Ir para o conteúdo
ou

Software livre Brasil

Como Funciona?

É um evento que busca reunir pessoas que tem interesse em criar mecanismos para facilitar o acesso a informações públicas sobre mobilidade Urbana/Copa do Mundo em Salvador - Bahia.

Não apenas para desenvolvedores de software, mas também com designers, jornalistas, estatisticos, artistas, professores e todas as outras linhas de conhecimento que possam agregar a ideia.

Apoiadores (1)

 Voltar a O que já rolou
Tela cheia Sugerir um artigo

Relato do HackingDay v0.1

12 de Novembro de 2012, 0:00 , por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Visualizado 320 vezes

Com quase uma hora de atraso, iniciamos o HackingDay do dia 11 de novembro. O espaço foi bom, agradável mesmo, mas precisamos reorganizar a fiação. A comida estava ótima e 100% dela era vegana (Uau!), desde os quitutes até os biscoitos de viagem. Avançamos em áreas importantes do código, criamos features interessantes, mas não foi (quase) nada do que esperávamos para esse dia. A participação foi muito baixa, o que confirma que confirmação em eventos no facebook não é confiável e que fazer eventos no domingo é uma péssima idéia.

Participantes

outros assistiram ao vivo, mas não interferiram no desenvolvimento.

O que foi feito

Resumão final.

Testes, muitos testes!

Testes, muitos testes!Claro, tínhamos que fazer testes, mas não fizemos apenas para o plugin das macros, fizemos testes para novos métodos que criamos para a infra de plugins e testes para áreas não cobertas no core do Noosfero. Esta foi uma surpresa para nós, pois testes são invariavelmente exigidos em patches do Noosfero. Acreditamos que o tal método sem testes é muito antigo e foi criado quando a política de testes não era tão rigorosa e além disso pode ter entrado em um commit grande o que dificulta a avaliação do release manager, que aceitou o patch por confiança. Isso reforça também a orientação para o trabalho com micro-commits.

Métodos novos para a infra de plugin

Criamos o método waterfall para transformar o conteúdo em cadeia. Ele se opõe ao método dispatch no sentido em que o dispatch coleta todas as saídas dos plugins registrados em um hotspot e retorna uma lista com estas, enquanto o waterfall envia a saída de um plugin para o outro, sobrepondo as possíveis transformações que cada um faz sobre o conteúdo.

Momento da definição do nome watherfall: 49:46

Criamos o método picknrun para executar um determinado método em apenas um determinado plugin, caso este esteja habilitado e tenha o tal método, ou seja, o registro de um hotspot. Esse método parecia necessário para a infra de macros, mas não temos mais tanta certeza disto.

Cunhando o nome picknrun: 2:51:22

O que deu errado

Hora de início

Alguns dos participantes locais, de presença fundamental, demoraram para chegar. Alguns chegaram muito depois da hora marcada para o início, inviabilizando os preparos deixados para última hora, o que nos fez desistir de colocar o Gobby para funcionar.

Edição colaborativa

Pensamos até em usar serviços fechados para a edição colaborativa (assim como usamos hangout para transmissão/participação), mas felizmente a versão mais atual do Gobby já funciona muito bem. Até levantamos um servidor gobby em colivre.net para organizar e viabilizar a participação externa, mas nossa organização de última hora não lembrou que a Colivre usa Debian Estável em seus desktops, apesar dos membros usarem Debian Testing em seus laptops. Infelizmente, a versão do Gobby no Debian estável não supria nossas necessidades e não havia mais tempo para uma compilação local.

Codding Dojo

Iniciamos com pouca gente localmente, onde o dojo realmente aconteceria, e mesmo com a chegada de mais dois convidados não nos motivamos. Até poderíamos fazer o encontro no modelo dojo, mas nos pareceu mais interessante trabalharmos num modelo derivado de pair-programming (com muito mais de dois programadores), já que (quase) todos estavam participando intensamente da elaboração do código.

Também foi bastante positivo ter Rodrigo Souto (Diguliu) liderando o desenvolvimento e explicando detalhes que ele dominava muito mais que qualquer outro participante, como a infra de plugins e os testes no Noosfero. Esse modelo pareceu bastante produtivo (nosso objetivo 0), estava confortável para todos e ainda foi bastante instrutivo.

Discuta isso!

Bebidas

O homem do dinheiro não compareceu e ainda estávamos sobrecarregados com a preparação do espaço na última hora, por isso tivemos ótima comida (encomendada com antecedência), com água mineral. (Ao menos não foi água da torneira.)

Soluções propostas

Preparação antecipada da infra do encontro

  1. Definir um grupo responsável pela infra
  2. Definir toda a infra necessária no check-list
  3. Preparar e testar toda a infra, incluindo o clone do repositório, no dia anterior ou na manhã do dia do encontro.

Definir um responsável pelas comidas e bebidas, que receba o dinheiro com antecedência.

Comits

  1. Including the waterfall method and redefining parse content
  2. Adding method picknrun and base infra for macros plugin

Ficou em aberto

Data do próximo HackingDay. Esquecemos de discutir isso.

Modelo para registro de macros. Discuta isso!


Tags deste artigo: hackingday noosfero relato macros waterfall picknrun plugin

0sem comentários ainda

Enviar um comentário

Os campos são obrigatórios.

Se você é um usuário registrado, pode se identificar e ser reconhecido automaticamente.