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27 de Maio de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Discussões sobre Software Livre e Sociedade


Universidade Federal de Goiás disponibiliza curso online e gratuito do Ubuntu

15 de Outubro de 2014, 15:03, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Projeto de Extensão, Instituto de Informática – UFG

Público Alvo: a comunidade em geral, incluindo também alunos, docentes e técnicos administrativos da UFG.

Período: de 20 de outubro a 14 de dezembro de 2014

Modalidade: MOOCs – EAD

Equipe: Prof. Hugo do Nascimento, Prof. Marcelo Akira, Ricardo Borges, Tadeu Augusto

Inscrição: aqui!

Curso gratuito!


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Julian Assange: Debian Is Owned By The NSA

9 de Abril de 2014, 21:41, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Paulo:

É… acabaram-se as ilusões…

Postado originalmente em IgnorantGuru's Blog:

In his Q&A to his keynote address at the World Hosting Days Global 2014 conference in April, the world’s largest hosting and cloud event, Julian Assange discussed encryption technology in the context of hosting systems. He discussed the cypherpunk credo of how encryption can level the playing field between powerful governments and people, and about 20 minutes into his address, he discussed how UNIX-like systems like Debian (which he mentioned by name) are engineered by nation-states with backdoors which are easily introduced as ‘bugs’, and how the Linux system depends on thousands of packages and libraries that may be compromised.

I recommend watching his 36 minute Q&A in its entirety, keeping in mind my recent warnings about how GNU/Linux is almost entirely engineered by the government/military-affiliated Red Hat corporation.

The Voice of Russia website has an article on Assange’s address with a few quotes:

“To a degree this is a…

Ver original 517 mais palavras


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Isso é quando a Microsoft cobra para dar seus dados ao FBI

23 de Março de 2014, 13:37, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Tradução via Google Translate do original em inglês disponível em http://dailycaller.com/2014/03/20/this-is-how-much-microsoft-charges-the-fbi-for-your-info/

Isso é quanto a Microsoft cobra do FBI pela sua informação

18:36 2014/03/20
 
Giuseppe Macri

Faturas secretas da Microsoft para o FBI obtidas via hacks pelo Exército Eletrônico Sírio revelam quanto a gigante do Vale do Silício cobra de uma divisão secreta da agência para o acesso legal às informações dos usuários.

O exército tornou-se notório por se infiltrar nas redes e mídias sociais contas de empresas ocidentais e meios de comunicação nos últimos anos, e apresentou os documentos para The Daily Dot para análise. Seu mais recente Microsoft tomou corte local em janeiro, quando a organização aproveitou da Microsoft Twitter e as contas de e-mail, supostamente para distrair os funcionários e alcançar sua “missão principal”.

Os e-mails e notas fiscais entre Unidade de Tecnologia do FBI Digital Intercept e equipe Compliance Criminal Global da Microsoft mostram uma taxa entre US $ 50 e US $ 200 para o acesso a informações de clientes, com os totais de alongamento para as centenas de milhares de dólares – o mais recente de novembro 2013 chegando a 281.000 dólares .

Um especialista citado pela Dot confirmou a autenticidade dos documentos, mas nem a Microsoft nem o FBI iria confirmar ou negar seus conteúdos.

“No que diz respeito pedidos de aplicação da lei, não há nada incomum aqui”, disse um porta-voz da Microsoft disse em um relatório Verge . “Sob a lei dos EUA, as empresas podem pedir o reembolso para os custos associados com o cumprimento de ordens legais válidas para os dados do cliente. Nós tentar recuperar alguns dos custos associados com tais ordens. “

Aparentemente Microsoft processa centenas desses pedidos mensal em um processo que parece ser apenas mais uma ordem do dia – um grande contraste de seus clamores públicos veementes contra os programas de vigilância em massa da Agência de Segurança Nacional que recolhem dados de usuários similares.

Durante uma audiência quarta-feira, consultor jurídico-chefe da NSA revelou gigantes da tecnologia como a Microsoft estavam plenamente conscientes e cumpridas varrer o programa da Agência Nacional de Vigilância Internet PRISM – uma reivindicação Microsoft, juntamente com inúmeras outras empresas negaram desde o vazamento começou no último verão.

Microsoft claramente tem nenhum escrúpulo com o uso de seu vasto acúmulo de dados pessoais dos clientes para transformar um lucro extra – a empresa anunciou uma nova campanha no CPAC, há duas semanas oferecendo para usar dados de clientes para vender anúncios políticos altamente segmentados no Xbox Live.

Mais recentes vazamentos do Exército Eletrônico da Síria parecem implicar a única separação entre a postura pública da Microsoft e aquiescência privado parece ser um salário.


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Bancos Comunitários: uma prática de Finanças Solidárias no Brasil

19 de Janeiro de 2014, 9:10, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Bancos Comunitários: uma prática de Finanças Solidárias no Brasil.

Por João Joaquim de Melo Neto Segundo*

O Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) e o Governo Federal consideram que o campo das Finanças Solidárias no Brasil é formado por 03 segmentos: Fundos Solidários, Cooperativas de Crédito e Bancos Comunitários. Neste texto vamos refletir apenas sobre os Bancos Comunitários e a participação dos jovens no desenvolvimento deste novo modelo de banco. Por uma questão pedagógica, focaremos nossa reflexão no Banco Palmas.

Origem dos Bancos Comunitários

O primeiro Banco Comunitário do Brasil foi o Banco Palmas, surgido em 1998 na periferia de Fortaleza-CE, nos grotões do nordeste, criado pelo povo simples da favela do Conjunto Palmeira. Como morador e líder comunitário do bairro, tive o privilégio de participar dessa construção.

Na época o Conjunto Palmeira, com 20 mil habitantes, era uma comunidade extremamente carente economicamente e enfrentava graves problemas de desemprego e desnutrição. Em uma assembleia da Associação dos Moradores perguntamos para os sócios:“Por que somos pobres?” Quase que ao mesmo tempo todos responderam: “Somos pobres porque não temos dinheiro”. O debate foi tão intenso, que resolvemos criar grupos de reflexão na comunidade em torno dessa mesma pergunta. Foram realizadas 97 reuniões com líderes locais, comerciantes e moradores. Em geral, os debates terminavam com uma visão fatalista da população em relação a sua pobreza, aceitando-a como algo natural, afinal, sempre foi assim, existem pobres e ricos desde “que o mundo é mundo”!

A diretoria da Associação, insatisfeita com a falta de reflexão, resolveu então fazer uma enquete com os moradores com 04 perguntas: 1) O que você já consome por mês? (alimentação, vestuário, material de limpeza); 2) Qual é a marca dos produtos que você compra?; 3) Onde você faz a maioria de suas compras? e 4) O que você produz?

Foram ouvidas 1.600 famílias (40% do total de famílias do bairro) e obtivemos, dentre outros, os seguintes resultados: i) R$1.200.000,00 (Um milhão e duzentos mil reais) de compras eram feitas pelos moradores do Conjunto Palmira, mensalmente. ii) 80% das famílias faziam suas compras fora do bairro. iii) Apenas 3% dos entrevistados produziam ou comercializavam alguma coisa no bairro. iv) 70% das famílias faziam suas compras em Messejana, um bairro vizinho bastante desenvolvido economicamente.

Desenhamos vários cartazes com os números e fizemos reuniões rua-a-rua, afirmando para população: “nós não somos pobres, nos empobrecemos porque perdemos nossas poupanças. Perdemo-nas porque tudo que compramos é fora do bairro. Portanto, depende de nós a superação de nossa pobreza”.

Aqueles números tiveram um efeito pedagógico extraordinário na população, que começou a entender a relação da economia com a vida. Algumas dezenas de pessoas na favela descobriram o poder revolucionário de seu consumo. Mais que isso: começaram a sentir que a resposta estava ali, pertinho, dependia de nossa vontade e da forma que consumimos.

Foi assim, a partir desse entendimento de que nós éramos possíveis, que em janeiro de 1998, na pequena sede da Associação dos Moradores do Conjunto Palmeira, com apenas R$ 2000,00 (dois mil reais) inauguramos o Banco Palmas. Totalmente administrado pela comunidade, o banco desenvolveu um sistema econômico próprio que conta com uma linha de microcrédito alternativo (para produtores e comerciantes), instrumentos de incentivo ao consumo local (moeda social circulante- PALMAS), e alternativas de comercialização (feiras e lojas solidárias), promovendo localmente geração de emprego e renda para diversas pessoas.

A grande novidade que o modelo de Banco Comunitário trouxe foi a visão da solidariedade territorial. O bairro como um todo se torna um “empreendimento solidário” onde os moradores produzem e consomem um dos outros. É a noção de solidariedade coletiva: eu melhoro de vida na proporção que o bairro melhora, dessa forma melhoramos juntos. Anos depois chamamos isso de Rede Local de Prosumatores, onde cada morador e cada moradora é ao mesmo tempo produtor(a), consumidor(a) e ator ou atriz social de transformação.

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O que são dados abertos?

2 de Dezembro de 2013, 13:51, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Agradecimentos a Juliano Bueno de Araújo pela dica.

O que são dados abertos?

Segundo a definição da Open Knowledge Foundation, em suma,

dados são abertos quando qualquer pessoa pode livremente usá-los, reutilizá-los e redistribuí-los, estando sujeito a, no máximo, a exigência de creditar a sua autoria e compartilhar pela mesma licença.

Isso geralmente é satisfeito pela publicação dos dados em formato aberto e sob uma licença aberta.

Os dados abertos também são pautados pelas três leis  e oito princípios.

As três leis

O especialista em políticas públicas e ativista dos dados abertos David Eavespropôs as seguintes “leis”:

  1. Se o dado não pode ser encontrado e indexado na Web, ele não existe;
  2. Se não estiver aberto e disponível em formato compreensível por máquina, ele não pode ser reaproveitado; e
  3. Se algum dispositivo legal não permitir sua replicação, ele não é útil.

As leis foram propostas para os Dados Abertos Governamentais, mas pode-se dizer que elas se aplicam aos Dados Abertos de forma geral.

Os oito princípios

Em 2007, um grupo de trabalho de 30 pessoas reuniu-se na Califórnia, Estados Unidos da América, para definir os princípios dos Dados Abertos Governamentais. Chegaram num consenso sobre os seguintes 8 princípios:

  1. Completos. Todos os dados públicos são disponibilizados. Dados são informações eletronicamente gravadas, incluindo, mas não se limitando a, documentos, bancos de dados, transcrições e gravações audiovisuais. Dados públicos são dados que não estão sujeitos a limitações válidas de privacidade, segurança ou controle de acesso, reguladas por estatutos.
  2. Primários. Os dados são publicados na forma coletada na fonte, com a mais fina granularidade possível, e não de forma agregada ou transformada.
  3. Atuais. Os dados são disponibilizados o quão rapidamente seja necessário para preservar o seu valor.
  4. Acessíveis. Os dados são disponibilizados para o público mais amplo possível e para os propósitos mais variados possíveis.
  5. Processáveis por máquina. Os dados são razoavelmente estruturados para possibilitar o seu processamento automatizado.
  6. Acesso não discriminatório. Os dados estão disponíveis a todos, sem que seja necessária identificação ou registro.
  7. Formatos não proprietários. Os dados estão disponíveis em um formato sobre o qual nenhum ente tenha controle exclusivo.
  8. Livres de licenças. Os dados não estão sujeitos a regulações de direitos autorais, marcas, patentes ou segredo industrial. Restrições razoáveis de privacidade, segurança e controle de acesso podem ser permitidas na forma regulada por estatutos.

Além disso, o grupo afirmou que a conformidade com esses princípios precisa ser verificável e uma pessoa deve ser designada como contato responsável pelos dados.

Apesar dos princípios terem sido pensados para os Dados Abertos Governamentais, pode-se aplicá-los, também, a Dados Abertos de modo geral (com a possível exceção do primeiro, já que este trata de dados do poder público).


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