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Comunidade do Fórum da Cultura Digital Brasileira

19 de Julho de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

O Fórum  da Cultura Digital Brasileira é um espaço público e aberto voltado para a formulação e a construção democrática de uma política pública de cultura digital, integrando cidadãos e insituições governamentais, estatais, da sociedade civil e do mercado.


Nova versão da plataforma CulturaDigitalBr está no ar!

30 de Março de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Após meses de trabalho intenso por parte da equipe de desenvolvimento do Ministério da Cultura, está no ar a atualização da plataforma do Fórum da Cultura Digital Brasileira. A nova versão é baseada no BuddyPress 1.2, plugin de rede social em software livre aplicável ao WordPress.

Guilherme Aguiar, coordenador da equipe de desenvolvimento do MinC, conta que a decisão da equipe do culturadigital.br em usar o BuddyPress no seu início era uma aposta. “Na época, ele era apenas um plugin em versão pré-beta (1.0.2). Fizemos a coisa certa, pois logo em seguida a Automatic/WordPress adquiriu o plugin como plataforma oficial para redes sociais, o que deu força para comunidade.”

Também foram implementadas modificações na navegação, layout e incluídas outras facilidades para os usuários da rede. Para saber mais sobre as mudanças na plataforma, visite o Blog Em Transição. Sugestões, comentários, críticas, perguntas são muito bem vindas! Participe desse processo :-)



Modificações no CulturaDigital.Br acontecerão hoje

30 de Março de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

A versão atualizada da rede do Fórum da Cultura Digital Brasileira anunciada na última semana estará disponível para os seus usuários até o final desta terça-feira, 30 de março.

Diferentemente do previsto, não foi possível fazer a transição no final de semana passada, durante a Teia 2010, devido ao deslocamento da equipe de desenvolvimento responsável pela manutenção da plataforma para o evento, que acontece até amanhã em Fortaleza.

Com o retorno de alguns dos seus membros a Brasília, os trabalhos foram retomados e a migração está prestes a ser concluída. “Ficamos com receio de dar algum problema no servidor. Se isso ocorresse não teríamos suporte da equipe de informática do Ministério da Cultura, caso fosse necessário. Além disso, a conexão não estava muito confiável”, esclarece Guilherme Aguiar, coordenador da equipe de desenvolvimento do MinC.

As mudanças na plataforma são constantes. Por isso, sugestões e opiniões da comunidade são mais que bem vindas.



Convite ao jornalismo compartilhado

30 de Março de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Original: http://www.outraspalavras.net/?p=938

Corporações e governos planejam proibir a circulação de conhecimentos. Para demonstrar como ela é potente, sugerimos trabalhar à moda do software livre

Está confirmado. Um grupo de dezesseis governos debate, a portas fechadas, o ACTA, um acordo internacional que pode restringir as trocas pela internet e o comércio de medicamentos genéricos. Os sites Outras Palavras e Biblioteca Diplô acabam de publicar um texto a respeito. Ele sai, simutaneamente, nas redes sociais Cultura Digital e Ciberativismo.

É um começo: quebrar o sigilo, expor à opinião pública a ameaça, ajudará a afastá-la. O caráter opaco com que o ACTA vem sendo tratado não é casual. Procura-se preparar um prato feito, para depois empurrá-lo à opinião pública.

Mas estamos propondo ir além, e lançar um esforço colaborativo para compreender mais profundamente, e em seus múltiplos aspectos, o ACTA. Isso pode ser feito de distintas maneiras, entre as quais as seguintes:

a) Postando novos textos e links em Cultura Digital e Ciberativismo.
Ambos os espaços estão abertos ao debate sobre o ACTA e as alternativas a ele. É possível abrir tópicos de discussão, criar blogs, postar textos, áudios e vídeos, criar grupos. Para entrar, basta preencher um formulário simples e curto.

b) Contribuindo para melhorar o texto inicial.

A versão que produzimos foi redigida em caráter de urgência, logo depois que pressões da sociedade civil tornaram impossível continuar escondendo o texto em debate. Para melhorar e ampliar este primeiro artigo, queremos abrir um processo de autoria múltipla. Assim como no software livre, o objetivo não é construir uma versão única, mas múltiplas versões complementares. Funciona assim:

> Mais que uma exposição inicial sobre o ACTA, o texto é um dossiê bibliográfico. Traz dezenas de links para sites e documentos em que é possível pesquisar as origens da iniciativa, versão atual, repercussões no Brasil, debate das alternativas etc.

> O texto inicial gerou, também, uma versão Google Docs. Para obter a senha, basta escrever para antonio@outraspalavras.net.

> O uso da versão Google Docs é opcional. A vantagem é permitir que diversos co-autores acrescentem, corrija e aperfeiçoem partes do texto, simultaneamente ou não;

> Qualquer co-autor pode usar a versão inicial, incluir ou modificar algo e republicar, em seu próprio nome. A única contrapartida exigida é: também esta nova versão deve permanecer pública e aberta a novas modificações e autorias.

No momento em que alguns pretendem eliminar ou capturar a comunicação compartilhada, nada melhor, para defendê-la, do que torná-la cada vez mais efetiva e potente.

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TEIA 2010: Tecendo redes para a sustentabilidade

28 de Março de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Por Fernanda Quevedo, Cobertura Compartilhada TEIA 2010

Apresentação do Ponto de Cultura Pixaim (MT)

Apresentação do Ponto de Cultura Pixaim (MT)

Dando continuidade a programação da Teia de Ações – Conceito e Práxis, aconteceu hoje pela manhã o Seminário “A importância das redes para sustentabilidade do empreendedorismo”. Como não poderia deixar de ser, os “ponteiros” compareceram em peso na discussão e o tempo parecia ser pequeno para a grandiosidade do tema: a comunicação em rede para o escoamento dos produtos dos Pontos de Cultura.

Que (se) comunicar é importante todos nós sabemos. Porém, as formas para que isso aconteça de maneira produtiva e tragam visibilidade aos produtos dos pontos de cultura, não é de conhecimento de todos, e não apenas por falta de informação ou coisa do tipo, mas porque se comunicar não é uma tarefa simples, ainda que a façamos a todo o momento.

Apresentação do Ponto de Cultura Pixaim (MT)

Pontos de Cultura discutem na TEIA 2010 a importânciada comunicação em rede para a sustentabilidade.

A comunicação não acontece apenas nos veículos de comunicação como este aqui, embora os veículos são extremamente importantes para o escoamento das produções. E mais, os ponteiros destacaram ainda a necessidade de se comunicar politicamente (não partidariamente), para que toda e qualquer roda de conversa, seja um espaço que crie a oportunidade para a circulação dos produtos dos Pontos de Cultura.

Um fato notório da discussão, foi que vários ponteiros ainda não tinham conhecimento em economia solidaria, mas comercializam e trocam seus produtos, não se utilizam das formas taylorista e fordista de produção, e sabem que não vão enriquecer “fazendo” Cultura, o que demonstra de forma mais objetiva, a necessidade de comunicação.

Os Pontos de Cultura tem um desafio enorme pela frente: se comunicar em rede!



Pontos de Cultura alcançam 8,4 milhões de pessoas

27 de Março de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda
Jongo do Pinheiral - Marina Cavalcante

Jongo do Pinheiral – Marina Cavalcante

Segundo projeção do Ministério da Cultura, a partir de levantamento do IPEA- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – hoje os Pontos de Cultura alcançam oito milhões e 400 mil pessoas em todo o Brasil – em média três mil pessoas/ano.

Este público está distribuído entre os que participam diretamente das atividades desenvolvidas nos projetos culturais e integrantes da comunidade que assistem às apresentações artísticas ou participam de cursos e oficinas. Os dados foram divulgados durante a Teia Brasil 2010: tambores digitais, em Fortaleza (CE).

O Brasil é palco de milhares de manifestações e atividades culturais desenvolvidas por comunidades de periferias e do interior do país, historicamente mantidas à margem das políticas culturais do Estado Brasileiro.

Desde 2004, os Pontos de Cultura começaram a mudar essa realidade, mapeamento a produção cultural do país e oferecendo a comunidades apoio sistemático e equipamentos multimídia para registro e reprodução e divulgação de suas atividades.

Seminário da Teia 2010 - Wanessa Malta

Seminário da Teia 2010 – Wanessa Malta

Quatro mil Pontos de Cultura

Hoje são quase quatro mil Pontos de Cultura em 1122 municípios do Brasil, sob gestão da Secretaria de Cidadania Cultural do MinC (SCC/MinC) e de estados e municípios conveniados com o Programa Mais Cultura.

Eles abrangem os mais variados grupos sociais: crianças, jovens, mulheres, indígenas, comunidades da periferia dos grandes centros, comunidades afro-descendentes, associações de bairro e populações camponesas, ribeirinhas, rurais e sem terra.

Compõem um mosaico de diferentes formas de expressão: teatro, dança, audiovisual, música, circo e cultura popular (mamulengo, folguedos, artesanatos, hip-hop, capoeira, maracatu, congado, folia de reis, bumba-meu-boi etc.).

Desenvolvem distintas atividades: cineclubes, rádios comunitárias, espaços multimídia, mercados alternativos, centros de empreendedorismo, museus, bibliotecas, centros culturais, espaços culturais e de preservação do patrimônio histórico, núcleos de memória, centros de cultura digital, e outros, com ações que vão desde cursos diversos a à criação de rádios comunitárias.

Invertendo a lógica tradicional

“Os Pontos de Cultura inovam como conceito de política pública, invertendo a tradicional lógica de atuação do Estado. Em vez de o Governo trazer ações culturais prontas para as comunidades, são elas que definem e realizam suas próprias ações, com reconhecimento e apoio do governo”, explica o secretário de Cidadania Cultural do MinC, Célio Turino.

“O Programa também inova pelo método de atuação, já que o repasse dos recursos é direcionado à ponta do projeto, evitando que o dinheiro se perca nos meandros da administração pública”, completa.

A rede é composta por:

Mestre Ferrugem cantando na Teia 2010 - André Goldman

Mestre Ferrugem cantando na Teia 2010 – André Goldman

1836 Pontos de Rede

pontos firmados pelos estados e municípios, com o objetivo de formar uma grande rede de pontos de cultura no Brasil.

592 Pontos de Cultura

iniciativas organizadas pelas comunidades e apoiadas pelo Estado para desenvolverem ações de produção, formação cultural e geração de renda por meio da cultura, como agentes da promoção da diversidade cultural brasileira.

514 Pontos de Leitura

Pontos de Cultura que funcionam como bibliotecas acessíveis à comunidade e que promovam o acesso à literatura e à reflexão em espaços de freqüência cotidiana, como bibliotecas comunitárias, hospitais e Centros de Referência em Assistência Social de todo o Brasil.

281 Pontinhos de Cultura

Desenvolvem ações voltadas à infância, a partir de espaços culturais que estimulem a brincadeira e a imaginação e valorizem a liberdade e sociabilidade, contribuindo para a formação da criança como futura cidadã.

89 Pontões de Cultura

Criados para articular os Pontos de Cultura, difundir suas ações culturais, além de estabelecer a integração e o funcionamento da rede dos Pontos de Cultura. Atuam tanto na dinamização dos contatos entre os Pontos, com foco temático ou regional, quanto como parceiros na implantação de ações do Programa.

81 Pontos de Mídia Livre

Pontos de Cultura e/ou organizações não governamentais sem fins lucrativos que desenvolvem ou apóiam projetos de comunicação compartilhada e participativa.

Parecerias e investimentos

Com o Programa Mais Cultura – dentro do PAC Social do Governo Federal –, em 2007, esses Pontos passaram a ser também atendidos por governos estaduais de todo o país, em parceria com o MinC.

Até 2009, foram investidos pelo programa R$ 365,7 milhões em 8.987 iniciativas em todo o Brasil. Destes investimentos, R$65 milhões foram para a criação de 1084 novos Pontos de Cultura. “Com Mais Cultura, a gente conseguiu descentralizar e transformar os Pontos de Cultura em política pública, independente de governos e partidos”, afirma a Secretária de Articulação Institucional do MinC, Silvana Meireles.

Nos últimos seis anos, no total, foram investidos pelo MinC quase R$ 500 milhões em Pontos de Cultura de todo o Brasil.

Fonte: SCC/SAI/Ascom – MinC



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