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27 de Maio de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

ZTE lançará smartphones Android ainda no primeiro trimestre

11 de Fevereiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil



Gastos com banda larga móvel devem superar US$ 72 bi neste ano

11 de Fevereiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil

 



Grande mídia erra ao tratar Campus Party como feira de tecnologia

10 de Fevereiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil

 



Brasil lidera ranking de controle de uso das Redes Sociais

10 de Fevereiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil

As empresas brasileiras são as que exercem mais controle sobre o uso de mídias sociais no trabalho, segundo pesquisa da Manpower, empresa de recursos humanos que oferece serviços para todo o ciclo de negócios e de emprego das companhias, com 34 mil empregadores de 35 países.

De acordo com o estudo, 55% das companhias no Brasil têm alguma política nesse sentido, contra apenas 20% na média global. A pesquisa mostra que o setor de finanças é o que mais controla os empregados (81%), seguido de transportes (65%) e administração pública e educação (58%).

No mundo todo, o número de empresas que controlam as redes sociais é consideravelmente menor que no Brasil. As Américas apresentam uma média de 29% de instituições dizendo controlar as redes sociais: no México, 29%, Canadá, Costa Rica e Guatemala, 27%, Argentina e Peru, 26%, Colômbia, 25% e Estados Unidos, 24%.

Na Ásia e no Pacífico, a média de empresas com políticas de comando fica em 25%: China, 33%, Nova Zelândia, 32%, Austrália, 31%, Hong Kong, 27%, Japão, 25%, Taiwan, 23%, Singapura, 14% e Índia 11%. Europa e África apresentaram a menor média de controle, apenas 11%.

Na Polônia, apenas 1% das empresas têm políticas nesse sentido, na França, 2%, Áustria e República Tcheca, 4%, Alemanha e Suíça, 6%, Bélgica, Romênia e Suécia, 7%, Grécia, Itália e Espanha, 10%, Hungria e Noruega, 11%, Holanda, 13%, Irlanda, 15%, Reino Unido, 22%, e África do Sul, 40%.

Dos quase mil empregadores brasileiros entrevistados, 77% afirma que evitam a perda de produtividade com suas políticas de uso de mídias sociais. Para 32%, a regulamentação protege informações confidenciais das companhias. Outras razões citadas foram proteger a reputação da empresa (19%), e ajudar no recrutamento de pessoal (11%).

“Podemos notar que as políticas para mídias sociais ainda estão focadas no gerenciamento de riscos, e não na maneira como as organizações podem aproveitar essas ferramentas em benefício dos empregados e do negócio”, afirma Pedro Guimarães, diretor comercial da Manpower no Brasil.

Para ele, uma política proibitiva pode ser prejudicial às empresas, já que ignora todo o potencial das mídias sociais – especialmente em um cenário em que colaboradores mostram-se desmotivados com suas funções atuais ou em que os talentos estão muitas vezes deslocados.

“Mais do que nunca, empregadores devem aproveitar as mídias sociais para fortalecer sua imagem junto a colaboradores, ajudando a atrair candidatos e a manter os empregados motivados”, aponta.

O crescente uso dessas redes traz desafios para o gerenciamento de imagem das organizações, que provavelmente precisarão exercer algum controle. No entanto, se as empresas estiverem preparadas para adotar as mídias sociais, pode haver benefícios consideráveis.

“Redes sociais são uma boa oportunidade para construir uma empresa vencedora. Elas podem ajudar a manter os colaboradores intelectualmente e emocionalmente engajados, alinhados a missão e valores de uma organização”, finaliza Guimarães.

A empresa de Recursos Humanos dá dicas do uso produtivo das mídias sociais nas empresas:

- Desafie os colaboradores a inovar, estimulando-os a desenvolver maneiras de usar essas ferramentas para melhorar seu trabalho. Incentive o compartilhamento das boas práticas, como por exemplo, o uso das mídias sociais para gerar acessos ou atender melhor aos consumidores ou clientes.

- Fique de olho nos especialistas que tem dentro da empresa, e estimule-os a demonstrar o uso de mídias sociais para os colegas. Preste atenção às ideias que surgem dessa interação.

- Deixe que os colaboradores assumam a tarefa. A base de qualquer rede social saudável é o comprometimento dos usuários. Estimule os empregados a ajudar no desenvolvimento e implantação da rede, promovendo a confiança nos objetivos instituídos no fim do processo.

Da redação
Convergência Digital 10/02/2010



Corporações temem comportamento de empregados nas Redes Sociais

10 de Fevereiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil

As redes sociais cresceram e apareceram para o bem e para o mal. Relatório feito pela Sophos, fornecedora de soluções de segurança, mostra que 57% dos usuários das redes sociais declararam ter sido vítimas de spam, o que representa aumento de 70,6% em relação a 2008. O número de reclamações de malware cresceu 36%, alta de 69,8% na comparação anual.

De acordo com o relatório, o Facebook, que recentemente alterou sua política de privacidade e, agora, está sendo investigado pelo governo canadense, foi apontado por 60% dos entrevistados como o site onde os ataques incidem com mais frequência. O MySpace ficou em segundo, com 18% das respostas, seguido pelo Twitter, com 17%, e do LinkedIn, com 4%.

A pesquisa também mostra que 72% das 500 empresas entrevistadas se declararam preocupadas com o comportamento de seus funcionários nas redes sociais.

Elas alegam que entrar nesses sites é extremamente perigoso para os seus negócios e prejudicial à produtividade de suas operações. O estudo aponta que 49% das companhias afirmam que seus funcionários acessam redes sociais, um aumento de 13% em relação ao ano anterior.

Da redação
Convergência Digital  01/02/2010