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Blogosfera do PSL-Ba

16 de Junho de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | 2 pessoas seguindo este artigo.

O Projeto Software Livre Bahia (PSL-BA) é um movimento aberto que busca, através da força cooperativa, disseminar na esfera estadual os ideais de liberdade difundidos pela Fundação Software Livre (FSF), possibilitando assim a democratização do acesso a informação, através dos recursos oferecidos pelo Software Livre. Esta busca tem seus alicerces fundados na colaboração de todos, formando um movimento sinérgico que converge na efetivação dos ideais de Liberdade, Igualdade, Cooperação e Fraternidade.

O Projeto Software Live Bahia é formado pela articulação de indivíduos que atuam em instituições publicas e privadas, empresas, governos ou ONGs, e demais setores da sociedade. Além disso o projeto não é subordinado a qualquer entidade ou grupo social, e não estabelece nenhuma hierarquia formal na sua estrutura interna.


Alexandro Silva: Configurando um servidor de email com Postfix + Spamassassin +Mailscanner + Pyzor + Razor no Debian Lenny ( Atualizado )

9 de Junho de 2009, 0:00, por Software Livre Brasil


Rafael Gomes: Lançamento do Fedora 11

9 de Junho de 2009, 0:00, por Software Livre Brasil

Depois de tanto esperar, é com enorme prazer que o Projeto Fedora Brasil anuncia hoje o lançamento da décima primeira versão de uma das maiores e mais famosas distribuições GNU/Linux do mundo, conhecida por sua característica inovadora, sempre atuando na vanguarda da tecnologia. Antecipando-se à maioria das vezes no lançamento ...



JavaBahia: JavaOne 2009 - 3o Dia

9 de Junho de 2009, 0:00, por Software Livre Brasil




Nelson Pretto: Avaliação científica: a conversa continua

9 de Junho de 2009, 0:00, por Software Livre Brasil


Nelson Pretto: Fator "uaauu" na educação

8 de Junho de 2009, 0:00, por Software Livre Brasil

Educação/UFBA e visitante da Universidade Trent,  Nottingham,
Inglaterra. www.pretto.info

A crise da educação é tema constante em todos os países. Todos reclamam dos baixos índices de aprovação, da violência nas escolas, dos sistemas de avaliação que não dão conta dos desafios contemporâneos, da universidade que não prepara para o mundo profissional tampouco para a vida. Mas essa é uma crise anunciada, uma vez que pesquisas realizadas há muito já a vislumbravam.

Na Inglaterra, a situação é dramática neste final de ano letivo (o verão começa agora em junho). Os dados apontam uma crise sem precedentes no que diz respeito à empregabilidade dos alunos que agora estão se formando. Recente pesquisa realizada pela "Chartered Institute of Personnel and Development" anunciou que 50% dos empregadores entrevistados não estão pensando em contratar recem graduados. Em função da gravidade da situação, o professor David Blachflower, até recentemente membro do comitê monetário do Banco da Inglaterra, alertou o governo para o que considera o maior desafio atual do país, o "desemprego da juventude".

No âmbito do ensino básico inglês, o que aqui e acolá se vê são projetos  e políticas públicas que buscam - sem
sucesso, com os números indicam - transformar a educação e criar algum tipo de motivação (não gosto dessa palavra, mas ela costumeiramente é usada nesse contexto) para que a juventude permaneça na escola. Foi proposta recentemente a redução do número de áreas de aprendizagem de 13 - as áreas mais tradicionais, tais como ciências, biologia, história, etc. - para seis áreas de maior abrangência. O interessante dessa proposta é a introdução, de forma  explicita, do uso das tecnologias de comunicação, a exemplo dos blogs, twitter, orkut e todos os demais elementos da chamada mídia contemporânea. A proposta, a ser implementada até 2011, propõe  áreas de aprendizagem mais amplas, tais como compreensão do Inglês, comunicação e linguagens, compreensão científica e tecnológica, compreensão do humano, social e ambiental, entre outras. A  confusão já está estabelecida, com reclamações de todos os lados, pois, como já estamos lamentavelmente acostumados na educação, tal proposta foi pouco discutida, segundo os sindicatos docentes. A própria mídia, que tem tratado muito da educação, termina polarizando o debate entre, por exemplo, se é
importante ensinar Twitter ou Segunda Guerra Mundial e, claro, isso tem um grande efeito sobre os pais e a população. Evidentemente esse não é o ponto central e, como de costume, uma cortina de fumaça cai sobre a importância de discussões mais profundas sobre a educação.

Por outro lado, a proposta inglesa se reporta à necessidade de um "currículo criativo", o que para mim é uma redundância, uma vez que tanto currículo como escola têm na criatividade e na criação seus elementos mais fundamentais. Chegam a cogitar de inserir um "fator uaauu" (wow factor) no currículo, como elemento de impacto nas escolas, para "prender" a atenção das crianças e jovens. Também essa é uma antiga discussão, pois não estamos aqui a falar de espetáculos, onde os estudantes precisam ser "motivados" e o professor tem que ser um ator - de preferência cômico, como em muitos dos nossos cursinhos de vestibular - para que os alunos possam "apreender" os assuntos.

Educação é muito mais do que isso. Educação é diálogo permanente e aqui, quando falamos em diálogo, tratamos deste em pelo menos dois níveis. Um no âmbito das escolas e outro no âmbito das famílias. Nestas, essa prática, que deveria ser constante, em muitos casos praticamente deixou de existir, seja pela enfraquecimento da família enquanto espaço de diálogo, seja pela própria inexistência desta.  Um intenso e permanente diálogo é conversa que flui, é um verdadeiro jogo de ir e vir, de ouvir e falar, de ceder e conceder. Mas é também o exercício da autoridade - não do autoritarismo - nos
momentos necessários.

Um outro diálogo é aquele entre o conhecimento que cada um traz de sua realidade e experiência de vida com a Ciência e a Cultura, estas com "c" maiúsculo mesmo. Mas não como uma imposição destas sobre as demais ciências, saberes, conhecimentos e culturas, aqui todas em minusculo e no plural. A busca por essa convivência permanente entre diferenças, conhecimentos e saberes constitui-se no movimento central para a preparação dos jovens para o mundo. E
quando falamos em mundo estamos a nos referir também ao mundo do trabalho, mas não só a este. Falamos de um mundo que ainda nem sabemos como vai se configurar no futuro.

Aqui, temos que retomar a minha preferida questão: o fortalecimento do fundamental papel dos professores nas escolas, este sim, seguramente, o verdadeiro "fator uaauu".



Nelson Pretto

8 de Junho de 2009, 0:00, por Software Livre Brasil

Nelson De Luca Pretto - professor associado da Faculdade de
Educação/UFBA e visitante da Universidade Trent,  Nottingham,
Inglaterra. www.pretto.info

A crise da educação é
tema constante em todos os países. Todos reclamam dos baixos
índices de aprovação, da violência nas
escolas, dos sistemas de avaliação que não dão
conta dos desafios contemporâneos, da universidade que não
prepara para o mundo profissional tampouco para a vida. Mas essa é
uma crise anunciada, uma vez que pesquisas realizadas há muito já a vislumbravam.
Na Inglaterra, a situação é dramática neste
final de ano letivo (o verão começa agora em junho). Os
dados apontam uma crise sem precedentes no que diz respeito à
empregabilidade dos alunos que agora estão se formando.
Recente pesquisa realizada pela "Chartered Institute of
Personnel and Development" anunciou que 50% dos empregadores
entrevistados não estão pensando em contratar recem
graduados. Em função da gravidade da situação,
o professor David Blachflower, até recentemente membro do
comitê monetário do Banco da Inglaterra, alertou o
governo para o que considera o maior desafio atual do país,
o "desemprego da juventude".
No âmbito
do ensino básico inglês, o que aqui e acolá se vê são
projetos  e políticas públicas que buscam - sem
sucesso, com os números indicam - transformar a educação
e criar algum tipo de motivação (não gosto dessa
palavra, mas ela costumeiramente é usada nesse contexto) para que a juventude permaneça na escola. Foi proposta recentemente a
redução do número de áreas de
aprendizagem de 13 - as áreas mais tradicionais, tais como
ciências, biologia, história, etc. - para
seis áreas de maior abrangência. O interessante dessa
proposta é a introdução, de forma explicita, do
uso das tecnologias de comunicação, a exemplo dos
blogs, twitter, orkut e todos os demais elementos da chamada mídia contemporânea. A proposta, a ser
implementada até 2011, propõe  áreas de
aprendizagem mais amplas, tais como compreensão do Inglês,
comunicação e linguagens, compreensão científica
e tecnológica, compreensão do humano, social e
ambiental, entre outras. A  confusão já está
estabelecida, com reclamações de todos os lados, pois, como já estamos lamentavelmente acostumados na
educação, tal proposta foi pouco discutida, segundo os sindicatos docentes. A
própria mídia, que tem tratado muito da educação,
termina polarizando o debate entre, por exemplo, se é
importante ensinar Twitter ou Segunda Guerra Mundial e, claro, isso
tem um grande efeito sobre os pais e a população. Evidentemente
esse não é o ponto central e, como de costume,
uma cortina de fumaça cai sobre a importância de
discussões mais profundas sobre a educação.
Por
outro lado, a proposta inglesa se reporta à necessidade de um "currículo
criativo", o que para mim é uma redundância, uma
vez que tanto currículo como escola têm na criatividade
e na criação seus elementos mais fundamentais. Chegam a
cogitar de inserir um "fator uaauu" (wow factor) no
currículo, como elemento de impacto nas escolas, para "prender" a atenção das
crianças e jovens. Também essa é uma antiga
discussão, pois não estamos aqui a falar de espetáculos,
onde os estudantes precisam ser "motivados" e o professor
tem que ser um ator - de preferência cômico, como em
muitos dos nossos cursinhos de vestibular - para que os alunos
possam "apreender" os assuntos. Educação é
muito mais do que isso. Educação é diálogo
permanente e aqui, quando falamos em diálogo, tratamos deste em pelo
menos dois níveis. Um no âmbito das escolas e outro no
âmbito das famílias. Nestas, essa prática, que deveria ser constante, em muitos casos praticamente deixou de
existir, seja pela enfraquecimento da família enquanto espaço de diálogo, seja pela própria inexistência desta.
Um intenso e permanente diálogo é
conversa que flui, é um verdadeiro jogo de ir e vir, de ouvir
e falar, de ceder e conceder. Mas é também o
exercício da autoridade - não do autoritarismo - nos
momentos necessários.
Um outro diálogo é
aquele entre o conhecimento que cada um traz de sua realidade e experiência de vida com a Ciência e a
Cultura, estas com "c" maiúsculo mesmo. Mas não
como uma imposição destas sobre as demais ciências,
saberes, conhecimentos e culturas, aqui todas em minusculo e no
plural. A busca por essa convivência permanente entre
diferenças, conhecimentos e saberes constitui-se no movimento
central para a preparação dos jovens para o mundo. E
quando falamos em mundo estamos a nos referir também ao mundo do
trabalho, mas não só a este. Falamos de um mundo que
ainda nem sabemos como vai se configurar no futuro.
Aqui, temos que retomar a minha preferida questão: o
fortalecimento do fundamental papel dos professores nas escolas, este sim, seguramente, o verdadeiro "fator
uaauu".



Rafael Gomes: Novo portal do Softwarelivre.org

8 de Junho de 2009, 0:00, por Software Livre Brasil

Para sobreviver, tudo tende a evolução e com base nisso o sítio softwarelivre.org, mantido pela ASL (Associação de Software Livre) também evoluiu.



Rafael Gomes: Identi.ca ou Twitter?

6 de Junho de 2009, 0:00, por Software Livre Brasil

Muito foi dito sobre o "nascimento" do Twitter. Realmente é mais uma forma de comunicação.



JavaBahia: JavaOne 2009 - 2o Dia

6 de Junho de 2009, 0:00, por Software Livre Brasil




Wille Marcel: IV FSL-BA, III ENSL e Free Software Bahia 2009

5 de Junho de 2009, 0:00, por Software Livre Brasil

Semana passada participei de três eventos de software livre em Salvador: Free Software Bahia 2009,  IV Festival de Software Livre da Bahia e III Encontro Nordestino de Software Livre.



Tags deste artigo: nordeste psl bahia