Microscópio de papel em 10 minutos
11 de Março de 2014, 20:47 - sem comentários ainda ---Descontando toda a empolgação de mercado e o cansativo formatinho TED, é interessante essa iniciativa do bioengenheiro de Stanford Manu Prakash (com seus alunos): um microscópio de papel, montado como origami, que custa potencialmente 50 centavos de dólar.
Descontando toda a empolgação de mercado e o cansativo formatinho TED, é interessante essa iniciativa do bioengenheiro de Stanford Manu Prakash (com seus alunos): um microscópio de papel, montado como origami, que custa potencialmente 50 centavos de dólar.Descontando toda a empolgação de mercado e o cansativo formatinho TED, é interessante essa iniciativa do bioengenheiro de Stanford Manu Prakash (com seus alunos): um microscópio de papel, montado como origami, que custa potencialmente 50 centavos de dólar.Descontando toda a empolgação de mercado e o cansativo formatinho TED, é interessante essa iniciativa do bioengenheiro de Stanford Manu Prakash (com seus alunos): um microscópio de papel, montado como origami, que custa potencialmente 50 centavos de dólar.Ubatuba Conectada e Criativa
7 de Março de 2014, 16:40 - sem comentários ainda ---Em breve...
Em breve...Em breve...Em breve...Litoral Sustentável - Turismo de Base Comunitária
18 de Fevereiro de 2014, 16:01 - sem comentários ainda ---Litoral Sustentável - Turismo de Base Comunitária. from Pedro Bayeux on Vimeo.
"... A partir da discussão de como agregar valor social e cultural aos programas turísticos tradicionais e também para fomentar o turismo com base comunitária, através da formação de redes, de modo que as comunidades, como indígenas, quilombolas ou caiçaras, protagonizem a oferta de produtos turísticos..."
Concepção: Felipe Fonseca, Maira Begalli, Pedro Bayeux.
Direção, edição, cinegrafista: Pedro Bayeux.
Cinegrafistas: Marco Estrella, Erik Nagamine.
Som: Ladislau Kardos, Erik Nagamine.
Trilha original: Renato Cortez.
Virtual como abertura à invenção e flutuação
11 de Fevereiro de 2014, 23:08 - sem comentários aindaO que está além do possível e do real é assim a abertura do virtual, da invenção e da flutuação, do que não pode ser planejado ou mesmo pensado previamente, de que não existe permanência real mas apenas reverberações. Ao contrário do provável, o real pode apenas irromper e então retroceder, deixando apenas traços atrás de si, mas traços que podem virtualmente regenerar uma realidade gangrenada por sua redução a um conjunto fechado de possibilidades. Seja sobre a aparição e desaparição instantânea do commons eletrônico (como nos primórdios da Internet), ou a irrupção em determinado setor econômico de uma tecnologia capaz de desenrolar e dirromper sua organização de produção estabelecida (como na atual explosão de sistemas de compartilhamento de arquivos), ou seja a virtualidade de outro mundo percebida em uma demonstração em massa ou em uma oficina ou em um acampamento, a política cultural da informação envolve uma punhalada no tecido da possibilidade, um desfazer da coincidência entre o real e o dado. Neste sentido, se podemos chegar a falar em uma política cultural da informação isso não acontece por causa das novas tecnologias, mas porque é a redução do espaço de comunicação para um espaço de alternativas limitadas e dificilmente efetivas (como no signo pósmoderno) que apresenta o problema do improvável e do impensável como tais. A política cultural da informação não é uma alternativa radical que salta de uma negatividade para confrontar uma tecnologia social de poder monolítica. É pelo contrário uma retroalimentação positiva das culturas informacionais como tais.
TERRANOVA, 2004: 27
O que está além do possível e do real é assim a abertura do virtual, da invenção e da flutuação, do que não pode ser planejado ou mesmo pensado previamente, de que não existe permanência real mas apenas reverberações. Ao contrário do provável, o real pode apenas irromper e então retroceder, deixando apenas traços atrás de si, mas traços que podem virtualmente regenerar uma realidade gangrenada por sua redução a um conjunto fechado de possibilidades. Seja sobre a aparição e desaparição instantânea do commons eletrônico (como nos primórdios da Internet), ou a irrupção em determinado setor econômico de uma tecnologia capaz de desenrolar e dirromper sua organização de produção estabelecida (como na atual explosão de sistemas de compartilhamento de arquivos), ou seja a virtualidade de outro mundo percebida em uma demonstração em massa ou em uma oficina ou em um acampamento, a política cultural da informação envolve uma punhalada no tecido da possibilidade, um desfazer da coincidência entre o real e o dado. Neste sentido, se podemos chegar a falar em uma política cultural da informação isso não acontece por causa das novas tecnologias, mas porque é a redução do espaço de comunicação para um espaço de alternativas limitadas e dificilmente efetivas (como no signo pósmoderno) que apresenta o problema do improvável e do impensável como tais. A política cultural da informação não é uma alternativa radical que salta de uma negatividade para confrontar uma tecnologia social de poder monolítica.Trackback URL for this post:
LabE - Laboratórios Experimentais de Criatividade
11 de Fevereiro de 2014, 8:50 - sem comentários ainda<div> <em>Este post foi agregado por RSS. Link original:<br /> <a href="true"></a></em></div> ---