Marcelo Cavalcante - kalib : Sobre mim... Tarda mas não falha

December 16, 2013, by Unknown - 0no comments yet

Tarda, mas não falha… Reza o antigo ditado.

Da mesma forma, digo-lhes que tardou, mas não falhou. Confesso que nunca parei para elaborar a página “Sobre mim” deste blog. O link existia no topo, mas sempre esteve “Em construção”. Preguiça? Falta de interesse? Esquecimento? Acho que um pouco de cada.

Hoje fui surpreendido por uma pessoa que acabou caindo no blog e em seguida me questionou sobre o porque de o blog já existir a tanto tempo e até hoje a página “Sobre mim” continuar contendo apenas as palavras “Em construção”.

Isto me fez tomar vergonha na cara.. e hoje inseri conteúdo nesta página.

Agora sim… ;]



Magnun Leno : Pixel: Meu Novo Projeto

December 5, 2013, by Unknown - 0no comments yet

Todos que acompanham meu blog, ou meu trabalho, sabe o quanto eu valorizo a liberdade, sempre disponibilizo meu códigos, meus conhecimentos, as notícias que acho interessante (aqui, aqui e aqui) e tudo o mais que posso. Infelizmente, chega uma hora na vida que temos que nos tornar adultos e ter uma atitude mais profissional. Por isso anuncio…

Sorry. We're closed

Sim, senhores. Este meu projeto é fechado, não receberá contribuições da comunidade e nem estará disponível na internet (pelo menos não no próximos anos). Mas pelo menos não estou só nessa, tenho uma colaboradora que está praticamente “carregando o projeto nas costas” nesses últimos meses (sim este projeto está correndo há alguns meses) e eu estou mais cuidando da infraestrutura, logística e suporte.

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Marcelo Cavalcante - kalib : Dica Rápida - Linux - Efeito de Texto Sendo Digitado? O pv Resolve

December 5, 2013, by Unknown - 0no comments yet

Certamente você já cansou de ver em filmes e/ou séries de TV cenas nas quais um monitor apresenta um texto que, aparentemente, está sendo digitado em tempo real. É claro que eles não possuem uma pessoa digitando aquele texto ou série de comandos no momento da gravação. Então, que tal aprender uma forma de fazer isto no Linux?

O comando pv realizar perfeitamente este trabalho, podendo inclusive interagir com outros aplicativos e comandos.

Mão na massa…

Antes de mais nada você precisará instalar o pv em sua distribuição. No Arch Linux, eu utilizo o pacman da forma convencional:

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 [kalib@tuxcaverna ~]$ sudo pacman -S pv

O pv está disponível nos repositórios de praticamente todas as distribuições, portanto utilize o gerenciador de pacotes de sua preferência para instalá-lo.

A utilização é simples, bastando que você utilize algum comando que, de alguma forma, exponha algum texto na tela e em seguida redirecione esta saída para o pv. O pv possui diversos parâmetros, mas eu gosto particularmente de utilizar -qL, onde o q significa “quiet” e o L significa latência, em seguida insiro um valor para a latência. Vamos ao exemplo:

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 [kalib@tuxcaverna ~]$ echo "Primeiro teste com pv" | pv -qL 20
 Primeiro teste com pv

Se você digitar o mesmo comando, verá que ele irá escrever o texto na tela de forma “automática”: “Primeiro teste com pv”.

É claro, em uma gravação de Hollywood a linha na qual o comando foi passado não deveria aparecer, no caso: [kalib@tuxcaverna ~]$ echo “Primeiro teste com pv” | pv -qL 20. Que tal inserir um clear antes de nosso comando para limpar a tela antes da execução desejada?

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 [kalib@tuxcaverna ~]$ clear && echo "Primeiro teste com pv" | pv -qL 20

Perceba que desta vez o comando digitado não aparece na tela. A única informação que será exibida será Primeiro teste com pv.

Diminuindo ou aumentando o valor da latência você diminuirá ou aumentará a velocidade de digitação do texto que você escolheu.

Como informei no início, você pode unir o pv com outros programas ou comandos. Que tal fazer com que um texto um pouco maior seja exibido?

Para este teste, eu criei um arquivo texto chamado testepv, conforme pode ser visto abaixo:

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 [kalib@tuxcaverna ~]$ cat testepv

 Não obstante, a contínua expansão de nossa atividade oferece uma interessante oportunidade para verificação de todos os recursos funcionais envolvidos.
 A prática cotidiana prova que o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação nos obriga à análise de alternativas às soluções ortodoxas.
 Por conseguinte, a competitividade nas transações comerciais estende o alcance e a importância da gestão inovadora da qual fazemos parte.

Neste caso, o texto pode ser digitado automaticamente com o pv, da seguinte forma:

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 [kalib@tuxcaverna ~]$ clear && cat testepv | pv -qL 20

Legal? Que tal utilizarmos algo ainda melhor? Já ouviu falar no figlet? É outro comando/aplicativo Linux que muitas pessoas desconhecem. Comece instalando-o em seu sistema, caso você já não o possua. O figlet desenha o seu texto de uma forma um pouco mais enfeitada, se comparado ao puro cat ou echo. Exemplo:

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 [kalib@tuxcaverna ~]$ figlet "Teste do Figlet"
  _____         _             _         _____ _       _      _   
 |_   _|__  ___| |_ ___    __| | ___   |  ___(_) __ _| | ___| |_ 
   | |/ _ \/ __| __/ _ \  / _` |/ _ \  | |_  | |/ _` | |/ _ \ __|
   | |  __/\__ \ ||  __/ | (_| | (_) | |  _| | | (_| | |  __/ |_ 
   |_|\___||___/\__\___|  \__,_|\___/  |_|   |_|\__, |_|\___|\__|
                                                |___/            

Nesse caso, vamos fazer com que o efeito figlet também pareça estar sendo digitado automaticamente e em tempo real:

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 [kalib@tuxcaverna ~]$ clear && figlet "Teste do Figlet" | pv -qL 30

Resultado interessante, certo? Da mesma forma, o pv pode ser utilizado com diversos outros aplicativos que trazem alguma saída no terminal, como o cowsay e muitos outros. A sua criatividade é o limite.

Have fun! \,,/_



Magnun Leno : Contribuindo com o Mundo Open Source

November 27, 2013, by Unknown - 0no comments yet

É relativamente comum ver na comunidade Python pessoas com um bom conhecimento e capacidade para colaborar com alguns projetos. Mas muitos se abstêm com a famosa frase: “não sou bom o suficiente”. Entretanto, este é um grande erro. Não somente o fato de achar que seu conhecimento é insignificante quanto o comportamento padrão de “endeusar” o desenvolvedor e considerá-lo detentor da sabedoria suprema. Este texto mostra (de forma empírica) como qualquer um pode contribuir para um projeto FOSS (Free Open Source Software).

muro

É claro que em projetos mais complexos, como o kernel Linux, CPython, NGINX e etc, muitos de nos realmente é incapaz de contribuir e somos meras amebas acéfalas perto dos desenvolvedores. Entretanto, em projetos mais simples como frameworks, bibliotecas e aplicativos, uma simples vivência com alguma ferramenta pode ser um grande diferencial. Todo projeto FOSS é como um grande muro, onde cada um põe um tijolo, alguns põem mais tijolos que outros mas são todos extremamente importantes.

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Marcelo Cavalcante - kalib : Recomendação Bibliográfica - As Treze Relíquias

November 25, 2013, by Unknown - 0no comments yet

Sem sombra de dúvidas o livro superou minhas expectativas. Apesar de a sinopse passar a impressão de que se trata de mais um livro com temática sobrenatural voltado a um público mais jovem, a leitura revela o oposto. Certamente um livro que pode agradar diversas faixas etárias, trazendo foco no ocultismo, antigas religiões, artefatos mágicos, sexo e assassinatos com incrível crueldade, tudo isto em uma trama muito bem elaborada e descrita.

Por se tratar de assuntos que gosto, o livro prendeu minha atenção desde o início, visto que os autores souberam mesclar bem os diferentes temas em uma história conexa e personagens interessantes.

O fato de ser uma leitura bastante paralela, visto que acontecem muitas coisas ao mesmo tempo, torna o enredo mais atraente ainda, além de tornar a leitura mais rápida.

Sinopse retirada do site da Livraria Saraiva:

Há mais de sete décadas treze crianças foram designadas para cuidar de artefatos antigos, dotados com um poder primitivo e letal. As relíquias, como foram chamadas, deveriam ser mantidas por seus guardiões em total segurança e afastadas umas das outras. Entretanto, agora um homem sinistro e sua amante estão atrás delas, roubando cada peça e eliminando seus protetores, deixando um rastro de crimes violentos. Aparentemente por acaso, a jovem Sarah Miller se envolverá nessa trama perigosa e terá que correr contra o tempo para elucidar os enigmas que rondam sua nova vida. Serão os guardiões seres de outro mundo? Qual será o segredo das relíquias milenares? Por que justamente Sarah foi atraída para esse jogo mortal? Uma história inquietante, povoada de lendas que até hoje rondam nosso imaginário, As treze relíquias mostra que há forças que nunca devem ser despertadas.

Boa leitura!



Marcelo Cavalcante - kalib : Dica Rápida - Linux - Informações Sobre Arquivos com o Comando stat

November 22, 2013, by Unknown - 0no comments yet

<p><img title="'Information'" src="http://blog.marcelocavalcante.net/imgs/information.png" /></p> <p><strong>Q</strong>ue os sistemas GNU/Linux possuem uma infinidade de comandos todo mundo sabe, o que nem todos conhecem, na verdade, são alguns comandos simples porém eficientes e importantes. Um deles é justamente o <em>stat</em>.</p> <p><strong>Q</strong>uando se está em frente ao terminal de um servidor que não possui interface gráfica, tudo o que está a nossa disposição são as ferramentas de linha de comando, portanto é bom conhecer uma boa variedade das mesmas, desde ferramentas para tarefas complexas até ferramentas para as atividades mais simples e banais.</p> <p><strong>A</strong> dica que deixo hoje é uma ferramenta que muitas pessoas desconhecem: <em>stat</em></p> <p><strong>O</strong> stat serve para apresentar as informações de status de um arquivo ou sistema de arquivos. Ele apresenta uma série de informações sobre o arquivo que você informar como argumento. Dentre as informações estão o <em>Tamanho</em>, <em>Blocos</em>, <em>Permissões de Acesso</em>, <em>Data e Hora de último acesso</em>, <em>Data e Hora de última modificação</em>, etc.</p> <p><strong>O</strong> uso é simples, bastando digitar: <em>stat &lt;caminho_do_arquivo_ou_sistema_de_arquivos></em>.</p> <div><table><tr><td><pre><span>1</span> <span>2</span> <span>3</span> <span>4</span> <span>5</span> <span>6</span> <span>7</span> <span>8</span> <span>9</span> </pre></td><td><pre><code><span> [kalib@tuxcaverna ~]$ stat testdisk.log </span><span> File: “testdisk.log” </span><span> Size: 102478 Blocks: 208 IO Block: 4096 arquivo comum </span><span> Device: 804h/2052d Inode: 27001862 Links: 1 </span><span> Access: (0644/-rw-r--r--) Uid: ( 1000/ kalib) Gid: ( 100/ users) </span><span> Access: 2013-11-11 11:31:34.360892496 -0300 </span><span> Modify: 2011-05-10 09:48:46.000000000 -0300 </span><span> Change: 2011-05-11 15:01:29.019407886 -0300 </span><span> Birth: -</span></code></pre></td></tr></table></div> <p>ou</p> <div><table><tr><td><pre><span>1</span> <span>2</span> <span>3</span> <span>4</span> <span>5</span> <span>6</span> <span>7</span> <span>8</span> <span>9</span> </pre></td><td><pre><code><span> [kalib@tuxcaverna ~]$ stat /dev/sda1 </span><span> File: “/dev/sda1” </span><span> Size: 0 Blocks: 0 IO Block: 4096 arquivo especial de bloco </span><span> Device: 5h/5d Inode: 7253 Links: 1 Device type: 8,1 </span><span> Access: (0660/brw-rw----) Uid: ( 0/ root) Gid: ( 6/ disk) </span><span> Access: 2013-11-22 08:01:39.246618958 -0300 </span><span> Modify: 2013-11-22 08:01:39.246618958 -0300 </span><span> Change: 2013-11-22 08:01:39.246618958 -0300 </span><span> Birth: -</span></code></pre></td></tr></table></div> <p><strong>H</strong>ave fun!</p>



Blog do Gio : Guake Terminal!

November 13, 2013, by Unknown - 0no comments yet

A Guake é um terminal drop-down para Gnome muito útil!

Não o conhecia até pouco tempo, quando vi o amigo Gabriel utilizando-o, me interessei e estou aqui para recomendá-lo a vocês!

Instalando-o no Arch Linux:

$ sudo pacman -S guake

Podemos configurá-lo acessando as Preferências do Guake:

guake config

Feito isso, para utilizá-lo precisamos executá-lo (sério?!), procure por “guake” nos seus aplicativos, feito isso para chamá-lo basta usar a tecla de atalho F12!

guake terminal

O meu foi configurado para ficar em tela cheia, mexi na transparência, fonte e tamanho da fonte também. Por isso essa aparência que não é a padrão.

Para que o Guake inicie automaticamente basta adicioná-lo aos programas que iniciam com o sistema através do gnome-tweak-tool:

gnome-tweak-tool
Faça o teste e veja o que acha, particularmente curti bastante!




Blog do Gio : Slackware 14.1!

November 12, 2013, by Unknown - 0no comments yet

Gostaria de recomendar o Slackware a todos os Linuxers que tem interesse em testar uma distribuição Linux mais “Hard user”, como dizem, o Slackware é uma distribuição simplesmente fantástica!

O Xerxeslins, um dos maiores contribuidores do VOL, acaba de postar um fantástico Guia de instalação e configuração do Slackware!

Simplesmente excelente!

Deixo aqui para você essa dica, segue também o Blog do Xerxeslins, aproveite, teste, aprenda e divirta-se!




Magnun Leno : Um Garoto de 12 Anos e a Filosofia GNU

November 8, 2013, by Unknown - 0no comments yet

De certo todos nós que convivemos com a ideia da Filosofia GNU (Free and Open) já fomos taxados de revolucionários, socialistas e utópicos. Sim, é quase consenso fora do nosso universo que essa filosofia não deve e não irá se estender para outros ramos do conhecimento além do desenvolvimento de software (restrito ao microuniverso GNU/Linux).

Gnu - Meditate & Levitate Gnu – Meditate & Levitate

Essa crença de que o conhecimento deve ser monopolizado se alastra e persiste no subconsciente popular, até que essa filosofia mostra frutos e comove outras pessoas.

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Marcelo Cavalcante - kalib : Dica Rápida - Linux - Como Não Deixar Rastros no History

November 7, 2013, by Unknown - 0no comments yet

Shhhhhhh….

Que tal digitar seus comandos em uma máquina Linux sem que os mesmos sejam registrados no history do sistema?

O history é responsável por armazenar um histórico dos últimos comandos digitados no sistema. Por exemplo:

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 [kalib@tuxcaverna ~]$ history
    1  ls
    2  mkdir pc
    3  cd pc/
    4  ls
    5  mkdir pc2
    6  ls
    7  touch ps2/teste
    8  ls
    9  touch /
    ...
    ...
    496  route
    497  ifconfig
    498  cat teste 
    499  ls
    500  history

Como podemos ver, o history me retornou um histórico dos meus últimos 500 comandos, incluindo o próprio comando history, que acabei de digitar.

Vejamos o registro de novos comandos:

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 [kalib@tuxcaverna ~]$ echo "Teste"
 Teste
 [kalib@tuxcaverna ~]$ echo "Registra isso history"
 Registra isso history
 [kalib@tuxcaverna ~]$ history
 ...
 ...
 501  echo "Teste"
 502  echo "Registra isso history"
 503  history

Então, como não deixar registros no history? Utilizaremos os comandos cat e bash para isto:

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 [kalib@tuxcaverna ~]$ cat | bash
 pwd
 /home/kalib
 
 df -h
 Sist. Arq.      Tam. Usado Disp. Uso% Montado em
 /dev/sda3        30G   19G  9,3G  67% /
 dev             2,9G     0  2,9G   0% /dev
 run             2,9G  860K  2,9G   1% /run
 tmpfs           2,9G     0  2,9G   0% /dev/shm
 tmpfs           2,9G     0  2,9G   0% /sys/fs/cgroup
 tmpfs           2,9G  108K  2,9G   1% /tmp
 /dev/sda1        99M   23M   69M  25% /boot
 /dev/sda4       427G  305G  101G  76% /home
 
 cd testes
 
 pwd
 /home/kalib/testes

Simples, não?

Happy hacking…