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Link Estadão: Mario Teza o comandante da Campus Party 2011

17 de Janeiro de 2011, 0:00 , por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Por Murilo Roncolato

Mario Teza é o novo Marcelo Branco. Pela segunda vez. Com perfis muito parecidos, os dois gaúchos de Porto Alegre são defensores do software livre, não concluíram o ensino superior, mas aprenderam tudo trabalhando, inclusive na mesma empresa, a Companhia de Processamento de Dados do Rio Grande do Sul (Procergs). Curiosamente, Marcelo Branco era vice-presidente da empresa, mas por vontade própria mudou de emprego e quem foi seu sucessor? Teza.


(DANIEL TEIXEIRA/AE)

Contratado pela Futura Networks no final de 2009, participou da edição de 2010 do evento na equipe de transição e em 2011, aos 36 anos, assumiu a cadeira de diretor geral do principal evento de tecnologia do país. Simpático e energético, assim como seu antecessor, Teza só deixa claro uma diferença em relação a Branco: não gosta de aparecer, falar, não quer ser assunto. Prefere os bastidores.

De qualquer maneira, se diz feliz em seguir com a gestão herdada, mas acha difícil superar os feitos do amigo. “Conseguimos honrar as melhores práticas e absorver as novas. Isso é uma construção coletiva.”

A brincadeira feita entre Dilma/Teza e Lula/Marcelo Branco – devido à preocupação com a continuidade do trabalho da gestão anterior – não gerou os risos esperados, mas uma análise sobre a democracia por aqui: “As eleições no Brasil foram sempre assim também. O Brasil amadureceu e viu que para crescer é preciso manter as boas ideias”.

Embora discreto, Teza atropela a humildade e garante que a edição brasileira deste ano será “a melhor, a mais bonita, enfim, a melhor dentre as 27 já realizadas no mundo”. A justificativa para tanta entusiasmo se deve aos grandes palestrantes, ao número recorde de inscritos e às melhorias finalmente realizadas. “Mas o diferencial maior são os campuseiros. O brasileiro é diferente, é conversador e colaborativo. Vai ser difícil algum outro país fazer um evento melhor do que o nosso”, afirma.

O novo diretor da Campus Party se mostra confiante em relação ao momento do País com a tecnologia. Aos que, assim como ele, estão assumindo novos cargos de direção agora, como a nova presidente e os recém-empossados governadores, Teza diz que para esses próximos anos a prioridade deve ser investir em três setores: educação, ciência e tecnologia. “A Campus Party dá um grãozinho de areia de contribuição nisso, mas não podemos mudar tudo sozinhos”.

O organizador do evento que começa hoje e vai até domingo diz não ser nada. Vive com empresários, membros do governo, técnicos, mas não sabe o que é, não gosta de rótulos. “Mas o que eu não gosto mesmo é da mídia, não literalmente, pois acabei de trancar minha faculdade de jornalismo. Aliás, eu só não gosto de ser o assunto. Eu gosto de defender ideias, isso sim, o que me move são ideias”.


Tags deste artigo: campus party mario teza

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