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Rádio Software Livre

23 de Abril de 2011, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Personagens que não teriam espaço na mídia ganham a atenção de Eliane Brum

13 de Novembro de 2014, 19:14, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Como repórter e escritora, Eliane Brum sempre indagou sobre como cada um inventa uma vida. No livro 'Meus desacontecimentos', a autora conta como ela mesma se arrancou do silêncio para virar narrativa. Em cada página, personagens fantasticamente reais incorporam-se. A irmã morta, que era a mais viva entre todos. A avó, comedida em tudo, menos na imaginação. A família que precisou de uma perna fantasma para andar no novo mundo. As tias que viravam flores para não murchar. No livro, a menina que flertava com a morte conta como foi salva pela palavra escrita.

Confira a entrevista de Eliane para a Rádio Software Livre:

 




"O desafio de mobilizar comunidades é encantar as pessoas", afirma jornalista

13 de Novembro de 2014, 18:22, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

 

Foto: Acervo pessoal

A Rádio Software Livre conversou na tarde desta quinta-feira (13) com a jornalista Zilda Piovesan, que trabalha na área de Mobilização e Articulação Comunitária do Canal Futura, sobre como trabalhar com comunidades e desenvolver projetos sociais. "O mais difícil é encantar as pessoas", afirma.

Zilda falou também sobre o trabalho realizado com jovens pelo Canal Futura, em especial a série de programas Diz Aí, traz a opinião dos jovens de diversas regiões do país para questões étnico-racial e de gênero, mercado de trabalho, sexualidade, cultura, cidadania, meio ambiente, geração de renda, acesso a tecnologias, combate à seca, entre outros temas.

Confira a entrevista com Zilda Piovesan, jornalista do Canal Futura, para a Rádio Software Livre:

 




Fazer humor e comer carne também são opções políticas - entrevista com Gregorio Duvivier

13 de Novembro de 2014, 17:44, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Usar o humor como uma forma de enfrentamento ao poder opressivo e entender que fazer política não se resume ao momento do voto. Com essas e outras ideias, o humorista e escritor Gregorio Duvivier participou da Feira do Livro de Porto Alegre na última quarta (12), em bate papo com o público na Tenda de Pasárgada. Abaixo você confere alguns trechos de uma entrevista coletiva concedida antes do evento.

 

OUÇA A ENTREVISTA COMPLETA:

 

  

 

Foto: Sheila Uberti / Rádio Software Livre 

Opressão no humor

Questionado pela Rádio Software Livre sobre críticas de pessoas contra o respeito à diversidade, Gregório afirmou que o politicamente correto só incomoda que não oprime. "Quem reclama geralmente não são as vítimas do politicamente incorreto. Dificilmente você vai ver um negro dizendo que tem saudades da época em que faziam piadas racistas com ele. Quem tem saudade é o homem branco, heterossexual, morador do sudeste. Quem reclama da patrulha não percebe que não é uma patrulha, é um processo de conscientização, evolutivo, civilizatório”, diz.

Fazer humor de uma forma diferente

Gregório diz ainda que o mais difícil na hora de inverter os papeis do humor é não ficar óbvio, panfletário, e deixar a tentativa aparente. “Você não pode deixar a ideologia transparecer quando faz um humor crítico. Quando o humorista deixa a ideologia aparecer na piada ele a está barateando. É difícil você rir de uma coisa politicamente motivada”, argumenta.

Durante a coletiva, Gregório ainda fala sobre como é escrever para diferentes espaços - os roteiros do canal Porta dos Fundos, crônicas para o jornal Folha de São Paulo e também criar poesias. Nos três ambientes ele tenta dar espaço ao humor, à subversão dos estereótipos, pois acredita que o público deve parar de se acostumar com os absurdos do mundo como se eles fossem naturais.

Mídia tradicional x mídia alternativa

Sobre o cenário da comunicação no Brasil, o humorista afirma que a distância entre a midia tradicional e a midia alternativa está diminuindo. Para ele, as movimentações dos profissionais entre os dois ambientes está fazendo com que o reconhecimento por parte do público seja direcionado aos comunicadores, e não apenas aos veículos: “Cada vez mais vale a voz do jornalista e a credibilidade dele como ser humano. Isso é muito bom. Há muita opressão da grande mídia, é uma voz só. É bom você ter outras vozes”, explica.

Outro tema de destaque durante a entrevista foi a forma como o Porta dos Fundos tenta subverter o humor preconceituoso tradicional: “O Brasil é um país muito machista e racista. O machismo no Brasil está muito entranhado em todas as classes sociais e meios de comunicação. Nós ainda temos poucas humoristas mulheres e isso definitivamente não é culpa delas", disse.

Debates sobre eleições

Sobre seu posicionamento nas recentes eleições presidenciais, conta como percebeu a experiência: “Eu achei lindas essas eleições, apesar de todo mundo ter achado que foi uma carnificina. Finalmente as pessoas estão brigando por política, em geral elas brigam por futebol, por questões bobas. Se tem alguma coisa que vale a pena brigar é por política”. 



Curta o som autoral de João Zabaleta na #RádioLivreNaFeira

12 de Novembro de 2014, 21:31, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

ESCUTE o som e a entrevista:


 



Livro recupera histórias engraçadas e verídicas do rádio gaúcho

12 de Novembro de 2014, 20:56, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Os causos mais curiosos e divertidos que foram ao ar pelas ondas do rádio do Rio Grande do Sul são o mote do livro que os jornalistas Luciano Klöckner e Plínio Nunes escreveram em parceria. Com ilustrações do chargista Santiago, a publicação Anedotário do Rádio Gaúcho, 90 Anos de História, foi lançada nesta quarta-feira (12) na Feira do Livro de Porto Alegre.

Para contar como foi o processo de pesquisa e produção do livro, a #RadioLivreNaFeira recebeu hoje o professor Klöckner para um bate-papo. "Muitas das histórias foram encaminhadas por amigos via Facebook", ressaltou o professor. De acordo com Klöckner, a publicação é uma homenagem aos ouvintes, emissoras e colegas de profissão.


CONFIRA a entrevista COMPLETA:


 

 



Conheça a história da primeira torcida de futebol LGBT do Brasil!

12 de Novembro de 2014, 17:21, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

A história da primeira torcida organizada integrada exclusivamente por homossexuais do Grêmio, na década de 70, foi resgatada pelo jornalista Leo Gerchmann no livro "Coligay, tricolor e de todas as cores".

A Coligay foi criada em 1977 e durou seis anos. Ou seja, além de enfrentar os preconceitos de um Brasil conservador, encarou também a ditadura. As nuances desta trajetória foram contadas pelo Leo durante entrevista para a #RadioLivroNaFeira. No bate-papo, Leo também falou sobre como o livro foi recebido pelo público em geral e pela comunidade tricolor.

Confira a entrevista COMPLETA:


 



Como aplicar a criptografia ao seu cotidiano?

12 de Novembro de 2014, 16:37, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

A criptografia é um conjunto de técnicas que possibilita decodificar mensagens com o objetivo de impedir o acesso de pessoas não-autorizadas. Autor da publicação “Uma introdução à criptografia”, lançada nesta edição da Feira do Livro, o professor Vinicius Gadis Ribeiro conversou conosco sobre este assunto.

"Segurança absoluta não existe", alertou Vinicius, acrescentando que é preciso redobrar o cuidado com senhas de e-mails, sites de serviços e redes sociais. "Senha é coisa séria, não use senhas fáceis!".

ESCUTE a entrevista COMPLETA:

 

 



A Lei da Anistia é uma farsa, defende Maria do Rosário

12 de Novembro de 2014, 13:43, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

O programa [INCENDIÁRIO] conversou com a deputada federal Maria do Rosário sobre a situação dos Direitos Humanos no Brasil e também sobre a sua participação na Feira do Livro

 

Em entrevista à #RadioLivreNaFeira, a deputada federal Maria do Rosário defendeu a revisão da Lei da Anistia. "Esta Lei é completamente obsoleta. Ela é um manto de impunidade sobre os crimes da ditadura militar. O estado não podia ter se auto-anistiado. Ela e uma farsa que precisa ser desmontada. O Brasil precisa enfrentar isso", ressaltou.

A ex-ministra dos Direitos Humanos também falou sobre o conservadorismo do Congresso Nacional. "A sociedade precisa saber que cada vez que alguém desrespeita a história e a luta dos brasileiros, essa violência se volta contra todo cidadão. Os que agem assim não merecem consideração e respeito, mas nosso contraponto severo e indignado", ressaltou.

Maria do Rosário falou ainda sobre o trabalho da Comissão da Verdade, as parcerias comerciais entre o Brasil e países cujos governos violam os direitos humanos, como é caso da Rússia, que persegue a população LGBT, e sobre o livro "50 anos do Golpe de 1964" (Martins Livreiro Editora), lançado esta semana na sexagésima edição da Feira do Livro de Porto Alegre.

CONFIRA a entrevista COMPLETA:






Os efeitos especiais de Carina Levitan na #RadioLivreNaFeira

11 de Novembro de 2014, 19:14, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Sempre em busca de sonoridades inusitadas, a multiartista Carina Levitan foi a convidada do programa [PALHINHA] desta terça-feira.  Carina tocou e cantou suas composições e conversou conosco sobre seus trabalhos mais recentes.

ESCUTE e a entrevista completa:

 

 



Como anda o mercado PHP no Brasil?

11 de Novembro de 2014, 18:50, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

 

A #RadioLivreNaFeira entrevistou hoje o diretor da PHP Brasil, Er Galvão Abbott. No bate-papo, Er falou sobre o cenário PHP no Brasil e sobre os limites e potenciais desta linguagem, entre diversos outros temas. "O PHP é uma linguagem de programação um pouco mais fácil pra se começar a aprender", destacou.

CONFIRA a entrevista COMPLETA:




Ocupação poética na #RadioLivreNaFeira

11 de Novembro de 2014, 17:26, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

O programa [LICENÇA POÉTICA] conversou com os poetas Mario Pirata e Pedro Junior nesta terça-feira (11).

 

 



 ESCUTE e se DELICIE:




Você sabe como funciona a Wikipédia?

11 de Novembro de 2014, 16:37, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Criada em 2001, a Wikipédia se transformou em um dos maiores sites de consulta de informação na internet e já é considerada a maior enciclopédia do mundo.



Quem edita o conteúdo da Wikipédia? Será que o conteúdo é confiável? Para saber a resposta destes e outras perguntas, o programa [HASHTAG] desta terça-feira (11) conversou com Fabio Azevedo e Esequía Sauter, ambos editores da enciclopédia colaborativa.

ESCUTE a entrevista COMPLETA:




Conheça a história do Jornal Panfleto!

11 de Novembro de 2014, 14:33, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Publicação circulou por poucas semanas e contribui para construir o brizolismo

 

A historiadora Elenice Szatkoski recuperou a breve trajetória do jornal Panfleto, que circulou no Brasil entre fevereiro e março de 1964 e colaborou para a construção do brizolismo. A pesquisa, realizada para a tese de doutorado de Elenice, deu origem uma publicação, que será lançada durante a 60ª Feira do Livro de Porto Alegre.

De acordo com a historiadora, o Panfleto era vinculado ao partido comunista e tinha um conteúdo muito crítico. "O  Panfleto era conhecido como 'o jornal do homem da rua', ele nasceu para falar para essa população e chegou ao fim com o Golpe de 64", destacou.

Serviço:
Lançamento do livro O jornal panfleto e a construção do brizolismo

Quarta, 12/11 - Praça de Autógrafos . 16h
Elenice Szatkoski
Editora Rigel



ESCUTE a entrevista COMPLETA:




Curta o som autoral de Leo Aprato!

11 de Novembro de 2014, 0:00, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

O programa [PALHINHA] desta segunda-feira recebeu o músico e compositor gaúcho Leo Aprato. Confira!

 



Editora de Porto Alegre publica livro com licença Creative Commons

10 de Novembro de 2014, 23:33, por Gabriel Galli - 0sem comentários ainda

Saiba mais sobre o trabalho realizado pela Tomo, uma editora diferente


Recentemente, a Tomo Editorial lançou o livro "Do regime de propriedade intelectual: estudos antropológicos" e, junto com os autores, decidiu licenciar a publicação em Creative Commons. "É preciso entender que existe todo um mundo para além do copyright", defendeu João Carneiro, proprietário da Tomo.

Organizado pelas professoras Ondina Fachel Leal e Rebeca Hennemann, o livro está disponível para download gratuito no site da editora, mas também obteve bons resultados de vendas. A gente tem condições de fazer com que se democratize cada vez mais o conhecimento. Muitas vezes esse engessamento (na licença) impede que a economia criativa se desenvolva" ressaltou João.

ESCUTE a entrevista COMPLETA: