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Comunidade LibreOffice Brasil

7 de Dezembro de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Comunidade LibreOffice Brasil

Debian Day CRC-Marista de Recife

4 de Agosto de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

 

Seloddbr_displayMarista

 

No dia 20 de agosto de 2011, das 8 as 17 horas, O Centro Marista Circuito jovem do Recife Irá realizar o Debian day CRC-Marista, em comemoração ao aniversário de 18 anos do GNU/Linux Debian.

E com muito prazer que realizamos este encontro, será totalamente aberto a comunidade, aos colégios publicos, municipal e privado, como também as universidades, a todo publico tecnico  e leigo!

Teremos Palestras, mini curso, tudo gratuito, e com certificado de participação, iremos mostrar de forma simples e bem dinamica o que é o Debian, como usa-lo no dia-a-dia ...

Contamos com a presensa de Tod@S!

 

Centro de Recondicionamento de Computadores Unidade - Marista
Avenida da Recuperação, 318
Perto do Master boi, esquina com motel Senzala

Onde:

Centro de Recondicionamento de Computadores - Unidade Marista (mapa)



Software Llivre não nasce em árvores: Do colonialismo ao extrativismo Digital

4 de Agosto de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Sei que muita gente que conheço e admiro vai ficar irritada com este artigo, mas acredito que já atingimos um nível de maturidade suficiente na comunidade de software livre brasileira para que possamos encarar de frente nossos próprios fantasmas. Sei também que o artigo é longo, mas acho que vale a pena a leitura. Cedo ou tarde vamos precisar fazer a reflexão aqui proposta.

http://www.trezentos.blog.br/wp-content/profile-pics/25.jpg

Optei por escrever este artigo junto com um grupo de amigos experientes dentro da comunidade para evitar que ele seja classificado como sendo a opinião de uma única pessoa. Todos os amigos convidados já estão há bastante tempo na comunidade de software livre e todos eles já sentiram na pele os efeitos dos problemas aqui relatados. Optei por não listar seus nomes neste artigo, para que eles mesmo possam fazê-lo nos comentários.

Depois de tantos anos militando e trabalhando com software livre, fico impressionado em ver como as pessoas comumente usam o termo “a comunidade” como se ela fosse uma empresa ou coisa parecida. Muitas vezes vejo as pessoas falando da comunidade como se não fossem parte dela, como se não tivessem nenhuma obrigação em relação à manutenção dos projetos desenvolvidos de forma comunitária. Muita gente entende que ser usuário de redes sociais organizadas em torno de projetos de software livre seja o mesmo que ser membro de fato da comunidade do projeto em questão, além de acreditar piamente que todos naquela comunidade estão mesmo interessados em trollagens e críticas despropositadas.

Fazendo uma breve revisão do que aconteceu nos últimos anos na área de tecnologia no Brasil, vemos que nossa indústria de informática foi praticamente destruída no início dos anos 90, e passamos quase duas décadas sendo meros consumidores de tecnologia da informação, do hardware ao software. É a isso que chamo de colonialismo digital, pois tal como na época do Brasil colônia, acabamos consumindo tudo aquilo que os colonizadores nos empurravam. Vale lembrar aqui, que durante o início do século XIX, o Brasil chegou a “importar” um navio de patins para patinação no gelo da Inglaterra, uma vez que estes produtos estavam entupindo os estoques ingleses e precisavam ser desovados em algum lugar. Os historiadores contam que nesta época, as lâminas dos patins acabaram sendo utilizadas como facas e facões e assim fomos levando a vida: dando o jeitinho brasileiro para cumprir com nosso papel de colônia.

Durante quase vinte anos, fizemos a mesma coisa com produtos de tecnologia da informação e me lembro de ter presenciado algumas aberrações nesta época. De computadores que não suportavam o calor tropical brasileiro a softwares que invertiam completamente nossa lógica organizacional, vivemos décadas “dando um jeitinho” para as coisas funcionarem e não foram raros os casos em que tivemos que nos re-organizar para que pudéssemos utilizar as tecnologias “ofertadas”. Quem aí nunca encontrou um banco de dados armazenado dentro de uma planilha com milhares de linhas ou não viu uma reengenharia quase irracional acontecer na marra por conta do ERP da moda que atire a primeira pedra.

Tamanha foi nossa aceitação do papel de colonizados, que no final da década de 90 não era raro encontrar universidades que ao invés de lecionar “Sistemas Operacionais”, lecionavam “Windows NT”, ou trocavam “Banco de Dados Relacionais” por “Oracle” ou “DB2” e por aí seguia a carruagem. Fui aluno em uma dessas (que aliás é uma universidade de renome e destaque em São Paulo). Me lembro que fui voto vencido quando fui debater este assunto com a coordenação do curso, pois para eles importava ensinar “o que o mercado cobrava”. Pior do que ser voto vencido entre os coordenadores e mestres do curso, foi ter sido voto vencido entre meus colegas de turma, pois a imensa maioria deles estava tão acostumada com o fato de ter tudo mastigado nas mãos, que não se importava em não dominar de fato a tecnologia ou entender o que acontecia debaixo do capô. Estavam mais preocupados em “colocar no curriculum” o que aprenderam na faculdade. Amém !

Foi assim que formamos no Brasil centenas de milhares de profissionais de TI que não passavam de usuários avançados de ferramentas de software desenvolvidas fora do Brasil. Hoje, uma parte considerável destes profissionais são gestores de TI em diversas empresas públicas e privadas, e isso explica o principal motivo da resistência que encontramos no nosso dia a dia ao Software Livre dentro das organizações: a zona de conforto é grande e a inércia gerada por ela é muito difícil de ser quebrada.

É evidente que este modelo interessa às grandes empresas multinacionais de software, e confesso que hoje chego a achar graça das explicações dadas a eles sobre “o modelo”. Sempre que questionadas publicamente sobre este tema, vemos as empresas se defendendo com o argumento de que geram milhares de empregos diretos e indiretos no Brasil, e que fazem “transferência de tecnologia” à indústria local, principalmente através de seus parceiros e de projetos junto à universidades.

O que vemos na prática é que a imensa maioria dos empregos diretos criados por estas empresas estão focados na área comercial e nas metas de curto prazo, e que os empregos “técnicos” costumam se concentrar em seus parceiros e solution providers, que evidentemente não têm acesso às informações detalhadas, e muito menos ao código fonte, dos produtos que “suportam” no mercado. A segurança e confiança por obscuridade é o que impera nesta seara.

Quando olhamos o trabalho feito por elas junto às universidades, vemos novamente que o foco é sim formar cada vez mais usuários avançados de seus produtos, e conseguir com isso firmar a dependência tecnológica desde na base da cadeia alimentar na indústria de TI. É muito fácil comprovar isso quando vemos “versões educacionais” dos softwares comercializados por estas empresas serem distribuídos com água dentro das universidades. Encerrou o curso e tem um software completo desenvolvido: ótimo… vamos lhe enviar a fatura em 3, 2, 1…

É importante lembrar que este modus operandi não é exclusividade de uma única empresa, mas é de fato a prática de mercado de todas as multinacionais de TI (das mais fechadas e perseguidas por todos até a “mais aberta” e idolatrada pela maioria).

Foi num cenário de total colonização tecnológica como o ilustrado acima que o Software Livre cresceu no Brasil, principalmente durante os últimos 10 anos. Eu atribuo este crescimento à vontade gigantesca de conhecer tecnologia de verdade que alguns profissionais de TI no Brasil tinham, mas conforme o movimento foi crescendo, tenho a impressão de que estes profissionais cada vez mais são raros de se encontrar e o que vemos de fato hoje, é a busca pela substituição pura e simples de um software proprietário por um equivalente livre (e não quero entrar aqui na discussão filosófica por trás disso).

Considero que seja fundamental termos no Brasil uma comunidade tão militante e ativa na publicidade e no suporte às soluções de software livre, mas infelizmente isso não é suficiente, pois deixamos de ser colonizados digitais e somos hoje extrativistas digitais.

Não exagero em dizer que hoje o Brasil tem em números absolutos a maior comunidade de usuários de Software Livre do mundo, e olha que a TI ainda não chegou a tantos lares assim no Brasil, portanto temos ainda muito a crescer. O que me deixa muito chateado é constatar que ao mesmo tempo, temos uma comunidade de desenvolvedores de software livre quase inexistente (eu mesmo conto nos dedos das mãos os desenvolvedores de “código fonte” em projetos de software livre que conheço). A dita “comunidade” é a primeira a se manifestar e apontar defeitos nos muitos projetos que “participam”, mas na hora de enviar contribuições realmente significativas quase ninguém aparece.

É por isso que afirmo que vivemos hoje o extrativismo digital: encontramos uma fonte aparentemente inesgotável de recursos e estamos usando e abusando dela, sem nos preocupar com a sua manutenção. Isso pode até nos dar uma sensação de liberdade e controle do próprio nariz bem confortável, mas não nos levará a lugar algum e pior do que isso, quando a fonte se esgotar (e sim, ela pode se esgotar um dia), voltaremos à nossa vidinha de colonizados, e seremos novamente saudosistas de uma “era de ouro”, tal como nossos amigos mais velhos hoje se lembram da reserva de mercado.

O que quero com este artigo é forçar uma reflexão dentro da nossa comunidade, pois é evidente que software livre não nasce em árvores, e existem pessoas trabalhando muito escrevendo código fonte por trás dos softwares livres que utilizamos no dia a dia.

Devo reconhecer porém, que somos muito ágeis e experientes em traduzir estes softwares para nosso idioma, mas todos devem concordar comigo que isso é o mínimo do mínimo que podemos fazer. Lembre-se de que teremos alcançado o sucesso pleno quando a tradução for problema dos outros !

Não consigo me contentar com isso e por isso peço a todos que façam uma séria reflexão: Quando foi a última vez que você contribuiu de verdade com um projeto de Software Livre ?

Rodando o mundo palestrando em eventos de software livre, esta é a diferença primordial que vejo entre outros países e o Brasil. Na maioria dos países, a meritocracia funciona de verdade e o reconhecimento vem na base de muito, mas muito código fonte contribuído para os projetos. Como já contei a diversos amigos, em muitos países fora do Brasil, para que você possa “tomar uma cerveja” com os líderes dos projetos de software livre, você provavelmente já trabalhou bastante construindo e depurando código com eles.

Acho que é parte da cultura latina ser expansivo, mas não podemos deixar que nossa ânsia por fazer amigos acabe os deixando desviar tanto assim do nosso objetivo comum: Desenvolver de fato softwares livres que supram as necessidades de nosso mercado, que nos permitam dominar a tecnologia e que paguem nossas contas no final do mês.

Quando analisamos a cadeia de valor na indústria de software livre no Brasil hoje, vemos que diversos nós da cadeia são remunerados, mas que ainda não encontramos uma forma concreta de remunerar de verdade o principal nó: O desenvolvedor.

É muito fácil cair no discurso de que “quem implementa, treina e suporta também desenvolve”, mas na prática vemos o oposto disso.

O que me consola é que este problema não é exclusividade nossa, e nos últimos meses tenho visto diversos projetos de software livre desenvolvidos internacionalmente passar por sérias dificuldades por conta do mesmo problema.

Voltando ao Brasil, conheço ao menos um software livre desenvolvido aqui no Brasil e que é utilizado no país todo, além de ser suportado por centenas de empresas, mas que tem como desenvolvedores ativos apenas duas pessoas, sendo que uma delas (e talvez o desenvolvedor chave), não seja de forma alguma remunerado. Não vou dizer o nome do software aqui para não ser deselegante com as pessoas envolvidas em seu ecossistema, mas garanto que pela descrição acima você já deve ter identificado alguns softwares como potenciais candidatos.

Em uma recente discussão que tive com um dos pioneiros do Open Source mundial, ele me dizia que o modelo de subscrição nunca foi de fato compreendido pelo mercado, e concordo com ele que este modelo é o mínimo que podemos ter para garantir a manutenção dos projetos e de seus desenvolvedores. É mesmo uma pena ver que muita gente afirmar sem vergonha alguma que “subscrição é licença disfarçada”, e aqui incluo inúmeros colegas do movimento do software livre. Sinto lhes informar que não, não é, mas concordo que é muito fácil pensar assim quando seu contracheque chega no final de todo mês.

Indo mais a fundo no problema, fico extremamente chateado em ver a falta de consciência de inúmeros gestores de empresas públicas e privadas que economizam centenas de milhões de reais por ano em licenças de software, mas que não investem sequer um centavo no desenvolvimento e manutenção de projetos de software livre que utilizam no seu dia a dia.

Um exemplo gritante do que afirmo acima é o Libre Office (antigo OpenOffice ou BrOffice no Brasil), que possui atualmente centenas de milhares de cópias sendo utilizadas no país todo, economizando rios de dinheiro, e que têm no Brasil uma comunidade de “desenvolvedores de verdade” quase irrisória. O que me deixa muito mais chateado com isso, é que estes poucos heróis nacionais quase sempre levam uma vida de privações em prol da coletividade e tudo o que recebem de volta são tapinhas nas costas e nos últimos tempos ainda tem que aceitar calados, críticas injustas vindas de todas as partes. Não vou nem comentar aqui sobre a vida que levam os que decidem trabalhar com o desenvolvimento de padrões, mas posso afirmar que invejamos a vida dos desenvolvedores de software livre no Brasil.

Não quero que este seja um artigo de lamentações, e por isso eu gostaria de deixar algumas sugestões para que possamos de fato aproveitar esta oportunidade que temos nas mãos e mudar de uma vez por toda a história da TI no nosso Brasil. Muitas das sugestões vão parecer óbvias e genéricas, mas acredite, nunca foram de fato implementadas:

  • Empresas que utilizam softwares livres deveriam ter desenvolvedores trabalhando no desenvolvimento destas soluções ou se não puderem ter estes desenvolvedores, que exijam que as empresas que lhes prestam serviços de suporte e treinamento em software livre tenham desenvolvedores ativos nos projetos, e que comprovem suas contribuições periodicamente. Esta prestação de contas aliás deveria ser pública.
  • Universidades poderiam deixar de usar exemplos genéricos e trabalhos “inventados pelos professores” nas disciplinas de desenvolvimento de software e ter como meta a cada semestre otimizar um trecho de código fonte existente ou implementar uma melhoria ou nova funcionalidade em um software livre existente. O mesmo vale para outras disciplinas como marketing e design. Uma simples mudança da atitude como esta daria aos envolvidos uma experiência prática no mundo real com projetos concretos, ao mesmo tempo que lhes permitiria alcançar os mesmos objetivos didáticos (já imaginou onde chegaríamos com isso ?).
  • Já temos diversas leis, decretos e instruções normativas no Brasil recomendando ou determinando a utilização de Software Livre e de Padrões Abertos em diversas esferas governamentais, mas infelizmente os órgãos de controle e fiscalização parecem desconhecê-las. Não consigo avaliar quem é o culpado por isso, mas sei que nós como sociedade temos o dever de cobrá-los, e talvez esteja aí a grande missão de todos os membros da comunidade que não podem contribuir de forma técnica com os projetos de software livre.
  • Muita gente não tem conhecimento técnico para escrever código fonte e contribuir com os projetos, mas lembre-se que um software livre de sucesso não vive só de código fonte e por isso mesmo sempre existe algo não relacionado a código fonte que precisa ser feito. Se envolva de verdade com a comunidade de desenvolvedores dos softwares que você usa e por favor, contribua de forma concreta com seu desenvolvimento. Ajudar de verdade é atender a necessidade do outro e não a sua própria necessidade. A diferença entre o voluntariado e o voluntarismo é gigantesca, mas muito difícil de ser compreendida.

Não acredito em contos de fadas e também não acredito que um dia uma empresa estrangeira vai decidir do dia para a noite que o Brasil é a bola da vez para concentrar aqui o seu desenvolvimento de software. Temos que conquistar isso, temos que fazê-lo do nosso jeito e temos sim potencial para reconstruir de verdade nossa indústria nacional de software e Tecnologia da Informação. O que não podemos fazer é ficar aqui sentados esperando o milagre acontecer, imaginando que estamos no caminho certo. Pequenas correções de rota podem sim nos levar a algum lugar completamente diferente e melhor do que o nosso destino atual.

Caso você ou sua empresa queira contribuir com um projeto de software livre e não saiba como, me coloco à disposição para ajudar e orientar.

Peço que reflitam sobre o seu papel na solução do problema aqui apresentado. Temos um elefante na sala e só não ver quem não quer.

Aguardo ansiosamente os comentários e espero que possamos abrir este debate tão necessário nos dias de hoje.

Escrito por Jomar Silva em 26 maio 2011 63 Comentários

http://www.trezentos.blog.br/wp-content/profile-pics/25.jpg

* fonte: blog Trezentos



Dropbox é um sistema de compartilhamento de arquivos "em nuvem"

4 de Agosto de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

http://www.dropbox.com/static/images/dropbox_logo_home.pngO Dropbox é um sistema de compartilhamento de arquivos "em nuvem", ou seja você compartilha seus arquivos na Web. Ele é muito útil quando você usa diariamente diversos dispositivos que se comunicam com a Web, no meu caso tenho meu Smartphone com Android, meu note com Debian Squeeze e "minha" máquina da empresa usando também Debian Squeeze. Ta legal mas qual a vantagem em se ter vários dispositovs conectados? A vantagem é que você consegue manter seus arquivos sincronizados entre todos os dispositivos!!! Além do mais caso você precise acessar um arquivo imediatamente e você estiver "incomunicável" você poderá baixar seus arquivos diretamente da página do Dropbox.

Bom falando no Debian que é meu foco nesse Post... vamos a instalação:

1. Criar uma conta..

Você poderá facilmente criar uma conta do Dropbox clicando aqui

2. Baixar o aplicativo..

Eu preferi instalar a versão em .tar.bz2 pois a versão que temos para Ubuntu não foi muito bem aqui no meu Squeeze, para baixar a versão em tar.bz2 clique aqui ou então entre no site abaixo para baixar a versão Ubuntu ou Fedora:
http://www.dropbox.com/downloading

No momento que vos escrevo a versão ativa do .tar.bz2 é a 0.6.8, não garanto que a partir deste Post vocês conseguirão instalar outras versões mais novas que esta.

3. Descompactar o pacote..

Por padrão aqui na minha máquina os Downloads ficam em /home/rafael/Downloads então seguindo este padrão seguem os procedimentos abaixo:
$ su -

# cd /home/rafael/Downloads
# tar -xvjf nautilus-dropbox-0.6.8.tar.bz2
# cd nautilus-dropbox-0.6.8

4. Configurando e instalando..

De acordo com o documento INSTALL contido neste pacote temos que seguir estes os procedimentos abaixo:
[OBRIGATÓRIO] # ./configure

[OBRIGATÓRIO] # make
[OPCIONAL] # make check
[OBRIGATÓRIO] # make install
[OPCIONAL] # make clean

No meu caso precisei instalar dois pacotes faltantes no passo ./configure, os pacotes foram instalados da seguinte forma:
# aptitude install libnautilus-extension-dev python-docutils -y

Se no passo ./configure sua saída não deu erro então é sinal que não falta nada e você poderá executar o make, senão terá que procurar as dependências que apareceram na saída do comando ./configure.


5. Terminando a configuração..

Agora o Dropbox já está instalado, precisamos terminar a configuração pela interface gráfica. Como usuário COMUM (sem privilégios administrativos de root) digite:
$ dropbox start -i

Janela 1:

Janela 2:

 Janela 3:

 Janela 4:

Uma das desvantagens em se usar o Dropbox é que podemos "upar" somente 2GB Free se quiser "upar" mais tem que desembolsar uma grana. :(

Janela 5:

Como você é um Geek você não usará a instalação Típica... é claro ;)

Janela 6:

Nesta janela na primeira opção você especifica que você terá uma pasta na sua home padrão com o nome de Dropbox, caso deseje especificar outra pasta escolha a segunda opção (porém eu não recomendo a segunda opção, explicarei mais abaixo).

Janela 7:


Eu como um bom paranóico não quero ficar digitando senha de root para manter o atributo dos arquivos "upados", portanto marquei a segunda opção.

Janela 8:

Marcando essa opção eu quero dizer que tudo abaixo de /home/rafael/Dropbox será compartilhado com a minha conta Dropbox.

Janela 9:

Janela 10:

Janela 11:

Janela 12:

Janela 13:


Instalação terminada! Enfim!!

Ao terminar esse procedimento minhas pastas Web já começaram a ser baixadas como podemos ver na imagem seguinte:

Terminada a instação!!!!

DICA MUTO IMPORTANTE:

Caso você tenha pouco espaço em disco assim como eu você poderá criar links simbólicos para dentro do seu diretório Dropbox e as pastas serão sincronizadas sem que haja duplicidade na sua /home. Para isso eu posso citar meu exemplo real, eu tenho 3 pastas a serem sincronizadas abaixo:
/home/rafael/Codigos
/home/rafael/Faculdade
/home/rafael/Backups

Agora eu crio 3 links simbólicos para que não haja duplicidades:
$ ln-sf /home/rafael/Codigos /home/rafael/Dropbox/Codigos
$ ln-sf /home/rafael/Faculdade /home/rafael/Dropbox/Faculdade
$ ln-sf /home/rafael/Backups /home/rafael/Dropbox/Backups

Feito isso tudo que for colocado na pasta Codigos será upado na próxima conexão a internet! :D

Quando você tem mais de um dispositivo (Máquina PC, Notebook, Smartphone e etc) basta seguir os mesmos procedimentos aqui descritos e você terá uma pasta compartilhada entre várias máquinas sem duplicidades! :D

SEGURANÇA:

Sobre a segurança na transferência dos arquivos podemos dizer que ela EXISTE pois a conexão é feita por HTTPS, e é criptografada (pra quem não sabe). Porém SEMPRE temos que ser paranóicos, portanto não coloquem arquivos de senhas, chaves pgp e outras coisas MUITO sigilosas na sua conta, por mais que só você possua a senha algum cretino sempre pode roubá-la de alguma forma.

Abraços e espero que gostem do post!

* fonte: blog Abra Seu Código 

Rafael Henrique Sorocaba, Brazil* site: http://www.dropbox.com

Watch a video about Dropbox.
Watch a Video

 



LibreOffice 3.4.2 está pronto para usuários e empresas

4 de Agosto de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

A The Document Foundation (TDF) anunciou o lançamento da versão 3.4.2 do pacote de aplicativos para escritório em código aberto LibreOffice. De acordo com Italo Vignoli, membro da Comissão Diretiva da TDF, a terceira revisão do ramo 3.4.x do LibreOffice está agora pronto para usuários finais e empresas. As versões 3.4.0 e 3.4.1 eram destinadas à usuários avançados e aventureiros, e não eram recomendadas para uso em ambientes de produção.

 

Vignoli diz que a versão 3.4.2 é o resultado da "atividade combinada de 300 colaboradores, que realizaram mais de 23.000 submissões de código, com a adição, deleção e modifição de aproximadamente cinco milhões de linhas de código." A SUSE e a Oracle forneceram aproximadamente 25% cada um, do total das contribuições. Novos voluntários individuais contabilizaram por outros 25% das contribuições, a Red Hat foi responsável por 20% do total. As submissões restantes vieram da Canonical e de outras companhias.

Os desenvolvedores afirmaram que a versão 3.4.2 é idêntica bit a bit ao candidato de lançamento (release candidate ou RC) 3 da versão. Usuários que já estiverem executando o RC3 em suas máquinas não precisam realizar outro download ou reinstalação. O lançamento de uma revisão 3.4.3 está agendada para o "final de agosto" e incluirá melhorias na estabilidade do programa e correções de segurança.

Mais informações sobre o lançamento, incluindo uma lista completa de novos recursos, podem ser encontradas nas notas de lançamento, na página 3.4 New Features e Fixes e em uma entrada no blog oficial da Document Foundation.

O LibreOffice 3.4.2 está disponivel para download para os sistemas Linux, Mac OS X e Windows.

O código-fonte do LibreOffice está licenciado sob a LGPLv3.

The Document Foundation (TDF)

LibreOffice Brasil

* fonte: Linux Magazine

* fonte: The H Open Source, em inglês.



Gnu/Linux Pandorga, na Escola de Educação Especial São Camilo - Curitiba

1 de Agosto de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Nesse sábado, dia 30, o Projeto Mãos Que Ajudam, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, em um evento Nacional, dou 15 computadores DELL (usados) para a Escola de Educação Especial São Camilo - Curitiba - PR.

Como ativista de Software Livre, LibreOffice e ODF, encontrei o Gnu/Linux Pandorga, testei e achei excelente instalá-lo nos computadores. Foi o que fiz, entregamos os computadores para a Escola. O Presidente da ONG IHOEPAR, sr. Germano e a diretora da Escola, professora Rita ficaram muito felizes com a solução Pandorga.

O Pandorga irá auxiliar muito no desenvolvimento dos alunos, que deficiência intelectual, através de mais de 120 atividades pedagógicas que o ambiente Pandorga.

Saiu uma reportagem na Rede Massa de televisão sobre a entrevista da Diretoria Rita

Parabéns a toda equipe do Gnu/Linux Pandorga.

Um abraço,

Furusho

* Fotos Dia Nacional Mãos Que Ajudam:

http://softwarelivre.org/thumbnails/0034/6104/Escola_Sao_Camilo_00_display.jpg?1312208881

Assinatura de doação dos computadores com Linux Pandorga: Pres. da ong IHOEPAR (Germano), Dir. da Escola (Professora Rita) e Pres. da Estaca Curitiba Boa Vista - A Igreja de Jesus Cristo dos SUD e Ativista de Software Livre (Furusho)

http://softwarelivre.org/thumbnails/0034/6109/Escola_Sao_Camilo_05_display.jpg?1312208895

Voluntário Mãos que Ajudam e Gerente da Digital SK (Yves) Pres. da Estaca Curitiba Boa Vista - A Igreja de Jesus Cristo dos SUD e Ativista de Software Livre (Furusho)

http://softwarelivre.org/thumbnails/0034/6106/Escola_Sao_Camilo_02_display.jpg?1312208887

Aluno da Escola usando o Pandorga, Professora Mari e Pres. da Estaca Curitiba Boa Vista - A Igreja de Jesus Cristo dos SUD e Ativista de Software Livre (Furusho)

http://softwarelivre.org/thumbnails/0034/6105/Escola_Sao_Camilo_01_display.jpg?1312208883

Aluno da Escola usando o Pandorga

http://softwarelivre.org/thumbnails/0034/6107/Escola_Sao_Camilo_03_display.jpg?1312208889

Reportagem da Rede Massa de televisão

http://softwarelivre.org/thumbnails/0034/6108/Escola_Sao_Camilo_04_display.jpg?1312208892

Diretora e professora Rita em entrevista para a Rede Massa de Televisão

 

Mais sobre o Gnu/Linux Pandorga:

O Pandorga GNU/Linux é uma distribuição educacionalcriada em 2006 especialmente para crianças, pré-adolescentes e escolas de ensino infantil e fundamental.

Seu propósito é fazer do laboratório de informática um ambiente desegurança, diversão e aprendizado, com muitos jogos e programas que exercitem a mente sem perder o prazer em estudar.

Querida pelos educadores, pais e alunos, a distribuição educacional Pandorga tem uma trajetória de sucesso, realizações, trabalho e diversão garantida desde o desenvolvedor até o usuário final, os alunos!

* site do Pandorga: www.pandorgalinux.com.br

* Veja o video no Youtube:
http://www.youtube.com/v/6RsrO6xgHb0&hl

* Comunidade pandorga: http://softwarelivre.org/pandorga/

* Educação e Cultura livre em debate no fisl12

* Pandorga Gnu/Linux no fisl 12

* Software Livre e Educação no fisl 12

 



LibreOffice 3.4.2 for enterprise users

1 de Agosto de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Thanks to the work of 300 contributors, the new LibreOffice comes with substantial improvements

The Internet, August 1, 2011 – The Document Foundation (TDF) announces LibreOffice 3.4.2, the third version of the 3.4 family, targeting both private individuals and enterprises. LibreOffice 3.4.2 fixes the majority of the most-important bugs identified by users in the previous version, and can be deployed for production needs by most enterprises.

The Document Foundation encourages large organizations deploying LibreOffice to do so in conjunction with a support partner, who can carefully assess specific requirements, help manage migration and provide bespoke fixes for identified issues. Purchasing LibreOffice support from a TDF partner also provides enterprises with an indirect means to contribute financially to the project, thereby funding its development, improving its stability, and accelerating its growth. Users should always refer to the release notes before deploying the new version.

LibreOffice 3.4.2 is the result of the combined activity of 300 contributors having made more than 23,000 commits, with the addition, deletion or modification of around five million lines of code. The developer community is well balanced between company-sponsored contributors and independent community volunteers: Oracle and SUSE have each provided around 25% of the commits, with a further 25% coming from community volunteers new to the project since our inception, and with a further 20% from RedHat. The remaining commits came from a combination of pre-TDF contributors, Canonical developers, and organizations like Bobiciel, CodeThink, Lanedo, SIL, and Tata Consultancy Services.


If we look at the same data for individual developers, the top 12 by number of commits since the inception of LibreOffice is composed of a mixture of corporate-sponsored contributors (from 4 companies: Canonical, Oracle, RedHat and SUSE) and a number of private individual contributors, indicating a balanced situation and a healthy community.

“TDF was born with the aim of evolving the OpenOffice.org code to develop a cleaner and leaner free office suite and, after ten months, we are right on track to achieve this objective,” says Bjoern Michaelsen, one of the four Canonical contributors, and a key member of the Engineering Steering Committee. “Of course, with such a large code renovation effort, we are aware of the short-term risk of reduced stability, but this is counterbalanced by the long-term improvement in features, speed and – again – stability.”

Other news is that the number of TDF official contributors and LibreOffice users is increasing. Youbing Jin, President of RedFlag2000 Software Company, says, “We are delighted to see that TDF is getting ever stronger, and we are proud to be part of it.”

The community around The Document Foundation and LibreOffice will gather in Paris for the first LibreOffice Conference, from October 13 to October 15, 2011 (http://conference.libreoffice.org/). The call for papers is open until August 8, while registration will close at the end of September.

Although TDF is happy that 3.4.2, deployed with support from a suitable partner, can be considered “enterprise-ready”, it is clearly only one more milestone on our march towards ever greater stability, with the 3.4.3 release to incorporate further stability improvements and security fixes by the end of August.

LibreOffice 3.4.2 can be downloaded from http://www.libreoffice.org/download/.




LibreOffice 3.4.2 for enterprise users

1 de Agosto de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Thanks to the work of 300 contributors, the new LibreOffice comes with substantial improvements

The Internet, August 1, 2011 – The Document Foundation (TDF) announces LibreOffice 3.4.2, the third version of the 3.4 family, targeting both private individuals and enterprises. LibreOffice 3.4.2 fixes the majority of the most-important bugs identified by users in the previous version, and can be deployed for production needs by most enterprises.

The Document Foundation encourages large organizations deploying LibreOffice to do so in conjunction with a support partner, who can carefully assess specific requirements, help manage migration and provide bespoke fixes for identified issues. Purchasing LibreOffice support from a TDF partner also provides enterprises with an indirect means to contribute financially to the project, thereby funding its development, improving its stability, and accelerating its growth. Users should always refer to the release notes before deploying the new version.

LibreOffice 3.4.2 is the result of the combined activity of 300 contributors having made more than 23,000 commits, with the addition, deletion or modification of around five million lines of code. The developer community is well balanced between company-sponsored contributors and independent community volunteers: Oracle and SUSE have each provided around 25% of the commits, with a further 25% coming from community volunteers new to the project since our inception, and with a further 20% from RedHat. The remaining commits came from a combination of pre-TDF contributors, Canonical developers, and organizations like Bobiciel, CodeThink, Lanedo, SIL, and Tata Consultancy Services.


If we look at the same data for individual developers, the top 12 by number of commits since the inception of LibreOffice is composed of a mixture of corporate-sponsored contributors (from 4 companies: Canonical, Oracle, RedHat and SUSE) and a number of private individual contributors, indicating a balanced situation and a healthy community.

“TDF was born with the aim of evolving the OpenOffice.org code to develop a cleaner and leaner free office suite and, after ten months, we are right on track to achieve this objective,” says Bjoern Michaelsen, one of the four Canonical contributors, and a key member of the Engineering Steering Committee. “Of course, with such a large code renovation effort, we are aware of the short-term risk of reduced stability, but this is counterbalanced by the long-term improvement in features, speed and – again – stability.”

Other news is that the number of TDF official contributors and LibreOffice users is increasing. Youbing Jin, President of RedFlag2000 Software Company, says, “We are delighted to see that TDF is getting ever stronger, and we are proud to be part of it.”

The community around The Document Foundation and LibreOffice will gather in Paris for the first LibreOffice Conference, from October 13 to October 15, 2011 (http://conference.libreoffice.org/). The call for papers is open until August 8, while registration will close at the end of September.

Although TDF is happy that 3.4.2, deployed with support from a suitable partner, can be considered “enterprise-ready”, it is clearly only one more milestone on our march towards ever greater stability, with the 3.4.3 release to incorporate further stability improvements and security fixes by the end of August.

LibreOffice 3.4.2 can be downloaded from http://www.libreoffice.org/download/.




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