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27 de Maio de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.

Na ABI: 3º Seminário livre pela "DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA"

2 de Março de 2014, 18:41, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

A Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da ABI
CONVIDA
para o 3º SEMINÁRIO LIVRE PELA "DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA".
 

As jornadas de junho evidenciaram que precisamos DERROTAR O TERRORISMO MIDIÁTICO.
O jornalismo de mercado é um forte instrumento de Estado e de grupos econômicos, uma poderosa ferramenta a serviço das classes dominantes. A mídia corporativa usa seu grande poder para a sustentação ideológica do sistema. Precisamos rever as concessões de rádio e TV.
Precisamos de novos mecanismos para garantir transparência nos processos de distribuição de concessões e garantir a ampliação da participação da população na definição das políticas para o setor.
O objetivo do 3º SEMINÁRIO LIVRE PELA "DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA" é contribuir na transformação do jornalismo em uma ferramenta em defesa da sociedade, voltado para as demandas sociais, sensível e atento às lutas, aos movimentos sociais e a crítica ao modelo neoliberal.
A sociedade precisa dessa imprensa mais independente, crítica, que pode expor e debater todas as mazelas do sistema. Só assim poderemos propor e construir um verdadeiro projeto de nação, hoje só a imprensa alternativa cumpre um papel relevante de elevar o nível da consciência sobre a realidade do Brasil e do mundo.
 

PROGRAMA
 

1ª Mesa-plenária
 

Tema: “Perspectivas para democratizar a mídia” – Horário: 17h às 19h.

Palestrantes: Helio Fernandes, Protógenes Queiroz, Milton Coelho da Graça e Joaquim Pinheiro. Mediador: Daniel Mazola, Conselheiro e Secretário da Comissão de Defesa da Liberdade e Direitos Humanos da ABI.

2ª Mesa-plenária

Tema: “Canal da Cidadania” – Horário: 19h às 21h.

Palestrantes: Daniel Fonsêca, Rafael Duarte, Reimont Otoni e Renato Cinco. Mediador: Mario Augusto Jakobskind, Conselheiro e Presidente da Comissão de Defesa da Liberdade e Direitos Humanos da ABI.
 

Essa é a “MÃE DE TODAS AS LUTAS”! Participe, convide outros interessados. O TEMPO DOS BARÕES DA COMUNICAÇÃO PRECISA ACABAR!
 

O Seminário ocorrerá das 17h às 21h, na sede da ABI (Rua Araújo Porto Alegre, 71, 7º andar, Centro do Rio, próximo a Cinelândia).

Assista a primeira edição do evento: http://www.youtube.com/watch?v=Igrn5XClhNI&feature=youtu.be

BlogueDoSouza - Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.



Ministro Joaquim Barbosa torna-se réu confesso

2 de Março de 2014, 14:40, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda
Luiz Roberto Barrozo
 "Para mal dos pecados de Vossa Excelência, o meu voto vale tanto quanto o de Vossa Excelência. O esforço para depreciar quem pensa diferente, com todo o respeito, é deficit civilizatório. Quem pensa diferente de mim só pode estar mal intencionado ou com motivação indevida: é errado essa forma de pensar. Precisamos evoluir. Discutir o argumento e não a pessoa.
É assim que se vive civilizadamente."

Luiz Roberto Barrozo - Professor Titular de Direito Constitucional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Professor Visitante da Universidade de Brasília - UnB. Graduação em Direito pela UERJ. Mestre (Master of Laws) pela Yale Law School. Doutor e Livre-Docente pela UERJ. Estudos de Pós-Doutorado na Harvard Law School. Professor Visitante da Universidade de Poitiers, França (fev. 2010) e da Universidade de Wroclaw, Polônia (out. 2009). Experiência acadêmica na área de direito público em geral, incluindo teoria constitucional, direito constitucional contemporâneo, interpretação constitucional, controle de constitucionalidade, direito constitucional econômico, administrativo e regulação. Ministro do STF. - por
Marcos Antonio Caliman Nalin no Facebook


Supremas Confissões

A queda do factóide da quadrilha transformará o julgamento em uma verdadeira mula sem-cabeça, que só existe na imaginação patética daqueles que usam a toga para fazer politicagem.

Dirceu foi condenado “sem fax, sem telefonemas, e sem nada”, como confessou Fux ontem, novamente, em seu AI-5 jurídico, repetindo em aspas, trecho da fala de Gurgel.

Uma vergonha!

Pior ainda foi Barbosa ter confessado a Barroso que aumentou as penas em 75%, apenas para fugir da prescrição ocasionada por sua demora, e para modificar o regime inicial de cumprimento das penas.

Uma tragédia jurídica, amigo navegante.

Inexiste noticia de maior retrocesso na luta pelos direitos fundamentais.

Somente em um julgamento medieval as penas são aumentadas em 75% para punir um ser humano pela mora do judiciário em julgá-lo.

Isso é gravíssimo.

O que dirão os juízes de da Corte Interamericana de Direitos Humanos?

Vejam o diálogo medieval:

- Ministro Barroso: “E nem estou explorando, presidente – porque não tenho interesse de polemizar aqui, mas de resolver – que essa exacerbação tenha sido feita para evitar a prescrição ou para mudar o regime de semiaberto para fechado. Eu não preciso especular isso.”

- Ministro Joaquim Barbosa: “Foi feito para isso sim!!! “

Essa é a mais incrível confissão de violação de direitos humanos que já se ouviu da boca de um suposto magistrado.

Isso é a negação da Constituição, retrocesso civilizatório, algo a ser combatido e repelido, que Barbosa rasgue logo essa fantasia de juiz e saia para a politicagem. = Paulo Henrique Amorim

JB tornou-se réu confesso
 

 

A gravidade da resposta de Joaquim Barbosa a Barroso sobre a manipulação no processo para prejudicar de forma irreparável os réus traz à tona um crime tão hediondo na escala deles, quanto o caso em julgamento.
Atentem para as nuances: Em março de 2011, Joaquim Barbosa já constatava que não seria possível jurídica ou legalmente imputar crime de quadrilha aos acusados. Naquele momento, há três anos, ele tinha, baseado nos autos, a convicção como juiz de que não existiam provas e com isso muito menos a possibilidade de condenar.
À margem da lei e dos princípios que regem uma sociedade civilizada, bem como o papel fundamental de um juiz , ele envergou os fatos, manipulou o quanto pode com o único objetivo de perseguir impiedosamente Zé Dirceu, Delúbio e Genoíno, para além de condená-los, obrigá-los a ficar em regime fechado. Isso fica também corroborado pela atitude de manter Dirceu há mais de três meses em regime fechado, mesmo sendo sua pena de semi aberto.
Joaquim Barbosa já tinha a sentença decretada muito antes do processo ir a julgamento. Este é o grande fato que muitos desconfiavam, que Recondo e Barroso revelaram e o próprio Joaquim Barbosa confirmou.
Diante de tal escandalosa revelação e a confissão pública de Barbosa, ele passa de Juiz a réu, por mais condescendente que se possa ser com ele. -  Luis Nassif

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Para diretor da UNE é necessário a democratização da comunicação em toda a América Latina

2 de Março de 2014, 10:40, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Diretor de Relações Internacionais da UNE fala em artigo sobre a necessidade de democratizar a mídia na América Latina
Tão perto, mas ao mesmo tempo tão difícil de conhecer e de chegar. Assim é o sentimento majoritário da população brasileira em relação aos nossos irmãos latinoamericanos. A barreira invisível criada pela mídia e, consequentemente, pela cultura que ela impõe às vezes chega a assustar. É muito mais fácil termos acesso à cultura europeia, norteamericana ou até mesmo oriental, do que à cultura latina. Não somente próxima de nós geograficamente mas também pela relação estreita de luta por independência e contra a exploração. Não somente pela relação econômica imensuravelmente desproporcional com os países mais ricos do mundo, mas também a relação social dos países latinoamericanos se demonstra sempre frágil e invadida por interesses neoliberais, apresentados como verdade e caminho absoluto.
Assim se dá a relação política entre a mídia oligárquica em toda a América Latina com a disputa de poder político dos países, dando assim um grande exemplo dessa manipulação com claros interesses econômicos. É praticamente impossível para o cidadão brasileiro ter clareza da conjuntura em nossos países vizinhos sem ser manipulado por um monte de meias verdades disfarçadas de verdades absolutas. Uma boa dose editorial orquestrada em todos os meios de comunicação interpelam, por exemplo, que neste momento a Venezuela está em chamas “contra o governo ditatorial de Maduro, sucessor do ditador Chávez”.
Primeiro, é necessário que seja colocado de forma clara que interferir na autodeterminação das nações vai de encontro a um dos princípios do Direito Internacional. E está clara a tentativa de desqualificar um governo eleito democraticamente pelo povo venezuelano a todo custo. A constituição venezuelana, além de determinar eleições presidenciais, também prevê eleições periódicas se necessárias, para que o povo decida se quer que o presidente continue ou se convoque novas eleições. Elas ocorreram com acompanhamento internacional, reconhecendo como legítimos os processos. Em todas, os chavistas saíram vitoriosos. Além disso, referendos, plebiscitos, ocorrem sobre temas polêmicos no país, inclusive sobre a própria Constituição.
A Venezuela hoje figura entre os poucos países do hall de “território livre do analfabetismo”, título concedido pela Unesco em 2005. Também é um dos países que mais democratizou o acesso ao ensino superior no mundo, fundando a Universidade Bolivariana da Venezuela (UBV) em 2003. A UBV, voltada para as classes populares, é hoje a maior universidade da Venezuelana, com cerca de 1 milhão de estudantes. Mesmo com uma economia extremamente inferior à brasileira, o país enfrenta seus desafios educacionais com mais convicção. A Venezuela é a 32ª maior economia do mundo e a 74ª melhor educação, enquanto o Brasil é a 6ª potência e 88ª educação.
Quando se fala no plano econômico, impressiona o potencial petrolífero venezuelano, como também as políticas soberanas empregadas. A criação do “Ministerio del Poder Popular de Petroleo y Mineria”, em conjunto com o fortalecimento da PDVSA – Petroleos de Venezuela S/A no governo Chávez com certeza não agradou os ianques.
Portanto, em nada espanta a tremenda reação dos setores mais conservadores do continente materializada nas matérias da mídia oligárquica sobre o regime venezuelano. Colocando como verdade absoluta uma “ditadura” no país, aproveitam a onda de manifestações e acirramento político criado pelos setores de oposição para, deliberadamente, tentar deslegitimar um governo eleito democraticamente. Tais setores de oposição incitam claramente a violência como ferramenta das manifestações.
Parafraseio aqui o professor da UFABC, Igor Fuser, no meio de um programa da Globo News: “eu desafio você a achar UMA notícia pelo menos em que a Globo apresente alguma coisa positiva sobre a Venezuela. Será que esse povo que elege esses governos há 15 anos é tão burro? Por que vocês só mostram o lado ruim? Não tem nada positivo?”. É óbvio que vozes como a do professor Igor são minoria nos nossos meios de comunicação. Portanto, é fácil mostrar que a disputa do poder político passa necessariamente pela democratização de tais meios para que pelo menos se dê em pé de igualdade. O senso comum brasileiro é facilmente manipulado pelas oligarquias brasileiras através da mídia que temos, e estas têm muito mais compromisso com o imperialismo norteamericano do que com informação de qualidade.
Não podemos viver mais nenhum golpe contra a democracia política ou atentados contra a soberania dos países, como tentou fazer a oposição venezuelana há pouco mais de dez anos. Portanto, a unidade latinoamericana, principalmente dos movimentos sociais, está mais atual do que nunca para que alcancemos mais avanços e sem dar nenhum passo para trás. É necessário democratizar a mídia em toda a América Latina!
Thauan Fernandes é diretor de Relações Internacionais da UNE

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