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7 de Dezembro de 2009, 0:00 , por Vicente Aguiar - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Manifesto pelo reparo: o que não se pode consertar não lhe pertence!

20 de Agosto de 2019, 22:02, por Feed RSS do(a) News - 0sem comentários ainda

Manifesto pt final

 

Vamos reconquistar o nosso direito de consertar!

Ajude-nos a divulgar este manifesto em todas as oficinas, hackerspaces e garagens pelo mundo afora!

Coloque-o em toda a parte

Imprima-o ou peça para nós uma cópia, e então tire uma fotografia georeferenciada e adicione ao nosso flickr pool usando o tag manifesto. Vocês encontrarão aqui um mapa dos resultados. Vamos levar para as ruas a luta contra a obsolescência!

Estamos dando os manifestos (quase) de graça

Gostaríamos muito mesmo que pessoas lessem esta declaração. Tanto que imprimimos alguns posters— imponentes e gostaríamos de te enviar um! É quase de graça, vc só paga o envio! Clique aqui para pedir.

Junte-se a esta causa!

Estamos construindo um manual de reparo grátis para tododevice. Essa é uma tarefa monumental, mas estamos progredindo bastante, uma foto por vez. Adoraríamos sua ajuda!

iFixit é um manual de reparo grátis que você pode editar. Somos uma comunidade de pessoas ajudando umas ás outras a consertar coisas. Venha com a gente, — você encontrará pessoas amigáveis e solicitas que se preocupam sobre as coisas e querem faze-las durar mais.

Imprima o seu

Imprima e redistribua este manifesto. O mundo precisa ouvir esta mensagem, e nós precisamos divulgá-la de todas as maneiras possíveis. Baixe este arquivo como:

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Traduções concluídas

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O mundo todo precisa ouvir essa mensagem. Se você quer ajudar, estamos compilando uma lista de textos sem formatação aqui. Postaremos as traduções que recebermos aqui!

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9 de Julho: quando os paulistas comemoram uma derrota

10 de Julho de 2019, 2:04, por Feed RSS do(a) News - 0sem comentários ainda

Os paulistas nunca engoliram Getúlio Vargas na destruição da política do café paulista com o leite mineiro, em 1930. E com isto, o nome de Getúlio Vargas foi banido das ruas, praças, avenidas, escolas, faculdades, universidades, hospitais, prédios, bairros, cidades, etc…

 

Por Sergio Caldieri – de Niterói

 

Na Revolução Constitucionalista de 1932, marcou a insurgência do povo paulista contra o resto do país, que buscava a derrubada do governo provisório de Getúlio Vargas e a promulgação de uma nova Constituição.

Era o início, em 1932, de uma lavagem cerebral com o objetivo de destruir o Getúlio Vargas do mapa, e endeusar os bandeirantes assassinos de índios durante mais de 100 anos.Era o início, em 1932, de uma lavagem cerebral com o objetivo de destruir Vargas e endeusar os bandeirantes assassinos de índios durante mais de 100 anos

Os paulistas nunca engoliram Getúlio Vargas na destruição da política do café paulista com o leite mineiro, em 1930. E com isto, o nome de Getúlio Vargas foi banido das ruas, praças, avenidas, escolas, faculdades, universidades, hospitais, prédios, bairros, cidades, etc…etc…

O ex-governador Armando Salles de Oliveira convocou os escritores das academias e do instituto histórico de São Paulo, Afonso d´Escragnoll​e​ Taunay, Alfredo Éllis Jr., Alcântara Machado, Paulo Prado, Cândido Mota Filho, Cassiano ​Ricardo ​e outros.

Realeza

Era o início de uma lavagem cerebral com o objetivo de destruir o Getúlio Vargas do mapa, e endeusar os bandeirantes assassinos de índios durante mais de 100 anos. Além de roubarem as pedras preciosas e ouros das nossas Minas Gerais, Goiás e outros estados.

As toneladas do metal dourado serviram para reconstruir as cidades e as igrejas ornamentadas de ouro depois do terremoto de Lisboa, em 1755. E ainda sobrou tanto ouro que mandaram para a pobrezinha Inglaterra, que deveria ser para fabricação de dentadura de ouro para a realeza.

Os escritores amestrados globalizaram os bandeirantes em materiais escolares, hinos, matérias em jornais, revistas e tudo quanto é propaganda, além nas rodovias paulistas com os nomes de Anhanguera, Raposo Tavares, Fernão Dias, Pedro Taques, Bandeirantes e os Monumento às Bandeiras do Victor Brech​e​ret e a horrorosa estátua de Borba Gato.

‘Bueno’

​​ ​Getúlio descendente de um bandeirante​.

​O filho de Getúlio Dorneles Vargas, Lutero Sarmanho Vargas escreveu o livro A revolução inacabada, onde contou que em relação ao nome Vargas “cabe registrar que meu pai, se não fosse uma paixão de seu bisavô paterno, poderia ter se chamado Bueno, pois esse bisavô chamava-se Francisco de Paula Bueno. Segundo Aurélio Porto, os Buenos são de ascendência conhecida. Originam-se de Bartolomeu Bueno de Ribeira, natural de Sevilha que foi para São Paulo em 1571. Entre os descendentes de Bartolomeu sobressai Amador Bueno, o homem que não quis ser aclamado rei.

“Meu tio Benjamim contou-me que esse bisavô Bueno, apaixonando-se por uma professora, largou a mulher e filhos e foi-se com seu novo amor, montados a cavalo. Quando os filhos chegaram em casa, sua mãe, Ana Joaquina de Vargas, informou-lhes do sucedido e eles, em número de cinco, saem em busca do pai. Encontrando-o, este os recebe de maus modos e perguntou-lhes o que desejavam. Os filhos responderam-lhe que não desejavam brigar e sim apenas levá-lo de volta para casa. Respondeu-lhes: Já estão ​’​taludos​’​ para necessitarem de um pai, voltem para casa. Eu não vou com vocês, vou fazer uma nova vida com esta que me acompanha. Os filhos voltaram e riscaram em definitivamente o nome Bueno”.

Portugal

Lutero lembrou que o exército paraguaio invadiu São Borja em 10 de junho de 1865. Um dos Voluntários da Pátria, estava o jovem Manoel do Nascimento Vargas. Em Itaqui, cidade vizinha de São Borja, chegou o 1º. Tenente Francisco de Paula Sarmanho, vindo do Pará, para servir a Marinha de Guerra do Brasil. Esse tenente casou com Virgínia Ferreira que foi o avô paterno de sua mãe Darcy Vargas.

Manoel do Nascimento Vargas como sabia ler e escrever foi promovido a cabo. Quando ele passou pela fazenda de Santos Reis, de propriedade do Major Serafim Dornelles, conheceu Cândida Francisca Dornelles. Depois que deu baixa no exército o jovem capitão foi trabalhar no comércio de couros e erva-mate e, em uma de suas passagens pela fazenda de Santos Reis, pede Cândida Dornelles em casamento, que foi celebrado em 16 de janeiro de 1872.

As três filhas do austero Major Serafim Vargas casaram com maridos de grandes posses. A mais velha Leocádia, casou com Antônio Garcia, um abastado fazendeiro e futuro padrinho de Getúlio Vargas, que não tinha herdeiros deixou com herança para o afilhado a fazenda Figueira. A filha Luiza casou com Aparício Mariense da Silva, rico fazendeiro e político famoso. A filha caçula Zulmira casou com Periandro Malveiro da Motta, da casa fidalga dos Malveiro de Portugal.

Federação

No primeiro governo de Leonel Brizola, em 1983 tivemos o Periandro Motta, coronel do exército, que foi tesoureiro do PDT, trabalhou como diretor da Loterj e diretor do Detran na gestão de José Colagrossi quando foi Secretário Estadual de Transportes.

E para refrescar a memória, é bom lembrar que uma das grandes vitórias de Getúlio Vargas foi conquistada nas eleições de 1945. Sem sair da sua fazenda, Getúlio recebeu nada menos que 1 milhão e 300 mil votos, sendo eleito senador por dois Estados, Rio Grande do Sul e São Paulo, e deputado federal pelo Distrito Federal e mais seis unidades da Federação.

Sergio Caldieri é jornalista, escritor e diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro (SJPERJ).



ONG denuncia trabalho escravo no Reino Unido ao longo de 2018

10 de Julho de 2019, 2:04, por Feed RSS do(a) News - 0sem comentários ainda

Mais de 500 supostas vítimas de escravidão foram mantidas pelas autoridades britânicas em centros de detenção de imigrantes no ano passado.

Por Redação, com Reuters – de Londres

Mais de 500 supostas vítimas de escravidão foram mantidas pelas autoridades britânicas em centros de detenção de imigrantes no ano passado, segundo dados oficiais divulgados nesta terça-feira, o que especialistas dizem mostrar que sobreviventes estão sendo tratados como criminosos, e não como vítimas.

Cerca para impedir imigrantes de esclarem muro em porto da França

As autoridades imigratórias não estão amparando adequadamente quem escapa da escravidão e correm o risco de agravar seu trauma ao prendê-los, revelou um relatório da After Exploitation, que se valeu da Lei de Liberdade de Informação para solicitar e obter os dados.

– Com muita frequência, vítimas do tráfico são vistas como transgressores da imigração, e não como vítimas – explicou Pierre Makhlouf, diretor-assistente da instituição de caridade Bail for Immigration Detainees, ao comentar o relatório.

O Ministério do Interior do Reino Unido disse que ninguém que disse ter sido vítima do tráfico será exortado a deixar o país enquanto sua reivindicação está sendo analisada e que a condição de uma vítima é levada em conta quando a imigração julga seu caso.

A detenção

“A detenção é uma parte importante do sistema imigratório, mas deve ser justa, digna e proteger os mais vulneráveis”, disse uma porta-voz à Thomson Reuters Foundation.

“Fizemos melhorias significativas em nossa abordagem nos últimos anos, mas continuamos comprometidos a ir além”.

As pessoas que são reconhecidas como vítimas prováveis da escravidão moderna têm direito a um pacote de apoio, que inclui moradia, aconselhamento e alguma ajuda de subsistência enquanto seus casos são estudados, conforme o esquema Mecanismo Nacional de Encaminhamento (NRM).

Mas as vítimas do tráfico não têm nenhum direito automático de permanecer no Reino Unido e podem ser detidas em algumas circunstâncias.

Vítimas

Segundo o NRM, 507 pessoas foram reconhecidas como vítimas prováveis de escravidão ou antes de serem detidas pela primeira vez ou durante sua detenção em 2018, segundo os dados.

Ao todo, 2.726 foram reconhecidas como vítimas prováveis de escravidão em 2017, os dados oficiais mais recentes disponíveis, o que sugere que até 20% delas foram detidas devido às regras de imigração em algum momento, dizem os autores do estudo.

As instituições de caridade que prestam assistência em centros de detenção relatam que as pessoas vulneráveis muitas vezes carecem de acesso a cuidados de saúde, apoio de saúde mental e serviços legais, disse o relatório, o que sujeita as vítimas de escravidão ao risco de danos ainda maiores.



Primeiro áudio vazado pela Intercept revela alegria de Dallagnol com silêncio imposto a Lula

10 de Julho de 2019, 2:04, por Feed RSS do(a) News - 0sem comentários ainda

O procurador Daltan Dallagnol comemorou secretamente a decisão do ministro Luiz Fux “revogando autorização a @folha entrevistar Lula 12 dias antes da eleição pq, como já reportamos, eles queriam impedir vitória de Haddad”, revela o jornalista Glenn Greenwald.

 

Por Redação – do Rio de Janeiro

 

A agência norte-americana de notícias Intercept Brasil divulgou, na tarde desta terça-feira, o primeiro áudio vazado na série de reportagens sobre um possível conluio entre o ex-juiz Sérgio Moro, ministro licenciado da Justiça e Segurança Pública e o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato.

Áudio vazado com a voz de Dallagnol coloca o ministro licenciado Sérgio Moro em situação ainda mais difícilÁudio vazado com a voz de Dallagnol coloca o ministro licenciado Sérgio Moro em situação ainda mais difícil

“Primeiro áudio publicado, de Daltan Dallagnol: ouça como ele comemorou secretamente a decisão do Fux revogando autorização a @folha entrevistar Lula 12 dias antes da eleição pq, como já reportamos, eles queriam impedir vitória de Haddad”, afirmou o jornalista Glenn Greenwald, editor da Intercept, no Twitter.

O áudio

“Além das motivações políticas impróprias que sempre negou publicamente, observe que Deltan – além da alegria que Lula ficaria em silêncio – a) tinha conhecimento secreto e prévio da decisão de Fux e b) especificamente queria ocultá-la para impedir que a Folha pudesse recorrer”, completou o jornalista.

Ouça, adiante, o áudio divulgado pela agência Intercept:



Greenwald libera novo petardo contra Moro e procuradores do MPF

30 de Junho de 2019, 23:14, por Feed RSS do(a) News - 0sem comentários ainda

Procuradores buscaram por Nilton Aparecido Alves, técnico em contabilidade em Campo Grande, e o empresário Mário César Neves, dono de um posto de combustível.

 

Por Redação – do Rio de Janeiro

 

A agência norte-americana de notícias Intercept Brasil liberou, nesta sexta-feira, mais um petardo contra o ex-juiz Sérgio Moro, hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, e seu relacionamento ilegal com os procuradores do Ministério Público Federal (MPF) de Curitiba, responsáveis pelas investigações da Operação Lava Jato. Mas a divulgação dos atos criminosos apenas começaram.

Dallagnol e Moro, após vazamentos publicados no Intercept Brasil, podem perder seus empregosDallagnol e Moro, após vazamentos publicados no Intercept Brasil, podem perder seus empregos

O anúncio foi feito pelo jornalista Glenn Greenwald, do Intercept, em seu twitter. “O desespero aqui é triste. Vamos esperar até o final do dia – hoje – e depois me dizer se o que o @Estadao publicou aqui (nesta sexta-feira) é verdade ou não. Eu acho que a resposta será bem clara”, escreveu o jornalista.

“A versão de integrantes da inteligência do governo dá conta de que já se esgotou o arsenal do The Intercept contra Moro.”- rindo muito. De todos os dias para afirmar isso, hj é o pior dia possível para eles. E obviamente, eles não têm ideia do que temos, então por que fingir?”, escreveu ainda o jornalista.

Apenas alguns minutos depois das mensagens de Greenwald, a revista semanal de ultradireita Veja revelou, nesta tarde, o nome de duas testemunhas indicadas pelo então juiz Sergio Moro ao chefe da força-tarefa da Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol. Em parceria com a Intercept, a revista informa que procuradores buscaram por Nilton Aparecido Alves, técnico em contabilidade em Campo Grande, e o empresário Mário César Neves, dono de um posto de combustível na capital sul-mato-grossense.

Fraude

A indicação de testemunha de Moro para Dallagnol já havia sido divulgada pelo site e confirmada pelo próprio ex-magistrado, atual ministro da Justiça e Segurança Pública. Em conversa pelo aplicativo Telegram, o ministro disse ao procurador que sabia de uma testemunha “aparentemente disposta”a falar sobre imóveis relacionados ao ex-presidente Lula.

Quando o episódio veio à tona, Moro confirmou a autenticidade desse diálogo ao classificar a sugestão havia sido um “descuido” seu.

— Eu recebi aquela informação, e aí sim, vamos dizer, foi até um descuido meu, apenas passei pelo aplicativo. Mas não tem nenhuma anormalidade nisso. Não havia uma ação penal sequer em curso. O que havia é: é possível que tenha um crime de lavagem e eu passei ao Ministério Público — declarou Moro após uma cerimônia na Polícia Rodoviária Federal, em Brasília.

Segundo a revista, em tese, Moro pode ser acusado de ter praticado fraude processual, uma vez que magistrados são proibidos, por lei, de indicar testemunhas a qualquer uma das partes.
De acordo com Veja, Dallagnol procurou as pessoas citadas, em dezembro de 2015, mas elas teriam se recusado a colaborar.

Propina

A reportagem diz ainda que o procurador chegou a sugerir que se forjasse uma denúncia anônima para justificar a expedição de uma intimação que obrigasse as testemunhas a depor no Ministério Público. Esse diálogo entre Moro e Dallagnol foi publicado pela Intercept Brasil, há três semanas. Mas o nome das testemunhas não havia sido divulgado.

Conforme a revista, Nilton Aparecido não confirmou se foi procurado pela força-tarefa.

— Não sei por que meu nome está nessa história. Alguém deve ter falado alguma coisa errada — respondeu aos jornalistas.

Parceiros

Já a segunda testemunha procurada por Veja confirmou ter sido abordada pela força-tarefa do Lava Jato. Mário César Neves é identificado como a pessoa que ouviu a história de Nilton Aparecido sobre os imóveis do filho de Lula e passou a informação a Moro.

— O pessoal do Ministério Público me ligou, não sei mais o nome da pessoa, mas ela queria saber quem era o Nilton, que serviços ele prestava e como poderia encontrá-lo — disse.

Ele também confirmou à reportagem que passou ao MPF o endereço e o telefone de Nilton Aparecido, mas não entrou em detalhes sobre as possíveis transações imobiliárias do filho de Lula.

— Eu soube que o Nilton foi chamado para prestar depoimento logo depois dessa ligação para mim — acrescentou.

Há três semanas, uma série de reportagens publicadas pela Intercept e veículos parceiros, como Veja, Folha de S.Paulo e Band, apontam diálogos que sugerem que o então juiz deu orientações à força-tarefa da Lava Jato sobre o rumo das investigações. O ministro questiona a veracidade das conversas e classifica a obtenção dos diálogos como ação criminosa. As mesmas alegações são invocadas por Dallagnol.