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Blogosfera do PSL-Ba

16 de Junho de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | 2 pessoas seguindo este artigo.

O Projeto Software Livre Bahia (PSL-BA) é um movimento aberto que busca, através da força cooperativa, disseminar na esfera estadual os ideais de liberdade difundidos pela Fundação Software Livre (FSF), possibilitando assim a democratização do acesso a informação, através dos recursos oferecidos pelo Software Livre. Esta busca tem seus alicerces fundados na colaboração de todos, formando um movimento sinérgico que converge na efetivação dos ideais de Liberdade, Igualdade, Cooperação e Fraternidade.

O Projeto Software Live Bahia é formado pela articulação de indivíduos que atuam em instituições publicas e privadas, empresas, governos ou ONGs, e demais setores da sociedade. Além disso o projeto não é subordinado a qualquer entidade ou grupo social, e não estabelece nenhuma hierarquia formal na sua estrutura interna.


Alexandro Silva: Changes

31 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Ontem migrei meu 2o laptop para o Debian Squeeze, com o ótimo resultado que venho tendo usando ele no meu AA1 resolvi que estava na hora de abandonar de vez o Ubuntu.

A mudança de distro veio muito porque não preciso de todas as firulas que o Ubuntu vem trazendo a cada nova versão. A cada 06 meses vejo que o usuário avançado está perdendo espaço já que o objetivo desta distro é facilitar o máximo para o usuário leigo/médio.

Uso Debian Stable em servidores a muito tempo porém quando comprei o AA1 resolvi instalar o Squeeze. Por ser um laptop só para trabalho onde não preciso de muitas features, nem muita beleza ( Compiz, 3D, Cubo, etc) ele se encaixou como uma luva.

Faz um bom tempo que não contribuo ativamente na Comunidade Ubuntu-BR e vejo que a cada dia isso vem se tornando uma realidade.

Estou muitissimo satisfeito com minha colaboração no Projeto Gnome participando do Sysadmin Team e do Moderator Team pois estou trabalhando com o que mais gosto que é manter uma infraestrutura.

O melhor é que agora eu sou neutro, não preciso levantar a bandeira de nenhuma distro, e se o fizer vai ser pelas vantagens e alegrias que ela me proporciona.

Sou muito grato pelo que o Ubuntu e a Comunidade Ubuntu-BR fizeram por mim porém mudei totalmente meu foco e preciso de uma distro que atenda estas necessidades com simplicidade e sem frescuras.

É isso ai. O tempo passa o tempo voa….

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Alexandro Silva: Instalando o BT4 em modo persistente num memory card ( Updated )

28 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Aproveitei o lançamento do BT4 para fazer o upgrade do meu memory card destinado a auditoria de segurança, segue o passo a passo desta instalação:

Particionando o MC

fdisk /dev/sdb

Execute as seguintes opções

d
1
n
p
1
+2200M
n
p
2
Enter
Enter
t
1
b
t
2
83
a
1
w

Formate as partições

mkfs.vfat /dev/sdb1

mkfs.ext3 -b 4096 -L casper-rw /dev/sdb2

Crie um diretório e monte a 1a partição

mkdir /mnt/sdb1

mount /dev/sdb1 /mnt/sdb1

Monte a ISO do BT4 e copie seu conteúdo para o /mnt/sdb1

mkdir /mnt/iso

mount -t iso9660 bt4-final.iso /mnt/iso -o loop

cd /mnt/sdb1

rsync -r /mnt/iso/* .

Instale o GRUB

grub-install –no-floppy –root-directory=/mnt/sdb1 /dev/sdb


OBS: Se você estiver utilizando o Grub2 o seguinte erro ocorrerá:

grub-setup: warn: Your embedding area is unusually small. core.img won’t fit in it.
grub-setup: warn: Embedding is not possible. GRUB can only be installed in this setup by using blocklists. However, blocklists are UNRELIABLE and its use is discouraged.


Para solucionar este problema no Debian Squeeze instalei o grub-legacy removendo o grub e o grub-pc

.

Configure o modo persistente

cd /mnt/sdb1/boot/grub

vim menu.lst

Mude o o valor da linha default de 0 para 4 e adicione vga=0×317 ( resolução 1024×768 ) na linha do kernel do modo persitente. Como uso o BT num Acer Aspire One usei vga=0×315 ( resolução 1024×600 ). Veja como ficou:

# By default, boot the first entry.
default 4

title Start Persistent Live CD
kernel /boot/vmlinuz BOOT=casper boot=casper persistent rw quiet vga=0×315
initrd /boot/initrd.gz

Reinicie a máquina e acesse o BT4.

Fonte

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Alexandro Silva: Instalando o BT4 em modo persistente num memory card

28 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Aproveitei o lançamento do BT4 para fazer o upgrade do meu memory card destinado a auditoria de segurança, segue o passo a passo desta instalação:

Particionando o MC

fdisk /dev/sdb

Execute as seguintes opções

d
1
n
p
1
+2200M
n
p
2
Enter
Enter
t
1
b
t
2
83
a
1
w

Formate as partições

mkfs.vfat /dev/sdb1

mkfs.ext3 -b 4096 -L casper-rw /dev/sdb2

Crie um diretório e monte a 1a partição

mkdir /mnt/sdb1

mount /dev/sdb1 /mnt/sdb1

Monte a ISO do BT4 e copie seu conteúdo para o /mnt/sdb1

mkdir /mnt/iso

mount -t iso9660 bt4-final.iso /mnt/iso -o loop

cd /mnt/sdb1

rsync -r /media/cdrom0/* .

Instale o GRUB

grub-install –no-floppy –root-directory=/mnt/sdb1 /dev/sdb


OBS: Se você estiver utilizando o Grub2 o seguinte erro ocorrerá:

grub-setup: warn: Your embedding area is unusually small. core.img won’t fit in it.
grub-setup: warn: Embedding is not possible. GRUB can only be installed in this setup by using blocklists. However, blocklists are UNRELIABLE and its use is discouraged.


Para solucionar este problema no Debian Squeeze instalei o grub-legacy removendo o grub e o grub-pc

.

Configure o modo persistente

cd /mnt/sdb1/boot/grub

vim menu.lst

Mude o o valor da linha default de 0 para 4 e adicione vga=0×317 ( resolução 1024×768 ) na linha do kernel do modo persitente. Como uso o BT num Acer Aspire One usei vga=0×315 ( resolução 1024×600 ). Veja como ficou:

# By default, boot the first entry.
default 4

title Start Persistent Live CD
kernel /boot/vmlinuz BOOT=casper boot=casper persistent rw quiet vga=0×315
initrd /boot/initrd.gz

Reinicie a máquina e acesse o BT4.

Fonte

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Alexandro Silva: Nmap Updated – Nmap 5.21

27 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Hoje foi lançada uma nova versão do Nmap ( bug-fix ). O Nmap 5.21 vem com dezenas de correções de bugs encontrados no release lançado recentemente.

Baixe o pacote .deb no link abaixo

file hosted by www.badongo.com

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Alexandro Silva: Brasileiros/Segurança no twitter

27 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Baseado no post de nossos hermanos Argentinos resolvi postar sobre os security brazukas twiteiros

@spookerlabs – Rodrigo Montoro
@mphx2 – Bruno Gonçalves
@ronaldotcom – Ronaldo Vasconcellos
@elduardo – Luiz Eduardo
@wcaprino – Willian Caprino
@jczucco – Jeronimo Zucco
@nelsonmurilo – Nelson Murilo
@welias – Wagner Elias
@ivocarv – Ivo Carvalho
@efjgrub – Edison Figueira Junior
@stdiasp – Sergio Dias
@juliocesarfort – Julio Cesar Fort
@evcneves – Eduardo Camargo Neves
@suffert – Sandro Süffert
@_eth0_ – Eduardo Serrano Neves
@clebeer – Cleber Brandão
@zaninotti – Thiago Zaninotti
@usscastro – Ulisses Castro
@nnovaes – Nelson Novaes
@julioauto – Julio Auto
@gustavoid – Gustavo Scotti
@nbrito – Nelson Brito
@altieres – Altieres Rohr
@rodrigoantao – Rodrigo Antao
@luizcabuloso – Luiz Cabuloso
@jespinhara – Joaquim Espinhara
@segfault – Carlos E. Santiviago
@aramosorg – Anderson Ramos
@bsdaemon – Rodrigo Rubira Branco
@famatte – Fernando Amatte
@filipebalestra – Filipe Balestra
@viniciuskmax – Vinicius K-Max
@alexandrosilva – Alexandro Silva
@joaorodolfo – João Rodolfo
@lzanardo – Luiz Zanardo
@fmilagres – Francisco Milagres
@leocm – Leonardo Cavallari
@assolini – Fabio Assolini
@fernandofonseca – Fernando Fonseca

Eventos / Papers / Podcasts / Blogs / Grupos / Empresas

@ystscon – You Shot the Sheriff Conference
@istspodcast – Podcast You Shot The Sheriff
@thebugzine – The Bug! Magazine
@risesecurity – Rise Security Group
@h2hconference – Hackers 2 Hackers Conferente
@hcfbr – Hacker For Charities Brazil
@linhadefensiva – Linha Defensiva
@nstalker – Nstalker Web Security Scanner
@issabrasil – ISSA Brasil

Logicamente faltam pessoas nessa lista visto que não tive paciencia pra olhar todos os que sigo . Me enviem sugestões por favor para completa-la =).

Podemos também dividir isso em área que atuam como pentesters, network security, pesquisadores, auditores …

Happy Hacking!

CTRL C CTRL V do post feito pelo Rodrigo Montoro (Sp0oKeR)

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Rafael Gomes: Release Party KDE 4.4

26 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Uma imagem vale mais do que mil palavras:

Eu estarei lá, e você?



Antonio Terceiro: Se o meu Foswiki falasse ...

24 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Já faz algum tempo que eu não posto nada aqui. Para inagurar 2010, nesse post eu gostaria de contar um pouco da minha história num dos projetos de software livre que eu colaboro a mais tempo: o Foswiki. Apesar do projeto existir com esse nome há a apenas pouco mais de um ano, a comunidade que o desenvolve trabalha nele há quase dez anos.

Às vezes é difícil descrever o que é o Foswiki pra alguém que não o conhece. "Como descrever o Foswiki durante um encontro com um amigo no elevador" é um debate recorrente na comunidade. A minha descrição marketeira seria a seguinte: o Foswiki é um wiki integrado a um banco de dados; seus usuários podem, num mesmo espaço virtual, colaborar na criação de um texto e criar aplicativos para gerenciar diversos tipos de informação. Incidentalmente ele serve também como um sistema de gerenciamento de conteúdo avançado e pode ser usado para fazer websites.

Uma descrição tecnicamente mais precisa é a seguinte: Foswiki é uma plataforma wiki que segue a filosofia de wiki estruturado: cada tópico do wiki, além do seu texto, pode conter dados estruturados (campos) de diversos tipos, e esses campos podem ser usados em aplicações que realizam busca, classificação, inserção/ateração desses dados, entre outras coisas. Além disso o Foswiki é altamente extensível e conta com uma ampla gama de extensões que adicionam funcionalidade: avisos de atualização por e-mail, galerias de imagens, gráficos, skins, busca SQL-like, busca full text, ferramentas de desenvolvimento, planilha eletrônica, impressão e exportação de PDF. A lista é tão grande que é mais fácil conferir a lista completa e procurar pelo que for do seu interesse.

Tudo começou no grupo de administração da rede do IM, o antigo GAVRI. Precisávamos de uma plataforma onde pudéssemos documentar nossas atividades de uma forma um pouco mais amigável do que os relatórios em arquivos texto que usávamos até então. Isso deveria ser 2001, e wikis na época era uma novidade.  Depois de tentar o PhpWiki, o que não deu muito certo, encontramos o TWiki® e sentimos que com aquele dava pra ir em frente. A primeira usuária externa ao grupo foi a professora Sônia, que queria colocar colocar um curso de Matemática Básica (nome dado à disciplina de Geometria Analítica no IM, até hoje eu não sei por quê) on-line e foi nossa cobaia. O wiki do IM, que depois virou wiki do DCC, ganhou uma quantidade bastante grande de usários, e cresceu tanto que hoje são usados dois wikis separados, um para disciplinas do departamento, mantido restrito aos usuários da rede e um outro público, onde projetos apoiados pelo departamento (e.g. o PSL-BA) e alguns dos seus grupos de pesquisa teem suas páginas e espaços de trabalho.

Em 2004 fui morar em Porto Alegre pra cursar o mestrado do Instituto de Informática da UFRGS, e acabei me envolvendo na ASL. Comecei a administrar o wiki.softwarelivre.org, que hoje é usado por vários grupos de software livre como site e/ou plataforma colaborativa, e que é possivelmente o maior site Foswiki que eu conheço. A essa altura eu já era um usuário e administrador experiente, com 3 anos de prática, e estava me coçando pra ir mais longe.

Eu comecei a contribuir ainda na época do TWiki®. Resolvi começar no projeto através do desenvolvimento de plugins, sempre tentando resolver algum problema meu: o meu primeiro plugin foi o BibliographyPlugin. O objetivo dele é gerenciar de forma estruturada referências bibliográficas usadas num texto. O seu design é mais ou menos inspirado no BibTeX. Depois disso veio o SvgPlugin, para exibir imagens SVG no corpo do texto; na época não existia ainda suporte nativo a SVG nos browsers modernos, e esse plugin rasterizava os desenhos usando Image::LibRSVG e gerava uma referência a uma rasterização do desenho em PNG, e dessa forma o desenho podia ser exibido no corpo do texto. Na época eu também iniciava no Debian, e acabei empacotando essa biblioteca pra facilitar a instalação do plugin. Depois disso eu e Aurélio nos aventuramos em fazer uma skin que possibilitasse editar o layout de uma web através do próprio browser (o conteúdo num site TWiki®/Foswiki é dividido em webs, que são como se fossem sub-sites independentes). Essa foi uma abordagem inovadora na época; posteriormente foi adicionado suporte a isso no core do TWiki® e nossa skin ficou obsoleta.

Depois eu resolvi que era hora de trabalhar com o core do TWiki®. Uma coisa que me incomodava é que o TWiki® era difícil para os usuários com quem eu tinha contato em função de ser totalmente em inglês. Desse jeito, eu desenvolvi a infra-estrutura de tradução da interface de usuário, e catei todas as strings no código Perl e nos templates marcando elas pra tradução. Durante esse processo aprendi a maioria das coisas que eu sei hoje sobre internacionalização e localização, e é muito legal saber que hoje as pessoas, não só no Brasil, teem acesso à interface do Foswiki no seu idioma nativo por causa do meu trabalho. Depois disso eu fiquei um tempo coordenando o processo de tradução, até que eu declinei dessa tarefa e fui substituído pelo ótimo Aldre Ulrich que desde então vem coordenando os tradutores no novo projeto.

Depois de poder ter a interface traduzida no idioma local, era preciso uma estratégia para manter versões traduzidas de tópicos inteiros, e então veio o TopicTranslationsPlugin, que é bastante utilizado por aí (eu pelo menos uso bastante. ;-))

Por um tempo eu fiquei afastado do projeto em função de trabalho. Em 2006 já estava de volta a Salvador e a Colivre acabava de ser fundada. A maioria dos fundadores estava bastante acostumada com se organizar através do TWiki®, e essa foi uma escolha natural para a nossa intranet. Hoje rodando Foswiki, através dela organizamos grande parte do nosso fluxo de trabalho, desde a elaboração de propostas comerciais até a gestão de diversos aspectos da empresa, e claro, armazenando toneladas de documentação. Além disso temos produzidos diversos sites com Foswiki, e fazemos questão de incluir no serviço um tempo para formação dos clientes de forma que eles possam atualizar os seus sites sozinhos, e não se tornem dependentes da Colivre (afinal, esse é o ponto de se optar por software livre, certo?)

Em 2007, já cursando o doutorado na UFBA, Gilmar me intimou a orientar o projeto de conclusão de curso dele, cujo idéia original era implementar formas de poder planejar o uso de recursos do TWiki®. No final das contas, ele acabou refatorando uma boa parte do projeto para permitir executar o Foswiki de várias formas diferentes, algumas das quais suportam bem o planejamento de capacidade, principalmente em termos de consumo de memória. A interação com Gilmar durante o trabalho dele fez eu me reaproximar um pouco do projeto, e o resultado foi tão sensacional que eu fiquei empolgado com as possibilidades.

No final de 2008, a nossa história sofre uma reviravolta significativa. Alguns meses antes, Peter Thoeny, o fundador do projeto TWiki®, havia fundado um empresa chamada TWIKI.NET para prestar serviços com TWiki. Até aí tudo bem, vários desenvolvedores tinham suas próprias empresas especialidas em TWiki®. Mas ele começou a utilizar o site do projeto para fazer propaganda da sua empresa, de uma forma que ninguém nunca tinha feito (veja você mesmo o que se tornou o site hoje). Isso iniciou um processo de disputa no projeto para definição de uma forma de governança, em especial para delimitar o que pode e o que não pode. Havia uma divisão muito clara no projeto, e o Peter fazia questão de sempre dar a última palavra.

Depois de um tempo, e de discussões das quais eu não participei, ele fez valer o fato de ser o dono da marca TWiki® (e é por isso que, em tom de pirraça, nós sempre fazemos questão de ressaltar que TWiki® é marca registrada de Peter Thoeny e TWIKI.NET, daí o tanto de ® nesse post) , e numa atitude completamente arbitrária expulsou todos do projeto, convidando a voltar na condição de aceitar novos termos impostos por ele. Para a desgraça do TWiki®, muito pouca gente voltou.

Segundo Thoeny, o TWiki® adotou o modelo de governança do Ubuntu, e isso foi abençoado ("blessed") pelo próprio Jono Bacon, funcionário da Canonical e Community Manager do Ubuntu.

O modelo de governança do Ubuntu, do ponto de vista de alguém que está de fora, não me parece necessariamente ruim. Eu li recentemente o The Art of Community, eu acho até que é um bom modelo do ponto de vista teórico. O que o Peter esqueceu de ponderar, no entanto, é que a situação no Ubuntu é completamente diferente da situação em que o TWiki® se encontrava: no Ubuntu, os funcionários da Canonical realizam uma grande parte do trabalho pesado e garantem a plataforma. Além do Peter (cujas contribuições sempre foram relevantes, apesar de cada vez menos em forma de código), a TWIKI.NET tinha um único funcionário produzindo quase nada de código e o mais valioso recurso em sua posse era a marca registrada. A comunidade, no entanto contribuía muito mais que a TWIKI.NET.

Dessa forma, todos os outros desenvolvedores resolveram deixar o TWiki® e continuar o projeto sob um outro nome. Depois de um processo democrático, e apoiado por um copywriter profissional, chegou-se ao novo nome do projeto: Foswiki. A comunidade brasileira seguiu o mesmo caminho junto com a comundade internacional.

De lá pra cá, o TWiki® encontra-se largado às traças e o Foswiki avança a passos largos. A comunidade Foswiki teve o cuidado de manter a compatibilidade retroativa com o TWiki®, de forma que é bastante tranquilo trocá-lo pelo Foswiki. Eu diria até que é recomendado trocá-lo por Foswiki: além de ter uma comunidade muito mais ativa para suporte, existem definitivamente muito mais empresas realmente qualificadas trabalhando com o Foswiki para suporte comercial. Além disso, o Foswiki é muito mais ativo na correção de erros, e tem inovado muito mais rápido: vários plugins novos, a exemplo do maravilhoso FlotChartPlugin, veem sendo disponibilizados apenas no Foswiki.

Desde o lançamento do Foswiki, eu tenho vagarosamente me livrado do TWiki® em favor do novo projeto. Hoje felizmente não sou mais responsável por nenhum TWiki®. Todos os servidores que eu administro e que rodavam TWiki® já foram devidamente atualizados para Foswiki.

No wiki.softwarelivre.org, que já foi convertido para Foswiki, tenho uma novidade boa: depois de muito tempo carregando no lombo sozinho, agora eu tenho uma ajuda fantástica na administração do servidor. Ítalo vem me ajudando já faz um tempinho, e ele fez a maioria do trabalho de atualização para o Foswiki. Além disso ele tem feito a maior parte do trabalho de administração diário. Isso sem falar que durante o processo ele foi aceito como desenvolvedor do Foswiki e eu já vi ele consertado vários bugs por lá. Valeu, Ítalo! :)

De algumas semanas pra cá, tenho tido a oportunidade fantástica de voltar a desenvolver no Foswiki: estamos trabalhando na



Guilherme Jr.: Poeira das Estrelas – Marcelo Gleiser

24 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Quem me acompanha no Twitter viu que eu ganhei um monte de livros no Natal e essa semana eu terminei de ler o primeiro. Logicamento não fiquei do Natal até agora lendo o livro, só comecei a ler no domingo passado e terminei na sexta.

Antes de falar sobre o livro quero dizer que o ganhei da minha esposa, que sabe que gosto muito de tudo que fala sobre astronomia. Um dia vou fazer um post sobre minha paixão por física, mas especificamente por astronomia e que um dia, não muito distante, vou fazer faculdade só por hobby.

Poeira das Estrelas é um livro que Marcelo Gleiser escreveu baseado na série que ele fez para o Fantástico com o mesmo nome. É o primeiro livro de uma trilogia, o nome do segundo livro é Mundo Invisíveis que eu já tenho e vou começar a ler hoje :D

Para quem gosta de astronomia o livro é um prato cheio. Conta o entendimento sobre o que é o universo desde os primeiros pensadores: Tales de Mileto, Pitágoras, Sócrates, Platão, Aristóteles, etc, passando por: Kepler, Copérnico, Galileu Galilei, Isaac Newton, etc até chegar a: Max Planck, Bohr, Albert Einstein, Edwin Hubble, etc.

Sempre achei interessante as teorias por trás do início do universo, da criação das galáxias, estrelas, planetas, etc e esse livro explica tudo isso de forma muito simples e de fácil compreensão.

Recomendo a todos a leitura, mesmo que não se interesse muito do assunto, pois é importante saber de onde viemos :)



Rafael Gomes: Ficando mais velho…

23 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Hoje é meu aniversário, e como nerd que sou, precisava de um post para registrar isso, correto?

Obrigado a todos que participaram da minha vida esse ano, que por sinal foi muito bom, pois casei com o amor da minha vida e de quebra ainda fui, pela primeira vez, como palestrante ao FISL! Muito bom, hein?

Iniciei colaborando com código para um projeto de Software Livre do meu amigo Hugo Dória.

O post ficaria pequeno para um resumo do ano! E vocês nem teriam interesse em ler tudo! Vou parar por aqui!!!

Valeu pessoal!



Alexandro Silva: Nmap 5.20: Novo release e pacote .deb

22 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

A versão 5.20 (estável) do poderossimo Nmap foi lançado a poucos dias. Esta é a 1a. versão stable desde o lançamento da série 5.0 em julho/09.

O que era bom ficou melhor, foram implementadas 150 novas melhorias no código, incluindo:

* 30 novos scripts Nmap Scripting Engine;
* Ganhos de perfomance e diminuição do consumo de memória;
* Payloads específicos por protocolo para um UDP scanning mais efetivo;
* A engine traceroute foi reescrita;
* 10.000 novas assinaturas de versão de SO.

E para contribuir empacotei está nova versão do Nmap para o Debian/Ubuntu.

Baixe o pacote .deb AQUI

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Valessio Soares de Brito: Camisas Livre e para Incentivo ao Compartilhamento

21 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Produzi algumas camisas para vender no Campus Party. Para quem pensa em retirar lá pessoalmente a contribuição é no valor de R$ 25,00 cada. Para quem esta afim de pegar pessoalmente em algum lugar de Salvador/BA, o valor é de R$ 20,00.



Rafael Gomes: Lançada nova versão do Noosfero

20 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Para quem não conhece, o Noosfero é uma plataforma web para redes sociais que possui as funcionalidades de Blog, e-Portfolios, RSS, discussão temática e agenda de eventos num mesmo sistema! O portal do software livre por exemplo, é um bom case dessa plataforma.

Acabaram de lançar a versão 0.21.4. Essa é uma versão de manutenção que deve ser usada em substituição a todas as versões anteriores da série 0.21.x.

Gostou? Conheça, use, participe e contribua com este projeto de software livre!

Sabe desenvolver em Ruby? Quer começar a contribuir? Comece pelos bugs simples.



Tecnologias e Novas Educações (GEC/FACED/UFBA): Bruno e Luciana na mesa de abertura do I Encontro de Formação em Comunicação Comunitária

20 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda



Alexandro Silva: Quebre senhas online

20 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Você está com aquele hash MD5 e não tem nenhuma ferramenta para quebra-lo?

Não se desespere seus problemas acabaram!!!

Veja uma lista de sites que fazem o trabalho sujo para você.

passcracking.ru http://passcracking.ru/
md5crack http://md5crack.com/
md5decryption: http://md5decryption.com/
TheKaine.de: http://md5.thekaine.de/
AuthSecu: http://authsecu.com/decrypter-dechiffrer-cracker-hash-md5/decrypter-dechiffrer-cracker-hash-md5.php
hackcrack: http://hashcrack.com/index.php
insidepro: http://hash.insidepro.com/
md5decrypter: http://md5decrypter.com/
md5pass.info: http://md5pass.info/
Plain-Text.info http://plain-text.info/add/
Hashkiller: http://hashkiller.com/password/
Cryptohaze: http://www.cryptohaze.com/addhashes.php
md5rednoize: http://md5.rednoize.com/
milw0rm: http://milw0rm.com/cracker/insert.php
GData: http://gdataonline.com/seekhash.php
c0llision: http://www.c0llision.net/webcrack.php
PassCracking: http://passcracking.com/
ISC Sans: http://isc.sans.org/tools/reversehash.html

Ahhh!!! Está com preguiça de acessar todos estes sites então use um script perl que faz isso para você.

O que?!? Achou esse script fraquinho então use o módulo para o Metasploit AQUI.

Nota: Renomei o arquivo de .txt para .rb

Veja ele em ação:

msf auxiliary(md5check_md5crack) > run
[*] Sending 098f6bcd4621d373cade4e832627b4f6 hash to md5crack.com…
[*] plaintext md5 is: test
[*] Auxiliary module execution completed

Fonte

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Rafael Gomes: Desenvolvendo no Gedit

19 de Janeiro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Para os amantes da programação nas linguagem python e ruby , usuários de Gnu/Linux como estação de trabalho e softwares da “suíte” Gnome.  Esse post é pra vocês, caso contrário pode continuar lendo, conhecimento nunca é demais :P

Após uma conversa com meu amigo Elton Pereira no IM da Google, fiquei sabendo da existência de um plugin interessante do Gedit.

Esse plugin tem como objetivo auxiliar os programadores. Vejam abaixo o que ele pode fazer:

Viu? Arruma as classes de forma bem interessante, o que facilita a visualização. O que se reverte em produtividade!

Isso é uma das coisas que mais adoro na comunidade de Software Livre, uma pessoa tem uma necessidade, ela resolve seu problema, libera o código pra outros e todo mundo pode contribuir e utilizar. Assim resolvendo seus problemas e auxiliando a resolver novas complicações. Fantástico!

Gostou? Quer instalar? É simples! Baixe o plugin nesse link.

Coloque os arquivos e pastas descompactados na pasta ~/.gnome2/gedit/plugins  (caso não exista a pasta, pode criar uma).

Então vá no menu Editar>Preferências>Plugins e habilite o Class Browser.

Update1 : Usa Archlinux? Os caras são realmente rápidos, após ler essa notícia, já colocaram o plugin no repositório AUR. Obrigado Lokidarkeden



Tags deste artigo: nordeste psl bahia