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Jornalismo no Rádio, TV e Internet

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Paulo Marcos

Paulo Marcos
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Paulo Marcos no Rádio, TV e Internet

27 de Maio de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Paulo Marcos, radiojornalista formado em Rádio e TV pela UNEB. Especialista em rádio, TV e comunicação digital junto a jovens e lideranças do movimento social. Coordenador da Rádio Barreiros/ADASB. É empreendedor individual e através da produtora NaCangaia presta serviços nas áreas de vídeo, fotografias e radiojornalismo.

Orquestra Santo Antonio faz Natal com música em Valente-BA

21 de Dezembro de 2010, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

A Casa da Cultura de Valente, no Território do Sisal, interior da Bahia, reúne nesta quinta-feira (23), jovens da Orquestra Santo Antonio de Música para uma apresentação especial de Natal.

O evento será às 19h30 com entrada gratuita. Confira aqui o cartaz.

Concerto_natalino01

Sobre a Orquestra:

A Orquestra Santo Antonio é do município de Conceição do Coité e há três anos desenvolve oficinas permanentes de pintura e artezanato para crianças e adolecentes e nesse período percebeu-se o interesse dos participantes pelo mundo musical.

"Portanto faz-se necessário oportunizar as crianças do terrítorio á inserção social do convívio em grupo, criando laços de fraternidade e solidariedade entre as crianças e adolecentes, além de legitimar o espaço delas na comunidade como protagonista da transformação social atráves da Arte", explica Maria Valdete, responsável pela iniciativa.

O projeto musical conta com aproximadamente 100 crianças participando e dispõe de 90 instrumentos entre flautas, violinos, violas e cellos. Todos os instrumentos doados pela comunidade de Nossa Senhora de Fátima dos EUA.

Apaixonado pela música, Josevaldo Silva, o Maestro Nim, é um dos granades incentivadores do projeto.

Ele conta nesta entrevista como tem cido cada aparesentação da movimentada agenda da Orquestra nos últimos anos e aponta perspectivas.

Ouça a entrevista aqui

Baixe a entrevista em MP3

Acesse aqui o blog do Maestro Nim



Carnatal - a festa de Várzea do Roça no Território da Bacia do Jacuípe

21 de Dezembro de 2010, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Neste final de semana a cidade de Várzea da Roça faz uma grande festa natalina em clima de carnaval.

O Carnatal anima os foliões no sábado e domingo com shows que variam do sertanejo ao pagode passasndo pelo forró.

Clique aqui e confira o cartaz do evento.

Carnatal01

DADOS DO MUNICÍPIO:

População: 15.040 habitantes (2009)
Gentílico: varzeanos
Área da unid. territorial (Km²): 549
Bioma: Caatinga

COMO CHEGAR:

A cidade dista 299 km da capital do Estado, Salvador. Ao sair da capital baiana com destino à Várzea da Roça, deve-se seguir pela BR-324 até a cidade de Capim Grosso. A partir daí, segue-se pela BR 047, sentido sul. Uma outra opção de rota é trafegar pela BA 052, após sair de Feira de Santana até Baixa Grande, onde o trajeto é continuado pela BR 047, sentido norte.

Saiba mais sobre o município



Serra Preta-BA: 1º Encontro da Agricultura Familiar

16 de Dezembro de 2010, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Reportagem Pensar Filmes.com sobre o 1º Encontro da Agricultura Familiar de Serra Preta-BA, realizado de 10 a 12 de dezembro de 2010.



Ensino de Arte nas escolas públicas da Bahia

12 de Dezembro de 2010, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda



Acesse radiotube.paulomarcos.com - Áudio, textos, vídeos e fotos em rede social

6 de Dezembro de 2010, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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Entidades repudiam violência em comunidade do Pará - Comunidades

6 de Dezembro de 2010, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda



Foto Notícia - Educadores em cena na cidade de São José do Jacuípe-BA

3 de Dezembro de 2010, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

As imagens que valem mais que qualquer texto. Esta é uma pequena mostra do primeiro dia do 9º Encontro Municipal do Projeto Arte pela Educação, realizado nesta quinta e sexta-feira, em São José do Jacuípe-BA.

A dança no painel


O jegue com cangalha e carregado


A palestra de Reginaldo Carvalho


O diretor Danilo


O Termo de Compromisso lido na plenária


A assinatura da Secretária


O artista e professor Pablo


O garoto do tempo


A professora que aponta o exemplo


A  vovó no meio da folia


Os palhaços na praça


O palhaço que rir


A menina que rir do palhaço


O delírio do palhaço


O bebê que invade o teatro


As cordas no circo


O fogo no ar


A foto oficial


O bebê que pinta óculos


O quarteto em si: paralítico, braço quebrado, palhaço e sego


A benção da vovó


O palhaço e o buzú: "sai da frente!"

 

Por Paulo Marcos | Pensar Filmes

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Lula concede entrevista histórica a rádios comunitárias

3 de Dezembro de 2010, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Ativistas, preparem-se! Vem aí debate sobre regulação dos meios de comunicação - do blog do planalto

EntrevistasOs ativistas da comunicação no Brasil devem se preparar para um importante debate que vai ganhar corpo a partir do ano que vem: a mudança na regulação dos meios de comunicação do País. O alerta foi dado pelo presidente Lula nesta quinta-feira (2/12) no Palácio do Planalto, em Brasília (DF) em entrevista coletiva a oito rádios comunitárias.

Segundo informou, o Ministério das Comunicações do governo Dilma Rousseff vai priorizar esse debate, com ampla participação da sociedade, porque a legislação brasileira é ultrapassada e não reflete o mundo altamente tecnológico e conectado à internet que temos hoje. A discussão está na mesa:

Aspas

O novo Ministério está diante de um novo paradigma de comunicação. Quero alertar vocês porque esse debate vai ser envolvente, tem muita gente contra e muita gente a favor. Certamente, o governo não vai ganhar 100% e quem é contra não vai ganhar 100%. Eu peço que vocês se preparem para esse debate. Se a gente fizer um bom debate conseguiremos encontrar um caminho do meio. Esse será o papel do novo Ministério de Comunicações.

Lula expressou a vontade de se dedicar às discussões a respeito do Marco Regulatório das Comunicações após o fim do mandato, já que, segundo disse, poderá ter um discurso que não podia ter na função de presidente da República. Ele disse que como militante político exercerá um papel centralizador dos debates da sociedade brasileira para politizar a questão do marco regulatório e “resolver a história das telecomunicações de uma vez”. Para isso, ΅é preciso ter força política” e embasamento, para vencer “o monopólio”que existe atualmente nas comunicações.

Na opinião do presidente, é preciso mudar urgentemente o padrão da comunicação brasileira, que não reflete a pluralidade do País e não contribui para a difusão da diversidade cultural. Lula disse que não é mais possível que uma pessoa que mora na região Norte, por exemplo, só tenha acesso à programação de São Paulo e do Rio de Janeiro. Na opinião dele, “sem querer tirar nada de ningúem”, é preciso que se dê a oportunidade para que moradores do Sudeste tenham acesso às informações de todo o País e para que todas as regiões estejam em contato com sua própria cultura.

Aspas

A democracia tem uma mão para ir e uma para voltar. Por isso é que nós trabalhamos a necessidade que você tenha uma programação regional para uma interação mais forte. Acho que poderemos avancar.

Ouça aqui a íntegra da entrevista:

Durante a entrevista, que durou pouco mais de uma hora, o presidente falou sobre o preconceito que existe na política brasileira que o vitimou “a vida inteira” e que o assustou durante a campanha presidencial. Lula ressaltou, entretanto, que acredita que prevalecerá o bom senso e que está certo de que Dilma Rousseff fará mais e melhor, porque encontrou um País muito mais desenvolvido e com a economia em amplo crescimento.

Aspas

O que eu vi nessa campanha me assustou. Eu sempre fui vítima de preconceito, carreguei a vida inteira, e o preconceito deixa marcas profundas, quase que incuráveis. Eu não tinha noção de que eles seriam capazes de fazer uma campanha tao preconceituosa quanto fizeram com a Dilma… apenas porque era uma mulher candidata. Mas podem ficar certos de que a Dilma não veio de onde eu vim, mas ela vai para onde eu fui.

Participaram da entrevista com o presidente Lula as rádios Maria Rosa, de Curitibanos (SC); Heliópolis, de São Paulo (SP); Líder Recanto, do Recanto das Emas (DF); Oito de Dezembro, de Vargem Grande Paulista (SP); Santa Luzia, de Santa Luzia (MG); Cidade, de Ouvidor (GO), Fercal, de Sobradinho (DF) e Comunitária Integração, de Santa Cruz do Sul (RS). A entrevista foi transmitida ao vivo pelo Blog do Planalto e também por diversos outros blogs do País



Leia o artigo "Rio de Janeiro sem pena de morte!" de MC Leonardo na Caros Amigos

3 de Dezembro de 2010, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Bope_alfalto_favela

Gostei deste artigo e gostei. Vamos levantar este debate. A foto eu tirei dia 23 de novembro na Praia do Flamengo.

 

Rio de Janeiro sem pena de morte!

Por Mc Leonardo


Foi com um artigo sobre a falta de programas sociais que visem acabar com a criminalidade armada dentro das favelas que passei a integrar o corpo de colaboradores da revista Caros Amigos. Por isso, me sinto na obrigação de expor aqui a minha opinião sobre a situação em que o Rio se encontra hoje.

O que está acontecendo
não é novidade para quem vive dentro das comunidades pobres, já que mais uma vez o combate ao “crime organizado” se dá dentro das favelas. Na visão da cúpula de segurança do Estado, “o mal” do Rio de Janeiro mora em becos e vielas dessas localidades.

Não posso acreditar em um combate que está sendo feito da mesma maneira há tanto tempo, já que não houve resultado positivo em nenhum aspecto. A maneira de combater o uso e venda de drogas nas favelas cariocas produz marginais de todas as formas há muito tempo.

Não existe maneira
de se administrar uma “boca de fumo” sem ter como aliado um ou mais funcionários públicos. Falo de policiais civis, militares e federais.

Não existe maneira
de se comprar armas e munição de diversos calibres de tantas partes do mundo, sem ter como aliado algum desses mesmos agentes acima citados. Porém, quando o assunto é fronteira, essa participação conta com novos atores: falo das forças armadas e de políticos de todas as esferas da política brasileira.

Quem abastece as favelas com tantas armas e drogas não vai ter um soldado do BOPE em sua casa, sem mandado judicial, perguntando onde está o seu chefe e lhe ameaçando cobrir a cabeça com um saco plástico.

Mandar um ou mais blindados
para dentro das favelas para matar quem foi seduzido por esse comercio ilegal das drogas é a resposta mais rápida que os governantes podem dar para uma classe média desinformada, que, com uma sensação de segurança estabelecida após ações desse tipo, acha que era a única coisa a ser feita.

O resultado dessas ações é mostrado na televisão, e se resume a uma quantidade de armas e drogas apreendidas, uns três ou quatro corpos (que na grande maioria das vezes são  de bandidos) e  um pronunciamento da Secretaria de Segurança para dizer o que foi feito lá dentro.

Mas o verdadeiro
resultado ninguém fica sabendo. A polícia não pode falar devido à sua hierarquia militar. O favelado também não fala, por medo não só dos bandidos, mas dos próprios policiais, restando assim uma carta da secretaria em cima da mesa das redações editoriais, para que publiquem o que for mais conveniente para o Governo do Estado.

Crianças sem estudar é um resultado péssimo para um estado que vise acabar com a violência. No entanto, as horas de aulas perdidas não são contabilizadas.

O número de pessoas que foram mandadas embora de seus empregos por causa dos números de dias faltados por conta desse combate não é contabilizado.

O número de pessoas que não podem abrir seus comércios devido às essas ações dentro e próximos a essas localidades e que dependem diretamente deles para viver e pagar seus funcionários (que na maioria das vezes são moradores das favelas) não é contabilizado.

O número de pessoas
que sofreram alguma sequela como síndrome do pânico ou até depressão depois de ter ficado na linha de tiro entre policia e bandido não são contabilizados.

O número de policiais e de seus familiares com problemas psicológicos também não são contados.

Os verdadeiros números,
quando forem realmente analisados e discutidos de maneira séria por toda sociedade, poderão fazer toda diferença na hora de pensarmos em dias melhores para a o estado do Rio de Janeiro. Mas, enquanto isso não acontece, vamos assistindo à lógica da política de segurança que é a de “matar para melhorar”, e para isso acontecer sem que a sociedade se mobilize contra, o papel da mídia é fundamental.

O governador do Estado do Rio de Janeiro vai a um canal de televisão e fala que “As barrigas das mulheres pobres são fábricas de marginais”.

O Delegado Carlos Alberto Oliveira
, quando era sub-chefe da Polícia Civil, comandou uma ação para capturar o traficante Nem no alto do morro na favela da Rocinha, onde resultou na morte de sete “supostos bandidos”. Em entrevista para um canal de televisão, ele foi perguntado sobre o paradeiro de Nem, que não foi capturado na ação. Falou que tinha conhecimento dos antecedentes dos bandidos que estavam ali abatidos por eles, e soltou essa: “A importância dos mortos é que faz o sucesso da operação”.

Os apresentadores e comentaristas
dá área de segurança pública nas bancadas dos telejornais seguem a lógica da barbárie, fazendo com que toda população apóie essas políticas sangrentas e desumanas dentro das favelas.

Não existe nenhum tipo de organização nos crimes cometidos pelos bandidos das favelas, assim como não existe nenhum tipo de inteligência eficaz por parte da polícia. Esses são alguns dos motivos que resultam em tantas mortes, diariamente, há muitos anos em nosso estado.

Governos imediatistas,
ONGs que vivem dentro dessas favelas e não se movimentam contra essa política assassina, sociedade midiática que prefere ouvir a notícia por parte de quem jamais pernoitou dentro de uma favela e uma organização política dentro das favelas que está muito longe ser suficiente para as mobilizações necessárias  que as favelas precisam fazer para receber outro tipo de tratamento por parte do estado.

Nos próximo dez anos,
essa combinação de erros vai triplicar a população carcerária do Rio de Janeiro, vai matar mais de vinte mil pessoas e não vai adiantar nada.

Que comecemos
a nos indignar com essas mortes, pois a indignação é que fará todos nós reagirmos contra tanta violência.

Mc Leonardo é presidente da APAfunk, cantor e compositor.


São José do Jacuípe - Caravana Arte pela Educação

2 de Dezembro de 2010, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

A trajetória da Arte nas escolas brasileiras foi um dos elementos da reflexão realizada pelo professor Reginaldo Carvalho na manhã, desta quinta-feira (02), em São José do Jacuípe, durante o 9º Encontro Municipal do Projeto Arte pela Educação.

Reginaldo falou que um dos problemas do ensino de arte nas escolas é a pouca apropriação dos conhecimentos sobre as artes por uma parcela significativa dos professores. Para ele, este descompasso é fruto de dificuldades de acesso a produção e a formação dos professores. “O convite que nós fazemos a todos vocês é embarcar na aventura da produção, fruição e contextualização da da arte na escola”, disse o educador, que é consultor do Projeto Arte pela Educação.

 

Na abertura do encontro também foi lido e assinado o Termo de Compromisso entre a Prefeitura de São José do Jacuípe e a Companhia de Artes Cênicas Rheluz, visando parceria na execução das ações de formação dos educadores do município.

O evento, que terá duração de dois dias, reúne educadores de São José e arte educadores de 10 municípios da Bacia do Jacuípe. Estão presentes no encontro a Secretária de Educação de São José do Jacuípe, Gabriela Santos Gomes Carvalho; a diretora de cultura, Marisa Souza; o diretor do Colégio Municipal São José, Danilo Araújo Guimarães; o coordenador do projeto, Rubens França; e o presidente da Companhia Rheluz, Jailton Trindade.

 

A programação segue durante a tarde com palestras e o Arrastão Cultural. No segundo dia acontecerão diversas oficinas criativas.

Por Paulo Marcos | Pensar Filmes

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