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A 13th International Public Communication of Science and Technology (13ª Conferência Internacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia) convida participantes e internautas para uma cobertura colaborativa do evento, que ocorre de 5 e 8 de maio em Salvador.

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Blog do PCST-Brasil

7 de Dezembro de 2009, 0:00 , por Vicente Aguiar - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Licenciado sob CC (by)

Science as a tool for children empowerment - they are social change actors but we don’t know it

7 de Maio de 2014, 7:33, por Meghie Rodrigues

Engagement with children and the empowerment of diverse publics was also a strong issue discussed this Monday afternoon at the #PCST2014. In session 1 of “Science Communication empowering scientists and the public”, Paola Rodari, from SISSA Medialab in Trieste, Italy, talked about the project’s activity and its main findings.


In the project, kids are contacted in Children Centers and the ones who get interested make the bridge between the project and their parents - so they become aware of what it is about.


The activities include letting them act as journalists: they’re guided by their own curiosity to cover science topics and talk about what they feel is important. Educators are more like moderators of this big conversation around scientific curiosity. “The project is more successful than we expected. By being at the backstage of media production, they also became more critical about the TV they see and the information they consume”, Paola says.


Paola also said that scientific curiosity gave birth to other kinds of questioning, such as gender issues in science. “Kids see themselves as change agents. And they are. They have a lot of capacity and we should empower them more”, she concludes.



Estratégias de divulgação da ciência em países africanos

6 de Maio de 2014, 22:07, por Graziele Scalfi

Por Graziele Scalfi

Durante a sessão “Engajamento público na ciência: questões e desafios em países africanos que falam português”, mediada por Luiz Eduardo Fonseca da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foram discutidas as estratégias de divulgação da ciência nos países africanos: Cabo Verde, Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe e, também, ações de colaboração que vem sendo estabelecidas com a América do Sul, em especial com o Brasil. O debate contou ainda com Adalberto Furtado Mendonça Varela do Ministério de Ensino Superior, Ciência e Inovação de Cabo Verde, João Emídio Jacinto Cossa do Ministério de Ciência e Tecnologia de Moçambique e Maximino Costa correspondente estrangeiro, de São Tomé e Príncipe.

 

 

Adalberto Varela, do Ministério do Ensino Superior, Ciência e Inovação de Cabo Verde, deu exemplos de iniciativas desenvolvidas em Cabo Verde como: o programa de TV Com Ciência [http://www.rtc.cv/tcv/index.php?id_cod=68&paginas=4], o museu Casa da Ciência e atividades como a 1ª Feira de Ciências.

 

Na mesma linha, João Cossa, do Ministério da Ciência e Tecnologia de Moçambique, apresentou uma reflexão sobre o engajamento público na ciência no país e mostrou exemplos de políticas e estratégias de divulgação científica, como: as demonstrações científicas que são oferecidas para escolas e comunidades locais, as mostras e jornadas de ciência e tecnologia, as olimpíadas de informática, entre outras, que visam promover o interesse de jovens pelas atividades científicas. Para João Cossa, um dos desafios é fazer a divulgação científica nos dialetos locais. “Apenas 5% da população de Moçambique falam português, os outros 95% são de diferentes dialetos, explica. Para contornar esse desafio, as escolas de Moçambique implantaram o ensino bilíngue.

Sobre as colaborações e cooperações internacionais, os palestrantes foram unânimes, dizendo que muitos esforços ainda devem ser feitos nessa direção. Entretanto, é esperado que estas parcerias promovam a capacitação e o avanço no desenvolvimento científico dos países envolvidos.



Diálogo entre proveedores y usuarios de la ciencia

6 de Maio de 2014, 20:49, por Marcela Salazar Granada

Por Marcela Salazar Granada

Durante la plenaria “Communicating risks and uncertainties of global environmental change and extreme events”, moderada por la investigadora Gabriela Marques di Giulio, profesora de la Universidad de Sao Paulo, se debatió sobre la importancia de involucrar al público en la toma de decisiones, mediante un diálogo participativo, además de la responsabilidad del periodismo científico en conseguir que la ciudadanía se comprometa y vea la ciencia y el conocimiento sobre ciencia como una alternativa para la toma de decisiones. La sesión contó con la participación de Philip Macnaghten, Universidad de Durham y Universidad Estatal de Campinas, y Javier Cruz, director General de Divulgación de la Ciencia, de la Universidad Autónoma de México.


 De izquierda a derecha: Philip Macnaghten, Universidad de Durham y Universidad Estatal de Campinas, Brasil; Gabriela Marques di Giulio, Universidad de Sao Paulo, Brasil y Javier Cruz, director General de Divulgación de la Ciencia, de la Universidad Autónoma de México

Según Javier, “No estamos acostumbrados a pensar lógicamente, entonces es muy difícil comprometer a la sociedad a participar del diálogo”. El reto del periodismo científico esta en conectar la ciencia con la sociedad y conseguir que esta pueda tomar decisiones, somos los responsables de llevar la información a un escenario público.

Durante la plenaria, los investigadores concordaron con que es importante hacer de la información científica un elemento que de la posibilidad al público lego de comprenderla y adoptarla para su día a día. Además, sostienen que la comunicación de riesgo es un elemento decisivo para integrar al público en el debate sobre cambios ambientales, que es un tema que está cobrando fuerza en la agenda política mundial.

 

 



Autoridade científica em debate

6 de Maio de 2014, 17:59, por Giselle Soares

As mudanças que ocorreram ao longo dos últimos 50 anos no contexto cultural da ciência em diferentes países foram debatidas no painel “Mapeamento da autoridade cultural da ciência”, na tarde de terça-feira. Proposto por Martin William Bauer, da London School of Economics, na Inglaterra, o debate contou com a participação de Peter Weingart, da Universidade de Bielefeld, na Alemanha, Carlos Vogt, da Universidade Estadual de Campinas e Rajesh Shukla – do Instituto do Desenvolvimento Humano, na Índia. O painel abordou noções-chave sobre cultura científica e revisou o conceito indiano de temperamento científico (scientific temper).

 

Carlos Vogt, do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo falou sobre sua proposta de espiral da cultura científica, representada em duas dimensões que evoluem sobre dois eixos, um horizontal, o do tempo, e um vertical, o do espaço.

Rajesh Shukla explicou a noção de temperamento científico, proposto por Jawaharlal Nehru no livro “A descoberta da Índia” em 1946 e Peter Weingart falou sobre a autoridade científica, mencionando pesquisas de opinião realizadas nos Estados Unidos que demonstram que cientistas e médicos aparecem em primeiro lugar nos índices de confiança do público e jornalistas e politico em último.

Martin Bauer finalizou o painel discutindo a complicada relação entre ciência e o senso comum. Segundo ele, existem três tipos de relação: a que prega que a ciência é superior, a relação entre ciência e teoria, e a última delas, que acredita que tanto a ciência quanto o senso comum estão errados. “Precisamos tomar cuidado com as atitudes que adotamos”, concluiu o pesquisador.

Por Giselle Soares



Check some strategies to science magazines in social networks

6 de Maio de 2014, 17:39, por Sarah C. Schmidt

Por Sarah Costa Schmidt

The first Show, Tell and Talk of the PSCT 2014 brought some possibilites about the relationship between science, young people, communication and magazines. The first of them was the case of Science Today and the increasing interaction using social networks like Facebook, Twitter and Tumblr. 

Marcelo Pereira Garcia, from Science Today Institute, presented the strategies that the magazine has adopted to get 300.000 likes on Facebook and improve their shared content. Check them:

- Make publications on Saturdays and Sundays. According to Marcelo, the audience in week days and weekends are very similar. Another ideia is to use the weekends to republic week's highlights and posts thet he believes deserves a "second chance".

-To post at least 4 times a day. For Marcelo, is important to observate the constant Facebook's changes in post-delivery polices. 

About his research, he presented the following conclusions: 

- More constant presence in social networks is important

- a little bit of sense of humor is wellcome, when it is possible

- Growth based in quality and relevance of content, not only memes and funny stuff

- There is no golden rules to be followed - every publication/institution has to find its own dynamic in social networks.

 

 



A divulgação científica em prol da inclusão social

6 de Maio de 2014, 17:29, por Carina Pascotto Garroti

Por Carina Garroti

O painel "Atividades de Comunicação da ciência para a inclusão social na América Latina" tratou das dificuldades e iniciativas da divulgação científica para a inclusão social. Um dos principais objetivos do painel foi a troca de experiências entre palestrantes e público, analisando dificuldades, sucessos e fracassos.

Primeiramente, Noboru Takeuchi, do Centro de Nanociências e Nanotecnologia da Universidade Nacional Autônoma do México, descreveu seu trabalho como autor de livros infantis e relatou a experiência de publicar obras que divulgassem a nanotecnologia para comunidades indígenas no México. Já Maria Helena Steffani, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, relatou as atividades de divulgação científica que o Planetário da universidade, em Porto Alegre, realiza para dar acesso às informações científicas para moradores de rua. Por último, Douglas Falcão Silva, atual coordenador da Semana Nacional de C&T brasileira comentou a experiência que possuiu no Museu de Astronomia e Ciências Afins no Rio de Janeiro, RJ e a diferença entre divulgar ciência para classe média e para pessoas que são marginalizadas pela sociedade. O pesquisador Germano Bruno Afonso do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia não pode comparecer. A mesa foi mediada pelo professor e físico Ildeu de Castro Moreira, que possui vasta experiência na área. 

Pesquisadores (da esquerda para direira, Maria Helena, Ildeu, Noboru e Douglas)  respondem perguntas do público quanto às iniciativas de divulgação científica 

Os pesquisadores concordam que a falta de uma boa educação científica nas escolas primárias e secundárias e a fraqueza geral das atividades de comunicação na ciência estão dentre as principais razões para os altos índices de incompreensão da ciência pelo público leigo. Acreditam que as políticas públicas na área "têm levado a uma redução das desigualdades sociais e econômicas, ainda que em uma escala reduzida, e isso permitiu a ascensão social das partes significativas de suas populações."



Scientific uncertainties do not harm trust on Science, study points

6 de Maio de 2014, 16:54, por Daniela Klebis

Communicating scientific uncertainties does not harm Science trustworthiness. This is what was observed in a research developed by Michaela Maier, from the Institute for Communication Psychology at the University of Koblens-Landau, Germany.  The study was presented on the first day of the 13th edition the PCST.
Maier developed a longitudinal online field experiment, using news on nanotechnology from German media. “New technology scientific evidence is often sparse or contradictory”, pointed the author, justifying the topic choice.  The researcher divided the news in two groups: on the first one, there were only news that made uncertainties clear, whereas on the second group, half of the texts had a positive perspective on the subject and the other half, presented a negative view regarding the findings, creating an uncertain balance.
From questioning how lay people react when they are confronted with scientific uncertainty, Maier has found that, contrary to what would be natural do infer, the people who had presented conflicting information became more interested on science. “We have found that trust on science didn’t vary”, comments. Moreover, it was found that the contradictory media reports fostered scientific interest on the public. But the researcher highlights that these are initial results that still need to be replicated.
The researcher, however, indicated that a broader investigation would intensify this trend. By understanding that there are grey areas in several scientific findings, the lay public would have a clearer understanding on how science really works, increasing trustworthiness on Science. “Scientists and journalists must communicat  uncertainties. Scientific uncertainty should be included in media coverage as it doesn’t have any harmful effect on science trust”, concludes Maier.



Imaginário de crianças brasileiras e italianas sobre o fazer científico é debatido durante PCST

6 de Maio de 2014, 16:17, por Giselle Soares

Com o tema “Crenças, valores e cidadania científica”, a segunda sessão de comunicações orais da 13a Conferência Internacional de Comunicação Pública da Ciência, mediada por Toss Gascoigne, contou com a participação de pesquisadores do Brasil, Holanda, Inglaterra, Canadá e Uruguai. 

O artigo “Ciência e cientistas em histórias narradas por crianças: um experimento de ilustrações e narrativas de grupos focais”, de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi o primeiro. Yurij Castelfranchi, co-autor do trabalho, falou sobre o método utilizado para elaboração do trabalho, que mesclou aspectos do “Draw a Scientist Test”, proposto por William Chambers na década de 1980, a narrativas elaboradas pelas crianças e supervisionadas por um moderador.

 

Castelfranchi explicou que a mídia, principalmente a televisão, exerce forte influência na formação do imaginário de crianças sobre cientistas. Segundo ele, crianças de áreas rurais e periféricas demonstraram maior dificuldade ao descrever as figuras de cientistas, enquanto na Itália a associação entre o fazer científico e o cotidiano era percebida mais facilmente.

O estudo concluiu que, tanto na Itália como no Brasil a figura descrita por crianças sobre a atividades relacionadas à ciência e a cientistas é vista de maneira predominantemente positiva.

Por Giselle Soares



Camille Bretton compartilha sua experiência na Associação Paris-Montagne

6 de Maio de 2014, 15:49, por Graziele Scalfi

Camille Breton da Associação Paris-Montagne [http://www.paris-montagne.org] fala da importância de mobilizar a comunidade científica para desenvolver novos modos de mediação, envolvendo a sensibilização e a interdisciplinaridade na mesa sobre capacitação de crianças mediada por Matteo Merzagora.

A Associação Paris-Montagne direciona suas ações para os jovens por meio de diferentes atividades buscando envolve-los no mundo da pesquisa, promovendo um espaço onde jovens e investigadores podem interagir diretamente. Dessa forma, a associação pretende contribuir para uma melhor compreensão da ciência pelo público em geral e preencher uma lacuna ainda muito grande entre a curiosidade e a educação escolar.



A diversidade dos museus de Ciência na América Latina

6 de Maio de 2014, 15:36, por Carina Pascotto Garroti

As pesquisadoras Claudia Aguirre, Luz Lindegaard, Elaine Reynoso Haynes e a moderadora Martha Cambre sugeriram no painel "Os centros de ciência na América Latina: do global para o glocal", discutir brevemente a dinâmica, história e a proposta de alguns museus de ciências latino-americanos. Segundo os trabalhos das pesquisadoras, o crescimento quanto ao número de museus de ciência interativos na América Latina começou em meados dos anos 80, aé início dos anos 90, já um pouco mais tarde que Europa e América do Norte. Os museus latino-americanos foram portanto, inspirados nos modelos já existentes nesses continentes. No decorrer do processo, os museus latino-americanos desenvolveram suas próprias propostas, modelos e know-how, levando em consideração as origens culturais, necessidades e interesses das comunidades locais, sem perder a visão global.  

Cada uma das participantes palestrou sobre os museus: 

  • Claudia Aguirre - Parque Explora Medellín, Colômbia
  • Luz Lindegaard - Museu Interativo Mirador (MIM), Chile
  • Elaine Reynoso Haynes - Museu Universum e Museu da Luz, ambos da UNAM (Universidade Nacional do Mexico), e Museu de Ciência e Tecnologia Chiapas.

A moderadora Martha Cambre também fez uma análise do Espaço Ciência Laboratório Tecnológico do Uruguai.

 

Claudia Aguirre (segunda pesquisadora, da esquerda para a direita) em sua apresentação sobre o Parque Explora Medellín, Colômbia



Tags deste artigo: divulgação científica comunicação pública da ciência