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Operadoras venderão serviços de comunicação e conteúdo

25 de Agosto de 2010, 0:00 , por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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De acordo com Marco Galaz, diretor de Telecom da everis Brasil, empresas deverão rever seus modelos de negócios para ver quais benefícios oferecerão aos clientes.

O diretor de Telecom da everis Brasil, Marco Galaz, em continuação à entrevista cedida exclusivamente ao IPNews, revelou o futuro das operadoras de Telecom no Brasil e como o anúncio do Plano Nacional de Banda Larga pode afetá-las. Além disso, ele pontua como deverá ser, daqui a alguns anos, com o Connected World.

Fusão de operadoras de Telecom
A respeito das fusões que estão ocorrendo atualmente nas empresas de telecomunicações? Por exemplo, a operação entre a Portugal Telecom, a Telefônica e a Vivo? Seria uma consolidação ou um caso pontual?
A Telefônica fora do Brasil já não existe como marca, é Moviestar e em todos os países que você for. Eles vendem telefonia fixa, banda larga, celular e TV e isso traz benefícios aos usuários por que o custo é bem menor. Então, é uma consolidação, as empresas entendem que os serviços devem ser convergentes. Não é só a Telefônica que fará isso agora no Brasil, imagino que a Claro também em algum momento fará o mesmo e fora do país isso também já acontece.
PNBL
Sobre o Plano Nacional de Banda Larga aqui no Brasil, a intenção do governo é levar a internet para os lugares que ainda não existe o serviço, até por existir um monopólio do mesmo a partir das grandes operadoras. O governo insiste em competitividade. Qual seria, então, a importância dessa competitividade para o mercado?
Acho que o governo deu um passo para a concorrência no mercado, quando a Anatel lançou o edital. Eles já deixaram claro que eles queriam promover concorrência e essa pode ajudar muito, pois como estamos falando em 3G e 4G. Isso gera competitividade, pois podemos colocar revendedoras de grandes operadoras como a Vivo, Tim e Claro em lugares não muito habitados, o que não é pra eles um grande negócio, mas para uma pequena empresa parece atrativo. Assim, começamos a incentivar o uso da internet em lugares mais afastados do país.
Como as operadoras virtuais (MVNOs) devem se preparar nessa questão da concorrência com o anuncio do PNBL?
Qual é o intuito de uma operadora virtual? Primeiro tem dois tipos, um que você é uma revendedora e outra que você é uma mini operadora em rede. No entanto, com linha de atendimento ao cliente, cobrança, venda a parte de marketing e apenas com operações em rede, há negociação com as operadoras, planos de dados e planos de voz. Assim, e eles vão comprar como se fossem atacadistas e, com essa facilidade, também vão conseguir crescer e oferecer mais para seus clientes de conexões de banda larga. Elas têm que ter claro o modelo de negócio, como vão negociar com as grandes operadoras e quais os benefícios que eles vão oferecer para o cliente.
Connected World
Como as operadoras devem se preparar para o Connected World?
Primeiro tem que quebrar o paradigma de que as empresas hoje vendem serviços de voz e dados. Elas passaram a vender serviços de comunicação e conteúdo, mudaram o modelo tradicional que hoje é a venda de minutos ou megabytes, para vender serviços de comunicação. Acho que o mais importante é o tema da infraestrutura das operadoras, pois elas devem se preparar para um futuro que é bem diferente do que o que nós conhecemos hoje.
Por Andressa Nascimento
* fonte: iPNews

Tags deste artigo: operadora furusho pnbl

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