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TOP 500: Quase 90% dos supercomputadores do mundo usam GNU/Linux

November 21, 2009, by Vicente Aguiar - No comments yet

De acordo com os dados da lista TOP500, que mostra os 500 computadores mais poderosos que operam no mercado, 89,20% utilizam GNU/Linux, 5% Unix, 4,6% misto, 1% Windows e 0,2% BSD.

Grafico_pizza_top500


Estes dados reforçam ainda mais a credibilidade dos sistemas operacionais GNU/Linux em termos de segurança e performance.



Por que usar GNU/Linux ajuda a preservar o meio ambiente?

November 21, 2009, by Vicente Aguiar - No comments yet

LesswattsNo dia 04 de outubro,  a Revista Muito, ligada ao Jornal Atarde aqui de Salvador,  fez uma matéria sobre o "Consumo Verde", quano foi destacada a relação entre software livre e a preservação do meio ambiente. Como eu participei dessa matéria, assinada pela jornalista Katherine Funke, achei que seria importante mostrar, com um pouco mais de detalhes, como isso acontece na prática.

Sendo assim, segue abaixo algumas pesquisas e projetos que demonstram como  usar GNU/Linux ajuda a preservar o meio ambiente:

Diminuição do consumo de energia

Um estudo da IBM em 2009 demonstrou que uma série de medidas adotas pelo sistema operacional GNU/Linux diminuem o consumo de energia de um computador/Servidor. Essas e outras medidas também fazem parte de um projeto internacional, apoiado pela Intel Corporation,   denomindo LessWatts.org .

Dentre os vários projetos existentes nessa iniciativa, gostaria de destacar o  "PowerTop". Esse utilitário  fornece uma análise detalhada da performance de consumo de energia de um computador  - e ainda dá dicas como melhorá-la. Isto porque, o PowerTOP é uma ferramenta do GNU/Linux  que verifica os componentes de software que tornam o consumo de energia do sistema maior do que deveria estando no estado ocioso. A partir kernel versão 2.6.21 , o kernel não tem mais uma  marcação de timer fixada em 1000Hz. Isto pode dá uma enorme economia de energia, porque a CPU fica em modo de baixa energia por longos períodos de tempo durante o sistema ocioso. Para mais informações (em português), acesse aqui.

Além disso, para quem é usuário do Desktop GNOME, é possível usar o "GNOME Power Manager" que permite qualquer usuário configurar as opções de consumo de energia do seu computador.  Normalmente, ele é encontrado no Painel GNOME, como  também em "Preferências" no Menu GNOME, mais especificamente em "Gerenciamento de Energia". 










Aproveitamento de Hardware

Uma das características mais interessantes do GNU/Linux é a sua alta performance em termos de aproveitamento de hardware.  Isso também foi comprovado pela pesquisa da IBM. Segundo ela, o sistema operacional  GNU/LINUX apresenta melhor performance ambiental ao necessitarem de requisitos mínimos de hardwares para funcionar, segundo mostra a tabela abaixo:

Tebelapesquisaharwarelinux

 

Um outro projeto que representa bem essa capacidade é o Linux Terminal Server Project (LTSP). O LTSP é usado como solução para performance de computadores antigos e para implementação de uma rede de baixo custo. Motivo esse que leva esse projeto a ser usado em escolas, telecentros e projetos de metareciclagem por todo mundo.

Com essa solução é possível ter um servidor principal (geralmente um micro de melhor performance, no qual está instalado o LTSP) e vários clientes conectados via rede a este servidor. Assim, com um servidor não muito potente (ex: 3 Ghz e 2 GB RAM) podemos ter, por exemplo, trinta PCs 486s "pendurados"no servidor, rodando softwares de última geração.   Saiba mais (em português)...

LTSP

Muitos usuários de computador não imaginam o que um simples PC é capaz de fazer e o não conhecimento  de soluções  como a "Multihead" no GNU/Linux é um exemplo claro disso. Afinal, como o próprio nome já informa ("MultiHead" vêm do inglês "cabeças múltiplas"),  a idéia do multi-head é  otimização e melhor aproveitamento dos recursos que temos em termos de harware de um computador pessoal.

Em outras palavras, isso significa, por exemplo, usar quatro moniotres, quatro teclados e quatro mouses ligados num mesmo gabinete (vulgo "CPU") para quatro usuários, ao mesmo tempo. Parece milagre? Saiba mais  e veja que não...


Agora, por meio de todos esses projetos (e por outros projetos ligados ao GNU/Linux que ainda possam existir!), fica mais fácil entender porque usar GNU/Linux ajuda a preservar o meio ambiente. :-)



Encontro Ágil da USP debate experiência do Projeto Noosfero.

November 14, 2009, by COLIVRE - No comments yet

O Encontro Ágil já está entre os maiores eventos de métodos ágeis para desenvolvimento de software do Brasil. Esse ano de 2009 foram dois dias de encontro (10 e 11 de outubro), com a participação de centenas de profissionais e tecnólogos. Dentro da Universidade de São Paulo (USP), o evento reuniu alguns dos principais nomes brasileiros do desenvolvimento ágil de software, com convidados internacionais de destaque mundial.

Dentro das palestras de especialistas em Programação eXtrema, Scrum, Crystal e nas metodologias mais produtivas do mercado, a COLIVRE apresentou a experiência do Noosfero com Antônio Terceiro - gerente de integração e lançamento desse projeto. Nessa palestra, Antonio Terceiro apresentou a aplicação de métodos ágeis na COLIVRE, em especial no Noosfero, além das características do nosso trabalho que nos distanciam das "condições tradicionais" para aplicação de métodos ágeis, como, por exemplo:

  • O Noosfero é um software livre, então além da nossa equipe interna temos uma equipe virtual potencialmente maior e distribuída;
  • Temos vários clientes para um mesmo produto, e portanto várias fontes diferentes de requisitos e demandas;
  • Além do ciclo de desenvolvimento regular para o lançamento de novas funcionalidades, nós precisamos manter ciclos ainda menores em paralelo para lançamento de releases de manutenção com correção de falhas.

Para saber  mais informações, baixe os slides da palestra.



Software livre facilita inclusão social

September 22, 2009, by COLIVRE - No comments yet

Not-00631Liberdade, segurança da informação e inclusão social. Esses são os efeitos da utilização do software livre pelo Poder Público, empresas e sociedade em geral. O tema foi discutido em sessão especial promovida pela vereadora Marta Rodrigues, na manhã de ontem (15), no plenário da Câmara Municipal de Salvador - Bahia. No evento, o desenvolvimento social e econômico dos municípios, por meio da implantação do software livre, foi defendido de forma unânime pelos participantes da sessão.

A sessão intitulada “O uso do software livre na Administração Pública Municipal” reuniu especialistas da área, como o coordenador de responsabilidade social e cidadania do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Dílson José dos Santos. “Não se trata de uma questão meramente econômica, mas sim de liberdade. O governo federal o adota como instrumento de desamarras tecnológicas”, explicou Dílson.

Não depender do conhecimento da empresa proprietária do software para possíveis aperfeiçoamentos ou manutenção dos sistemas é a principal qualidade do software livre. “Quando a prefeitura contrata uma empresa para produzir e fornecer software, ela apenas adquire o direito de usar aquele sistema. No modelo proprietário, as ferramentas estão com a empresa, e não com a prefeitura”, esclareceu Vicente Aguiar, representante da COLIVRE, cooperativa que presta serviços exclusivamente com softwares livres.

Segundo esse entendimento, distanciar-se do software proprietário (aquele produzido, comercializado e mantido por um único dono) significa estimular o mercado de trabalho local, a partir da mão-de-obra de diferentes empresas e profissionais especializados. “A liberdade de aperfeiçoar ou alterar sistemas faz com que o recurso seja destinado a prestadores de serviço local, e não a uma única empresa”, ressaltou Vicente.

Além de capacitar mão-de-obra, a implantação desse tipo de software permite a redução de custos pelos poderes públicos. “No ano passado, segundo Lula, o governo deixou de gastar R$ 370 milhões com software proprietário e investiu esses recursos em conhecimento”, destacou Marta Rodrigues.

Hoje, tanto o estado baiano quanto o município de Salvador utilizam softwares livres. O diretor de relacionamento da Companhia de Governança Eletrônica do Salvador (Cogel), Maurício Ramos, citou a formulação do Portal do Município, feito em grande parte em software livre. “Temos um histórico rico de utilização de softwares livres”, afirmou Maurício ao lembrar outros programas já em uso e projetos para novos sistemas. Já na esfera estadual, o diretor presidente da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb), Elias Sampaio, destacou o sistema de licenciamento integrado de veículos, produzido internamente.

Fonte: Câmara Municpal de Salvador.



Empresas, ONGs e Governos aderem ao Protocolo Brasília e ao padrão ODF

September 22, 2009, by COLIVRE - No comments yet

Odflogo2A COLIVRE, juntamente com outras empresas públicas, cooperativas, ONGs e prefeituras assinaram o Protocolo Brasília durante o II Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi 2009), realizado na Escola de Administração Fazendária (ESAF) em Brasília, nos dias 26 a 28 de agosto de 2009. Com essa assinatura, a Colivre adere formalmente à uma grande rede de usuários, fornecedores, geradores de conhecimento e de demanda em torno do padrão Open Document Format (ODF), - aprovado como norma nacional pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

De acordo com a vice-presidente de tecnologia da informação da Caixa Econômica Federal, Clarice Copetti, mais do que um acordo que envolve empresas, ONGs, e Governos, o Protocolo Brasília é uma consolidação da vontade da sociedade brasileira em direcionar sua estratégia para a adoção de padrões abertos de documentos de escritório, planilhas de texto e apresentações. Afinal, o padrão ODF garante que tais documentos eletrônicos possam ser armazenados, acessados e utilizados em qualquer tempo, com qualquer ferramenta, independente de versão de aplicação ou mesmo de fornecedor.

Como aderir ao Protocolo Brasília

Para que sua organização possa aderir ao Protocolo Brasília, basta que o responsável pela organização (prefeito, presidente, diretor geral, etc.) ou responsável pela área de Tecnologia da Informação, assine o “Termo de Adesão ao Protocolo Brasília” através do contato cisl at serpro.gov.br.

Esse convite está aberto a empresas públicas e privadas e órgãos da administração pública federal, estadual e municipal. Vamos juntos zelar pela longevidade e liberdade no acesso à memória eletrônica de nosso país.