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A 13th International Public Communication of Science and Technology (13ª Conferência Internacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia) convida participantes e internautas para uma cobertura colaborativa do evento, que ocorre de 5 e 8 de maio em Salvador.

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Blog do PCST-Brasil

7 de Dezembro de 2009, 0:00 , por Vicente Aguiar - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Licenciado sob CC (by)

La apropiación social del conocimiento, una alternativa para el compromiso ciudadano

30 de Abril de 2014, 19:15, por Graziele Scalfi

 

Por Marcela Salazar

Con una arquitectura que desentona de las construcciones a su alrededor, el Parque Explora, localizado en uno de los barrios que ya fue considerado el más peligroso de Medellín, en Colombia, es un ejemplo de como un centro interactivo para la apropiación y divulgación de la ciencia y la tecnología puede involucrar la comunidad local en la participación y formulación de proyectos, generando construcción social del conocimiento a partir de los intereses locales. Según Claudia Aguirre, directora de educación y contenidos de Explora, los proyectos son desarrollados en co-creación con la comunidad local. “Nosotros traemos algunas cosas y la comunidad ofrece otras, volviéndose parte activa en ese proceso”, explica. Aguirre es una de los conferencistas de la 13ª Conferencia Internacional de Comunicación Pública de la Ciencia y la Tecnología (PCST).

 

Figura 1. Parque Explora - Medellín, Colombia

Explora es un proyecto educativo y cultural que desde un inicio tuvo como desafío mostrar a la sociedad una parte de la ciudad que por mucho tiempo fue excluida del circuito local. Una de sus misiones es ofrecer a públicos heterogéneos estímulos favorables a la apropiación del conocimiento científico y tecnológico, a través de escenarios interactivos y exposiciones que promuevan una cultura científica ciudadana. Por eso, una de las líneas de acción del Parque Explora consiste en involucrar a la comunidad en proyectos como “Los vecinos construyen Explora” – una iniciativa de capacitación de la comunidad para que pudieran participar de la construcción de Explora y comenzaran a apropiarse de las actividades y de los contenidos que encontrarían en el parque, y el “Explora móvil”, un camión que viaja por todos los barrios de Medellín llevando actividades experimentales y piezas de teatro con temas de ciencia, además de talleres.   

Aguirre enfatiza en la importancia de hacer la ciencia una parte integral de la vida cotidiana de las personas. “Durante mucho tiempo el conocimiento científico ha sido visto como una cuestión de elite, totalmente distante de la vida cotidiana de las personas. El objetivo de la divulgación científica es justamente encontrar formas de atraer el interés de las personas para el mundo a su alrededor, desarrollar competencias científicas y competencias ciudadanas. Es estimular la capacidad de análisis, de contraste, de experimentación, de observación, o sea, no es nada más, de que ejercer nuestro papel como ciudadanos participantes de una sociedad con una diversidad de conocimientos y modos de hacer”, sintetiza la directora de Explora.

Durante la PCST, Aguirre participará de la plenaria “Social Inclusion, Political Engagement and Science Communication”, el día 6 de mayo a las 9:45 am. Ella hablará sobre los procesos de inclusión social en el Parque Explora y el funcionamiento de un área de gestión social relacionada con la ciencia. “Eso puede parecer muy extraño, porque la cuestión de la distancia entre ciencia y sociedad aún no fue completamente superada. Las personas piensan que el mundo de la ciencia discute sólo  ciencia, entonces tener un área de gestión social que permite abordar otras cuestiones, otros lenguajes más cercanos a la comunidad es una forma de inclusión social. Es de esa forma que el Parque Explora ha venido trabajando”, afirma Aguirre.

Según ella, la participación en la PCST será una oportunidad para evaluar el estado de la comunicación de la ciencia en el mundo. Ella espera establecer asociaciones para investigaciones y proyectos futuros, además de conocer otras iniciativas semejantes y de intercambiar experiencias, descubrimientos y discutir sobre los problemas y obstáculos enfrentados. “Creo que la sensación de que usted no está luchando solo hace que usted tenga más coraje para enfrentar los desafíos que se presentan”, finaliza.   

 



A apropriação social do conhecimento, uma alternativa para o engajamento cidadão

30 de Abril de 2014, 11:47, por Graziele Scalfi

Por Marcela Salazar

Com uma arquitetura que destoa das construções ao seu redor, o Parque Explora, localizado em um dos bairros que já foi considerado o mais perigoso de Medellín, na Colômbia, é um exemplo de como um centro interativo para apropriação e divulgação da ciência e tecnologia pode envolver a comunidade local na participação e formulação de projetos, gerando construção social do conhecimento a partir dos interesses locais. Segundo Claudia Aguirre, diretora de educação e conteúdos do Explora, os projetos são desenvolvidos em co-criação com a comunidade local. “Nós trazemos algumas coisas e a comunidade oferece outras, tornando-se parte ativa nesse processo", explica. Aguirre é uma das palestrantes da 13a Conferência Internacional de Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia (PCST).  

Figura 1. Parque Explora - Medellín, Colombia

Figura 1. Parque Explora - Medellín, Colombia

O Explora é um projeto educativo e cultural que desde o início teve como desafio mostrar para a sociedade uma parte da cidade que por muito tempo foi excluída do circuito local. Uma de suas missões é oferecer a públicos heterogêneos estímulos favoráveis à apropriação do conhecimento científico e tecnológico, através de cenários interativos e exposições que promovam uma cultura científica cidadã. Por isso, uma das linhas de ação do Parque Explora consiste em envolver a comunidade, em projetos como: “Os vizinhos controem Explora” - um projeto de capacitação para a população da comunidade, onde eles puderam participar da construção do Explora, para que começassem a se apropriar das atividades e dos conteúdos que iriam encontrar no parque. Um outro projeto é o “Explora móvel”, um caminhão que viaja por todos os bairros de Medellín levando atividades experimentais, peça de teatro com temas de ciência e oficinas.  

Aguirre enfatiza a importância de tornar a ciência parte integrante do cotidiano das pessoas. “Durante muito tempo o conhecimento científico tem sido visto como uma questão de elite, totalmente distante da vida cotidiana das pessoas. O objetivo da divulgação científica é justamente encontrar maneiras de atrair o interesse das pessoas para o mundo ao seu redor, de desenvolver competências cientificas e competências cidadãs. É estimular a capacidade de análise, de contraste, de experimentação, de observação, ou seja, nada mais é, do que exercer nosso papel como cidadãos participantes de uma sociedade com uma diversidade de conhecimentos e modos de fazer”, sintetiza a diretora do Explora.  

Durante o PCST, ela participará da plenária "Inclusão social, engajamento político e Comunicação da Ciência", no dia 6 de maio. Ela discorrerá sobre os processos de inclusão social no Parque Explora e sobre como funciona uma área de gestão social relacionada à ciência. “Isso pode parecer muito estranho, porque a questão da distância entre ciência e sociedade ainda não foi completamente superada. As pessoas pensam que o mundo da ciência discute apenas ciência, então ter uma área de gestão social que permite abordar outras questões, outras linguagens mais próximas da comunidade é uma forma de inclusão social. É dessa forma que o Parque Explora tem trabalhado", afirma Aguirre.

Segundo ela, a participação no PCST será uma oportunidade para avaliar o estado da comunicação da ciência no mundo. Ela espera estabelecer parcerias para pesquisas e projetos futuros, além de conhecer outras iniciativas semelhantes e de trocar experiências, descobertas e discutir sobre os problemas e obstáculos enfrentados. "Acredito que a sensação de que você não está lutando sozinho faz você ter mais coragem para enfrentar os desafios que aparecem", finaliza. 

 

 

 

 



Social appropriation of knowledge, an alternative for citizen engagement

30 de Abril de 2014, 11:37, por Graziele Scalfi

By Marcela Salazar

Located in a neighbourhood once considered the most dangerous in Medellin, Colombia, the Parque Explora’s [link: http://www.parqueexplora.org/] architecture clashes with the buildings around it. It is an example of how an interactive centre for popularization of science and technology can involve the local community, generating social construction of knowledge from local interests. According to Claudia Aguirre, director of education and content in Explora, the projects are developed in co-creation with the local community. "We bring a few things and the community provides others, becoming an active part in this process", she explains. Aguirre is one of the speakers of the 13th International Conference on Public Communication of Science and Technology (PCST) on May 6.

 Figura 1 - Parque Explora’s

Explora is an educational and cultural project that since its beginning had the challenge to expose a part of the town that has long been excluded from the local circuit. One of its missions is to encourage the general public to take interest on the scientific and technological knowledge through interactive scenarios and exhibitions that promote civic scientific culture. One of the lines of action of the Parque Explora is to involve the community in projects such as "The neighbors build Explora" - an initiative for community empowerment for the public collaboration in the construction of Explora.  Another project is the "Mobile Explora", a truck that travels all neighbourhoods in Medellin, leading experimental activities, and promoting workshops that plays with scientific themes. 

Aguirre emphasizes the importance of turning science into an integral part of everyday life. "For too long the scientific knowledge has been seen as a matter of elite, completely distant from people's everyday lives. The goal of science communication is precisely to find ways to attract the interest of people to the world around them, to develop scientific and citizenship skills. It is to stimulate analytical capacity, contrast, experimentation, observation. In other words, nothing more than exercise our role as citizens participants of a society with a diversity of knowledge and ways of doing", summarizes the director of Explora.

During the PCST, Aguirre will attend the plenary "Social inclusion, political engagement and science communication," on May 6. She will discuss the processes of social inclusion in Parque Explora and the functioning of an area of ​​social management related to science. "This may seem very strange, because the gap between science and society has not been fully overcome. People think the world of science only discusses science, so having an area of ​​social management that allows addressing other issues, other languages ​​closest to the community, is a form of social inclusion. This is how Parque Explora has worked, "says Aguirre.

According to her, the participation in PCST will be an opportunity to assess the state of science communication in the world. She hopes to establish partnerships for future researches and projects, and to meet other similar initiatives for exchanging experiences. "I think that the feeling that you are not fighting alone makes you have more courage to face the challenges that arise," she concludes.



Delícias da culinária baiana poderão ser saboreadas em jantar de confraternização

28 de Abril de 2014, 15:29, por Sarah C. Schmidt

 

Os participantes da 13ª Conferência Internacional sobre Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia (PCST) estão convidados para um jantar de confraternização que acontecerá no dia 7 de maio de 2014, a partir das 20h, no restaurante do SENAC Pelourinho.

Interior do restaurante do SENAC Pelourinho

Localizado no Pelourinho, centro histórico da cidade e uma das regiões mais movimentadas de Salvador, o restaurante, além de ser referência no turismo gastronômico da cidade, funciona como um restaurante-escola voltado para o aperfeiçoamento de garçons, cozinheiros, chefs, baristas e demais profissionais do setor e para a preservação da história e das tradições da culinária baiana.

Inaugurado em 1975, o restaurante fica em um belo casarão colonial do século XIX, onde funcionava a Federação do Comércio do Estado da Bahia.

O jantar, além de uma rica e descontraída oportunidade de confraternizar com os colegas e participantes do PCST 2014, será um bom momento para saborear os principais pratos típicos da Bahia, entre eles o acarajé, o vatapá, o arroz de coco e a moqueca de siri. São cerca de 40 pratos, metade dos quais é preparada com o tradicional azeite de dendê.

 

 O tradicional acarajé

Antes do jantar, vale a pena uma visita ao Museu de Gastronomia Baiana, no prédio vizinho, para desfrutar um pouco mais da história da cultura baiana, expressa, também, na relação entre a culinária típica e o sincretismo religioso. O Museu fica aberto ao público de segunda a sábado, das 9 às 17h, com entrada gratuita.

Taxa de adesão para o Jantar de Confraternização R$ 70,00. (máximo 200 pessoas)

 

Restaurante Senac Pelourinho

Endereço: Praça José de Alencar, nº 13/19

Largo do Pelourinho - Salvador

Endereço eletrônico: http://www.ba.senac.br/museu/tour/Museu/museu/index.html

Telefone: (71) 3324-8101

 

Por Maísa Oliveira



Mostra de Livros de divulgação científica durante a conferência PCST no Brasil

28 de Abril de 2014, 11:08, por Carina Pascotto Garroti

 

Caros participantes da 13a Conferência de Comunicação Pública de Ciência e tecnologia (PCST), convidamos a todos a contatarem autores ou editoras em seus países que tenham títulos ou coleções de ou sobre divulgação científica para uma Mostra de Livros que irá ocorrer durante o evento em Salvador nos dias 6 a 8 de maio.

 

 

Os autores ou editores poderão enviar até 5 exemplares de cada título para a Editora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que será responsável pela Mostra e comercialização.

Para mais informações e trâmites para a participação, favor entrar em contato com FláviaGoulart Roza, professora e diretora da Editora da UFBA.

Email: fflaviagoulartroza@gmail.com, com especificação no ASSUNTO: Mostra livros PCST 2014.



Teatro y ciencia – el proceso colaborativo de creación del grupo tailandés B-Floor

27 de Abril de 2014, 23:22, por Germana Barata

 

 
Los trabajos del grupo de teatro tailandés B-Floor Theater huyen de las normas convencionales. No hay una historia con inicio, medio y fin, como es comúnmente esperada por el público. Los performances son desarrollados a través del proceso colaborativo, con co-participación de directores, actores, escritores y diseñadores y los montajes inician con preguntas o conceptos que el grupo está interesado en desarrollar.  Invitado por el  Wellcome Trust para hacer parte del proyecto Arte en Salud Global, el grupo presentó, en el 2013, la obra “Juegos de Sobrevivencia”, una inmersión en el mundo de médicos e investigadores que trabajan para combatir enfermedades tropicales. La actriz Nana Dakin, integrante del grupo, es una de las conferencistas de la 13ª Conferencia PCST, que será realizada en mayo, en Salvador.

 

Nana fotos1

Cena de la performance "Juegos de Sobrevivencia" (Fotografía: Wellcome collection)

 

Nana pasó su infancia y adolescencia en diferentes países, como Tailandia, EEUU, Pakistán, Francia, Tanzania y Suiza, debido al trabajo de su padre en la Agencia de la ONU para refugiados – ACNUR. Ese constante cambio influenció profundamente su decisión por la carrera artística. “Yo creía que una de las mejores maneras para hacer nuevos amigos y ganar un sentido de pertenencia por los lugares donde me mudaba sería haciendo teatro. Trabajar en una obra ayuda a formar lazos estrechos porque uno pasa mucho tiempo ensayando y trabajando por un objetivo común”, explica.      

El contacto con otras culturas también proporcionó a Nana una visión de contrastes. Desde niña, la actriz fue expuesta a situaciones de pobreza y riqueza, y a visiones de mundo diferentes que variaban de acuerdo con la realidad política y económica de los países donde vivía. “Yo me sentía constantemente extranjera, incluso en Tailandia o en América (la artista posee doble nacionalidad); yo nunca podría decir “de aquí es donde soy”. Por esa razón, siento que soy una persona que mira para la sociedad desde afuera. Pero no es una cosa negativa, la verdad, eso me motiva a explorar e intentar comprender las cosas con mayor profundidad”, afirma.

 

Nana fotos3

Cena de la performance "Juegos de Sobrevivencia" (Fotografía: Wellcome collection)

 

Hasta la invitación de Wellcome Trust, Nana Dakin nunca había imaginado hacer teatro inspirado por la ciencia. El trabajo fue dividido en tres fases: investigación, creación del performance y performance real. Durante la primera fase, el grupo entrevistó investigadores médicos y pacientes para recolección de informaciones, una experiencia completamente nueva para el grupo. “Nosotros nunca habíamos comenzado un performance de esa forma. Además de eso, estábamos en espacios científicos y médicos, ¡que no son de ninguna forma a los cuales asistimos normalmente!. No solo tuvimos que aprender las cosas que eran nuevas y bastante extrañas para nosotros como artistas, fue preciso pensar en cómo podríamos representar esos datos científicos para comunicarlos a través de recursos visuales y de movimiento, y para crear una historia”, recuerda la actriz. “Yo creo que muchas personas sienten que ni el arte ni la ciencia son cosas que se conectan con su vida cotidiana, o que estos son muy difíciles de entender para las personas normales” ella sintetiza.    

Nana Dakin estima que el proyecto “Juegos de sobrevivencia” haya alcanzado cerca de 5 mil personas, entre presentaciones, visitas a la página del grupo B-Floor en Facebook y visualizaciones en Youtube. Según ella, la conexión entre el público y la historia que se está contando es fundamental. “Creo que el compromiso social puede mejorar cuando nosotros (artistas y científicos) tengamos éxito en atraer a las personas comunes para ver y experimentar una historia con la cual ellos se puedan conectar. Creo que, como seres humanos, somos curiosos por naturaleza y estamos interesados en explorar y descubrir cosas. Cuando el arte y la ciencia se reúnen para crear un espacio para que eso se dé a través de un performance, una exposición, o de otros medios, las personas se sienten atraídas a ir, aprender y comportarse de una manera que contribuirá para un mayor bienestar social” opina.

Nana Dakin participará de la plenaria “La ciencia en la cultura”, el día 8 de mayo, en la conferencia PCST.

 

Por Giselle Soares y Graziele Scalfi

 
 
 


Está chegando!!!!

26 de Abril de 2014, 14:46, por Giselle Soares

 



Divulgação científica para promover a produção de ciência no Oriente Médio

26 de Abril de 2014, 14:20, por Graziele Scalfi

Por: Gisele Soares

O Oriente Médio é mundialmente percebido como uma região de intensos conflitos, como a disputa por petróleo, territórios e, mais recentemente, o movimento social Primavera Árabe. No entanto, a região possui uma rica história de pesquisa científica, que é bem menos conhecida. Durante a Idade de Ouro islâmica, período que abrange os séculos VIII e XIII, foram inúmeras as contribuições em áreas relacionadas a ciência e tecnologia, como matemática, biologia e medicina. Pensando no potencial de o mundo árabe novamente emergir como importante centro de ciência, o Nature Publishing Group fundou a  Nature Middle East, um portal de informações sobre pesquisas médicas e científicas que abrange 18 nações de língua árabe do Oriente Médio.

Segundo Mohammed Yahia, editor do portal, o surgimento da Nature Middle East se deve ao massivo investimento, por muitos países da região, em ciência, e ao estabelecimento de parcerias com as principais universidades e centros de pesquisa do mundo. "Podemos estar no início de um novo renascimento da ciência na região e nós, do Nature Publishing Group, queríamos ser parte disso", afirma Yahia, que será um dos palestrantes da 13ª Conferência Internacional sobre Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia (PCST).

 


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Mohammed Yahia, editor da Nature Middle East, é um dos palestrantes convidados da 13ª Conferência PCST, que será realizada em maio, em Salvador. Ele participará da plenária sobre comunicação da ciência e mídia social

 

Farmacêutico de formação, Yahia iniciou suas atividades no jornalismo científico sob tutela de Nadia El-Awady, ex-presidente da Federação Mundial de Jornalistas Científicos (WFSJ) e uma das jornalistas de ciência mais reconhecidas no Oriente Médio. De acordo com ele, existe um grande papel para o jornalismo científico na região, mas discussões relativas à ciência, como escassez de água, insegurança energética, degradação ambiental e déficit educacional acabam se tornando essencialmente políticas. "Acho que os jornalistas de ciência têm o papel de levar essas discussões ao público, para que as pessoas incentivem os políticos a mudar suas abordagens". Yahia lembra, ainda, que os jornalistas precisam agir como o elo entre pesquisadores e público em geral. "O leigo precisa entender qual pesquisa está sendo realizada e como ela nos afeta. O jornalista de ciência também deve desempenhar um papel na criação de uma cultura científica na sociedade, trazendo a ciência para casa, para que o leigo possa ter voz nas questões e problemas que enfrenta – isso deveria ser um dos pilotos da investigação científica", enfatiza o editor da Nature Middle East.

Sobre a situação da comunicação pública da ciência no Oriente Médio, Yahia salienta que, nos últimos anos, houve alguma melhora, mas ainda existe um grande caminho a percorrer. "O principal problema é que os jornalistas, muitas vezes, não estão familiarizados com temas de ciência, o que significa que eles têm dificuldade de entender e de explicá-la ao público. Isso pode ter vários efeitos, desde o menos grave, como escrever uma notícia desinteressante e pouco informativa, até escrever algo cheio de erros científicos flagrantes. Eu também gostaria que houvesse mais jornalistas e páginas dedicadas à ciência nos principais meios de comunicação. Tal como está, poucas organizações midiáticas têm equipes especializadas (ou até mesmo um editor de ciência)", explica. No lado positivo, ele salienta a fundação, em 2006, da Associação Árabe de Jornalistas de Ciência (ASJA), que reúne jornalistas de ciência e comunicadores de toda a região. "A associação ajudou muito, pois elaboramos material para auxiliar a produção de mais trabalhos de qualidade dos jornalistas. Essa conexão também permitiu que os integrantes se ajudassem em nível regional, o que é uma ótima maneira de romper algumas limitações de orçamento que muitas vezes enfrentamos".

Participação na Conferência 13ª PCST

Mohammed Yahia participará da plenária sobre comunicação da ciência e mídia social no dia 7 de maio a partir das 9h durante a conferência PCST que será realizada em Salvador. Ele espera que o evento proporcione uma oportunidade aos jornalistas da América Latina de interagir com colegas de outras partes do mundo. "Estou animado com a realização do PCST na América Latina porque, infelizmente, sempre senti que a América Latina era sub-representada em outras reuniões científicas (como a Conferência Mundial de Jornalistas Científicos- WCSJ). A realização do PCST no Brasil certamente será um impulso para o jornalismo científico na América Latina e isso, definitivamente, é uma vantagem". Ele destaca, também, a diversidade de temas abordados e de origens dos palestrantes. "Os palestrantes das sessões são de origens muito diversas, o que eu acho que só vai enriquecer as discussões. É maravilhoso ter a chance de compartilhar experiências com pessoas do mundo todo", finaliza o editor da Nature Middle East.



Visit the largest conservation project of sea turtles in the world

26 de Abril de 2014, 13:49, por Graziele Scalfi

 PCST participants can visit the TAMAR Project , located in one of the most beautiful beaches of Bahia , Praia do Forte on May 9  

                   

 

The participants of the 13th International Conference on Public Communication of Science and Technology (PCST) will have a great opportunity to meet and enjoy an internationally recognized and one of the most successful projects on conservation of marine turtles: TAMAR (http://www project. tamar.org.br/). The TAMAR team will discuss and share their strategies for science communication at their headquarters in Praia do Forte with participants of PCST Conference. 

The TAMAR project  protects five endangered species of sea turtles, that occur in Brazilian beaches through scientific research and environmental awareness actions with tourists and local communities. During 33 years of existence it has reached the remarkable number of 15 million protected baby turtles, through actions in19 research bases 19 and 11 conservation and visitor centers. 

PCST participants will have the opportunity to know more about this conservation project, their communication strategies, science education activities and their history.Join the scientific trip organized for May 9, departing 8:30 am in front of the Hotel Pestana Bahia . The visit will include bilingual guide. The afternoon is free for lunch, rest and contemplation, after all, the project is located in Praia do Forte, one of the most beautiful of Bahia, with cristal clear water and natural pools.

Places are limited!

Date: May 9, 2014
8:30 am
Location: In front of Hotel Pestana Bahia
Cost: R$50 (lunch not included)

Contacts:
Flavia Leonel, Tours Bahia

Email : fleonel@toursbahia.com.br



PCST in Latin America will debate public engagement in science

26 de Abril de 2014, 12:31, por Giselle Soares

For the first time, the Public Communication of Science and Technology conference (PCST 2014) will be held in Latin America. The conference theme is “Science communication for social inclusion and public engagement,” and will be held in Salvador, Brazil, between May 5th and 8th. A major objective of this conference is to facilitate discussion and debate over public engagement with science and technology. As Toss Gascoigne, the president of the PCST network puts it, “If science is to regain the trust it had in previous generations, it has to be prepared to be more open with the public.”

Gascoigne says that themes such as climate change and vaccination programs are examples that demonstrate some public opposition toward science. “New terms such as 'the social appropriation of science' mean that the public want the right to consider science and to choose what they think is acceptable,” the PCST president explains. Suzanne Cheveigné, member of the scientific committee of PCST, reinforces Gascoigne’s opinion: “Communication must adapt to the public’s questions and to the demands of those with whom it is talking to.”

Cheveigné also emphasized that the promotion of a PCST conference in Brazil meets the objectives and the nature of the network, which seeks internationalization. “The fact the conference will be in Brazil is extremely important because it’ll be the first PCST conference in South America, thus getting more South American researchers to leverage the debate and have their say on the state of the art in science communication.” Gascoigne adds that the conference in Brazil will be an opportunity to spur science communication and to stimulate new projects and international alliances.

On the PCST network

The PCST Network promotes international conferences, online discussions, and other activities in order to stimulate dialogue among different groups engaged in public communication of science and technology. In the last 20 years, the network has progressively changed. At its inception, the PCST network was restricted to France and Spain, with meetings being held in both countries and in Canada. Now, members of the network belong to 19 countries and its conferences and symposia occur in cities worldwide, including Seoul, New Delhi, Barcelona, and Cape Town. Gascoigne reports that science communicators will soon be able to join and participate in the network. “Our committee will be elected by members and this is our next step,” he advances.

“The challenges for science communication are to present issues in the most honest and open way we can. Many science issues are highly political and the science can become blurred by the interests of big business. Our role is to promote discussions on science and to provide a stream of high-quality and accurate information to allow the people and governments of the world to make the best decisions they can,” Gascoigne remarks.

The 2014 PCST conference received more than 550 proposal submissions and those accepted have already been notified. The conference will take place at the Convention Center of the Pestana Bahia Hotel, located in Praia Vermelha (Red Beach), in Salvador, Brazil.

Tatiane Liberato, Giselle Soares and Meghie Rodrigues



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