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Jornalismo no Rádio, TV e Internet

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Paulo Marcos

Paulo Marcos
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Paulo Marcos no Rádio, TV e Internet

27 de Maio de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Paulo Marcos, radiojornalista formado em Rádio e TV pela UNEB. Especialista em rádio, TV e comunicação digital junto a jovens e lideranças do movimento social. Coordenador da Rádio Barreiros/ADASB. É empreendedor individual e através da produtora NaCangaia presta serviços nas áreas de vídeo, fotografias e radiojornalismo.

Praça Carlos Lamarca

20 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Homenagem aos 40 anos da morte de Carlos Lamarca e Zequinha Barreto



Igreja da Brotas da Macaúbas-BA

20 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda



Entrevista com o Ministro Afonso – MDA

20 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Ministro Afonso fala do Água Para Todos na Bahia

O Ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, destacou que o Programa Água Para Todos ajuda na geração de renda

Neusa e o Ministro Afonso participaram do lançamento da Segunda etapa do Água para Todos



Entrevista com o Ministro Afonso – MDA

20 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Ministro Afonso fala do Água Para Todos na Bahia

O Ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, destacou que o Programa Água Para Todos ajuda na geração de renda

Neusa e o Ministro Afonso participaram do lançamento da Segunda etapa do Água para Todos



Artigo: a mídia abaixo da média – Luis Nassif

14 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Enviado por luisnassif, qua, 14/09/2011 – 08:00
Coluna Econômica – 14/09/11

Poucas vezes se viu um episódio coletivo de mídia tão nonsense quanto o da divulgação dos resultados do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio).

Os resultados foram dentro do esperado: melhoria de 10 pontos na média geral. Em 2009 o ENEM estava em 500 pontos. A meta era chegar ao longo da década em 600 pontos – o que significaria melhorar 10 pontos por ano. Apesar do aumento de inscritos – de 828 mil para 1,011 milhão – chegou-se aos 10 pontos.

***

De repente, o noticiário online foi invadido por estranhas manchetes: a de que a maioria dos alunos do ENEM tinha ficado “abaixo da média”. O jornal O Globo foi fulminante: “Mais da metade dos estudantes ficou abaixo da média do Enem 2010”. Na UOL, não se deixou por menos: “Enem “reprova” 63,64% das escolas”. Esse número equivale àquelas que ficaram abaixo da média.

***

Criou-se um samba do crioulo doido. Na maioria absoluta das estatísticas, a tendência é se ter uma maioria abaixo da média. Se todos melhoram, a média melhora, mas sempre continuará tendo uma parte abaixo da média e outra acima.

Suponha uma classe de 7 pessoas, com 3 notas 5, 2 notas 4 e uma nota 3. A média será 4,28. Logo, 43% (três alunos) estarão acima da média e 57% (4 alunos) abaixo da média. Suponha agora que a classe melhore e fique com 2 notas 10 e 5 notas 7. A média será 7,86. Mas 71% dos alunos estarão abaixo da meta contra 29% acima.

***

Na entrevista coletiva sobre o ENEM, praticamente todos os jornalistas insistiam na informação de que a maioria das notas tinha sido abaixo da média. O samba endoidou tanto que a presidente Dilma Rousseff chamou o Ministro Fernando Haddad ao Palácio, para saber que loucura era aquela.

O diálogo foi mais ou menos assim:

Dilma: Haddad, como é isso? Eles estão dando que há muitas escolas abaixo da média. Como surgiu essa confusão? Não sabem o que é a média em uma estatística?

Haddad – Presidente, o que posso fazer? Passei a tarde explicando para eles o conceito de média na estatística. Tentei explicar o que era uma distribuição estatística, que em geral forma uma curva, que a média (média aritmética de um conjunto de números) e a mediana (maior frequência de números na amostragem) são muito próximas, mas pareciam não entender. Cheguei a sugerir que ligassem para um matemático, um estatístico para se informarem, porque daqui a vinte, trinta, cinquenta anos, vão fazer a mesma conta (do percentual de notas abaixo da média) e vai dar a mesma coisa.

***

Foi em vão. Dilma encerrou a conversa dizendo que iriam especular que a convocação de Haddad ao Palácio teria sido para se explicar.

Chamou o líder do governo na Câmara, Cândido Vacarezza, presente à reunião, e pediu que desse uma entrevista informando que a presidente tinha ficado satisfeita com o resultado e manifestava sua preocupação com a confusão que a imprensa fizera com o conceito de média.

Pediu ainda que Vacarezza fizesse uma última tentativa de explicar o que era média aritmética.

Vacarezza explicou. Mas a confusão aumentou mais ainda.

» Luis Nassif Online



Artigo: Não existem “novas mídias” no Brasil

13 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Por Luiz Carlos Azenha, no blog Viomundo:

Quando eu era criança, em Bauru, existia uma figura quase mítica chamada coronel Amazonas.

Eu digo mítica porque não consigo encontrar hoje em dia informação sobre este personagem, que com certeza foi importante para implantar a primeira rede de televisão de alcance nacional no Brasil, se de fato ele fez o que era atribuído a ele.

O coronel Amazonas era o homem das torres.

Naquele tempo não existia satélite e as imagens de TV eram distribuídas a partir de torres que ficavam na parte alta das cidades.

Era o tempo do regime militar e uma das poucas coisas que as pessoas reinvindicavam, então, era um sinal de TV sem chuvisco.

Teve muito vereador e prefeito do interior que se elegeu graças ao bom sinal de TV que “trazia” para a cidade.

O mítico personagem de minha infância, o coronel Amazonas, era quem cuidava da expansão da Rede Globo.

Pelo que contavam, ele chegava na Prefeitura, pedia um terreno na parte alta da cidade, ganhava o terreno público, instalava os equipamentos e o sinal da Globo chegava sem chuviscos.

A Globo tinha uma relação simbiótica com o regime e facilidade para importar equipamentos.

Era uma vantagem enorme em relação aos concorrentes, já que ninguém queria ver TV com chuviscos.

O sinal da Globo era limpinho. O das outras emissoras, quando chegava, era irregular.

Estou falando do tempo em que a TV tinha acabado de ser importada dos Estados Unidos.

Do tempo em que a doutrina de segurança nacional tinha acabado de ser importada dos Estados Unidos.

Do tempo em que parte da esquerda brasileira queria importar o foquismo, de Cuba.

O foquismo dizia que para fazer a revolução você precisava criar um foco numa área geográfica e, a partir daí, expandir o bolo.

A esquerda queria expandir o bolo para fazer a revolução.

A direita dizia que era preciso primeiro crescer o bolo, para só depois dividir.

O foquismo não foi para frente no Brasil, mas lutar contra ele foi a justificativa para que o regime militar e a Rede Globo fossem para a frente.

O regime acreditava que era preciso integrar o Brasil e que isso seria feito por uma emissora de TV de alcance nacional.

A Globo cresceu junto com a Embratel, que era a empresa pública de comunicações.

O coronel Amazonas, funcionário da Globo, era o nexo do arranjo entre o Estado e a iniciativa privada, financiado com dinheiro público.

Dei esse exemplo porque não dá para falar em mídia no Brasil sem falar em história da mídia.

A história da mídia brasileira é marcada pela relação dela com o Estado.

Foi D. João VI quem criou a Imprensa Nacional.

Não foi por acaso que a TV Excelsior, que pertencia a um empresário que se opôs ao golpe de 64, faliu, enquanto outros grupos de mídia, os que apoiaram o regime, se deram bem.

Quando o regime militar decidiu criar novas redes de TV no Brasil, o grupo Jornal do Brasil, que tinha um jornalismo combativo, se candidatou.

Mas alguém não deixou.

Ganharam o Silvio Santos e o Bloch, cujas empresas mal ou bem estão aí até hoje (a TV Manchete, do Bloch, virou Rede TV, a do Pânico).

O JB agora é um site na internet.

Com a TV, você alavanca outros negócios. No bom e no mau sentido.

A Globo fez o jornal O Globo crescer com anúncios na programação de sábado, que promoviam a edição de domingo de O Globo.

Assim começou a morrer o Jornal do Brasil.

Hoje chamam de sinergia, mas naquele tempo era ‘uma mão lava a outra’.

Meu ponto é que a tremenda concentração no controle dos meios de comunicação e a tremenda concentração das verbas publicitárias no Brasil, uma das maiores do mundo, não é por acaso.

É fruto de uma relação simbiótica entre poder e mídia.

E poucos tem interesse em se livrar dela.

Hoje o maior anunciante no Brasil é o governo federal. As agencias de publicidade tem um troço chamado BV, bônus de valorização, pelo qual elas recebem incentivo financeiro para manter os anúncios com os grupos de mídia que já são grandes.

É um instrumento para tornar a concentração permanente.

Podemos dizer que na mídia o capitalismo ainda não chegou ao Brasil.

Nenhum de nós tem qualquer chance de competir em igualdade de condições, ainda mais porque políticos são donos de meios de comunicação e os meios de comunicação são donos dos políticos.

Não é por acaso que o Sarney é dono do Maranhão e dono da mídia do Maranhão.

Se forem votar no Congresso uma lei que afete seus negócios, o Sarney vai votar em defesa de seus negócios ou em defesa do interesse público?

Capitania hereditária, versão do século 21.

É por isso que não temos leis sobre propriedade cruzada, por exemplo.

(Adendo: lei que proíbe que o dono de uma emissora de TV tenha também jornais ou emissoras de rádio no mesmo mercado, o que dá a ele vantagens sobre os concorrentes)

No Sul, o dono da rede de TV é dono de emissoras de rádio e dono de jornais.

Portanto, é dono dos políticos que, em tese, seriam eleitos para lutar, por exemplo, contra a propriedade cruzada.

Os políticos que trabalham contra a propriedade cruzada são reféns da propriedade cruzada.

Quem atacar a propriedade cruzada é demonizado na mídia pelos beneficiários dela.

A defesa deste modelo ‘perfeito’ é tão grande que quando você mostra que a liberdade de imprensa no Brasil é exercida por poucos é acusado de ser ’sujo’.

Ou de ser contra a liberdade de imprensa.

Fazem uma confusão deliberada entre a liberdade dos empresários, que é de poucos, e a liberdade de expressão, que deveria ser de todos, mas não é.

De maneira que, quando vocês querem falar em ‘ecologia das novas mídias’, um termo da moda, eu diria que neste ambiente que eu acabei de descrever os peixes pequenos nunca vão crescer.

Twitter, Facebook, redes sociais?

O impacto de tudo isso é relativamente pequeno e não há nada que impeça os grandes grupos de mídia de disputarem esses espaços com todos nós.

Quem terá mais “likes” no Facebook, uma emissora de TV que é vista por milhões ou eu?

Quem terá mais seguidores no Twitter, a Patrícia Poeta, que aparece na Globo, ou o Leandro Fortes?

Não existem “novas mídias” no Brasil.

É a velha mídia que trocou de roupa.

PS do Viomundo: Durante o debate, um dos participantes definiu a “ecologia das novas mídias” como as 300 pessoas que ganham dinheiro como ‘agregadas’ de um portal. É o mesmo princípio que fez o Huffington Post bombar, ou seja, juntar blogueiros de todos os Estados Unidos que ganhavam algum para transferir tráfego para o portal — e receber algum (tráfego e dinheiro) de volta. Ou seja, os blogueiros ralam desesperadamente produzindo conteúdo para o portal, que fatura sobre o trabalho deles e devolve algum. Sem qualquer compromisso ou benefício trabalhista. Quem ganhou dinheiro mesmo com este ‘modelo de negócios’ foi a Ariana Huffington. Eu diria que é o modelo Casa Grande e Senzala das novas mídias. O blogueiro ganha algum, desde que se conforme com a senzala.

* Esse texto foi escrito para um seminário sobre Novas Mídias, do qual participei em São Paulo. O texto publicado antes do debate sofreu modificações para refletir outras ideias tratadas na discussão.



Artigo: Não existem “novas mídias” no Brasil

13 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Por Luiz Carlos Azenha, no blog Viomundo:

Quando eu era criança, em Bauru, existia uma figura quase mítica chamada coronel Amazonas.

Eu digo mítica porque não consigo encontrar hoje em dia informação sobre este personagem, que com certeza foi importante para implantar a primeira rede de televisão de alcance nacional no Brasil, se de fato ele fez o que era atribuído a ele.

O coronel Amazonas era o homem das torres.

Naquele tempo não existia satélite e as imagens de TV eram distribuídas a partir de torres que ficavam na parte alta das cidades.

Era o tempo do regime militar e uma das poucas coisas que as pessoas reinvindicavam, então, era um sinal de TV sem chuvisco.

Teve muito vereador e prefeito do interior que se elegeu graças ao bom sinal de TV que “trazia” para a cidade.

O mítico personagem de minha infância, o coronel Amazonas, era quem cuidava da expansão da Rede Globo.

Pelo que contavam, ele chegava na Prefeitura, pedia um terreno na parte alta da cidade, ganhava o terreno público, instalava os equipamentos e o sinal da Globo chegava sem chuviscos.

A Globo tinha uma relação simbiótica com o regime e facilidade para importar equipamentos.

Era uma vantagem enorme em relação aos concorrentes, já que ninguém queria ver TV com chuviscos.

O sinal da Globo era limpinho. O das outras emissoras, quando chegava, era irregular.

Estou falando do tempo em que a TV tinha acabado de ser importada dos Estados Unidos.

Do tempo em que a doutrina de segurança nacional tinha acabado de ser importada dos Estados Unidos.

Do tempo em que parte da esquerda brasileira queria importar o foquismo, de Cuba.

O foquismo dizia que para fazer a revolução você precisava criar um foco numa área geográfica e, a partir daí, expandir o bolo.

A esquerda queria expandir o bolo para fazer a revolução.

A direita dizia que era preciso primeiro crescer o bolo, para só depois dividir.

O foquismo não foi para frente no Brasil, mas lutar contra ele foi a justificativa para que o regime militar e a Rede Globo fossem para a frente.

O regime acreditava que era preciso integrar o Brasil e que isso seria feito por uma emissora de TV de alcance nacional.

A Globo cresceu junto com a Embratel, que era a empresa pública de comunicações.

O coronel Amazonas, funcionário da Globo, era o nexo do arranjo entre o Estado e a iniciativa privada, financiado com dinheiro público.

Dei esse exemplo porque não dá para falar em mídia no Brasil sem falar em história da mídia.

A história da mídia brasileira é marcada pela relação dela com o Estado.

Foi D. João VI quem criou a Imprensa Nacional.

Não foi por acaso que a TV Excelsior, que pertencia a um empresário que se opôs ao golpe de 64, faliu, enquanto outros grupos de mídia, os que apoiaram o regime, se deram bem.

Quando o regime militar decidiu criar novas redes de TV no Brasil, o grupo Jornal do Brasil, que tinha um jornalismo combativo, se candidatou.

Mas alguém não deixou.

Ganharam o Silvio Santos e o Bloch, cujas empresas mal ou bem estão aí até hoje (a TV Manchete, do Bloch, virou Rede TV, a do Pânico).

O JB agora é um site na internet.

Com a TV, você alavanca outros negócios. No bom e no mau sentido.

A Globo fez o jornal O Globo crescer com anúncios na programação de sábado, que promoviam a edição de domingo de O Globo.

Assim começou a morrer o Jornal do Brasil.

Hoje chamam de sinergia, mas naquele tempo era ‘uma mão lava a outra’.

Meu ponto é que a tremenda concentração no controle dos meios de comunicação e a tremenda concentração das verbas publicitárias no Brasil, uma das maiores do mundo, não é por acaso.

É fruto de uma relação simbiótica entre poder e mídia.

E poucos tem interesse em se livrar dela.

Hoje o maior anunciante no Brasil é o governo federal. As agencias de publicidade tem um troço chamado BV, bônus de valorização, pelo qual elas recebem incentivo financeiro para manter os anúncios com os grupos de mídia que já são grandes.

É um instrumento para tornar a concentração permanente.

Podemos dizer que na mídia o capitalismo ainda não chegou ao Brasil.

Nenhum de nós tem qualquer chance de competir em igualdade de condições, ainda mais porque políticos são donos de meios de comunicação e os meios de comunicação são donos dos políticos.

Não é por acaso que o Sarney é dono do Maranhão e dono da mídia do Maranhão.

Se forem votar no Congresso uma lei que afete seus negócios, o Sarney vai votar em defesa de seus negócios ou em defesa do interesse público?

Capitania hereditária, versão do século 21.

É por isso que não temos leis sobre propriedade cruzada, por exemplo.

(Adendo: lei que proíbe que o dono de uma emissora de TV tenha também jornais ou emissoras de rádio no mesmo mercado, o que dá a ele vantagens sobre os concorrentes)

No Sul, o dono da rede de TV é dono de emissoras de rádio e dono de jornais.

Portanto, é dono dos políticos que, em tese, seriam eleitos para lutar, por exemplo, contra a propriedade cruzada.

Os políticos que trabalham contra a propriedade cruzada são reféns da propriedade cruzada.

Quem atacar a propriedade cruzada é demonizado na mídia pelos beneficiários dela.

A defesa deste modelo ‘perfeito’ é tão grande que quando você mostra que a liberdade de imprensa no Brasil é exercida por poucos é acusado de ser ’sujo’.

Ou de ser contra a liberdade de imprensa.

Fazem uma confusão deliberada entre a liberdade dos empresários, que é de poucos, e a liberdade de expressão, que deveria ser de todos, mas não é.

De maneira que, quando vocês querem falar em ‘ecologia das novas mídias’, um termo da moda, eu diria que neste ambiente que eu acabei de descrever os peixes pequenos nunca vão crescer.

Twitter, Facebook, redes sociais?

O impacto de tudo isso é relativamente pequeno e não há nada que impeça os grandes grupos de mídia de disputarem esses espaços com todos nós.

Quem terá mais “likes” no Facebook, uma emissora de TV que é vista por milhões ou eu?

Quem terá mais seguidores no Twitter, a Patrícia Poeta, que aparece na Globo, ou o Leandro Fortes?

Não existem “novas mídias” no Brasil.

É a velha mídia que trocou de roupa.

PS do Viomundo: Durante o debate, um dos participantes definiu a “ecologia das novas mídias” como as 300 pessoas que ganham dinheiro como ‘agregadas’ de um portal. É o mesmo princípio que fez o Huffington Post bombar, ou seja, juntar blogueiros de todos os Estados Unidos que ganhavam algum para transferir tráfego para o portal — e receber algum (tráfego e dinheiro) de volta. Ou seja, os blogueiros ralam desesperadamente produzindo conteúdo para o portal, que fatura sobre o trabalho deles e devolve algum. Sem qualquer compromisso ou benefício trabalhista. Quem ganhou dinheiro mesmo com este ‘modelo de negócios’ foi a Ariana Huffington. Eu diria que é o modelo Casa Grande e Senzala das novas mídias. O blogueiro ganha algum, desde que se conforme com a senzala.

* Esse texto foi escrito para um seminário sobre Novas Mídias, do qual participei em São Paulo. O texto publicado antes do debate sofreu modificações para refletir outras ideias tratadas na discussão.



Entrevista com o secretário Ney Campello

12 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

A Secretaria Estadual para Assuntos da Copa do Mundo da FIFA lançou nesta segunda-feira (12), na Assembleia Legislativa, a versão pública do Plano Diretor da Copa 2014 na Bahia (PDC).

Na oportunidade foram divulgadas as ações para a realização do evento e o plano de legado para a população baiana.

O secretário para Assuntos da Copa 2014, Ney Campello, explicou que a Arena Fonte Nova conta com 23% das obras executadas e o maior problema quanto aos prazos é a mobilidade urbana, que ele define como ponto crítico.

Ele informou também que na próxima sexta-feira (16), serão entregues os certificados de qualificação técnica para profissionais da rede hoteleira e de bares e restaurantes. Também neste dia será aberta a contagem regressiva dos 1.000 dias que faltam para a Copa do Mundo 2014.



Vídeo: V Fórum de Dirigentes Municipais de Cultura da Bahia

11 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

O V Fórum de Dirigentes Municipais de Cultura da Bahia iniciou na noite deste domingo, 11, no Centro de Cultura Elofilo Marques, em Ipirá-BA. Participaram da cerimônia diversos gestores municipais e autoridades representando todas as esferas de governo. O evento reúne todos os territórios de identidade do Estado.

O Ministério da Cultura foi representado por João Roberto Peixe, Secretário de Articulação Institucional. Para ele eventos como esse que ocorrem em todo o país podem contribuir para aprovação do Sistema Nacional de Cultura.

Com essa mobilização o Governo da Bahia propõe que a Cultura seja tratada também com uma vertente da gestão. Albino Rubim afirmou que a Bahia trabalha com a ideia de que a gestão é um passo fundamental para a efetivação das políticas culturais. “Um dos nossos compromissos é valorizar a gestão através dos territórios de identidade da Bahia, vamos aprofundar todo esse processo de territorialização”‘, explicou.

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A deputada estadual Neusa Cadore afirmou que a Assembleia Legislativa da Bahia deverá também fazer a sua parte com a aprovação da Lei Orgânica da Cultura. “Vamos trabalhar para aprovar ainda neste semestre esta nova legislação que vai dinamizar a nossa gestão cultural”, argumentou Cadore…

Pola Ribeiro, diretor geral do Irdeb – Instituto de Radiodifusão da Bahia, explicou que a comunicação pública tem um papel estratégico no processo de disseminar as boas práticas. Para ele o Irdeb, mesmo na Secretaria de Comunicação e não na Secult como era anteriormente, deve participar ativamente dessa mobilização



Vídeo: Bandeira da Parada Gay

11 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Grande bandeira da Parada Gay em Salvador-Bahia.



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