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O Bando da Liberdade

16 de Fevereiro de 2020, 21:54 , por O Bardo - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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No mesmo mundo de Lampião Elétrico, um grupo tenta resgatar trabalhadores de fábrica de um regime escravo ganificado. Este é meu 84º cordel: O Bando da Liberdade.

Disponível em versão impressa comigo ou em versão digital na Amazon e no Dungeonist.

Dois mil duzentos e vinte
Em uma grande cidade
Onde tudo é controlado
Com tirania e maldade
A multidão trabalhava
Sem conhecer liberdade

Todo o trabalho era a troco
De uma papa de feijão
Também roupa nem precisa
Pois uniformes lhes dão
O trabalho é sem salário
Apenas por “diversão”

Com um óculos de jogo
A indústria foi transformada
Num bacana videogame
Sem óculos não tem nada
Ele altera a realidade
Com realidade aumentada

As fases são bem difíceis
Tem que ter agilidade
E se morrer nesse jogo
Você morre de verdade
Isso nem tem importância
É só uma fatalidade

Tando no jogo o salário
Dão em ponto virtual
Para abrir fase de bônus
Ganhar uma roupa legal
Mas não dá pra comprar nada
Aqui no mundo real

Este mês também tem pulpzine Aurora de Prata e a versão impressa de A Concha Mágica (com uma capa nova e bonita em xilogravura, do @xilogeek), que pretendo falar mais em outro momento.

Quem contribui mensalmente com os Cordéis do Bardo no Apoia-se ganha sempre os cordéis novos, além de poder opinar na escolha dos próximos títulos a serem lançados!

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Fonte: http://www.carlissongaldino.com.br/post/o-bando-da-liberdade

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