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7 de Dezembro de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

JS4Girls – Javascript for Girls

5 de Setembro de 2015, 18:16, por GarotasCPBr - 0sem comentários ainda

Olá pessoas! Este post é para todas as gurias que já desenvolvem e pra quem quer começar a desenvolver programas também. Seguindo na linha de eventos voltados para aumentar o número de mulheres na área da Tecnologia da Informação, hoje vamos falar do JS4Girls.

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O JS4Girls – Javascript for Girls – é um modelo open source e free para ensino de Javascript para mulheres, é um evento gratuito de ensino de programação, e o mais bacana é que esta ideia, originalmente pensada pelo Jean Carlo Nascimento, o Suissa, evangelista de tecnologias como NoSQL e Node.js. , pode ser feito por qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo, você pode, caso queira, organizar uma edição na sua cidade, além de ensinar conceitos de programação, também será usada a linguagem JavaScript, que dá nome ao evento.

O Suissa, assim como outras pessoas bacanas que existem por aí, perceberam a questão do preconceito e do machismo contra as poucas mulheres existentes na área da TI, e resolveu ser mais uma força contra esse cenário real e triste que encontramos em todo lugar. Ele se juntou à luta pela permanência das mulheres que já estão na área e pelo movimento de trazer cada dia mais e mais mulheres para a área da Informática.

JavaScript é uma linguagem de programação interpretada. Foi originalmente implementada como parte dos navegadores web para que scripts pudessem ser executados do lado do cliente e interagissem com o usuário sem a necessidade deste script passar pelo servidor, controlando o navegador, realizando comunicação assíncrona e alterando o conteúdo do documento exibido.

É atualmente a principal linguagem para programação client-side em navegadores web. Começa também a ser bastante utilizada do lado do servidor através de ambientes como o node.js. Foi concebida para ser uma linguagem script com orientação a objetos baseada em protótipos, tipagem fraca e dinâmica e funções de primeira classe. Possui suporte à programação funcional e apresenta recursos como fechamentos e funções de alta ordem comumente indisponíveis em linguagens populares como Java e C++.

O objetivo do JS4Girls é incentivar e treinar as mulheres para ingressarem na área que cada vez mais necessita de profissionais bem qualificados. Além disso tende a incluir as mulheres nesse meio digital dominado pelos homens e por pré-conceitos machistas.

A ideia é que o evento aconteça todo mês, primeiramente um evento presencial, em qualquer cidade onde haja uma pessoa disposta a lecionar o conteúdo criado antecipadamente pela comunidade. Na aula presencial ocorre a aula inicial, para apresentar às mulheres, o mundo da programação. A rede de relacionamentos é um impulso para o sucesso do evento, cada mulher chama pelo menos uma amiga para participar do próximo evento.

Após a aula presencial, elas irão continuar estudando via web, lendo conteúdos novos e assistindo às aulas online ou vídeos gravados, estes serão criados pela comunidade. Todo mês um módulo novo para estudo será apresentado. Toda a comunidade irá contribuir com novos módulos, criando assim um curso bem completo para que qualquer pessoa, independente do gênero, possa acompanhar e estudar.

Se você gostou da ideia, achou interessante, e quer colaborar, você pode montar um JS4Girls na sua cidade, só precisa ter um local e uma pessoa disposta a compartilhar o conhecimento a partir dos conteúdos já criados. Se torne um colaborador dessa iniciativa, acompanhe a agenda, talvez esteja tendo um na sua cidade. Saiba mais em: http://webschool.io/js4girls/


Até a próxima.

Fontes: https://pt.wikipedia.org/wiki/JavaScript

http://webschool.io/js4girls/

Imagem destaque: http://www.slideshare.net/RodolfoDias1/js4girls

 

 

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Filme entre abelhas

3 de Setembro de 2015, 20:25, por GarotasCPBr - 0sem comentários ainda

Olá pessoal, tudo bem? Hoje vou compartilhar com vocês um dos melhores filmes que eu vi na vida. Entre abelhas é um filme nacional estrelado pelo Fábio Porchat e dirigido por Ian SBF, ambos são do porta dos fundos. Mas ao contrário do canal de humor, esse filme é bem sério e retrata um drama.

O roteiro do filme começou a ser escrito por Porchat a nove anos, quando o ator nem era conhecido; nesse tempo o roteiro ganhou maturidade para ser produzido.

Na história o personagem vivido por Porchat se separou da mulher e está com a vida de cabeça para baixo, do nada ele pára de enxergar as pessoas e aí o drama começa. Imagina entrar num ônibus sem enxergar ninguém? O filme mostra de forma angustiante e triste.

Muita gente pode ter se decepcionado ao chegar no cinema e não se deparar com uma comédia, vi em alguns lugares o filme classificado dessa forma e apesar de ter alguns toques de humor, a história é triste e o filme é um drama envolvente.

Infelizmente produzir filmes no Brasil é complicado e todo mundo sabe disso… além da falta de incentivos, falta de verba e tal, o telespectador brasileiro não consegue desvincular a comédia do ator, é uma pena pois temos casos como Jim Carrey que é um cara genial tanto na comédia quanto no drama e a atuação do Porchat foi espetacular.

Acredito que esse roteiro seria candidato a Oscar se o filme fosse um pouco mais longo e talvez mais bem produzido; algumas cenas importantes passaram muito rápido, creio que por conta do pouco tempo do filme. Preconceitos a parte, se ele batesse a porta de Hollywood com esse roteiro iria ganhar o melhor filme com certeza.

Se você não assistiu ao filme não leia o restante do post rsrsrsrs

Minha impressão do filme:

Ele pára de ver as pessoas, pára do nada como na cena que ele pára de ver o motorista do taxi. Ele faz o tratamento com psiquiatra, sua mãe tenta ajudá-lo, mas nada adianta.

O filme é uma analogia a sociedade em que vivemos, você já parou para pensar quantas vezes você entra no ônibus ou metrô e nem vê quem está ao seu lado? Ou pessoas que eram tão importantes na sua vida e hoje você nem lembra mais?

No filme a prioridade que as pessoas vão perdendo na vida dele o leva a parar de enxergá-las, trazendo para nossa vida uma reflexão: Quem você ainda enxerga? Será que daqui a 1 ou 5 anos você ainda enxergará essas mesmas pessoas? Será que não vivemos em uma sociedade de pessoas invisíveis?download

E você assistiu? Mande aqui seus comentários!

Beijos e até a próxima!

 

 

 

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Reconstrução Facial Forense com Softwares Livres, como é isso?

2 de Setembro de 2015, 18:36, por GarotasCPBr - 0sem comentários ainda

 

Quando se ouve falar em Reconstrução Facial Forense (RFF) a primeira coisa que vem a cabeça de muita gente é…

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Figura 1: Séries de TV.

Mas, o que poucos sabem é que atualmente o trabalho que RFF tem ganhado destaque por estar sendo realizado por meio de Softwares Livres. O brasileiro Cícero Moraes é o grande responsável por essa visibilidade, pois os seus estudos levaram a uma técnica que tem ajudado a descobrir várias faces e também tem ajudado a outros seres com a reconstrução de partes do corpo perdidas.

Algumas das faces já reveladas por essa técnica são as da Múmia egípcia Tothmea, Santo Antônio e Maria Madalena.

Tothmea-S.Antônio-M.Madalena

Figura 2: Rostos de Tothmea, Santo Antônio e Maria Madalena após reconstrução.

Bom, para falar de maneira rápida dessa técnica, vamos começar entendendo que a mesma é dividida em etapas, sendo elas: obtenção dos dados do crânio, tratamento dos dados e reconstrução dos tecidos moles (modelagem 3D).
A obtenção dos dados pode acontecer por dois meios, fotometria ou tomografia computadorizada. No caso da fotometria o crânio a ser reconstruído é fotografado de todos os ângulos, a câmera para esse processo pode ser uma simples câmera digital. Já na tomografia os arquivos são em formato DICOM.

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Figura 3: Processo de fotometria

 

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Figura 4: Processo por tomografia (Tomografia em Tothmea)

Na etapa de tratamento dos dados, por fotometria, as imagens são lançadas para um programa, o Python Photogrammetry Toolbox, que faz o cálculo da nuvem de pontos gerando um arquivo que será carregado para um outro programa, o Meshlab, que transforma essa nuvem de pontos em uma malha 3D que já pode ser lançada para o Blender para o processo de reconstrução dos tecidos moles.

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Figura 5: Imagem do Meshlab.

Já no caso do tratamento de dados por tomografia computadorizada, os arquivos em formato DICOM são lançados para o programa InVesalius (programa desenvolvido por brasileiros do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer), no qual se faz a separação da estrutura óssea dos tecidos moles. Depois de feita a separação, o arquivo é salvo no formato pronto para ser lançado para o Blender e assim iniciar o processo de reconstrução dos tecidos moles.

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Figura 6: Imagem do InVesalius.

E por fim, depois de concluídas as etapas anteriores vamos ao processo de reconstrução dos tecidos moles. Essa etapa acontece no software Blender 3D, o aquivo final obtido das outras etapas é lançado para o programa e então com a ajuda de uma tabela de pontos craniométricos (tabela construída com estudos sobre profundidade de tecidos moles) marcamos a imagem do crânio a ser reconstruída e pouco a pouco vamos compondo a face, começando pelos músculos e depois a pele. Para realçar as características da face deve-se ter informações acerca do local onde o crânio foi encontrado, região, costumes e história da região. Com base nessas informações pode-se adicionar características dos cabelos, cor dos olhos, cabelo, cor da pele e adereços.

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Figura 7: Imagens do Blender 3D (Já com os pontos craniométricos aplicados).

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Figura 8: Processo de inserção dos tecidos moles.

Após toda a reconstrução é gerada a imagem final para apresentação e impressão em 3D.

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Figura 9: Impressão em 3D do busto de Santo Antônio.

Bom, e assim falamos rapidamente sobre o processo de RFF que é feito totalmente com softwares livres. Para conhecer mais sobre o trabalho de Cícero Moraes é só clicar aqui e conhecer o site.

Espero que gostem e até um próximo post! ;)

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Gerenciamento de projetos, mas o que é isso?

1 de Setembro de 2015, 19:51, por GarotasCPBr - 0sem comentários ainda

Olá pessoal tudo bem? Vou começar a escrever sobre o que se tornou uma paixão na minha vida: Gerenciamento de projetos.

Fica fácil falar quando você faz uma pós que todo mundo acha que sabe o que é…. se você chega para sua família e fala: “Eu faço pós em física quântica” por mais que boa parte não saiba de fato o que você vai fazer, é mais simples do que falar que faz gerenciamento de projetos. Tenho chegado a conclusão que qualquer nome de pós é mais “bem entendido” do que gerenciamento de projetos.

Depois de gastar tanto tempo explicando para minha psicóloga, pais, amigos, cachorros e gatos, o que é gerenciamento de projetos; decidi escrever esse post e explicar o que de fato é o gerenciamento de projetos.

Gerenciamento de projetos é um conjunto de atividades temporárias destinadas a produzir um produto, serviço ou um resultado único.  Nada mais que isso. Mas simples que parece não é mesmo? Bem, nem tanto. Essas atividades são metodologias, como se fossem “formas” onde você coloca as informações e essas informações serão a base para as tomadas de decisão e mostrarão os caminhos em si que você deve seguir para chegar ao seu objetivo.download

“O Gerenciamento de Projetos, portanto, é a aplicação de conhecimentos, habilidades e técnicas para a execução de projetos de forma efetiva e eficaz. Trata-se de uma competência estratégica para organizações, permitindo com que elas unam os resultados dos projetos com os objetivos do negócio – e, assim, melhor competir em seus mercados.

Ele sempre foi praticado informalmente, mas começou a emergir como uma profissão distinta nos meados do século XX.” (fonte PMI)

Se você ficou interessado, conheça mais nesses links:

http://www.ricardo-vargas.com/pt/

https://brasil.pmi.org/brazil/AboutUs/WhatIsProjectManagement.aspx

Beijos e até a próxima!

 

 

 

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Primeiras novidades da #CPBR9

31 de Agosto de 2015, 23:17, por GarotasCPBr - 0sem comentários ainda

Olá Pessoal,

Este é o meu primeiro post e estou muito feliz de estar fazendo parte deste time desde sua criação, participando agora como autora :)

Nesta última segunda-feira (24/08), Paco Ragageles (Co-fundador da Campus Party) aguçou as expectativas de todos os campuseiros informando que no próximo mês os ingressos para a CPBR9 começarão a ser vendidos por volta do dia 15/09. O evento acontecerá em São Paulo entre os dias 26 e 31 de Janeiro. 

Dois dias após esse tweet, foi criado no site do Campuse.ro uma lista de pré venda. Segundo os organizadores, através desta atividade a pessoa inscrita poderá ter acesso ao lote promocional de ingressos e também receber informações recentes sobre o evento. Para se inscrever, basta criar uma conta no site do Campuse.ro e se inscrever na atividade através deste link.

Com toda essa expectativa crescendo, nós da equipe GarotasCPBR estamos planejando algumas atividades. Nosso objetivo é fazer com que mais garotas venham fazer parte da nossa comunidade para que possamos cada vez mais agregar conteúdo e compartilhar conhecimento, além de participação em outros eventos fora da Campus Party e a criação de uma extensa rede de networking :)

Para os novos campuseiros que estão buscando mais informações sobre o evento, acesse a página oficial do evento e confira os acontecimentos das edições anteriores e fique de olho no twitter do Paco Ragageles (@pacoragageles) que sempre trás novidades sobre o evento no Brasil e no mundo.

Até a próxima!

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2015 – #CPBR8 – Arduino, Robótica e Minions

29 de Agosto de 2015, 15:21, por Garotas CPBr - 0sem comentários ainda

A nossa colega Salete Farias teve uma experiência muito bacana na #CPBR8, confira abaixo! 🙂

Olá, é muito bom estar de volta e escrevendo para o blog novamente! No post de hoje vou compartilhar uma experiência vivida na última edição da Campus Party, que aconteceu em fevereiro deste ano, a CPBR8. Essa experiência já virou texto pra Revista Espírito Livre, palestra e já está se delineando um novo desafio pra 2016.

Entre diversas atividades, como palestras e workshops, a CPBR8 também teve oficina pra colocar a mão na massa \o/, nesta oitava edição aconteceu pela segunda vez consecutiva a Oficina de Chão, um projeto envolvendo conceitos de Robótica, comandado pelo Alexandre Casemontro, conhecido pelos maiores casemods já apresentados na Campus, entre as suas criações, está o famoso Iron Man. Alexandre cria casemods personalizados e animatronics e está sempre disposto a difundir ideias e conhecimento, compartilhando com quem estiver disposto a aprender.

A Oficina de Chão é um projeto onde a ideia é colocar a mão na massa e criar um robô, a partir de materiais recicláveis onde os participantes usam toda a sua criatividade na personalização do seu robô e na programação. Eu participei da Oficina de Chão com 03 alunos, formamos uma equipe e partimos para os trabalhos de confecção do robô e da programação, as atividades aconteciam sempre após as 23h em todos os dias do evento. Descobri, ao final da oficina, o quanto a base é importante, não pensar nela de uma forma adequada fará toda a diferença quando seu projeto estiver pronto.

O que aprendi sobre a fase de personalização:

É importante ter em mente já de início, qual o formato que servirá de base para o robô e a partir dessa escolha, ter a possibilidade de adicionar ou não novas funções, fora a locomoção.

Uma base com dimensões pequenas pode ser uma má escolha, caso você precise conectar e desconectar cabos, sensores, trocar o microcontrolador, entre outras coisas. Confeccionamos uma base pequena e todos os componentes ficavam dentro do corpo do robô, o que gerou dificuldade para efetuar conexões na placa. Não é nada agradável ter que praticamente desmontar seu robô cada vez que precisar fazer esses tipos de intervenção.

Como personalizamos:

Usamos materiais simples, sem necessidades de ferramentas complexas, basicamente foram usados: papelão, tecido, tinta acrílica (de artesanato), pincéis, pistola de cola quente, palito de sorvete e copos de café.

O tema da Oficina de Chão foi Minions, isso mesmo, aqueles fofos ajudantes do Gru, do filme Meu Malvado Favorito. Como características marcantes, grossos óculos, variedade de quantidade de globos oculares e cor amarela.

A base do robô, com a placa da Robocore usada na fase inicial do Minion e ainda com as rodas feitas de garrafas pet

Arduino

Utilizamos Arduino para fazer a primeira programação do robô, o Arduíno é uma plataforma de prototipagem eletrônica de hardware livre, tudo numa placa só, que possui um microcontrolador com suporte de entrada e saída embutido. A linguagem de programação padrão é C/C++. Não precisa ser um programador experiente pra começar a criar projetos com Arduíno, com ele é possível criar ferramentas com baixo custo, flexíveis e fáceis de se usar. Trabalhamos com um Kit Básico de Arduíno que praticamente é composto pelos seguintes equipamentos:

  • Arduino
  • Roda livre, ou qualquer coisa que possa substituir isso
  • Leds para a personalização do Robo, de acordo com o que a imaginação permitir
  • Servomotor de Rotação Continua (ou ponte H mais 2 motores com redução)

Servomotor é uma máquina, mecânica ou eletromecânica, que apresenta movimento proporcional a um comando, em vez de girar ou se mover livremente sem um controle mais efetivo de posição como a maioria dos motores; servomotores são dispositivos de malha fechada, ou seja: recebem um sinal de controle; verificam a posição atual; atuam no sistema indo para a posição desejada.

Desafios:

Primeiro dia – criação: O Minion deveria andar para frente, para trás e desviar de obstáculos mudando sua direção. Para isso as rodas precisaram ser confeccionadas, usamos o fundo de garrafas pet para se adequarem aos equipamentos que iriam ser encaixados aos servomotores, depois de muitas experiências, as rodas acabaram sendo feitas de algumas camadas de papelão cortados no formato circular. Os olhos foram feitos com copos de café. E o robô foi criando forma.

Segundo dia – confecção + programação: dia de deixar a criatividade aflorar e começar a programação básica, usamos inicialmente a Placa Arduino BlackBoard – uma placa Arduino compatível fabricada pela empresa RoboCore aqui no Brasil. É bem similar às placas Arduino Uno R3 e Duemilanove, com algumas melhorias, no que diz respeito por exemplo a fornecer maior corrente em seu pino de alimentação, entre outras. Utilizamos o ambiente de programação e começamos os trabalhos, não sem antes fazer as conexões necessárias da placa Arduíno BlackBoard para fazer com que as rodas que iriam mover nosso robô funcionassem.

A partir daí foi tudo um novo aprendizado, só com as entradas existentes na placa conseguimos fazer apenas um dos servomotores funcionar, mas tínhamos dois. Como resolver esse problema? Foi então que conheci a linda Protoboard – que é nada mais nada menos que uma matriz de contatos utilizada para fazer montagens provisórias, e teste de projetos. É constituída por uma base plástica, contendo inúmeros orifícios destinados à inserção de terminais de componentes eletrônicos. Internamente existem ligações determinadas que interconectam os orifícios, permitindo a montagem de circuitos eletrônicos sem a utilização de solda.

Com a protoboard, eu poderia até aumentar o número de servomotores caso precisasse. Utilizamos algumas bibliotecas do Arduino para enviar os comandos à placa e o robô Minion começou a realizar seus primeiros movimentos.

As placas da Robocore e da Intel usadas na Oficina, ao lado da protoboard
 

Nos dias seguintes mudamos da BlackBoard para uma placa Arduino da Intel, a Galileo GEN2, e precisamos usar o ambiente de programação versão 1.5.3 por questões de compatibilidade, essa placa é uma versão melhorada da anterior, a Galileo, que é a primeira placa com pinagem padrão Arduino que possui um processador de arquitetura Intel. Essa placa é um projeto completamente open-source, com todo o esquema eletrônico e os detalhes da placa disponíveis para download. Provavelmente o primeiro hardware completamente open-source da Intel. A novidade do uso dessa placa na Oficina é que pudemos usar o Sonar, um sensor que permitiu ao nosso Minion desviar de obstáculos.

Robô minion já com o sonar de detecção de obstáculos
 

O CEO da Intel, Brian Krzanich comentou recentemente que a Intel prometeu distribuir gratuitamente 50 mil placas Galileo para 1000 universidades em diversas partes do mundo até abril de 2015. O que acabou acontecendo com todas as equipes que participaram da Oficina de Chão da Campus Party, onde cada líder de equipe ganhou uma placa, com uma missão de levar uma versão melhorada do Minion para a Campus de 2016. Ao todos foram confecionados em torno de 10 robôs, cada um com suas particularidades, sendo que todos foram apresentados à equipe da Intel que estava no evento e ao público em geral no sábado, último dia do evento. Uma experiência rica e inesquecível.

A placa Intel Galileo Gen2 usada no modelo final e a equipe de alunos
que trabalhou comigo na criação do Minion: Rodrigo Dornelles, Luis Augusto Oliveira
e Pedro Mendes, com a super colaboração da Daniela Rozados no primeiro dia.

Até a próxima.

Fontes:

Servomotor: https://pt.wikipedia.org/wiki/Servomotor
Arduino: http://playground.arduino.cc/Portugues/HomePage



Arduino, Robótica e Minions

29 de Agosto de 2015, 15:21, por GarotasCPBr - 0sem comentários ainda

Olá, é muito bom estar de volta e escrevendo para o blog novamente! No post de hoje vou compartilhar uma experiência vivida na última edição da Campus Party, que aconteceu em fevereiro deste ano, a CPBR8. Essa experiência já virou texto pra Revista Espírito Livre, palestra e já está se delineando um novo desafio pra 2016.

Entre diversas atividades, como palestras e workshops, a CPBR8 também teve oficina pra colocar a mão na massa \o/, nesta oitava edição aconteceu pela segunda vez consecutiva a Oficina de Chão, um projeto envolvendo conceitos de Robótica, comandado pelo Alexandre Casemontro, conhecido pelos maiores casemods já apresentados na Campus, entre as suas criações, está o famoso Iron Man. Alexandre cria casemods personalizados e animatronics e está sempre disposto a difundir ideias e conhecimento, compartilhando com quem estiver disposto a aprender.

A Oficina de Chão é um projeto onde a ideia é colocar a mão na massa e criar um robô, a partir de materiais recicláveis onde os participantes usam toda a sua criatividade na personalização do seu robô e na programação. Eu participei da Oficina de Chão com 03 alunos, formamos uma equipe e partimos para os trabalhos de confecção do robô e da programação, as atividades aconteciam sempre após as 23h em todos os dias do evento. Descobri, ao final da oficina, o quanto a base é importante, não pensar nela de uma forma adequada fará toda a diferença quando seu projeto estiver pronto.

O que aprendi sobre a fase de personalização:

É importante ter em mente já de início, qual o formato que servirá de base para o robô e a partir dessa escolha, ter a possibilidade de adicionar ou não novas funções, fora a locomoção.

Uma base com dimensões pequenas pode ser uma má escolha, caso você precise conectar e desconectar cabos, sensores, trocar o microcontrolador, entre outras coisas. Confeccionamos uma base pequena e todos os componentes ficavam dentro do corpo do robô, o que gerou dificuldade para efetuar conexões na placa. Não é nada agradável ter que praticamente desmontar seu robô cada vez que precisar fazer esses tipos de intervenção.

Como personalizamos:

Usamos materiais simples, sem necessidades de ferramentas complexas, basicamente foram usados: papelão, tecido, tinta acrílica (de artesanato), pincéis, pistola de cola quente, palito de sorvete e copos de café.

O tema da Oficina de Chão foi Minions, isso mesmo, aqueles fofos ajudantes do Gru, do filme Meu Malvado Favorito. Como características marcantes, grossos óculos, variedade de quantidade de globos oculares e cor amarela.

A base do robô, com a placa da Robocore usada na fase inicial do Minion e ainda com as rodas feitas de garrafas pet

Arduino

Utilizamos Arduino para fazer a primeira programação do robô, o Arduíno é uma plataforma de prototipagem eletrônica de hardware livre, tudo numa placa só, que possui um microcontrolador com suporte de entrada e saída embutido. A linguagem de programação padrão é C/C++. Não precisa ser um programador experiente pra começar a criar projetos com Arduíno, com ele é possível criar ferramentas com baixo custo, flexíveis e fáceis de se usar. Trabalhamos com um Kit Básico de Arduíno que praticamente é composto pelos seguintes equipamentos:

  • Arduino
  • Roda livre, ou qualquer coisa que possa substituir isso
  • Leds para a personalização do Robo, de acordo com o que a imaginação permitir
  • Servomotor de Rotação Continua (ou ponte H mais 2 motores com redução)

Servomotor é uma máquina, mecânica ou eletromecânica, que apresenta movimento proporcional a um comando, em vez de girar ou se mover livremente sem um controle mais efetivo de posição como a maioria dos motores; servomotores são dispositivos de malha fechada, ou seja: recebem um sinal de controle; verificam a posição atual; atuam no sistema indo para a posição desejada.

Desafios:

Primeiro dia – criação: O Minion deveria andar para frente, para trás e desviar de obstáculos mudando sua direção. Para isso as rodas precisaram ser confeccionadas, usamos o fundo de garrafas pet para se adequarem aos equipamentos que iriam ser encaixados aos servomotores, depois de muitas experiências, as rodas acabaram sendo feitas de algumas camadas de papelão cortados no formato circular. Os olhos foram feitos com copos de café. E o robô foi criando forma.

Segundo dia – confecção + programação: dia de deixar a criatividade aflorar e começar a programação básica, usamos inicialmente a Placa Arduino BlackBoard – uma placa Arduino compatível fabricada pela empresa RoboCore aqui no Brasil. É bem similar às placas Arduino Uno R3 e Duemilanove, com algumas melhorias, no que diz respeito por exemplo a fornecer maior corrente em seu pino de alimentação, entre outras. Utilizamos o ambiente de programação e começamos os trabalhos, não sem antes fazer as conexões necessárias da placa Arduíno BlackBoard para fazer com que as rodas que iriam mover nosso robô funcionassem.

A partir daí foi tudo um novo aprendizado, só com as entradas existentes na placa conseguimos fazer apenas um dos servomotores funcionar, mas tínhamos dois. Como resolver esse problema? Foi então que conheci a linda Protoboard – que é nada mais nada menos que uma matriz de contatos utilizada para fazer montagens provisórias, e teste de projetos. É constituída por uma base plástica, contendo inúmeros orifícios destinados à inserção de terminais de componentes eletrônicos. Internamente existem ligações determinadas que interconectam os orifícios, permitindo a montagem de circuitos eletrônicos sem a utilização de solda.

Com a protoboard, eu poderia até aumentar o número de servomotores caso precisasse. Utilizamos algumas bibliotecas do Arduino para enviar os comandos à placa e o robô Minion começou a realizar seus primeiros movimentos.

As placas da Robocore e da Intel usadas na Oficina, ao lado da protoboard
 

Nos dias seguintes mudamos da BlackBoard para uma placa Arduino da Intel, a Galileo GEN2, e precisamos usar o ambiente de programação versão 1.5.3 por questões de compatibilidade, essa placa é uma versão melhorada da anterior, a Galileo, que é a primeira placa com pinagem padrão Arduino que possui um processador de arquitetura Intel. Essa placa é um projeto completamente open-source, com todo o esquema eletrônico e os detalhes da placa disponíveis para download. Provavelmente o primeiro hardware completamente open-source da Intel. A novidade do uso dessa placa na Oficina é que pudemos usar o Sonar, um sensor que permitiu ao nosso Minion desviar de obstáculos.

Robô minion já com o sonar de detecção de obstáculos
 

O CEO da Intel, Brian Krzanich comentou recentemente que a Intel prometeu distribuir gratuitamente 50 mil placas Galileo para 1000 universidades em diversas partes do mundo até abril de 2015. O que acabou acontecendo com todas as equipes que participaram da Oficina de Chão da Campus Party, onde cada líder de equipe ganhou uma placa, com uma missão de levar uma versão melhorada do Minion para a Campus de 2016. Ao todos foram confecionados em torno de 10 robôs, cada um com suas particularidades, sendo que todos foram apresentados à equipe da Intel que estava no evento e ao público em geral no sábado, último dia do evento. Uma experiência rica e inesquecível.

A placa Intel Galileo Gen2 usada no modelo final e a equipe de alunos
que trabalhou comigo na criação do Minion: Rodrigo Dornelles, Luis Augusto Oliveira
e Pedro Mendes, com a super colaboração da Daniela Rozados no primeiro dia.

Até a próxima.

Fontes:

Servomotor: https://pt.wikipedia.org/wiki/Servomotor
Arduino: http://playground.arduino.cc/Portugues/HomePage

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#CPBR8 Da Terra à Lua, Software Livre, Inovação, Criatividade e muito mais.

25 de Janeiro de 2015, 11:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

 

Janeiro está chegando ao fim e nas redes sociais um dos eventos mais comentados e aguardados com certeza é a Campus Party Brasil 2015, a #CPBR8. O evento que na maioria das suas edições aconteceu em janeiro, este ano vai realizada entre os dias 3 e 8 de fevereiro, voltando a acontecer, no antigo Centro de Exposições Imigrantes, hoje São Paulo Expo.

A oitava edição do evento mais tecnológico do mundo, já está com os ingressos esgotadíssimos. Como vem acontecendo nas últimas edições da Campus Party Brasil, nesta edição os conteúdos se voltam ainda mais para os empreendedores. Se estiver interessado em tirar ideias do papel e transformar em negócios, esse evento é pra você.

Com uma temática diferente, a #CPBR8 comemora o 150º aniversário da publicação da obra “Da terra à lua”, de Julio Verne, e vem com nomes diferentes para os seus palcos e e traz temas, atividades e palestras, remetendo à Galáxias, Planetas, Estrelas, Cosmos e afins. Nesta edição teremos 10 palcos representando a via Láctea, sendo eles: Terra, Lua, Júpiter, Vênus, Marte, Saturno, Netuno, Mercúrio, Urano e Sol.

  • Palco Terra: Atrações principais, palestrantes magistrais;
  • Palco Lua: Empreendedorismo
  • Palco Júpiter: Desenvolvimento
  • Palco Vênus: Inovação e Criatividade
  • Palco Marte: Jogos e Simulação
  • Palco Saturno: Projetos, makers
  • Palco Netuno: Segurança e Redes
  • Palco Mercúrio: Redes Sociais
  • Palco Urano: Software Livre
  • Palco Sol: Ciência

Além destes, teremos ainda os palcos Cross Space – um espaço para debates, mesas, hackathons e apresentações diversas, onde os campuseros poderão trocar experiências e conhecimentos com pessoas que compartilham dos mesmos interesses, o Startup Makers Camp – 200 startups selecionadas participarão de uma área de exposição, atividades de mentoria e networking, entre outras atividades, e ainda teremos 3 palcos de Workshops – áreas para aprender fazendo.

SLcpbr8

Para os adeptos e/ou simplesmente curiosos da filosofia do Software Livre e de seus produtos, o Palco Urano deve ser a escolha na #CPBR8. Diferente dos outros palcos, a área de Software Livre conta com um time de colaboradores que todo ano ajudam a agitar as atividades do palco com ações paralelas durante todos os dias do evento, uma outra diferença também com relação às outras áreas é que esta é a única que esteve presente em todas as edições brasileiras da Campus Party Brasil, seja em São Paulo ou em Recife, onde acontece uma edição extra. Mais uma vez estaremos lá contribuindo, compartilhando e aprendendo juntos. Saiba o que vai rolar e prepare a sua agenda. Abaixo alguns temas que serão apresentados:

04 de fevereiro

05 de fevereiro

06 de fevereiro

07 de fevereiro

Para conferir toda a grade de programação da #CPBR8, clique aqui

Até a próxima.

O post #CPBR8 Da Terra à Lua, Software Livre, Inovação, Criatividade e muito mais. apareceu primeiro em GarotasCPBr.



Noite Internacional de Observação da Lua 2014 | InoMN

19 de Agosto de 2014, 22:55, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Ahoy, pessoas \o/

Está chegando a Noite Internacional de Observação da Lua deste ano! Já falei sobre o evento em 2011 (você pode acessar o post aqui), mas resumindo, trata-se de uma noite dedicada a incentivar as pessoas a observar o céu e lembrar a importância (e beleza!) da nossa vizinha mais próxima. Vários grupos organizam atividades especiais e outras pessoas simplesmente se reúnem entre amigos para celebrar o momento.

Você pode acessar o site oficial do evento, ou ver as atividades registradas oficialmente em todo o mundo para ele aqui.

Quem tiver interesse em encontrar um grupo próximo que esteja se preparando para realizar atividades no dia, no site oficial podem ser visualizados os locais inscritos e também registrados novos eventos na sua cidade, através desse link.

mapa inomn

 

Pegando uma carona para lembrar também o dia internacional da Fotografia – hoje – , fica o convite para ver as lindas fotos da edição 2013 no grupo do Flickr.

Abaixo cartaz da edição 2014, e convite aberto a todos que tenham interesse em conhecer um pouco mais sobre essa linda que é a Lua:

inomn cartaz

 

 

So long, and thanks for all the fish!

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Universo IF: evento vai premiar ideias de negócios, produtos tecnológicos e games

15 de Agosto de 2014, 20:06, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda
Quem tem boas ideias de negócios ou tem interesse na área de games pode participar do Desafio de Ideias e do Concurso de Jogos do Universo IF. As inscrições para o Universo IF estão abertas até 24 de agosto e são gratuitas. Os vencedores vão ser premiados com tablets e smartphones. O evento faz parte do Connepi 2014 e vai acontecer no período de 03 a 06 de novembro, em São Luis (MA).universoIF

Imagem: IFMA/Departamento de Comunicação e Eventos – Connepi 2014

Idealizado pelo Instituto Federal do Maranhão (IFMA), a proposta do Universo IF é aproximação da comunidade acadêmica com o mercado por meio de várias atividades de inovação. O evento tem o patrocínio da Samsung e curadoria da Laboratorium. As inscrições para o Universo IF podem ser feitas no site www.connepi2014.com.

O Universo IF é composto por três Planetas dedicados à inovação e ao empreendedorismo: Planeta Startup, Planeta Play e Planeta Link.

Planeta Startup – Nessa área acontecerá o Desafio de Ideias, que será um concurso para aceleração de negócios inovadores. Nesse Desafio, serão selecionadas as 50 melhores ideias, com o objetivo de estimular o empreendedorismo entre alunos, técnicos e professores da Rede Federal. As 50 equipes selecionadas receberão mentoria de especialistas em suas áreas de conhecimento para que possam aprimorar suas ideias.  O Desafio de Ideias vai promover a relação entre os empreendedores dos Institutos Federais e os investidores interessados em ideias inovadoras que estarão presentes no evento à procura de novos negócios, além de difundir a cultura de startups na Rede Federal. Nessa atividade, a Samsung promoverá um Prêmio Especial, voltado às ideias para as áreas de saúde, educação e segurança. No Planeta Startup vai acontecer, também, a Mostra Tecnológica. Estudantes e servidores de todos os Institutos Federais do país poderão divulgar seus produtos, processos e protótipos. Os vencedores ganharão notebooks, smatphones e tablets.

planetaPlay

Imagem: IFMA/Departamento de Comunicação e Eventos – Connepi 2014

Planeta Play (Aberto ao Público em geral) – Será dedicado aos jogos digitais, com a realização de um Concurso de Jogos em duas categorias: a de jogos independentes, que são de temática livre, e a de jogos sérios, relacionados a assuntos como edução, saúde e pesquisa científica. Os jogos independentes e sérios estão organizados em quatro subcategorias: PC/Web, Mobile, Manufaturados e Wearable Technology (Tecnologia Vestível). Os vencedores ganharão smartphones da Samsung. Haverá a Premiação Especial Samsung para aqueles que desenvolverem jogos que tenham aplicabilidade para área da saúde e bem-estar e que sejam compatíveis com as soluções e produtos Samsung. A inscrição no Concurso de Jogos é aberta ao público em geral.

PlanetaLink

Imagem: IFMA/Departamento de Comunicação e Eventos – Connepi 2014

Planeta Link – Espaço aberto para estimular o networking entre todos os presentes em uma arena livre com um mini-palco para debates com temas propostos pelos participantes. No Planeta Link vai acontecer o Wearable Challenge Samsung, no qual serão escolhidas as três melhores ideias que utilizam a tecnologia vestível como óculos, relógios e todo o tipo de acessório digital para fazer a comunicação entre o usuário e a internet das coisas. O desafio acontecerá na modalidade “Sprint Design”, ou seja, qualquer participante pode fazer um esboço visual de como funcionaria a ideia. As melhores ideias serão premiadas. Todos os inscritos no Connepi poderão participar e cada vencedor receberá um smartphone e um Gear 2 – o relógio inteligente da Samsung, que além de recursos de comunicação já conhecidos como chamadas de voz e sms, ele tem câmera de 2MP, controle de mídia e funções relacionadas ao bem-estar, como monitoramento de batimentos cardíacos.

O Universo IF é uma promoção da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC) e será realizado pelo IFMA. O evento tem o apoio institucional das principais entidades brasileiras da área de inovação e empreendedorismo: Sebrae, Anjos do Brasil, Startupi, Associação Brasileira de Startups, ABRAGAMES, ACIGAMES e Startup Brasil.

Mais informações acesse o site do CONNEPI e a FanPage do evento.

Fonte: IFMA/Departamento de Comunicação e Eventos – Connepi 2014

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