todos é desejada. O protagonista dos debates é a sociedade e, o Ministério da Justiça, seu facilitador.

Faça parte dos debates, discutindo a Norma e os Critérios da Classificação Indicativa entre os dias 18 de novembro a 18 de dezembro. Colabore com processo de construção participativa deste importante instrumento de regulamentação de proteção dos direitos da criança e adolescente.

Entenda a Classificação Indicativa
Como se faz a Classificação Indicativa
Acesse o Blog Debate Online: Classificação Indicativa



A Cultura Digital Brasileira na Conferência sobre o ‘commons’ em Berlim

November 15, 2010, by Unknown - 0no comments yet

post publicado em: http://www.culturadigital.br/josemurilo/2010/11/15/a-cultura-digital-brasileira-na-conferencia-sobre-o-commons-em-berlim/


David Bollier, especialista e autor de Viral Spiral, faz a palestra de abertura do evento

Através de alguns encontros oportunos em viagens ao exterior, onde temos a chance de divulgar o que está acontecendo no Brasil no âmbito do que chamamos Cultura Digital, fui convidado a participar na primeira Conferência Internacional sobre Commons (“I International Commons Conference“).

Realizada recentemente pela Fundação Heinrich Boll em Berlim, a Conferência reuniu por volta de 200 pesquisadores, ativistas e especialistas, e teve como objetivo principal evidenciar os pontos em comum entre movimentos aparentemente distintos como por exemplo, o software livre, e as organizações locais para governança de recursos fundamentais como a água, ou ainda as iniciativas para criação de bancos de sementes como alternativa ao uso de sementes genéticamente modificadas protegidas por copyright.

O plano era fomentar uma convergência entre os estudiosos dos diversos ‘commons’, e os ativistas que estão desenvolvendo os projetos na prática, criando assim as condições para o lançamento de uma “plataforma política baseada no ‘commons’”.

‘Commons’?

A Wikipedia traduz the commons como ‘bens comunais‘, ou ‘comunais’. Quando pensamos em estratégias para promover esta aproximação entre os diferentes grupos que valorizam os modelos de gerenciamento sobre propriedades coletivas, vale indagar se o termo ‘commons’, no momento em que é portado para outras línguas e culturas, se presta a esclarecer / comunicar os conceitos e valores embutidos.

O que pude perceber em Berlim é que existem diferenças consideráveis entre os que se reúnem para tratar deste tão específico tema. Os chamados ‘commons tradicionais’, que se interessam pelas modelos clássicos de governança sobre propriedade coletiva, e os vibrantes ‘commons digitais’, a turma que se converteu ao compartilhamento e ao trabalho coletivo em rede, constituem por si duas tribos já bem distintas.

Fato é que os ‘commons tradicionais’ apresentam interessante acúmulo no tema, focando nos modelos históricos de governança para gerenciar recursos compartilhados. O elemento confiança é destacado como fundamental para que os pares respeitem as normas estabelecidas, e a propriedade comum configura um fator de agregação social que irá facilitar a cooperação em outras áreas.

Entretanto, é preciso admitir que os ‘commons tradicionais’ foram sistemáticamente atacados durante todo o século passado pelas estratégias hegemônicas do mercado, que se valeram de parábolas como a Tragédia dos Comuns (‘Tragedy of the Commons‘) para naturalizar uma prevalência da propriedade privada como referência de eficácia gerencial. O prêmio nobel de economia para Elinor Ostrom em 2009, por seus estudos em governança econômica do commons, promete inaugurar uma nova fase para o conceito.

‘Commons Digitais’ na ofensiva

Michel Bawuens da P2P Foundation, em sua palestra na ICC em Berlim, afirmou que os ‘commons digitais’, por sua vez, estão na ofensiva. O sucesso do modelo de produção em software livre, que se tornou infra-estrutura fundamental da rede mundial de computadores, e também das corporações que apresentam melhor desempenho nos novos modelos de negócio da web, demonstra de maneira definitiva a eficácia destas novas formas de produção.

Neste cenário, os ‘commons digitais’ se mostram prontos para apresentar soluções inovadoras às questões colocadas pelas crises política e econômica globais. As licenças Creative Commons para expressão individual e compartilhamento, e a GPL (General Public License) como geradora de “commons”, são soluções bem acabadas e inovadoras para um novo momento econômico.

Com a queda nos custos de coordenação / comunicação, a hierarquia (instituições) deixa de ser necessária à coordenação de iniciativas coletivas. Dessa forma, dinâmicas locais podem se tornar globais. Quanto ao elemento confiança, fundamental para o funcionamento das dinâmicas commons, vem claramente se reconfigurando e mudando de foco especialmente entre os mais jovens: “confio mais em pessoas como eu, com quem eu posso me relacionar diretamente, do que em instituições opacas”.

Cultura Digital Brasileira

No Brasil, o uso intensivo das possibilidades de interatividade da Internet e dos ambientes de redes sociais tem gerado um público que se apropria muito rápido da cultura digital. Sempre gosto de destacar o fato de que no Brasil experimentamos o fenômento da rede social ubíqua(Orkut – 2005/6) bem antes do resto do mundo (Facebook – 2009/10).

Por outro lado, o Programa Cultura Viva do MinC, com a implementação dos Pontos de Cultura, tornou o Brasil o primeiro Estado a promover como política pública o exercício de uso efetivo e integrado das duas principais soluções inovadoras dos ‘commons digitais’: o software livre e as licenças alternativas como o Creative Commons.

A vitalidade dinâmica que emergiu do exercício digital dos Pontos de Cultura impactou o MinC de maneira irreversível, e em 2009 foi criada a Coordenação de Cultura Digital, que deu origem à rede social CulturaDigital.BR — plataforma para a construção colaborativa de políticas públicas e ambiente permanente do processo do Fórum da Cultura Digital Brasileira. Um novo jeito de fazer política pública.

A rede CulturaDigital.BR, além de servir de plataforma para publicação de conteúdos das iniciativas fomentadas, proveu tecnologia e hospedou processos de colaboração interativa como a elaboração do Marco Civil da Internet e a consulta pública sobre a revisão da Lei de Direito Autoral. A rede é também avatar político no Fórum Brasil Conectado, instância consultiva do Programa Nacional de Banda Larga. O projeto de uma rede social aberta lançada por um governo, único no mundo, ganhou menção honrosa no Prix Ars Electronica 2010.

Ao tentar explicar em Berlim, como e porque estas inovações estão acontecendo no Brasil, e mais especificamente no Ministério da Cultura, tive que fazer referência a Gilberto Gil e sua postura como ministro-hacker. Mencionei também a presença de elementos da Tropicália na narrativa que propõe o exercício da cultura digital. Enfim, disponibilizo a apresentação abaixo:

Nesta apresentação, a intenção foi mostrar como as iniciativas de aproximação de arte e tecnologia do MinC foram exitosas em promover a rápida apropriação de novos modos de fazer amparados no digital. Além disso, tentei demonstrar como estes novos modos de fazer impulsionaram a inovação na condução da política pública, agora realizada através de plataformas tecnológicas, ambientes digitais interativos.

Minha manifestação ao final do evento foi de que, para se criar uma plataforma política baseada no commons, seria importante criar o ambiente e a cultura de interatividade capaz de promover a desejada convergência. Trata-se da cultura de se utilizar efetivamente estas ferramentas. Me parece que é neste aspecto que os ‘commons digitais’ podem se colocar a serviço das outras modalidades commons, e do resto da sociedade. Este é um dos traços marcantes da inovação que a cultura digital brasileira representa no cenário global.

Veja também:



Brasil 2014: ato discute o futuro da cultura digital

November 13, 2010, by Unknown - 0no comments yet

Post originalmente publicado em: http://culturadigital.br/forum2010/2010/11/12/brasil-2014-ato-discute-o-futuro-da-cultura-digital/

A sala BNDES da Cinemateca recebe no dia 17 de novembro, às 10h, um ato de afirmação das políticas de cultura digital desenvolvidas nos últimos oito anos no Brasil. O encontro, promovido por entidades da sociedade civil, irá contar com a presença de membros do Ministério da Cultura, entre eles o Ministro Juca Ferreira, e também de parlamentares e demais lideranças públicas. Na ocasião, o microfone estará aberto para que artistas, produtores culturais e ativistas apresentem suas expectativas para os próximos quatro anos.

Algumas organizações da sociedade civil já confirmaram presença, como o professor da Unicamp Laymert Garcia dos Santos, Talles Lopes, da Abrafin e do Partido da Cultura, Pablo Capilé, do Circuito Fora do Eixo e do Partido da Cultura, Altamiro Borges, da Associação de Blogueiros Progressistas, Renato Rovai, do Movimento Mídia Livre, João Brant, do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, Pablo Ortellado, do Gpopai e da Rede pela Reforma da Lei de Direitos Autorais, Patrícia Canetti, representantes de Arte Digital no CNPC, Sérgio Amadeu da Silveira, do Movimento Software Livre, Pedro Markun e Daniela B. Silva, da Casa da Cultura Digital e do Transparência Hacker, Cláudio Prado e Rodrigo Savazoni, da Casa da Cultura Digital, Camila Duprat e Renata Motta, do Instituto Sérgio Motta, Oona Castro, do Instituto Overmundo, a rede Metareciclagem, entre outros.

O encontro ocorre no último dia do II Fórum da Cultura Digital Brasileira, que está reunindo entre os dias 15 e 17 de novembro, na Cinemateca Brasileira experiências de diferentes redes nacionais e internacionais para refletir e oferecer subsídios à construção de políticas públicas na era digital. Criada de forma colaborativa, a programação contou, principalmente, com a participação de agentes envolvidos na rede social CulturaDigital.Br (www.culturadigital.br), que mantém um processo permanente de discussões sobre os impactos das novas tecnologias na transformação da cultura e da democracia do país.

Assista neste link um vídeo produzido pela Casa de Cultura Digital, Fli Multimídia e Filmes Para Bailar com Gilberto Gil e Juca Ferreira, ex e atual Ministro da Cultura, falando sobre cultura digital e o Fórum da Cultura Digital 2010.