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27 de Maio de 2009, 0:00 , por Antonio Terceiro - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Hackers: Outlaws and Angels

6 de Outubro de 2014, 21:48, por Juliana Oliveira - 0sem comentários ainda

 

Os termos hackers, crackers, lammers e derivados são muito confundidos pelas pessoas que acabam utilizando o termo hacker para tudo. Isso em parte se deve às informações errôneas que são divulgadas nos meios de comunicação.

Na aula do dia 27 de agosto de Educação e Tecnologias Contemporâneas falamos um pouquinho sobre essa questão. Depois da aula resolvi criar um formulário no Google Docs perguntando se a afirmação: "Hacker é o criminoso virtual que quebra senhas, códigos e sistemas de segurança com o objetivo de extorquir pessoas, invadir e prejudicar sistemas operacionais ou banco de dados" era verdadeira ou falsa. Aproveitei e perguntei também se ela fazia curso de ensino superior, se sim em qual área e a faixa etária na qual ela se encontrava.

Divulguei o formulário no meu facebook e nos grupos da UFBA e dos cursos de Sistemas de Informação, Ciência da Computação e Licenciatura em Computação. Eis o resultado:

  • De 54 pessoas que responderam, apenas 9 disseram que a afirmação é verdadeira;
  • Das 9 pessoas que disseram que a afirmação é verdadeira, 5 são da área de exatas (sendo 2 da área de computação e afins), 2 da área de humanas, 1 da área de biológicas e 1 não identificou a qual área pertence;
  • Das 54 ṕessoas que disseram que a afirmação é falsa, 2 são da área de artes, 2 são da área de humanas e as demais são da área de computação e afins.
  • De 54 pessoas que responderam, apenas 3 não fazem curso de nível superior;
  • As 3 pessoas que não fazem curso de nível superior disseram que a afirmação é falsa;
  • Da amostra, 68% tem entre 16 e 25 anos, 28% tem entre 26 e 35 anos, 2% tem entre 36 e 45 anos e 2% tem até 15 anos.

Bom...essa minha pesquisa foi um pouco tendenciosa pelo fato de no meu perfil ter mais pessoas da área de computação.

Porém trago aqui também resultados de uma experiência em extensão, na qual a mesma pergunta foi feita para jvens de comunidades de Salvador em situação de vulnerabilidade socioecnômica. Antes de realizarmos uma oficina sobre Segurança na Internet fizemos o mesmo questionamento aos jovens através de respostas a um questionário em papel.

De 101 jovens questionados, inicialmente, apenas 13 disseram que a afirmação era falsa. Durante a oficina, tentamos desconstruir esta imagem do hacker como pessoal do mal e, ao final, quando questionados novamente sobre o assunto, 37 disseram que a afirmação era falsa, ou seja, um aumento de 184%.

E você o que acha? Para que não fique dúvidas a afirmação dada inicialmente é FALSA. Aquela afirmação define o cracker.

Hacker é o termo usado para definir aquele que se dedica, com intensidade incomum, a conhecer e modificar os aspectos mais internos de dispositivos, programas e redes de computadores. São programadores habilidosos motivados por curiosidade, necessidade profissional, vaidade, espírito competitivo, patriotismo e ativismo.

Muitos hackers compartilham informações e colaboram em projetos comuns, incluindo congressos, ativismo e criação de software livre, constituindo uma comunidade hacker com cultura, ideologia e motivações específicas. Outros trabalham para empresas ou agências governamentais, ou por conta própria.

Hackers foram responsáveis por muitas importantes inovações na computação, incluindo a linguagem de programação C e o sistema operacional Unix, o editor de texto emacs, o sistema GNU/Linux e o indexador Google. Hackers também revelaram muitas fragilidades em sistemas de criptografia e segurança, como por exemplo, urnas digitais, cédula de identidade com chip, discos Blu-ray, bloqueio de telefones celulares, etc.

E aí, mudou seu conceito?

Fonte: Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Hacker)



Que software livre utilizar?

17 de Abril de 2014, 15:35, por Juliana Oliveira - 0sem comentários ainda

Muita gente desconhece o fato de que existe um software livre para a maioria dos softwares pelos quais pagou. Em muitos casos, esse software pago não atende totalmente as necessidades dos seus usuários. Este é um bom lugar para começar a procurar, já que nossos usuários levam muita coisa em consideração para avaliar a qualidade de um software.

Conheça o site http://www.searchfloss.com.br busque softwares livres por nome, descrição ou palavras chave, conheça novos projetos de software livre e descreva a sua experiência com softwares já utilizados.

Este projeto tata-se de um trabalho de mestrado que visa auxiliar a comunidade a conhecer melhor software livre. Cada opinião sobre um determinado software é baseada em uma série de critérios de avaliação, que refletem o que a maioria dos usuários considera importante para avaliar a qualidade de um software.

Contato: mestrado ponto sfohart arroba gmail ponto com



Colivre e ITES promovem Ritual de Iniciação em Software Livre

14 de Abril de 2014, 22:43, por Juliana Oliveira - 0sem comentários ainda

Na próxima quarta-feira às 14h, a Colivre abre as portas da sua sede para o "Ritual de Iniciação em Software Livre". O evento, que tem o objetivo de difundir o uso de sistemas operacionais de código aberto, contará com uma oficina prática de instalação de GNU/Linux para iniciantes. Os participantes poderão levar seus computadores para aprenderem a instalar o sistema e fazer a migração de software na própria oficina.

A atividade é promovida pela Colivre juntamente com a Incubadora Tecnológica de Economia Solidária e Gestão de Desenvolvimento Territorial da UFBA (ITES/UFBA). A entrada também é livre: participe e divulgue essa iniciativa! :)

 

Fonte:

http://softwarelivre.org/colivre/blog/colivre-e-ites-promovem-ritual-de-iniciacao-em-software-livre



Pesquisa revela baixa participação de estudantes em atividades de extensão universitária

12 de Abril de 2014, 12:31, por Juliana Oliveira - 0sem comentários ainda

A  pesquisa intitulada   “Você   sabe   o   que   é   extensão   universitária?” foi elaborada   pela estudante Juliana  Oliveira,  do curso de Ciência da Computação da UFBA, que integra o Programa Onda Digital, do Departamento de Ciência da Computação - atividade apoiada pela ProExt. Oliveira é bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Extensão Universitária  (PIBIEX).  

Os objetivos da pesquisa foram observar o conhecimento  em  relação  ao  que   é   Extensão  Universitária pelos estudantes de graduação de variados cursos da  UFBA, analisar a contribuição  da extensão  universitária  para  a  formação social, acadêmica e profissional daqueles que já participaram destas ações, bem como subsidiar pesquisas pertinentes.

Os resultados da pesquisa indicam que dentre os 93 alunos entrevistados, 55% sabiam o que é extensão universitária e 37% já tinham ouvido falar. Entretanto, apenas 23% dos entrevistados já haviam participado de alguma atividade de extensão. Apesar do pequeno número de graduandos entrevistados nesta pesquisa, frente ao número de alunos da Universidade, Oliveira acredita ter chegado a resultados interessantes. A estudante atribui essa baixa participação em atividades de extensão ao pequeno número de docentes envolvidos com extensão universitária na UFBA, assim como maior interesse e apoio financeiro ao ensino e pesquisa. “Nos últimos anos, venho observando que existe um esforço pela Proext para mudar este panorama com diversos incentivos no que tange a divulgação das atividades de extensão, a disponibilização de recursos, realização de palestras para informar a comunidade acadêmica sobre as ações existentes, dentre outras”, comenta.

Observou-se ainda que algumas unidades universitária oferecem mais periodicamente atividades de extensão, foram elas: Escola de Administração (ADM) e Politécnica, com menção apenas para o Departamento de Engenharia Elétrica (DEE); Faculdades de Comunicação (FACOM), Direito e Educação (FACED); e os Institutos de Biologia (IBIO), Ciências da Saúde (ICS); Geociências (IGEO); Humanidades, Artes e Ciências (IHAC); Matemática (IM) e Psicologia.

A bolsista do Programa Onda Digital considera positiva a participação em atividades de extensão por permitir contato com estudantes de diversas áreas do conhecimento, aprender a trabalhar em equipe, lidar com as diferenças e ter contato com diversas culturas e comunidades de Salvador e região Metropolitana. Para servir de incentivo, Oliveira deixa mensagem aos colegas graduandos: “Ressalto que participar de atividades de extensão é muito prazeroso. Poder levar um pouco do seu conhecimento e ajudar o próximo, além de conhecer outras realidades, realizando assim uma troca de saberes, é simplesmente maravilhoso. Você realmente se sente participante de um processo de mudança social”, conclui.

Clique aqui e confira os resultados da pesquisa na íntegra

Fonte: http://www.proext.ufba.br/pesquisa-revela-baixa-participacao-de-estudantes-em-atividades-de-extensao-universitaria



Ciclo de Palestras: Computação e Ética na Sociedade Contemporânea

12 de Abril de 2014, 12:27, por Juliana Oliveira - 0sem comentários ainda

Está acontecendo na UFBA um Ciclo de Palestras que conta com o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UFBA e aborda a computação e a ética na contemporaneidade.

Mais informações: https://blog.ufba.br/compusoc