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Rádio Software Livre

23 de Abril de 2011, 0:00 , por Desconhecido - | 1 pessoa seguindo este artigo.

Moradores de rua lutam para manter escola de portas abertas em Porto Alegre

10 de Novembro de 2014, 17:09, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

A notícia caiu como uma bomba na vida dos estudantes: a Prefeitura quer encerrar o trabalho realizado pela Escola Municipal Porto Alegre. Dedicada à educação de pessoas em situação de rua, a EPA é referência nacional e internacional na área e está mobilizando a cidade pela sua manutenção. Este foi o tema do programa [AÇÃO DIRETA] desta segunda-feira.



Fundada há 19 anos, atualmente a EPA atende mais de 100 alunos. São jovens e adultos que encontraram neste colégio a oportunidade de aprender e buscar uma vida melhor. Em nome disso, eles estão determinados a manter a EPA de portas abertas e organizaram diversas manifestações nas últimas semanas. De acordo com o estudante Edisson José, o movimento tende a aumentar. "A gente tá provando que tem condições de lutar. A gente quer uma explicação da Secretaria Municipal de Educação. Estão tratando a gente como bicho e não como ser humano. Para tratar como ser humano precisa ter conversa", desabafou.

A professora Carla Almeida explica que a escola não é exclusiva para a população de rua, mas conta com uma proposta pedagógica especial para este público. "Contamos com um acolhimento diferenciado. Muitas vezes, o morador de rua não possui documentos ou endereço fixo. Para a maioria dos colégios, isso é uma exigência. Na EPA, facilitamos a entrada do estudante, encaminhamos para a assistência social, resgatamos o projeto de vida dele, investigamos quais são os seus sonhos e estimulamos que eles corram atrás destes sonhos".

Na vida do aluno Deivyd Soares, a EPA é mais que uma escola. "Através da EPA eu passei a acreditar mais em mim. Eu voltei a ser gente. A EPA é nossa casa e os professores, colegas e funcionários são a nossa família", destacou o estudante. Para Deivyd, a possibilidade de compartilhar o que aprende é o maior estímulo para seguir estudando. "Eu gostaria de trabalhar com publicidade, vídeos, imagens. Eu quero mostrar para as pessoas a realidade do morador de rua. Eu quero estudar para levar conhecimento para outras pessoas".

Fechar uma para abrir outra?

A ideia da Prefeitura é transformar a EPA em uma escola infantil. Com isso, os alunos da EPA seriam transferidos para a CMET Paulo Freire, que possui outro perfil pedagógico, além de estar distante do local atual. "Esta outra escola fica do lado de uma boca de craque. Se for transferido pra lá, só um e outro vai continuar estudando", ressaltou Edisson.

Outro receio dos estudantes é o preconceito. "Muitas vezes um morador de rua não tem um chinelo para ir para a aula e na EPA isso é tratado como normal. Às vezes a gente não tem onde tomar banho e na EPA isso é visto como normal. Lá nesta outra escola não vai ser assim", pontuou Deivyd.

Na avaliação de Carla, tratar o caso da EPA como "transferência" revela um desconhecimento da Prefeitura acerca do trabalho realizado ali. "Não é uma transferência, é um fechamento. É um desconhecimento da dinâmica desta população e sua relação com o território".

A EPA funciona na rua Washington Luiz e também oferece oficinas de cerâmica e papel reciclado, no turno inverso, além de atividades de inclusão digital ao meio-dia.

A próxima manifestação está marcada para quarta-feira (12), às 13h30, em frente a escola.

Acesse a página da escola no Facebook.

OUÇA a entrevista completa:

 


 



Liberte sua saúde da indústria farmacêutica e médica

10 de Novembro de 2014, 15:48, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Você é do tipo que recorre à farmácia ao menor sintoma de resfriado? Costuma se auto-medicar? Então, escute esta entrevista!

 

Assumir a responsabilidade pela própria saúde pode ser o primeiro passo para ampliar a qualidade de vida. A "saúde livre" foi o tema do programa [INCENDIÁRIO] desta segunda-feira, que conversou com o engenheiro e ativista Thomas T. Soares.

Na avaliação de Thomas, é preciso superar a dependência da indústria médica e farmacêutica. "A indústria do lucro tem interesse em produzir pacientes crônicos, não em curar. Eu tinha um círculo vicioso de problemas de saúde e resolvi estudar o assunto. Há 15 anos não tenho problemas de saúde", contou.

ESCUTE a entrevista COMPLETA:

 

 

 



Parceria entre a ASL e o Serpro fortalece software livre

10 de Novembro de 2014, 15:12, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

A #RadioLivreNaFeira é resultado de uma parceria entre a ASL e o Serviço Federal de Processamento de Dados. Para falar sobre este e outros assuntos, conversamos com o diretor-presidente da empresa, Marcos Mazoni.

CONFIRA a entrevista COMPLETA:

 



Coletânea reúne textos literários sobre o golpe de 64

9 de Novembro de 2014, 18:33, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

O terror e o trauma de quem foi exposto à truculência ditatorial é abordado de forma literária em livro coletivo lançado na 60ª Feira do Livro de Porto Alegre. O programa [VASTO MUNDO] entrevistou hoje duas autoras do livro



A ditadura militar foi o tema da oficina de criação literária que o Sindbancários realizou este ano. Durante meses, os alunos do professor e escritor Alcy Cheuiche pesquisaram sobre o tema, realizaram entrevistas e participaram de palestras sobre o tema.

As escritoras Almeri Espindola de Souza e Naiara Machado da Silva estiveram no estúdio da #RádioLivreNaFeira para falar mais sobre o processo criativo da publicação.  A publicação traz 42 contos inspirados em episódios dos anos de chumbo. O resultado deste trabalho pode ser visto na obra “50 anos do Golpe de 1964”, lançado nesta segunda-feira (10) na 60ª Feira do Livro de Porto Alegre.

CONFIRA a entrevista COMPLETA:


 



Laboratório colaborativo une arte, tecnologia e ativismo em Porto Alegre

9 de Novembro de 2014, 17:49, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Aliar conhecimentos acadêmicos com ativismo social foi um dos motes para a criação do TransLab -  laboratório cidadão que estimula cruzamentos entre Arte, Ciência, Tecnologia e Sociedade em Porto Alegre



O TransLaB funciona como um HUB para conectar sociedade civil, poder público e empresas. Para falar mais sobre esta experiência, o programa [AÇÃO DIRETA] deste domingo (9) entrevistou Leonardo Brawl, um dos provocadores da iniciativa.

"O TransLAB é um espaço para as pessoas prototiparem ideias de interesse social. O que nos move são os saberes. Eles estão em qualquer lugar. Todo mundo tem um conhecimento que pode agregar. Dentro dessa lógica de mercado, a gente viu que a mudança está em conectar pessoas com interesses de ensinar e aprender", destacou Leonardo.

OUÇA a entrevista COMPLETA e saiba mais sobre as ações do TransLab:

 

 

 



Literatura infantojuvenil na #RádioLivreNaFeira

9 de Novembro de 2014, 16:56, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Conheça a história do Era uma vez um padre e um rei, primiero livro da escritora Mariza Baur.

 
A história de amor entre o menino Daniel e seu avô é o pano de fundo de "Era uma vez um padre e um rei", que será lançado neste domingo, às 17h, na 60ª Feira do Livro de Porto Alegre. Para falar mais sobre estes personagens, o programa [LICENÇA POÉTICA] conversou com a escritora Mariza Baur.

Com ilustrações da artista Aline Daka, a publicação tem projeto gráfico de Airton Cattani. "A história se passa no Rio Grande do Sul. O livro nasceu de um conto que eu fiz há muitos anos. Foi um livro feito devagar, artesanal e com muito amor. Ele tem um estilo retrô e as ilustrações são lindas, em aquarela!", destacou a escritora, que também é advogada e jornalista.



ESCUTE a entrevista COMPLETA:

 

 

 



Você conhece as crianças de mente quântica?

9 de Novembro de 2014, 15:56, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

A psicóloga e escritora Ingrid Canete autografa neste domingo na 60ª Feira do Livro de Porto Alegre uma publicação sobre as gerações de crianças índigo e cristal. Conheça esta abordagem sobre a evolução do ser humano

 


As crianças índigo fazem parte de um grupo evolutivo cujas características físicas e psicológicas começaram a chamar a atenção de estudiosos a partir dos anos 70. "São seres com energia de alta qualidade e uma força interna capaz de romper padrões e muros. Desde muito pequenos, eles jamais aceitam o não pelo não. Eles querem argumentos baseados na verdade", destacou Ingrid.

Fisicamente, os índigos costumam ter olhos grandes e magnéticos. "Eles atraem as pessoas. Possuem um alto nível de espiritualidade. Dizemos que são almas antigas, que trazem muitas experiências outras vidas", pontuou a psicóloga, acrescentando que outro grupo evolutivo de seres humanos começou a nascer a partir dos anos 2000: são as chamadas crianças cristal.

"Os cristais são os pacificadores. Eles têm uma energia ainda mais sutil e transformam o ambiente de uma maneira diferente. Eles não precisam romper muros porque os índigos já fizeram isso por eles. Os cristal simplesmente entram no ambiente e mudam tudo", explicou a psicóloga.

De acordo com Ingrid, este jeito diferente de se colocar no mundo acaba deixando perdidos os responsáveis pela educação destas crianças. "Isso é problema sério, pois a falta de conhecimento gera diagnósticos equivocados. Por conta disso, estas crianças estão sendo medicadas, principalmente com a ritalina".

Geração ritalina
Um pesquisa divulgada ano passado pela Agência Nacional da Saúde (Anvisa) mostra o aumento de 75% no consumo de Ritalina entre crianças e adolescentes na faixa dos 6 aos 16 anos de 2009 a 2011. Conhecida como a "droga da obediência", o medicamento é usado para combater o polêmico Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade.

Na avaliação de Ingrid, estamos drogando uma geração de crianças com base na incompreensão e desinformação. "Há hoje uma melhor condição de trabalhar esta conscientização e ajudar os pais a compreenderam e educarem estas crianças com menos estresse. O que estas crianças têm são hipercapacidades. Quem gerou todo este avanço tecnólogico, foi a geração índigo, quem criou a rede social foi a geração índigo".


Serviço

Sessão de autógrafos "Crianças Índigo - A Evolução do Ser Humano" Edição Revisada e Ampliada 

Local: Pavilhão de autógrafos

Hora: 16h

 

ESCUTE a entrevista COMPLETA





Bicicleta para mudar o mundo!

9 de Novembro de 2014, 13:17, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Andar de bicicleta pode ser um modo prático e eficiente para melhorar a qualidade de vida nas grandes cidades. O cicloativismo foi o tema do programa Ação Direta deste domingo na #RádioLivreNaFeira, com a participação da jornalista Lívia Araújo.

O uso irracional do automóvel acabou gerando efeitos colaterais nocivos para toda a sociedade. Engarrafamentos, poluição e estresse são apenas algumas consequências deste modelo esgotado de transporte. Diante desse cenário, a bicicleta ressurgiu com toda força no mundo inteiro. "Aqui no Brasil, o carro ainda está associado ao status. É um símbolo de que a pessoa melhorou de vida, enquanto lá fora os ricos andam de metrô", destacou Lívia.

Na avaliação da cicloativista, não se trata apenas de promover o uso da bicicleta ou travar uma guerra contra o carro. "É preciso investir na multi-mobilidade, criar ciclovias e estimular meios alternativos de transporte. Para isso, o ônibus e o metrô também precisam funcionar bem, pois o pior meio de todos para se depender é o carro. Muitas vezes nós vamos de carro até a academia para andar de bicicleta ergométrica".


ExpoBici
O crescimento do uso da bicicleta também aqueceu a economia nesta área. Além do aumento nas vendas de bicis, diversos ativistas começaram a desenvolver materiais e acessórios para este público. É o caso de Lívia, que junto com uma sócia, criou a marca de capas de chuva Bikedrops. "Eu ficava muito chateada de não poder andar de bicicleta nos dias de chuva e por isso comecei a pesquisar alternativas", contou.

A veia empreendedora dos cicloativistas poderá ser conferida de perto no evento ExpoBici, que será realizado no dia 23 de novembro, no Parque Harmonia, em Porto Alegre. "O evento acontece na Casa do Gaúcho e reúne um monte de lojas de bicicletas e acessórios. Também há diversas oportunidades para trocas e vendas de verdadeiras relíquias", contou Lívia, que será uma das expositoras.

A entrevista com a cicloativista abordou ainda temas como o movimento Massa Crítica e a difícil implantação do plano cicloviário de Porto Alegre.

ESCUTE o bate-papo COMPLETO:

 




Ouça a música de Pablo Dias no programa Palhinha

8 de Novembro de 2014, 18:44, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

O músico Pablo Dias falou sobre sua carreira, sua agenda e a gravação do novo CD - e, claro, fez uma palhinha!

O músico Pablo Dias já está lançando seu segundo disco e compõe em inglês e português. Para quem quer conhecer melhor o trabalho de Pablo, pode conferir, em dezembro, o show de pré-lançamento do novo CD na Casa de Cultura Mário Quintana. Ou, ainda, acompanhar o projeto ASC - Autoral Social Clube, que reúne, além dele, outros músicos que buscam organizar shows na cidade. Todas as terças-feiras, fazem apresentações no Clube Silêncio, na Rua João Alfredo 449, no bairro Cidade Baixa.

Confira a agenda:

20 de novembro: show no Sgt. Peppers

10 de dezembro: show na Casa de Cultura Mário Quintana

14 de dezembro: apresentação da ASC no Parque da Redenção, ao ar livre

OUÇA a entrevista e a palhinha de Pablo Dias AQUI:



É importante aliar conhecimentos na hora de empreender, avaliam professoras da UFRGS

8 de Novembro de 2014, 18:17, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Ter um bom produto pode ser o primeiro passo para empreender. Mas, e depois? Inovação no empreendorismo foi o tema do Hashtag na #RadioLivrenaFeira, que contou com a participação das professoras da UFRGS Aurora Zen e Daniela Callegaro.

Segundo as entrevistadas, a maior dificuldade para quem quer empreender ideias criativas e artísticas está em buscar algo inovador, além de superestimar o produto, sem conhecer o público ou o mercado no qual busca-se fazer parte. Para quem quer oferecer algo que já existe, é aparentemente mais fácil, mas o diferencial está em identificar algo que vai gerar valor e será de interesse das pessoas na hora da compra.

A chamada "miopia do produto" é recorrente na área de ciências da computação, por exemplo: a pessoa fica apaixonada pelo produto que está trazendo ao mercado e não consegue pensar no que ele, na verdade, precisa - e em como agregar serviços a essa oferta. Além disso, é importante pensar e aliar conhecimentos básicos em administração, comunicação, finanças e planejar bem o negócio.

Quer mais algumas dicas?

OUÇA a entrevista AQUI:



Desescolarização propõe experimentar métodos inovadores para a educação

8 de Novembro de 2014, 17:38, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

O termo "desescolarização", ao contrário de negar a escolarização, busca sugerir práticas inovadoras para o ensino, de acordo com Guilherme Sch. Ele foi o entrevistado do Incendiário da #RadioLivrenaFeira.

 

Guilherme se considera um "desaprendente", no melhor sentido da palavra, buscando aplicar na prática filosofias educacionais que pretendem se afastar das instituições até então já criadas. Ele as considera opressoras por separarem a mente do corpo e seguirem um modelo racionalizado, que não leva em conta o outro e as relações sociais.

 

Como referencial teórico, cita Foucault, Maturama, Nietzsche, Espinoza e Paulo Freire. O objetivo, porém, não é teorizar, mas pensar uma nova disposição, em conjunto com educadores e alunos, para explorar e experimentar a educação. Tudo na prática.

 

A ideia é ir além de um método único. Para Guilherme, toda que vez que se cria algo estático, vai se conservando, parado no tempo, o que cria problemas de incoerência com o processo criativo das pessoas. As escolas institucionalizadas, como conhecemos hoje, são um exemplo.

 

"A aplicação é bem simples: não precisa de mais investimento ou capacitação. A desescolarização não acredita que o professor seja o centro. A questão de ensinar não é tão importante. O foco é a aprendizagem como um meio para a criação", afirma.

 

Assim, tudo é pensado através de projetos e da exploração das possibilidades de cada um. As pessoas se encontram e, então, compartilham o que querem saber e transmitir. Aproximando-se em comunidades de interesse comum, podem executar um projeto conforme pretendem - e aí está a questão: existe todo um caminho de conhecimentos necessários para que esse projeto se realize. Seria um contraponto, então, a um modelo de ensino que não respeita a vontade de aprender - e que ensina tudo, mesmo aquilo que não temos vontade.

 

Quer entrar em contato com Guilherme? Envie um e-mail para comunaaprendente@gmail.com

 

Por Jéssica Kilpp

 

ESCUTE a entrevista AQUI:

 



Sessentões da Feira aproximam crianças da leitura

8 de Novembro de 2014, 15:11, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Quer aproximar os pequenos que ainda não leem do mundo da leitura? É justamente o que o grupo Sessentões da Feira, formado por artistas contadores de histórias, busca fazer no QG dos Pitocos.

Com o objetivo de incentivar a leitura entre crianças não leitoras, com idades entre 0 e 6 anos, o grupo Sessentões da Feira se dedica à contação de histórias no QG dos Pitocos, localizado próximo à Praça da Alfândega. O nome, criado em comemoração aos 60 anos da Feira do Livro de Porto Alegre, descreve o grupo formado, entre outros, pelos artistas Juliano Canal, Gustavo Duarte e Drica Lopes.

Eles estiveram no Licença Poética da #RadioLivrenaFeira para falar sobre o trabalho com os pequenos, além de dar uma prévia de uma das histórias dos Sessentões. Segundo Juliano Canal, de 500 a 1.000 crianças passam, por dia, no QG. Para o ator, o trabalho é gratificante, principalmente pelo contato com o público, como no caso de um menino que vem ouvir histórias desde os 3 anos. Hoje, aos 8, ainda retorna, pedindo sempre pelas mesmas histórias. "Temos um estilo de interagir com o público, que é sempre chamando para participar, questionando sobre a história."

Quanto à influência das tecnologias, Juliano não enxerga mudanças ou indícios de que elas atrapalhem a atenção das crianças. Pelo contrário, ajudam a divulgar o trabalho e ainda reúnem filas de ouvintes que tentam posar para fotos com os personagens ao final de cada apresentação.

Quer saber mais sobre os Sessentões da Feira?

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Mulheres hackeiam o machismo e ocupam a tecnologia

7 de Novembro de 2014, 17:34, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Se você acha que mulheres e tecnologia não combinam, é hora de rever seus conceitos. Conheça o Rails Girls, evento dedicado a estimular a participação feminina no setor

Mulheres na tecnologia foi o tema da entrevista que a #RadioLivreNaFeira realizou hoje (7/11) com a desenvolvedora Letícia Figueira. A ativista é uma das organizadoras do Rails Girls, evento que estimula a participação feminina na área. "Esta é terceira edição do Rails em Porto Alegre. O retorno está sendo muito bom. É fantástico ver várias mulheres participando do evento, aprendendo a programar e ficando com o olho brilhando por causa disso", ressaltou.

Na avaliação de Letícia, o mito de que mulheres não se relacionam bem com tecnologia é resultado de uma construção sociocultural. "É uma questão estrutural da sociedade. Por exemplo, na infância, o mais comum é que uma guria vá brincar de boneca e não de lego, como os guris", pontuou. Dominada pela presença masculina, a área da tecnologia é um terreno fértil para machismos. "Eu mesma já ouvi de um chefe algo do tipo: até que para uma guria você programa bem. Isso é muito desagradável, mas também abre a oportunidade de conversarmos sobre o tema", defendeu.

Dedicado exclusivamente a mulheres, o Rails Girls está com as inscrições abertas até o dia 19 de novembro. Para participar, não é necessária nenhuma experiência prévia. "A gente quer trazer as gurias pra área e por isso criamos todas as maneiras para facilitar este acesso", garantiu Letícia. O evento será realizado dias 28 e 29 deste mês, na PUCRS.

Clique aqui para acessar a página do Rails Girls.

ESCUTE a entrevista COMPLETA:

 

 

 



Educação com código-fonte aberto

7 de Novembro de 2014, 16:04, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

O acesso democrático ao conhecimento é o grande link entre educação e software livre. Conheça as principais discussões sobre o tema!

A relação entre software livre e educação foi o tema da entrevista que a #RadioLivreNaFeira realizou hoje com o professor Paulo Francisco Slomp, que integra o Grupo de Trabalho do FISL sobre este tema. "O grupo é aberto a estudantes, professores e interessados em geral. Todos estão convidados a participar. A lista de discussão via e-mail é a nossa rede social de debates", contou. Faça o acesso e cadastre-se: http://listas.softwarelivre.org/cgi-bin/mailman/listinfo/gt-educacao.

ESCUTE a entrevista COMPLETA:





Vou-me embora para a Tenda de Pasárgada!

7 de Novembro de 2014, 13:45, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Fique por dentro da programação artística da Feira do Livro


O Programa Hashtag de hoje conversou com o Fábio Fracari, responsável pela programação artística da 60ª Feira do Livro de Porto Alegre. "Este ano nós optamos por fazer a Tenda de Pasárgada aberta e num lugar com mais visibilidade do público", ressaltou Fábio. De acordo com ele, além das atividades previamente agendadas, como shows, saraus e apresentações teatrais, a Tenda abre espaço diariamente para atividades autogestionadas.

CONFIRA a entrevista COMPLETA: