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10 razões para você ir no FISL

11 de Junho de 2013, 0:00 , por Leonardo Foletto - 1Um comentário | 1 pessoa seguindo este artigo.
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Traduções

 

 

Mateus Luna, da página Ubuntu GK, foi ao fisl13 e gostou tanto da experiência que resolveu escrever um texto apontando 9 razões porque você deve ir ao FISL. 

Nós resolvemos seguir a ideia de Mateus e atualizamos suas 9 razões, acrescentando uma (a 10). E perguntamos: quais as razões de vocês? Comentem nesse post ou em seus sites e blogs que republicamos aqui as mais criativas.

 

1.  Se você é fã de Software Livre, não há melhor lugar para sua “nerdice”.

O FISL reúne as mais diversas comunidades de software livre do Brasil, então se você curte GNU/Linux há um bom tempo e sempre quis ter um adesivo, camiseta, boné, fita, o que for de sua distribuição Linux ou de seu programa favorito, este é o lugar. As típicas fotos com os bonecos também não podem faltar pros maiores fãs da área. No ano passado tivemos, além do Tux, o famoso Pinguim do Linux, a Raposa do Firefox e o Dragão do KDE. Em 2013, um surpresa! Quem será?

2. Se você quer conhecer novas tecnologias, os stands estão cheios delas.

Há várias empresas, comunidades e equipes que apresentam seus trabalhos nos stands da feira do FISL. Em 2012, por exemplo, a Red Hat esteve lá apresentando suas soluções para servidores, a equipe do Qt demonstrou sua IDE para criar aplicativos e para nossa surpresa, a Canonical trouxe seu Ubuntu for Android. Mas quem roubou a cena em 2012 foi a Mozilla, com o Firefox OS para mobile.

3. Se você está interessado em políticas relacionadas à Tecnologia da Informação, o FISL é recheado de debates.

Muitas entidades do governo estiveram presentes no debate do polêmico Marco Civil da Internet. Também houve uma forte mobilização este ano por parte do Partido Pirata, que trouxe seu fundador, o sueco Rick Falkvinge, para palestrar. Estiveram presentes também vários representantes da Blogosfera, defendendo maior liberdade para o ativismo na Internet e o SERPRO trouxe palestras e um stand para informar sobre as ações que tem realizado pelo software livre no poder público. O grupo Mulheres Na Tecnologia (/MNT), que tem integrantes em nossa universidade, também esteve presente. Ao fim do evento, foi elaborada uma Carta à Presidenta Dilma (que na minha opinião foi fraca, se comparada com os debates que foram feitos ¬¬’).

4. Se você tem interesse em Hardware Livre, o FISL está cada vez mais rico nessa área.

Com a ascensão do Arduino, o tema Hardware Livre nunca foi tão presente no FISL. Foram várias oficinas onde os participantes puderam brincar de robótica desde o projeto, desenvolvimento do código embarcado, montagem da placa, etc. Alguns Softwares para simulação e montagem de circuitos eletrônicos também foram tema de palestras. O Centro Marista de Inclusão Digital (CMID) trouxe um stand bem interessante, com material produzido pelos alunos utilizando hardware reaproveitado, com soluções criativas para o sério problema do lixo eletrônico. Outro destaque foi a equipe da MetaMáquina, que trouxe para o Brasil a proposta de comercializar modelos da RepRap, famosa impressora 3D capaz de construir suas próprias peças. O projeto é inteiramente em hardware livre, utilizando uma variação do Arduino. Os modelos em 3D podem ser feitos também com software livre. Mais ainda, a equipe apresentou uma oficina de como montar a Impressora 3D para os curiosos de plantão.

5. Se você tem interesse em fazer negócios nessa área, os Palestrantes do FISL podem te dar uma mão.

Além das empresas presentes nos stands, diversos palestrantes vieram tratar sobre empreendedorismo e como fazer negócios utilizando software livre e tecnologias abertas. Uma equipe considerável da globo.com esteve presente este ano, para apresentar suas experiências com a migração do banco de dados do site para plataformas abertas. Também palestrou uma das representantes da Open Source Initiative, que busca disseminar o uso de licenças livres nos mais diversos tipos de negócios envolvendo T.I.. Por fim, uma das cinco palestras apresentadas pelo simpático Diretor Executivo da Linux International, Jon “Maddog” Hall, foi sobre como ganhar dinheiro com Software Livre, que lotou o auditório. (Maddog vai estar novamente, veja com que mais nos destaques da programação).

6. Se você gosta de uma boa e velha batalha de linguagens de programação, no FISL tem de sobra.

Os entusiastas das Ciências da Computação sempre estão presentes com palestras que buscam te apresentar as vantagens de cada linguagem de programação, com dicas para iniciantes e truques para experts. Você sai de uma palestra sobre C, parte pra uma de Python, assiste uma de Java e depois uma de Assembly. Como Hackear o LibreOffice? Qual a melhor engine para criar games? Como desenvolvo apps para tablets e smartphones? Qual deveria ser a primeira linguagem a se estudar em um curso de programação? Enfim, são vários os temas abordados para os desenvolvedores.

7. Se você quer se aprofundar mais na filosofia livre e defende a “inclusão digital”, o FISL também é espaço para humanas!

Diversos professores estiveram presentes, seja nas palestras ou nos debates, para discutir os meios de se trabalhar com Software Livre na Educação. O ciclo de debates ocorrido na sala Paulo Freire (Software Livre para uma Educação Libertária), reuniu diversas testemunhas de como tem sido feita a implementação do Software Livre nas escolas, e quais são os desafios e soluções para este processo de migração. Palestrantes de várias áreas, até mesmo filósofos, deram seu recado na defesa dos mais diversos tipos de “liberdade” a serem defendidos no mundo de hoje.

8. Se você curte design, artes plásticas, dança e música, o FISL também não vai te deixar na mão.

Os designers que estiveram presentes puderam assistir à algumas oficinas utilizando ferramentas livres, além de um interessante debate que reuniu integrantes das comunidades mais importantes da área. Colaboradores, desenvolvedores e artistas que utilizam software livre no seu dia-a-dia, trocaram ideias sobre usabilidade da interface e o potencial de cada software. Também houve espaço para as mais diversas apresentações culturais, incluindo uma roda de capoeira. A galera do Ônibus Hacker trouxe oficinas que reuniam temas de programação com brincadeiras artísticas como stop-motion em massinha (infelizmente, o Ônibus não vai estar esse ano da forma como ano passado, mas com ônibus hacker surpresas de últimas hora acontecem!)

9. Se você quer aprender como colaborar e se envolver mais com as comunidades de software livre, o FISL é o espaço perfeito.

Mais do que tudo, o FISL é um excelente espaço pra você se engajar em projetos open source e mandar ver naquilo que mais te interessa. Em algumas mesas estavam presentes blogueiros, desenvolvedores, ativistas de software livre, daqueles que você só vê em fotos pela internet, ou que fizeram um artigo que você já leu mas nem conhecia quem era o autor. É o melhor lugar pra você entrar em contato com essa galera e começar a contribuir de verdade. Como já citei, o melhor exemplo pra gente foi o App Hack Day e o Sprint de Tradução da Mozilla, onde podemos aprender com o próprio pessoal da Mozilla como desenvolver um App para o novo Firefox OS, que deve chegar ao mercado brasileiro através da Vivo e Telefônica, além de colaborar com a tradução do site para desenvolvedores da Mozilla. A partir de ações como essa, você se envolve nas listas de discussões e passa a ser um elemento atuante na comunidade Software Livre. 

10. Se você quer discutir sobre internet livre, compartilhamento e hacktivismo, o seu lugar é a trilha Aaron Swartz.

Em homenagem ao hacker e ativista Aaron Swartz, as discussões e atividades em torno das temáticas de cultura e internet livre, compartilhamento, copyleft, creative commons, transparência e hacktivismo serão agrupadas em uma trilha com seu nome. Aaron virou símbolo da luta em prol do compartilhamento após cometer suicídio, no início deste ano, enquanto era processado por pirataria pelo Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT).

 


Tags deste artigo: fisl2013 fisl14 forum internacional software livre software livre programação

1Um comentário

  • Wendell minorWendell
    19 de Junho de 2013, 9:59

    Se você acredita que a educação e o software livre tem tudo em comum

    Aos professores que acreditam que a educação deve ser livre, solidaria, cooperativa e independente. A filosofia do software livre e seu uso como ferramenta pedagógica nas escolas amplia as possibilidades de ensino e cria nos alunos e professores uma nova forma de pensar a educação.


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