Resumo semanal – 27/10/2014 a 02/11/2014

2 de Novembro de 2014, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Você sabia que o pessoal do Lubuntu disponibilizou uma imagem ISO da distro com o ambiente LXQt? Pois é, isso não é mais novidade para muitos leitores do blog. Se você ainda não sabia disso é porque perdeu essa postagen, mas não se preocupe, leia o resumo semanal do blog e se atualize.
resumo semanal
Mas você já deve saber que foi lançado o Ubuntu Developer Tools Center com suporte a Eclipse e Android ADT? Ou que é possível Baixe APKs da loja Google Play no seu computador com o Google Play Downloader? Se ainda não sabe nada disso, confira a seguir tudo que foi postado no Blog durante essa semana e se informe sobre isso e muito mais.

Resumo semanal do Blog do Edivaldo de 27/10/2014 a 02/11/2014

27/10/2014

28/10/2014

29/10/2014

30/10/2014

31/10/2014

Chegou o Ubuntu 14.10

Essa semana foi oficialmente lançado o Ubuntu 14.10. A versão,  já está disponível para download e se você estava na expectativa, é hora de baixar a nova versão do Ubuntu. Para fazer isso, acesse os links nessa postagem.

Como gravar a imagem ISO do Ubuntu 14.10

Quem precisar gravar a imagem ISO após o download, pode usar esse tutorial do blog:
Como gravar uma imagem ISO no Ubuntu

Como atualizar do 14.04 para o 14.10

Quem precisar atualizar do 14.04 para o 14.10, basta seguir esses tutoriais:
Desktop

Como atualizar o Ubuntu Desktop da versão 14.04 para a 14.10

Como atualizar o Ubuntu Server para uma nova versão

Dicas de coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 14.10

Para quem acabou de mudar para o Ubuntu 14.04, uma boa ideia é dar uma olhadas nas últimas dicas de coisas para fazer depois de instalar o sistema:
Dicas de coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 14.10

Dicas de coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 14.04

Para quem ainda está no Ubuntu 14.04, uma boa ideia é dar uma olhadas nas últimas dicas de coisas para fazer depois de instalar o sistema:
Dicas de coisas para fazer depois de instalar o Ubuntu 14.04


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O que é Iptables, para que serve, e como usar?

1 de Novembro de 2014, por Desconhecido - 0sem comentários aindaIptables

Após muito tempo, finalmente tive um tempo, pra voltar a escrever, e dessa vez pretendo manter uma periodicidade. O motivo da minha ausencia? Bom agora eu tenho Dom

Sem mais delongas, vamos ao que interessa, o que é Iptables, pra que server, e onde vou usar isso?

O que é Iptables?

De acordo com a singela descrição do criador desse pacote ( NetFilter), O Iptables é uma ferramenta para criar e administrar regras e assim filtrar pacotes de redes.

O iptables pode funcionar baseado no endereço, porta de origem, destino do pacote, prioridade. Ele funciona através da comparação de regras para saber se um pacote tem ou não permissão para passar. Em firewalls mais restritivos, o pacote é bloqueado e registrado para que o administrador do sistema tenha conhecimento sobre o que está acontecendo em seu sistema.

Para que server?

Com o Iptables, você pode redirecionar portas, trocar um protocolo(como ssl3 para tls1), Redirecionar servidores, e serviços. Pode criar regras, para bloquear usuários na rede, bloquear serviços, de acesso por determinados ips, entre outros muitos serviços.

Modo de usar

A forma mais comum de se usar o comando é:

iptables [-t table] chain rule-specification

Entre as opções você pode usar:

  • -P = Define uma regra padrão;
  • -A = Adiciona uma nova regra as existentes. Este tem prioridade sobre a -P;
  • -D = Apaga uma regra;
  • -L = Lista as regras existentes;
  • -S = Lista as regras existentes, da forma como foi salvo pelo iptables;
  • -E = Renomeia uma cadeia(chain)
  • -F = Limpa todas as regras;
  • -I = Insere uma nova regra;
  • -h = Exibe a ajuda;
  • -R = Substitui uma regra;
  • -C = Faz a checagem das regras existentes;
  • -Z = Zera uma regra específica;
  • -N = Cria uma nova regra com um nome;
  • -X = Exclui uma regra específica pelo seu nome.

Cada um tem o seu uso específico, e uma forma de usar. Para consultar todas basta utilizar:

man iptables

Comandos comuns do Iptables

Deletar regra

iptables -F

Bloquear um IP

iptables -A INPUT -s "192.168.254.10" -j DROP

Se desejar bloquear para uma interface específica, basta passar o parâmetro -i , fincando assim:

iptables -A INPUT -i eth0 -s "192.168.254.10" -j DROP

Abrir porta para ips específicos

Neste exemplo usei a porta do ssh como exemplo, mas poderia ser usada qualquer uma

iptables -A INPUT -i eth0 -p tcp -s 192.168.100.0/24 --dport 22 -m state --state NEW,ESTABLISHED -j ACCEPT

Balanceamento

Balanceando a porta 443 entre 3 diferentes ips

iptables -A PREROUTING -i eth0 -p tcp --dport 443 -m state --state NEW -m nth --counter 0 --every 3 --packet 0 -j DNAT --to-destination 192.168.1.101:443 iptables -A PREROUTING -i eth0 -p tcp --dport 443 -m state --state NEW -m nth --counter 0 --every 3 --packet 1 -j DNAT --to-destination 192.168.1.102:443 iptables -A PREROUTING -i eth0 -p tcp --dport 443 -m state --state NEW -m nth --counter 0 --every 3 --packet 2 -j DNAT --to-destination 192.168.1.103:443

Habilitar Acesso ao mysql pela rede local

iptables -A INPUT -i eth0 -p tcp -s 192.168.100.0/24 --dport 3306 -m state --state NEW,ESTABLISHED -j ACCEPT iptables -A OUTPUT -o eth0 -p tcp --sport 3306 -m state --state ESTABLISHED -j ACCEPT

Bloqueando ataques DDOS

iptables -A INPUT -p tcp --dport 80 -m limit --limit 25/minute --limit-burst 100 -j ACCEPT

Redirecionando porta

iptables -t nat -A PREROUTING -p tcp -d 192.168.254.136 --dport 422 -j DNAT --to 192.168.254.136:22

Referências

The Geek Stuff Server Fault



Veja mais em: O que é Iptables, para que serve, e como usar?



O que é Iptables, para que serve, e como usar?

1 de Novembro de 2014, por Desconhecido - 0sem comentários aindaIptables

Após muito tempo, finalmente tive um tempo, pra voltar a escrever, e dessa vez pretendo manter uma periodicidade. O motivo da minha ausencia? Bom agora eu tenho Dom

Sem mais delongas, vamos ao que interessa, o que é Iptables, pra que server, e onde vou usar isso?

O que é Iptables?

De acordo com a singela descrição do criador desse pacote ( NetFilter), O Iptables é uma ferramenta para criar e administrar regras e assim filtrar pacotes de redes.

O iptables pode funcionar baseado no endereço, porta de origem, destino do pacote, prioridade. Ele funciona através da comparação de regras para saber se um pacote tem ou não permissão para passar. Em firewalls mais restritivos, o pacote é bloqueado e registrado para que o administrador do sistema tenha conhecimento sobre o que está acontecendo em seu sistema.

Para que server?

Com o Iptables, você pode redirecionar portas, trocar um protocolo(como ssl3 para tls1), Redirecionar servidores, e serviços. Pode criar regras, para bloquear usuários na rede, bloquear serviços, de acesso por determinados ips, entre outros muitos serviços.

Modo de usar

A forma mais comum de se usar o comando é:

iptables [-t table] chain rule-specification

Entre as opções você pode usar:

  • -P = Define uma regra padrão;
  • -A = Adiciona uma nova regra as existentes. Este tem prioridade sobre a -P;
  • -D = Apaga uma regra;
  • -L = Lista as regras existentes;
  • -S = Lista as regras existentes, da forma como foi salvo pelo iptables;
  • -E = Renomeia uma cadeia(chain)
  • -F = Limpa todas as regras;
  • -I = Insere uma nova regra;
  • -h = Exibe a ajuda;
  • -R = Substitui uma regra;
  • -C = Faz a checagem das regras existentes;
  • -Z = Zera uma regra específica;
  • -N = Cria uma nova regra com um nome;
  • -X = Exclui uma regra específica pelo seu nome.

Cada um tem o seu uso específico, e uma forma de usar. Para consultar todas basta utilizar:

man iptables

Comandos comuns do Iptables

Deletar regra

iptables -F

Bloquear um IP

iptables -A INPUT -s "192.168.254.10" -j DROP

Se desejar bloquear para uma interface específica, basta passar o parâmetro -i , fincando assim:

iptables -A INPUT -i eth0 -s "192.168.254.10" -j DROP

Abrir porta para ips específicos

Neste exemplo usei a porta do ssh como exemplo, mas poderia ser usada qualquer uma

iptables -A INPUT -i eth0 -p tcp -s 192.168.100.0/24 --dport 22 -m state --state NEW,ESTABLISHED -j ACCEPT

Balanceamento

Balanceando a porta 443 entre 3 diferentes ips

iptables -A PREROUTING -i eth0 -p tcp --dport 443 -m state --state NEW -m nth --counter 0 --every 3 --packet 0 -j DNAT --to-destination 192.168.1.101:443 iptables -A PREROUTING -i eth0 -p tcp --dport 443 -m state --state NEW -m nth --counter 0 --every 3 --packet 1 -j DNAT --to-destination 192.168.1.102:443 iptables -A PREROUTING -i eth0 -p tcp --dport 443 -m state --state NEW -m nth --counter 0 --every 3 --packet 2 -j DNAT --to-destination 192.168.1.103:443

Habilitar Acesso ao mysql pela rede local

iptables -A INPUT -i eth0 -p tcp -s 192.168.100.0/24 --dport 3306 -m state --state NEW,ESTABLISHED -j ACCEPT iptables -A OUTPUT -o eth0 -p tcp --sport 3306 -m state --state ESTABLISHED -j ACCEPT

Bloqueando ataques DDOS

iptables -A INPUT -p tcp --dport 80 -m limit --limit 25/minute --limit-burst 100 -j ACCEPT

Redirecionando porta

iptables -t nat -A PREROUTING -p tcp -d 192.168.254.136 --dport 422 -j DNAT --to 192.168.254.136:22

Referências

The Geek Stuff Server Fault



Veja mais em: O que é Iptables, para que serve, e como usar?



Baixar apps no PC: Baixe APKs da loja Google Play no seu computador com o Google Play Downloader

31 de Outubro de 2014, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Que tal baixar apps no PC e guardar seu arquivos APKs da loja Google Play no seu computador? Para fazer isso, basta instalar o Google Play Downloader no Ubuntu e começar a usar.
baixar apps no pc
Google Play Downloader é um simples aplicativo de código aberto que pode ser usado para baixar apps no PC e guardar APKs da loja Google Play para o seu computador. De acordo com seu desenvolvedor, o aplicativo foi criado porque ele “não gostava que seu sistema Android AOSP fosse manchado por serviços de raiz do Google, nem sendo arquivados no banco de conta Google”.

O Google Play Downloader não é uma ferramenta de pirataria e não permitirá que você baixe aplicativos pagos e jogos. A ferramenta só pode baixar jogos e aplicativos gratuitos e é útil se você quiser fazer backup de arquivos Android APK para o seu computador, se você não que instalar alguns aplicativos diretamente via Googe Play por questões de privacidade ou por outros motivos (por exemplo, você pode usá-lo com o Genymotion, que já não inclui mais a loja Google Play em suas imagens Android) e assim por diante.

A aplicação tem tudo que você precisa baixar APKs, como uma conta do Gmail e o Android ID, mas você pode mudar isso (por exemplo, você pode criar uma conta do Gmail especialmente para isso) a partir das configurações do Google Play Downloader. Contudo, se você alterar o endereço de e-mail nas configurações do programa, certifique-se de clicar no botão “Generate new Android ID” (Gerar novo Android ID) ou então o download de APKs não irá funcionar.

Conheça melhor o Google Play Downloader

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Nota importante para usuários do Ubuntu: o pacote deb do programa só funciona com o Ubuntu 14.04 e 14.10. Para o Ubuntu 14.04, você vai precisar baixar python-NDG-httpsclient a partir desse link e instalar ele antes de tentar instalar o Google Play Downloader.

Instalando o Google Play Downloader no Ubuntu e derivados

Para instalar o Google Play Downloader no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Use o comando abaixo para baixar o pacote de instalação do programa:

wget https://codingteam.net/project/googleplaydownloader/download/file/googleplaydownloader_1.4-1_all.deb

Passo 3. Agora instale o programa com o comando:

sudo dpkg -i googleplaydownloader_1.4-1_all.deb

Passo 4. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

sudo apt-get install -f -y

Depois de instalado, execute o programa digitando no Dash:google. Na tela do programa digite o nome do aplicativo no campo de busca e tecle “enter”. Depois, selecione os itens que quer baixar e clique no botão “Download selected APK(s)”.

Instalando o Google Play Downloader no Arch Linux

Usuários do Arch Linux pode instalar o Google Play Downloader via AUR .

Via WebUpd8

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5 Dicas para Digitar Mais Rápido e Melhor

31 de Outubro de 2014, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Mas por que, Turicas?

O simples fato de você usar muito o teclado, independente de sua profissão, já é um bom sinal de que você deveria aprender a usá-lo melhor, como você provavelmente faria com qualquer outra ferramenta de trabalho -- não basta ter boas ferramentas, temos que saber utilizá-las eficientemente (programadores, aprendam a digitar!).

TL; DR

Esse artigo é longo e poderia ser resumido na seguinte frase:

Digitar bem é questão de técnica e prática (um bom teclado também ajuda).

Mas se você quer realmente entender como digitar mais rápido e melhor, além de saber alguns detalhes maneiros ("cultura inútil"?), continue lendo as 5 dicas a seguir. :-)

Dica #1: Use os DEZ Dedos

Para começar, que tal usar toda a capacidade que você tem? ;-) Não usar os 10 dedos para digitar é como ocupar só parte dos leitos disponíveis de um hospital quando existem pacientes suficientes para ocupar todos. Não subutilize sua capacidade!

A posição correta dos dedos segue ilustrada:

Digitar corretamente é TÃO FÁCIL!
Norman Saksvig já sabia disso em 1.947
Foto por Crossett Library

Por padrão, você apoia seus dados (com exceção dos dedões) na fileira principal, que é a que tem as letras "asdfghjklç" em um teclado padrão ABNT2 (falarei mais sobre o layout do teclado abaixo).

O dedo indicador é o único que toca duas teclas para a mesma fileira: o esquerdo toca as teclas "f" e "g" (fica "estacionado" na "f") e o direito toca "j" e "h" (fica "estacionado" na "j").

Dica #2: Não Olhe Para o Teclado

Confesso que fico inquieto quando vejo alguém "catando milho" (olhando para o teclado em busca da tecla desejada). O contrário de "catar milho" é "datilografar" (touch typing, em Inglês) e é isso que você precisa aprender! :-D

A razão da catação de milho é o desconhecimento sobre a posição das teclas e para contornar isso, segue uma dica infalível:

As teclas "f" e "j", onde você deve estacionar seus dedos indicadores, possuem ranhuras.

Tateando o teclado você consegue identificar onde colocar os dedos indicadores e, a partir da imagem da dica 1, você consegue posicionar os outros dedos também (existem até alguns adesivos que aumentam a ranhura para facilitar encontrar essas teclas, que são chamadas de home keys). Com isso, você consegue digitar todas as teclas da fileira principal sem olhar, bastando decorar a ordem das teclas e seus respectivos dedos.

Para as demais fileiras, basta deslocar os dedos para cima e para baixo: dessa forma, o dedo mindinho esquerdo digitará as teclas "a" na fileira principal, "q" na fileira acima e "z" na fileira abaixo.

Destaque para as ranhuras nas teclas 'f' e 'j' do meu Das Keyboard
Ranhuras do meu DasKeyboard Model S Ultimate

Como você pode perceber na foto acima, meu teclado não possui letras impressas -- não tê-las também ajuda bastante a não olhar para o teclado! ;-)

Os teclados físicos de celular (alguém lembra deles?) seguem a mesma lógica com relação a ranhuras (que também são bem úteis para cegos).

Destaque para a ranhura na tecla '5' do teclado do celular Nokia 3120
Ranhura na tecla "5" de um Nokia 3120

A tecla 5 também funciona como home key nos numpads, os teclados numéricos:

Destaque para a ranhura na tecla '5' de um teclado numérico
Ranhura na tecla "5" de um teclado numérico

No teclado numérico o dedo médio fica na tecla "5", o indicador na "4" e o anelar na "6". O "0" é digitado com o polegar, os sinais à direita com o mínimo e as demais teclas são digitadas deslocando-se os três dedos principais (indicador, médio e anelar).

Dica #3: Use um Bom Teclado

Saber digitar bem usando um teclado ruim não é algo prazeroso. Porém, definir se uma característica é boa ou ruim depende de cada um, é algo pessoal. Seguem as minhas preferências:

Características Desejáveis

  • Teclas bem separadas
  • Teclas ligeiramente côncavas
  • Teclas não tão pequenas (depende do tamanho de seu dedo)
  • Resposta boa (é o feedback que o teclado te dá ao apertar uma tecla -- o meu DasKeyboard, por exemplo, faz um "click")

Teclas separadas, côncavas e com tamanho adequado (para o meu gosto) do teclado do meu notebook Lenovo Z460
Teclado do notebook Lenovo Z460: exemplo de características desejáveis

Características Indesejáveis

  • "Fn" à esquerda de "Ctrl" e com variações de tamanho entre as teclas modificadoras ("Ctrl", "Win/Super", "Alt")
  • Setas, "Page Up" e "Page Down" em tamanho minúsculo
  • "Esc" e "Fn"s minúsculos
  • "Fn"s invertidos com funções multimídia
  • "Insert", "Delete", "Home" e "End" minúsculos e fora do posicionamento original ("Home" acima de "End", "Insert" acima de "Delete" e "Home" à direita de "Insert"); "Page Up" e "Page Down" também não estão nesse "grupo"

Características indesejáveis em um teclado
Características indesejáveis em um teclado

O teclado em questão é, ironicamente, também de um notebook Lenovo: dessa vez é de um Thinkpad.

Dica #4: Escolha um Bom Layout

Quem não usou PCs na década de 90 talvez não saiba que usamos layouts diferentes do (agora) onipresente ABNT2. O ABNT2 é só um dos diversos outros layouts possíveis e a boa notícia é que, independente do hardware do seu teclado, você pode trocar o layout através de uma configuração de software.

Obviamente, teclados já vem de fábrica com etiquetas nas teclas seguindo algum layout, mas você pode configurar seu sistema para identificar as teclas de forma diferente (isso só é ruim para quem cata milho ;-).

Layout Dvorak

Teclado antigo que troquei as teclas para o layout Dvorak
Teclado antigo que troquei as teclas para o layout Dvorak

Há alguns anos usei o layout Dvorak por algumas semanas e gostei bastante (um dia pretendo voltar a usá-lo), daí resolvi trocar as teclas de posição (só pra assustar quem tentava digitar nele ;-). Repare que nesse layout:

  • Das letras, as únicas que não foram trocadas (vindo de um layout ABNT2) são "a" e "m"
  • Todas as vogais são acessadas diretamente através da mão esquerda, sem precisar mudar de fileira (todas na fileira principal)
  • As home keys são as letras "u" e "h" (e não "f" e "j") e, por isso, fiz ranhuras nelas com um ferro de solda

Repare também que raspei o símbolo do Windows das duas teclas "Super". :-D

Usar um teclado com layout Dvorak foi uma experiência incrível: digitar é algo bastante natural para mim, mas quando me deparei com o Dvorak eu sabia apenas as posições das teclas "a" e "m" -- me senti inútil. Tive que reaprender a datilografar (achei mais difícil que aprender uma língua nova).

Eu cheguei a digitar em uma velocidade aceitável nele em 2010, mas na época ficava com Dvorak no desktop e ABNT2 no notebook, que me causou bastante confusão mental e me fez voltar 100% para o ABNT2 porque precisei de um pouco mais de produtividade naquele momento.

Mesmo não usando mais o Dvorak, recomendo fortemente testá-lo: ele foi criado na década de 20 por August Dvorak e é bem mais ergonômico e eficiente que um teclado ABNT2/QWERTY.

Layouts Personalizados

Além dos layouts pré-definidos, você pode fazer alterações em seu próprio layout também -- por exemplo, conheço desenvolvedores de software que:

  • Invertem o "caps lock" com o "ctrl" (preferem não usar "caps lock")
  • Invertem a ação do "shift" nas teclas numéricas ("!" é feito naturalmente e "1" é feito segurando "shift")

A configuração de layout e personalização varia de sistema para sistema. Para quem usa GNU/Linux, dê uma olhada no manual do arquivo de configuração .XCompose.

Dica #5: Treine, Treine, Treine!

De nada adianta saber toda essa teoria se você não pratica. Corrigir-se para usar os dedos corretos e fazer pequenos exercícios ajuda bastante no processo.

Uma forma bastante divertida e eficiente de treinar é usar o site TypeRacer, onde você consegue medir sua velocidade de digitação e ainda pode convidar amigos para "correr" contigo; dá pra ver sua evolução também através de um gráfico com o histórico de suas velocidades. Minha média no TypeRacer é de 82 palavras por minuto (WPM).

Se você fez um teste lá e acha 82 WPM um número alto, veja só esse vídeo:


Final do Campeonato DasKeyboard

Conclusão

Em resumo:

  • Saber usar o teclado (não olhar, usar os dez dedos)
  • Usar um bom teclado
  • Praticar

Boa digitação! o/

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Cliente não oficial para o Google Drive: Instale o Grive Tools no Ubuntu

31 de Outubro de 2014, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Se você procura um bom cliente não oficial para o Google Drive, experimente instalar o Grive Tools no Ubuntu.
Grive-Tools-Logo
Com a ausência do Syncdrive, faltava um grande cliente não oficial para o Google Drive. O cliente de linha de comando Grive já estava disponível, mas ainda lhe faltava uma ferramenta de configuração gráfica fácil de usar. Até que o pessoal do thefanclub criar o Grive Tools.

Para que ainda não conhece, Grive é um cliente do Google Drive que substitui plenamente a falta de um aplicativo Google Drive oficial para Linux. O programa pode ser considerada ainda um beta, pois ele simplesmente faz o download de todos os arquivos em seu Google Drive para o diretório. Depois de fazer algumas alterações nos arquivos locais, ele irá sincronizar as alterações de volta para o seu Google Drive. Novos arquivos criados localmente ou no Google Drive serão sincronizados. Os arquivos excluídos também serão “removidos”. Vale observar que, o Grive não irá destruir qualquer um dos seus arquivos: ele só irá mover os arquivos para um diretório chamado .trash ou colocá-los no lixo do Google Drive, ou seja, você sempre poderá recuperá-los.

Já o Grive Tools é basicamente um front-end do Grive com alguns recursos avançados. O programa possui um indicador de painel que funciona nos ambientes Unity, Mate, Gnome Classic e LXDE, mas não acontece o mesmo no Gnome Shell, Cinnamon e Xfce.
Google-Drive-2

Conheça melhor o Grive Tools

Para saber mais sobre o Grive Tools , clique nesse link.

Como instalar o cliente não oficial para o Google Drive Grive Tools no Ubuntu e seus derivados

Para instalar o cliente não oficial para o Google Drive Grive Tools no Ubuntu e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:thefanclub/grive-tools

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

ssudo apt-get install grive grive-tools

Pronto! Agora, quando quiser iniciar o programa, digitando grive no Dash (ou em terminal, seguido da tecla TAB)

Via NoobsLab

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Lubuntu: disponível imagem ISO da distro com o ambiente LXQt

31 de Outubro de 2014, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Os desenvolvedores do Lubuntu 14.10 disponibilizaram uma nova versão da distro, só que com o ambiente LXQt pré-instalado. Conheça mais um pouco sobre ela e veja onde baixar a imagem ISO.
LXQt
O desenvolvimento de LXQt está atraindo o interesse de muitos usuários e desenvolvedores, incluindo também os desenvolvedores do Lubuntu mas, por enquanto, eles decidiram permanecer fieis ao LXDE. Por conta disso, há alguns dias também já está disponível uma nova imagem ISO da distribuição, só que com o ambiente LXQt pré-instalado.

A imagem foi anunciada pelo desenvolvedor Julien Lavergne em uma lista de discussão, indicando que a nova ISO do Lubuntu 14.10 com LXQt foi criada principalmente para testar o novo ambiente de trabalho.

Nunca é demais lembrar que o ambiente de trabalho LXQt ainda está em fase de desenvolvimento, o que significa que ele possui vários bugs ainda a serem resolvidas, bem como melhorias para serem incluídas. De qualquer forma, experimente por sua própria conta e risco.

Se não quiser baixar a imagem ISO, você pode instalar e testar o LXQt no Lubuntu com o repositório PPA Lubuntu-dev.

Conheça melhor a distribuição Lubuntu

Para saber mais sobre essa distribuição, clique nesse link.

Baixe e experimente o Lubuntu com LXQt

A imagem ISO do Lubuntu com LXQt já pode ser baixada acessando o link abaixo:
Lubuntu com LXQt

Como gravar a imagem ISO no Linux

Quem precisar gravar a imagem ISO após o download, pode usar esse tutorial:
Como gravar uma imagem ISO no Ubuntu

Via lffl linux freedom

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Alpha 16 do Kingsoft WPS Office já está disponível para download

30 de Outubro de 2014, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

A Kingsoft anunciou o lançamento do Alpha 16 de sua suíte de escritório WPS Office. Se você quiser atualizar ou experimentar essa versão, veja aqui como fazer isso.
wps office
E continua o desenvolvimento do Kingsoft WPS Office, uma suíte de escritório multiplataforma com características muito interessantes. A idéia do projeto WPS Office é fornecer aos usuários uma alternativa gratuita ao Microsoft Office, incluindo um excelente suporte para formatos proprietários e uma interface gráfica moderna e intuitiva.

O WPS Office ou Kingsoft Office é uma suíte de escritório proprietário que está tendo um sucesso notável, especialmente entre os usuários orientais. E Graças à colaboração entre o Kingsoft Office International Community e a Canonical, a suíte de escritório tornou-se parte dos repositórios oficiais da distro Ubuntu Kylin, uma especificação oficial derivada do Ubuntu, voltada para os usuários chineses.

Além de várias correções de bugs, o Alpha 16 do Kingsoft WPS Office inclui uma nova ferramenta para comparação de documentos do Writer. Spreadsheets, o aplicativo de planilhas, agora inclui um novo modo de segurança, chamado Modo de proteção dos olhos (também disponível para documentos). Nessa versão, foram corrigidos alguns problemas relacionados a abertura de documentos protegidos por senha, também foram feitas melhorias na integração de imagens durante o processamento de HTML e no suporte para KDE, corrigindo alguns problemas relacionados ao gerenciador de janelas KWin.

Conheça melhor o WPS Office

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.

Para obter mais informações sobre o Alpha 16 do Kingsoft WPS Office Alpha 16, acesse esse link.

Instalando o Alpha 16 do WPS Office para Linux no Ubuntu e derivados

Para instalar o Alpha 16 do WPS Office para Linux no Ubuntu e derivados, faça o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (No Unity, use o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Instale algumas dependências básicas do programa;

sudo apt-get install gtk2-engines-murrine:i386 gtk2-engines-pixbuf:i386

Passo 3. Baixe o pacote principal do aplicativo com esse comando:


wget http://kdl.cc.ksosoft.com/wps-community/download/a16/wps-office_9.1.0.4885~a16_i386.deb

Passo 4. Baixe o pacote de fontes das suíte:

wget http://kdl.cc.ksosoft.com/wps-community/download/a15/wps-office-fonts_1.0_all.deb

Passo 5. Baixe o pacote de tradução do programa:

wget http://kdl.cc.ksosoft.com/wps-community/download/a15/wps-office-mui-de_9.1.0.4751~a15_all.deb

Passo 6. Agora instale os pacotes baixados com o comando:

sudo dpkg -i wps-office_*.deb

Passo 7. Caso seja necessário, instale as dependências do programa com o comando:

sudo apt-get install -f

Depois de instalado, execute o programa digitando no Dash:n

Instalando o Alpha 16 do WPS Office em outras distribuições Linux

Para instalar o Alpha 16 do WPS Office em outras distribuições Linux como Debian, Fedora, openSUSE e etc, basta baixar o deb ou rpm, dar um duplo clique sobre ele e confirme a instalação.

O Alpha 16 do WPS Office para Linux também está disponível para Arch Linux via AUR.

Via lffl linux freedom

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Lançado Ubuntu Developer Tools Center com suporte a Eclipse e Android ADT

30 de Outubro de 2014, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Ubuntu Developer Tools Center (UDTC) 0.1 foi lançado na quarta-feira (29) e inclui suporte para o Eclipse como IDE autônomo, Android ADT (através Eclipse) e muito mais. Se quiser experimentá-lo, veja aqui como instalar o programa e as IDE´s que ele suporta.
ubuntu developer tools center
Há alguns meses atrás, a Canonical lançou o Ubuntu Developer Tools Center (UDTC), um projeto para “permitir a instalação fácil e rápida das necessidades comuns de desenvolvedores no Ubuntu”. Com ele, você pode facilmente instalar o Android Studio e o Android SDK no Ubuntu e, com a versão mais recente, o Eclipse e o Android ADT (para Eclipse).

No anúncio de lançamento, Didier Roche, engenheiro de software da Canonical, mencionou que, por enquanto, a Canonical está focando nos desenvolvedores do Android e em seguida serão outros, como os desenvolvedores Go, web, Dart e muito mais.

Conheça melhor o Ubuntu Developer Tools Center

Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.
Para conhecer as novidaes dessa versão, acesse esse link.

Como instalar o Ubuntu Developer Tools Center no Ubuntu 14.10 e 14.04 e seus derivados

Para instalar o Ubuntu Developer Tools Center no Ubuntu 14.10 e 14.04 e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:

sudo add-apt-repository ppa:didrocks/ubuntu-developer-tools-center

Passo 3. Atualize o APT com o comando:

sudo apt-get update

Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;

sudo apt-get install ubuntu-developer-tools-center

Passo 5. Depois de instalado, se quiser instalar o Android Studio e o Android SDK usando o comando abaixo. Em seguida, escolha o caminho de instalação (ou use o caminho padrão), aceite a licença (“a”) e o UDTC fará o resto, a instalação de Android Studio e Android SDK. UDTC vai mesmo adicionar Android Studio no lançador do Unity;

udtc android

Passo 6. Para instalar o Eclipse, basta usar o comando abaixo. Assim como com Android Studio, após instalar o Eclipse, o UDTC irá adicionar o Eclipse no lançador do Unity;

udtc ide eclipse

Passo 7. Para suporte Android ADT (através Eclipse), use o seguinte comando:

udtc android eclipse-adt

Passo 8. Se você quiser remover uma das opções que foi instalada, basta acrescentar “–remove” para os comandos acima. Por exemplo, para remover Eclipse, use o seguinte comando:

udtc ide eclipse --remove

Pronto! Agora, quando quiser você pode iniciar sua IDE e começar a usar.

Via WebUpd8

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Lançado o RC2 do Bodhi Linux 3.0 com o ambiente Enlightenment E17

30 de Outubro de 2014, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Foi lançado o Release Candidate 2 do Bodhi Linux 3.0, surpreendentemente, com o ambiente Enlightenment E17.
Bodhi Linux 3.0
Bodhi Linux é um derivado não oficial do Ubuntu que vem com o ambiente desktop Enlightenment como padrão, com algumas otimizações e aplicativos dedicados. Bodhi Linux 3.0 RC2 é baseado no Ubuntu 14.04 LTS 14.04, porém com o ambiente Enlightenment E17 por padrão, que é otimizado especialmente para uso em computadores pessoais defasados. A ideia do Bodhi Linux 3.0 é trazer maior estabilidade e um ambiente desktop completo, mas ao mesmo tempo muito leve.

Depois do grande sucesso da versão 2.4.0, o desenvolvimento da versão 3.0 do Bodhi Linux teve muitos problemas, principalmente por causa da mudança para o Enlightenment E19 e do abandono do projeto pelo fundador Jeff Hoogland, junto com outros desenvolvedores. Entretanto, alguns desenvolvedores optaram por continuar o desenvolvimento e manutenção do Bodhi e lançaram o Release Candidate 2 da futura versão 3.0.

Se você pretende experimentar essa versão da distro, lembre-se de que ela ainda inclui vários bugs, que provavelmente serão resolvidos no lançamento da versão estável.

Conheça melhor a distribuição Bodhi Linux

Para saber mais sobre a distribuição Bodhi Linux, clique nesse link.
Para saber mais detalhes sobre esse lançamento, basta consultar o anúncio oficial.

Baixe e experimente o Bodhi Linux

A imagem ISO do Bodhi Linux 3.0 RC2 já pode ser baixada acessando o link abaixo:
Bodhi Linux 3.0 RC2

Como gravar a imagem ISO no Linux

Quem precisar gravar a imagem ISO após o download, pode usar esses tutorial que já foram publicados no blog:

Como gravar uma imagem ISO no Ubuntu
A seguir, veja um vídeo da distro sendo usada.

Via lffl linux freedom

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