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Blog do Bertoni

27 de Maio de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

A ditadura militar tira as máscaras

17 de Fevereiro de 2018, 11:10, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

Stalin lenin trotsky

- Pois é, Camaradas, a derradeira ditadura militar voltou.

- Sim, sim, e com ela a repressão, prisões e torturas.

- Pois é, a direita não sabe agir de outro jeito.

- Claro. E isso demanda um outro comportamento de nossa parte. Precisamos zelar por nossa segurança pessoal, dos companheiros e do povo.

- Não há duvidas. Teremos que ir para uma semi-clandestinidade, pelo menos.

- Clandestinidade não seria o termo correto, pois clandestino é quem toma o poder e se vale da violência para mantê-lo.

- Sim, isso mesmo. Só me referi a um termo muito usado pelas gerações anteriores que lutaram contra as ditaduras.

- Entendo. Mas agora a questão é que teremos que ter mais cuidado e passar a nos encontrar ao vivo. Esta será a nossa forma de comunicação nestes tempos cabeludos. O famoso ponto. Ok?

- Beleza. Entendido. Me passa o teu zap pra marcamos nosso primeiro ponto?

Apiiiita o juiz, fecham-se as cortinas...



A comunicação e a revolução

17 de Fevereiro de 2018, 10:44, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

Comunicacao esta mudando

- Precisamos deixar as redes digitais e ir para a ação de rua, mobilização e organização da base.

- Concordo plenamente, camarada! Nas redes é só chorume, ninguém houve ninguém.

- Pois é, não tem o olho-no-olho. Além disso nos expormos muito, facilitando o cruzamento de dados por parte de quem nos vigia.

- É. É isso aí. Já desativei minha conta no telegram.

- Legal. E as contas do face, zapzap, insta, etc?

- Aí fica difícil. Como a gente vai se comunicar?

Fecham-se as cortinas. Apagam-se as luzes. O povo levanta e vai pra casa. Afinal, amanhã vai ser outro dia de trabalho e a vida não está fácil pra ninguém.



Horário de verão determina no domingo 18/02

15 de Fevereiro de 2018, 12:44, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

Horário de verão.

Horário de verão termina às 00:00h deste domingo, 18/02

Moradores de 10 estados e DF devem atrasar o relógio em 1 hora, ou seja, de meia noite para 23h!

Mesmo localidades como Curitiba, que não tiveram verão até o momento, precisam atrasar seus relógios...



Rebeldes e submissos

15 de Fevereiro de 2018, 12:14, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

Rebeldes e submissos



Reforma trabalhista e organização sindical: reformismo oculto

10 de Fevereiro de 2018, 13:05, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

Regra inédita enfraquece sindicatos

Trabalho carteira 750x410

Por Clemente Ganz Lúcio, Diretor técnico do DIEESE.

A nova legislação trabalhista, ao enfraquecer o poder de negociação dos sindicatos e reduzir o financiamento deles, impõe uma reforma sindical, cuja constitucionalidade vem sendo questionada por argumentos jurídicos consistentes.

Duas das principais fontes de financiamento sindical, que representam cerca de 70% da receita corrente das entidades, estão sendo atacadas. Uma é a contribuição sindical (desconto anual de um dia de trabalho de todos os empregados), destinada à manutenção de sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais; e ao Ministério do Trabalho. Tinha caráter obrigatório desde que foi implantada, mas, com a atual legislação, passou a ser facultativa.

A outra receita importante é a contribuição assistencial, feita pelos trabalhadores às entidades sindicais que os representam, por ocasião das negociações coletivas de trabalho. O Supremo Tribunal Federal tem atuado incisivamente para proibir o desconto dessa contribuição dos trabalhadores não associados aos sindicatos.

Tudo indica que a finalidade é quebrar o movimento sindical. Se não fosse esse o propósito, a legislação asseguraria mecanismos para um processo de transição.

Promotores e apoiadores da reforma sindical afirmam que o movimento sindical deverá se financiar com a prestação de serviços assistenciais, médicos, jurídicos e de lazer, entre outros, o que só confirma a intenção de atacar a organização sindical.

Os sindicatos são uma criação histórica dos trabalhadores em resposta à exploração do trabalho realizada pela organização da produção capitalista. O sindicato representa o elo entre os trabalhadores que o constituem, um sujeito coletivo. A intencionalidade dessa “reunião” é criar uma identidade alternativa e independente daquela expressa pela soma de trabalhadores subordinados à empresa. Trata-se de uma união mobilizada pela solidariedade, oriunda da identidade de classe, que cria um poder capaz de gestar esse sujeito coletivo.

Para que serve o sindicato? Para reunir e mobilizar os trabalhadores para lutar pela parte que lhes cabe na produção, o que se expressa em melhores salários e benefícios; em condições de trabalho adequadas; em saúde e segurança; em bem-estar e qualidade de vida.

Os sindicatos foram criados para elaborar, promover e defender regras para as relações de produção, o que envolve formas de contratação, jornada e condições de trabalho, saúde, segurança etc. Também têm papel fundamental na distribuição econômica e social dos resultados alcançados, além de conduzir inúmeras lutas econômicas, políticas, sociais e culturais que integram a história da classe trabalhadora. Eles geram e entregam o que chamamos de direitos trabalhistas e sociais. Para isso se organizam, mobilizam os trabalhadores e a sociedade, investem em formação, produzem e difundem informação, conhecimento e opinião. São financiados pelos trabalhadores e, em diversas partes do mundo, têm apoio do poder público.

A produção social dos direitos se dá na relação entre o sindicato, como sujeito coletivo de representação dos trabalhadores, e o empregador (privado ou público) ou a representação coletiva empresarial. Essas representações negociam e celebram convenções ou acordos coletivos nos quais são definidos direitos e deveres para as partes, que, para o trabalhador, incorporam-se ao contrato individual de trabalho.

Há procedimentos pelos quais os trabalhadores deliberam e delegam poder de representação - ao estabelecer o estatuto do sindicato, eleger a diretoria, aprovar uma pauta, definir uma greve ou aprovar uma proposta de acordo. Os trabalhadores são individualmente convocados e, em assembleia, delegam poderes de representação ao sindicato.

A definição de quem se beneficia dos direitos produzidos e conquistados pelos sindicatos é questão fundamental, que orienta todo o sistema de relações de trabalho, influencia diretamente a estrutura e a organização sindical e determina a base de financiamento. Os sistemas de relações de trabalho, mundo afora, estabelecem dois critérios básicos:
a) só os associados ao sindicato são beneficiários
b) todos os trabalhadores da base do sindicato são beneficiários, independentemente da associação.

Na primeira hipótese, a tendência é haver alto índice de sindicalização, uma vez que os trabalhadores querem acessar os direitos conquistados pelo sindicato. Com isso, os sindicatos são mais fortes e têm mais facilidade de constituir organizações nos locais de trabalho. Os sócios financiam a estrutura, a organização, a mobilização e as negociações que conquistam os direitos. Quem não é sócio não tem acesso ao direito.

Na segunda hipótese, criam-se mecanismos para definir as atribuições e responsabilidades de sindicalizados e não sindicalizados nas tomadas de decisão sobre questões que tratam dos interesses do conjunto da categoria, como a celebração de acordos cujos direitos valem para todos. Cabe aos sindicatos construir a estrutura, organização e mobilização para a implementação das ações que lhes são confiadas. Nesse caso, os trabalhadores não filiados também financiam, de maneira obrigatória, o sindicato que os representa.

Os sistemas admitem que o trabalhador tem o direito de se recusar a delegar poder de negociação e a financiar o sindicato. Essa manifestação poderá ser expressa de duas maneiras: a) em assembleia, com a participação nos debates e na deliberação coletiva, o que torna obrigatório o cumprimento das decisões da maioria – pelo sindicato e pelos trabalhadores; b) ou individualmente, forma pela qual o trabalhador recusa, simultaneamente, o acesso ao direto conquistado pelo sindicato e a obrigação de financiar a entidade.

O que não existe é essa situação prevista na nova lei no Brasil, em que o acesso ao direito é amplo e total e a contribuição do trabalhador, optativa. A escolha feita pela Reforma Trabalhista deve ser alterada se queremos fortalecer o sistema de relações de trabalho no Brasil e o papel dos sindicatos.

Essa questão foi tratada no Fórum Nacional do Trabalho, em 2004, pelas representações de empregadores, de trabalhadores e de governo. Um debate profundo analisou o sistema de relações de trabalho, as negociações, a solução ágil de conflitos, a representatividade das entidades sindicais, entre outros temas. Os empregadores e trabalhadores afirmaram ali que almejavam um sistema no qual convenção e acordo coletivo contemplassem todos os trabalhadores – sócios e não sócios do sindicato. O sistema de relações de trabalho foi, então, redesenhado, com regras para gerar convenções coletivas - com validade e abrangência para todos os trabalhadores de uma categoria e todas as empresas de um setor econômico – ou acordos coletivos, para todos os trabalhadores de uma ou mais empresas (acordos).

Nesse modelo, cabe a todos os trabalhadores deliberar em assembleia, convocados pelo respectivo sindicato: (a) se querem abrir uma negociação e em que condições; (b) quais as propostas ou a pauta para a negociação; (c) qual o plano para conduzir as negociações; (d) como financiarão a ação sindical. As decisões serão de responsabilidade de todos e todos serão beneficiários dos resultados.

O instrumento para financiamento indicado no Fórum foi a cobrança de uma taxa ou contribuição negocial devida por todos, quando autorizada a negociação, cujo valor seria definido pela assembleia que autorizasse a negociação, com regras estipuladas nos estatutos da entidade e com limite máximo do valor a ser pago.

Ainda se apontou a necessidade de que as entidades sindicais mantivessem um sistema de prestação de contas à categoria (dos resultados das negociações e da aplicação dos recursos arrecadados), como prática de boa governança e relação com os trabalhadores.

A Reforma deixou tudo para trás.

Daqui para a frente, a essência da disputa será estruturar e desenvolver um modelo coerente de sistema de relações de trabalho, constituído por entidades fortes e representativas, para revigorar as negociações coletivas. Requererá não só aportar regras de convenções e acordos coletivos, mas também mudar a atual legislação. Para virar o jogo, será preciso muita força, a fim de mobilizar os trabalhadores para que eles se coloquem como sujeitos coletivo nessa disputa!



Reforma trabalhista: oportunidades para pactuar mudanças

10 de Fevereiro de 2018, 12:49, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

Reforma trabalhista 2 Por Clemente Ganz Lúcio, Diretor técnico do DIEESE

A agenda da reforma trabalhista e sindical está pautada na sociedade brasileira há algum tempo, em função de vários motivos, como as mudanças na base produtiva e na divisão internacional do trabalho, a expansão do setor de serviços e a disseminação de novas tecnologias e do trabalho imaterial - fatores que impactam o emprego e as empresas e demandam transformações do sistema de relações do trabalho. Desde já, ressalta-se também a necessidade da reforma tributária, política, eleitoral, agrária, do solo urbano, da educação, do Estado e dos serviços. Longa é a lista das inúmeras reformas urgentes que estão paradas.

No primeiro semestre deste ano, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal aprovaram, em rito célere e sem debate público, a Lei 13.467/2017 que altera 117 artigos e mais de 200 dispositivos da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho.

Desde então, até sua entrada em vigor, em meados de novembro - período de o debate fez emergir uma extensa lista de problemas, indicando que a lei aprovada poderá ampliar a insegurança dos trabalhadores e os conflitos entre capital e trabalho, além de causar inúmeros impactos sobre a atividade sindical, o papel da Justiça do Trabalho e o funcionamento do sistema de relações de trabalho. Observe-se que, apesar da extensão e profundidade das medidas, não houve previamente mensuração das possíveis consequências sociais, econômicas, trabalhistas e fiscais.

Na semana em que a Lei entrou em vigor, o governo encaminhou a Medida Provisória nº 808 que efetuava algumas poucas mudanças na extensa Lei. No curto prazo legislativo, a MP recebeu 967 emendas parlamentares. O fato de a maioria das emendas ter sido proposta por deputados, e não por senadores, indica que a Lei e a MP não contemplaram totalmente a casa parlamentar que lhes deram origem e, aparentemente, não satisfizeram integralmente sequer os congressistas que apoiam o governo: embora a maior parte das emendas tenha sido proposta por parlamentares de oposição (632), há um número expressivo de alterações sugeridas por aqueles que, em tese, apoiam o governo (226), entre eles, PMDB (42), PSDB (45), PTB (35) e PP (33), entre outros.

A compilação das emendas revela o desejo de mudanças na maior parte dos temas da nova legislação. Os pontos de maior atenção são o trabalho intermitente, o princípio do “negociado sobre o legislado”, a condição da empregada gestante ou lactante, o conceito de remuneração e o dano extrapatrimonial.

Ademais, dezenas de emendas sobre os outros assuntos tratados pela MP foram apresentadas, como a regulamentação da terceirização, do funcionamento da Justiça do Trabalho e da contribuição sindical, para dar alguns exemplos. Uma contagem simples das emendas oferecidas por tema não indica a importância relativa de cada uma delas, nem o peso político que as respaldam, mas revela a amplitude dos debates que deverão ocorrer a fim de contemplar todo o leque de sugestões.

O contexto de debates abre nova oportunidade para o Congresso Nacional dar outro rumo e sentido à reforma trabalhista, possibilitando que se promovam alterações da legislação trabalhista e do sistema de relações de trabalho a partir do diálogo social complexo entre empregadores e trabalhadores. Permite pactuar, no espaço do Congresso Nacional, o sentido das mudanças e definir as novas regras que regerão o sistema de relações de trabalho e a legislação trabalhista, abrindo a perspectiva de reorientação das transformações para valorização, fortalecimento e investimento na negociação e em mecanismos para solução ágil de conflitos. Possibilita ainda que sejam estabelecidos processos e mecanismos inteligentes de transição para as novas regras.

O debate promove oportunidade para estimar os impactos das mudanças na vida das empresas e dos trabalhadores, em termos de previdência e receita fiscal, entre outros; além de proporcionar a chance de adoção de novos mecanismos de monitoramento das medidas implementadas, com vistas a adequar as regras às intenções do acordo original.

Por isso, os Presidentes das duas Casas e os parlamentares têm a oportunidade de, no trâmite da MP 808, conduzir um novo pacto entre empregadores e trabalhadores, que, por meio do diálogo social, poderá operar as transformações necessárias na legislação trabalhista e no sistema de relações de trabalho, de forma que ambos sejam, verdadeiramente, fatores impulsionadores da construção de um país economicamente desenvolvido e socialmente justo.



10 de fevereiro: PT 38 anos

10 de Fevereiro de 2018, 12:00, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

PT completa 38 anos neste 10 de fevereiro de 2018.

Fundado em 1980 o partido se propunha a fazer diferença.

A foto da fundação do PT deveria estar na lembrança de todos nós, principalmente de certos dirigentes neopetistas!!!

Fundacao pt



Reunião da Frente Ampla de Ex-querda

27 de Janeiro de 2018, 0:43, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda



A liberdade é para os poderosos

24 de Janeiro de 2018, 9:39, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

Enquanto muitos pensavam que a turma que tomou o poder de assalto nos levaria à Idade Média, eles de fato nos devolvem à época do Império Romano...  Julgamento de catilina
A História é contada pelos vencedores. No caso da imagem acima, Cícero, em seu discurso de 8 de novembro de 63 a.C., mostrado por Maccari que enfatiza o isolamento de Catilina de quem os senadores romanos, os homens de bens, mantêm distância.

"As atitudes da população livre em relação aos seus escravos e à escravidão como instituição eram igualmente variadas e ambivalentes. Para os proprietários , desdém e sadismo ficavam lado a lado com medo e preocupaçao em relação à sua dependência e vulnerabilidade , que numerosos ditos populares e anedotas captavam. "Tod escravo é inimigo" era uma dessas peças de sabedoria romana. E no reinado do imperador Nero, quando alguém teve a brilhante ideia de fazer os escravos usarem uniformes, ela foi rejeitada com a alegação de que isso deixaria claro para a população escrava o quanto ela era numerosa."

SPQR, uma história da Roma Antiga, Mary Beard, Ed. Critica, 2017, página 325, 1º parágrafo.



Ex-querda goza com artigo da FSP que a Rede Brasil Atual publicou ainda em 2016

7 de Janeiro de 2018, 18:37, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

"Palavras verdadeiras podem não ser agradáveis" - provérbio chinês

Sim! Estamos cada vez pior. A ex-querda reproduz feliz, em tom de crítica, mas gerando audiência para o PiG, artigo sobre o enriquecimento da família Bolsonaro publicado hoje, 07/01/2018, pela FSP, quando o mesmo assunto já havia sido tratado em 30 de março de 2016 nas páginas da Rede Brasil Atual.

Não me recordo de ter sido assunto nas redes digitais estrangeiras.

Aqui está o link do artigo publicado por Helena Sthephanowitz em seu blog na Rede Brasil Atual.

http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/helena/2016/03/bolsonaro-e-o-milagre-da-multiplicacao-do-patrimonio-9786.html

Mas, para variar, a ex-querda só se excita com as publicações do PiG e com as das redes digitais estrangeiras.

Nada que seja nacional, soberano ou alternativo, que sobreviva dos esforços e do trabalho dos brasileiros, recebe atenção da ex-querda e dos tais ativistas digitais pós tudo de nada. Ao contrário, são violentamente boicotados por estes em nome de uma pós-modernidade e de um certo internacionalismo sem classe.

Por que será?

Soros explica?

Ford Explica?

O que está acontecendo?

Por que nos deixamos enganar?

O que diferencia essa parte da esquerda (que acredita em falsos esquerdistas) de certos cristãos que acreditam em falsos pregadores, em falsos profetas.

Pense! Reflita!

E divirta-se com o artigo da Sthephanowitz abaixo, caso esteja com preguiça de acessar o site da Rede Brasil Atual, onde o artigo foi publicado originalmente.

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telhado de vidro

Bolsonaro e o milagre da multiplicação do patrimônio

Deputado compra duas mansões de frente para o mar em área nobre do Rio com "descontos" graciosos sobre o valor de mercado. E declara patrimônio incompatível com sua renda
por Helena Sthephanowitz, para a RBA publicado 30/03/2016 13h26, última modificação 30/01/2017 12h08
 
Gilmar Felix - Câmara dos Deputados
bolsonaro2.jpg

Jair Bolsonaro, deputado em sexto mandato consecutivo, mostra declaração de bens que levanta dúvidas

Você conseguiria comprar uma casa que custa, a preço de mercado, alguns milhões por "apenas" R$ 400 mil? O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) conseguiu esse, digamos, milagre. E recebeu a graça na compra não só de uma, mas de duas mansões. Em termos terrenos, com um abatimento de pelo menos 75% nos preços dos imóveis, foram verdadeiros negócios da China.

Para entender o caso: Jair Bolsonaro – que está em seu sexto mandato consecutivo como deputado federal – declarou à Justiça Eleitoral possuir, no ano de 2010, bens que totalizavam oo valor de R$ 826.670,46. Naquele ano, os dois imóveis não constavam da declaração de patrimônio.

Quatro anos depois, nas eleições de 2014, o patrimônio declarado pulou para R$ 2.074.692,43. Façamos as contas: a variação patrimonial é maior do que a soma dos salários líquidos que ele recebeu como deputado. Significa que, mesmo se Bolsonaro não tivesse gasto um único centavo de seus salários nos quatro anos de mandato entre 2010 e 2014, ainda assim o montante acumulado não lhe permitiria chegar ao patrimônio de mais de R$ 2 milhões. A conta não fecha.

E como ele não declara, entre seus bens, ser proprietário ou sócio de nenhuma empresa, é inevitável perguntar: qual é a fonte de renda de Bolsonaro para cobrir tamanha variação patrimonial?

Mas a estranheza sobre o patrimônio não para por aí. Jair Bolsonaro continua, segundo ele mesmo declara, com todos os imóveis que tinha em 2010 e aparece em 2014 com duas mansões na Avenida Lúcio Costa, de frente para o mar da Barra da Tijuca, reduto carioca da classe média alta e de parte de sua elite.

Os valores atribuído aos imóveis são piada e escárnio: o valor de compra declarado de uma das propriedades é de R$ 400 mil e a outra, de R$ 500 mil. Uma simples consulta a qualquer imobiliária da capital fluminense, ou às sessões de classificados dos jornais e sites do Rio, mostra que as mansões foram declaradas com valores muito abaixo dos praticados no mercado. Ninguém conseguiria comprar um imóvel como os de Bolsonaro, naquela localização, por esses preços entre 2010 e 2014 – período em o país chegou a viver uma "bolha imobiliária", com os preços dos imóveis dispararam.

Bolsonaro oculta o endereço completo na declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral, mas descobrimos que o deputado tem endereços em seu nome no Condomínio fechado Vivendas da Barra, na referida avenida. Em anúncios classificados, o menor vaor que encontramos para casas à venda naquele condomínio foi de R$ 1,65 milhões. Mais de 4 vezes o valor menor declarado por Bolsonaro.

Em época de alguns políticos terem de explicar até o que não têm e nunca compraram, o que o deputado Jair Bolsonaro, useiro e vezeiro em atirar pedras nos telhados alheios, tem a dizer a seus seguidores sobre seus telhados de vidro?

Bolsonaro_bens_2010.jpg

bolsonaro_bens_2014.jpg



SPQR: Sono Pazzi Questi Romani!

6 de Janeiro de 2018, 12:29, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

As penas de roma

SPQR, a sigla que causava terror no mundo antigo, na época de Jesus Cristo, significava originalmente Senatus Populusque Romanus ou SENATVSPOPVLVSQVEROMANVS, ou seja, Senado e Povo Romano, nome oficial do Império Romano.

Os povos não romanos tinham uma outra interpretação. Sono Pazzi Questi Romani!, ou seja, Esses Romanos são Loucos!

Pois, chegamos à loucura dos romanos, quando muitos dos que se dizem cristãos, seguidores de Jesus Cristo, o "bandido bom é bandido morto" da época romana,  defendem penas mais duras para os pobres, mantendo os ricos e poderosos livres e soltos para traficar influência, drogas e assaltar os cofres públicos, além de destruir nossos direitos trabalhistas e previdenciários, sem chegar a magnitude imperial de uma Roma antiga. Ou seja, os malucos somos nós.  Aceitamos o estupro calados.

Sono Pazzi Questi Brasiliani - SPQB - poderia ser o nome oficial do Brazil de Temer e seus tucanos golpistas.



Sinistério da Çaude Golpista adverte: Estuprar a Democracia provoca infecção urinária!

3 de Janeiro de 2018, 0:29, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

Estuproademocraciafazmalasaude



Saúde Para Todo@s!

31 de Dezembro de 2017, 21:58, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

Saude publica



A imagem de uma já era!

31 de Dezembro de 2017, 16:04, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

A imagem de uma já era



Vixere, Golpistas!

31 de Dezembro de 2017, 15:55, por Feed RSS do(a) Bertoni - 0sem comentários ainda

Vixere, do latim, significa viveram ou estão mortos!

Vixere golpistas

Quem  ri por último, ri melhor!