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Agência Informativa Pulsar Brasil - Boletim 18 de novembro

18 de Novembro de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Agência Informativa Pulsar ))) Brasil - Panorama da manhã - 2009-11-18

PARÁ - HIDRELÉTRICA
Povos do Xingu se manifestam contra hidrelétrica Belo Monte
Mais de duzentas lideranças entre ribeirinhos, indígenas, agricultores, pescadores e representantes de ONGs, entre outros, se manifestam contra a hidrelétrica de Belo Monte e contra ações do capital e governo na região.
O II Encontro dos Povos da Volta Grande do Xingu, realizado na primeira semana de novembro, teve caráter de audiência pública, convocada pelo Ministério Público Estadual. As lideranças reunidas no encotro lançaram a Carta dos Povos da Volta Grande do Xingu.

Há diversas preocupações com os graves impactos sociais e ambientais que serão gerados pela implantação da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Por isso, os presentes manifestaram indignação com o processo de exclusão a que estão submetidas as populações da Bacia do Xingu.

A carta-protesto falou da falta de esclarecimentos por parte das empresas responsáveis pela elaboração do estudo de impacto ambiental. Denunciou a omissão da real dimensão dos impactos causados pela obra e repudiou a Fundação Nacional do Índio (Funai) que considerou que os impactos poderiam ser suavizados.

As lideranças repudiam o uso de suas assinaturas nas listas de presença das visitas realizadas pelas consultorias para simular adesão das comunidades ao projeto de Belo Monte.

Há estudos realizados por um painel de especialistas que reprovam a instalação da usina. As lideranças pedem que o Ibama, órgão responsável pela licença, leve o documento em cosideração.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, declarou à Agência Brasil que não está definida data para a liberação da licença ambiental. Isto porque ainda há diversas pendências.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, pressiona dizendo que o documento do Ibama devia ter sido expedido anteontem (16/11). O documento é necessário para realização de leilões para esta que é uma das maiores obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).

Correm ações judiciais questionando o projeto internacinalmente na Organização dos Estados Americanos e na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, entre outros.

Para aos povos da Volta do Xingu, Belo Monte “é um erro” que vai destruir suas vidas. (pulsar)

 

RIO DE JANEIRO – VIOLÊNCIA
Auto de resistência justificam dez mil mortes em 11 anos
“Auto de resitência” é o nome do registro na polícia de situações em que o policial atira porque o opositor resistiu. A média de registros é de mais de mil por ano no estado do Rio de Janeiro.
Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), a média de mortos em alegados confrontos saltou de um por dia em 1999 para 3,3 por dia na atual gestão de Sérgio Cabral (PMDB).

Movimentos pelos Direitos Humanos classificam a política do governo do estado como de extermínio nas favelas e periferias, e vem exigindo a divulgação dos nomes as vítimas e procedimentos adequados nas investigações.

O vice-diretor do Laboratório de Análise da Violência da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), o sociólogo Ignacio Cano, classificou o número de mortos como a radiografia da barbárie.

“É uma Polícia que age dessa forma é a que vive em condições semelhantes a de uma guerra. A redução desses números a um patamar civilizado deveria ser uma das prioridades da política de segurança.”

Criado durante a ditadura militar, o auto de resistência encobre os casos de execução sumária, de acordo com o sociólogo Ignacio. Segundo ele, os indícios na maioria dos registros comprovam: as vítimas são assassinadas com disparos pelas costas, na cabeça e à queima roupa.

“Então, é claro que junto com os confrontos legítimos há também casos de execução sumária e todos são varridos para baixo do tapete sob o nome de auto de resistência.” (pulsar/anp)

 

ALIMENTOS – DIREITOS
Brasil é um dos 10 países que mais desperdiçam comida
Estimativa da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) apontou o Brasil entre os 10 países do mundo que mais desperdiçam alimentos.
Nada menos do que 35% de toda a produção agrícola brasileira, de acordo com a FAO, vão para o lixo.

O Serviço Social do Comércio analisa estes dados pelo ponto de vista financeiro, afirmando que R$ 12 bilhões em alimentos são desperdiçados diariamente.

Outro cálculo do Sesc dá conta de que estes alimentos seriam suficientes para garantir três refeições diárias a 39 milhões de pessoas.

O número de pessoas em situação de insegurança alimentar, ou até mesmo de fome, na América Latina inteira é calculado em 53 milhões de pessoas.

O número do desperdício de alimentos no Brasil é mais um dado a fortalecer a idéia de que o atual modelo de produção, comercialização e consumo de comida, todo baseado em critérios de mercado, não é garantidor do direito humano à alimentação adequada. (pulsar/chasque)

 

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