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27 de Maio de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Linux é o termo geralmente usado para designar qualquer que utilize o núcleo Linux. Foi desenvolvido pelo finlandês Linus Torvalds, inspirado no sistema Minix. O seu código fonte está disponível sob licença GPL para qualquer pessoa que utilizar, estudar, modificar e distribuir de acordo com os termos da licença. Inicialmente desenvolvido e utilizado por grupos de entusiastas em computadores pessoais, o sistema Linux passou a ter a colaboração de grandes empresas, como a IBM, Sun Microsystems, Hewlett-Packard (HP), Red Hat, Novell, Oracle, Google, Mandriva e a Canonical. Apoiado por pacotes igualmente estáveis e cada vez mais versáteis de aplicativos para escritório (LibreOffice; BrOffice, por exemplo) ou de uso geral, por programas para micro e pequenas empresas gratuitos(projeto GNU) mas que em nada ficam a dever aos seus concorrentes comercializados, e interfaces gráficas cada vez mais amigáveis como o KDE e o GNOME, o núcleo linux, conhecido por sua estabilidade e robustez, tem gradualmente caido no domínio popular, encontrando-se cada vez mais presente nos computadores de uso pessoal atuais. Há muito entretanto destaca-se como o sistema operacional preferido em servidores de grandes porte, encontrando-se quase sempre presente nos "mainframes" de grandes empresas comerciais e até mesmo no computador mais rápido do mundo, o Tianhe-I, chinês.

http;//facebook.com/fabao.com.br

16 de Agosto de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 33 comentários

Fabio Sousa

Criar seu atalho



Tá Confirmado!! Em outubro teremos o II Encontro Nacional do Software Público Brasileiro

15 de Agosto de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Quem esteve presente em 2009 lembra até hoje do primeiro Encontro Nacional do Software Público. O evento realizado em conjunto com o Ministério das Cidades e a Secretaria de Relações Institucionais, tornou-se uma referência em tecnologia da informação desenvolvida por e para brasileiros. As fotos podem ser vistas no endereço abaixo
http://www.softwarepublico.gov.br/4cmbr/xowiki/Destaque_Encontro_Fotos

Para o mês de outubro, o Ministério do Planejamento, em conjunto novamente com o Ministério das Cidades, a Secretaria de Relações Institucionais e a Telebrás, confirmam a realização do II Encontro Nacional do SPB, que agora conta com mais de 50 comunidades no Portal. A intenção é contar com a presença de representantes de todas elas.

Fique atento, pois as inscrições serão abertas no dia 29 de agosto. O evento será gratuito e vai entregar certificado de participação.

O II Encontro Nacional do SPB será organizado novamente no final do mês de outubro, nos dias 25, 26 e 27, e vai contar com mais 5 atividades paralelas:

- II Encontro Nacional de Tecnologia da Informação para os Municípios

- II Encontro Nacional de Qualidade de Software

- I Encontro de Governança em Tecnologia da Informação

- I Encontro Nacional de Dados Abertos

- Pré-Conferência Nacional de Governo Eletrônico

Coloque na sua agenda: como a inscrição é gratuita as vagas são limitadas. Na primeira edição mais de 2.500 pessoas participaram do evento.


Notícias do Portal:

Revista do Software Público tem Recorde de Downloads em 2011
http://www.softwarepublico.gov.br/news-item203

Planejamento Mostra Benefícios do Software Público no Rio de Janeiro
http://www.softwarepublico.gov.br/4cmbr/xowiki/news-item229



Melhorando sua pesquisa no Google

2 de Julho de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Fonte: http://blog.facsenac.com.br/?p=1873

Por Profº Luiz Fernando Serique

Não é novidade que o Google é a ferramenta de pesquisa mais popular do mundo. Alguns até confundem a própria Web com o Google, como se fossem uma coisa só. É comum a pergunta: “Como poderia acessar a Internet sem o Google?” A verdade é que sempre existiram outros sistemas de busca que nos davam uma mãozinha na hora de encontrar sites. Vocês devem lembrar do velho Cade?, do Yahoo, do Altavista e do poderoso MetaCrawler.

O que realmente faz do Google um grande sucesso é a inteligência de seu mecanismo de busca e a capacidade de indexar automaticamente milhares de sites por dia. Apesar disso, nem sempre acertamos os termos de busca (palavras-chaves) que nos trazem os melhores resultados. Em certas ocasiões, não entendemos por que sites, que têm pouca relação com o que queremos, surgem no topo da lista. A fim de aumentar o sucesso de suas pesquisas, esse artigo primeiramente esclarecerá o funcionamento do mecanismo de busca do Google e, em seguida, mostrará como usar recursos mais sofisticados, que muitos desconhecem.

Parte I - Funcionamento do Google

O mecanismo de busca do Google possui três componentes principais:

• Googlebots (Robôs do Google): São programas que coletam automaticamente as informações dos sites e entregam para os Servidores de Indexação. Cada página do site é coletada com todo seu conteúdo, incluindo os links que apontam para outros sites. Em seguida os sites recuperados dos links também são coletados e assim por diante em um processo cíclico.

• Servidores de Indexação: São servidores que ordenam alfabeticamente cada palavra encontrada nos sites, formando um grande banco de dados indexado. Dessa forma é possível rastrear rapidamente sites que possuem determinada palavra, como ocorre em um índice remissivo de um livro. Para aumentar o desempenho, termos curtos como “a”, “ou”, “e”, “em” e “de” são descartados da indexação.

• Servidores de Documentos: Armazenam os conteúdos completos dos sites visitados pelos Googlebots. Cada documento se relaciona com um conjunto de palavras que constam nos Servidores de Indexação.

• Processador de Consultas (Google.com): É a conhecida interface de consulta do usuário que recebe os termos de consulta, faz a pesquisa nos Servidores de Indexação e recomenda os sites por ordem de relevância.

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Componentes do Mecanismo de Busca do Google

Para definir a relevância dos resultados da busca, o Google utiliza sua tecnologia proprietária chamada PageRank. De forma geral o PageRank leva em conta os seguintes critérios:

• Popularidade do site: Quanto mais sites referenciarem por meio de links um site que contém os termos de busca, maior será a sua relevância nos resultados;

• Frequência dos termos de busca: Quanto mais vezes um termo de busca aparecer em um site, maior será sua relevância nos resultados;

• Proximidade dos termos de busca: Quando usamos dois ou mais termos de busca, os sites que possuem esses termos com menor distância no texto terão maior relevância.

Parte II - Melhorando sua Pesquisa

Agora que conhecemos um pouco mais do mecanismo de busca do Google e seus critérios de relevância, vamos à parte principal do artigo. A interface de busca do Google aceita, além dos termos de busca, alguns operadores especiais que ampliam suas capacidades de filtragem. Os tópicos que seguem abordam o uso desses operadores com exemplos práticos.

Busca Padrão (E): É a busca mais comum, pois apenas digitamos os termos de busca e aguardamos os resultados. A busca padrão é processada com o operador booleano AND (E), ou seja, os termos devem ocorrer simultaneamente na página.

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Busca OU: Ao contrário da busca padrão, aqui é usado o operador booleano OR (OU), ou seja, os resultados apresentarão sites que contenham um termo ou outro. Para isso, deve ser usado o operador “|” (pipe) entre os termos de busca. O exemplo abaixo trará resultados que falem de “sol” ou de “lua”.

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Busca Forçada: Quando queremos obrigar que algum termo da busca esteja presente na página, usamos o operador “+” antecedendo o termo mandatório. No exemplo abaixo, o termo “faculdade” e “senac” serão secundários em relação ao termo “vestibular”.

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Busca por Frase Exata: Busca por frases completas, por exemplo, para obter citações de autores ou nomes de obras. Isso é feito usando aspas duplas entre a frase. O exemplo abaixo exibirá sites que citam a obra de Shakespeare.

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Busca com Exclusão: Encontra páginas que não contenham determinado termo por meio do operador “-” antes deste termo. É muito útil quando queremos eliminar resultados indesejados que tratem também de outros temas. O exemplo abaixo exibirá todos os sites das faculdades Senac, exceto as do Distrito Federal, São Paulo e Santa Catarina.

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Busca dentro de Sites: O operador “site:” faz com que sua pesquisa fique restrita a um único site. É útil quando já conhecemos a fonte a ser pesquisada, por exemplo uma biblioteca digital de periódicos ou o tema “pós-graduação” no site da FacSenac, como exemplificado abaixo.

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Busca Relacionada: O operador “related:” trás sites que se relacionam com o tema do site pesquisado. Observe que os resultados abaixo apresentam sites de outras faculdades que não necessariamente contém termos que remetam à Faculdade Senac.

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Busca por Arquivos: Com o operador “filetype:” é possível encontrar arquivos dos mais diferentes formatos (Word, Excel, Powrpoint, PDF, MP3 e etc). O exemplo abaixo localiza apresentações de PowerPoint (PPT) que tratem do tema “gerenciamento de projetos”.

apresentacao3

Busca por Definição: Caso queiramos a definição de algum termo, podemos usar o operador “define:”.

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Busca por Período: Usando o operador “..” podemos definir períodos aonde os resultados se enquadrem. Podemos, por exemplo, encontrar livros ou notícias publicadas entre 1960 e 1970.

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Busca por Partes dos Sites: Permite a busca de resultados por partes do site, por exemplo, títulos e links. O operador “inurl:” faz a consulta do termo de busca apenas no link dos sites, como mostrado no exemplo abaixo. Observe que os links www.vestcon.com.br/concurso ewww.concurso.mt.gov.br possuem o termo “concurso”.

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Já o operador “intitle:” faz a consulta do termo de busca apenas no título dos sites, como mostrado abaixo. Observe que os títulos “Folha.com – Primeiro jornal em tempo real em língua portuguesa” e “Jornal do Brasil – Notícias, Vídeos e Fotos em Tempo Real” possuem o termo de busca “jornal”.

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Busca em Cache: O Cache é o sistema que armazena os conteúdos dos sites nos Servidores de Documentos do Google. Para acessar o site a partir do Cache, basta usar o operador “cache:”. Essa opção é útil quando queremos consultar o conteúdo de um site que está fora do ar ou uma versão antiga.

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Busca por Links: O operador “link:” permite localizar sites que possuem referências para um segundo site. No exemplo abaixo, serão retornados os sites que possuem links para o site da FacSenac.

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Como pudemos observar, o Google, além de possuir um robusto mecanismo de busca, conta com diversos recursos que podem melhorar o sucesso de nossas pesquisas. Apresentamos aqui apenas um pequeno número de operadores que já podemos por em prática. Existem ainda dezenas de outros recursos e serviços interessantes nesse sentido, mas isso ficará para uma outra postagem!

Boas pesquisas a todos!

Referências Usadas neste Artigo

1. Google Technoly Overview. Google Inc. Link: http://www.google.com/about/corporate/company/tech.html. Acessado em 30/05/2011.

2. Google Guide – Making Search Even Easier. Link: http://www.googleguide.com/. Acessado em 28/05/2011.

3. Google em Wikipedia. Link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Google. Acessado em 20/05/2011.

4. Carmona, Tadeu. Segredos do Google. Digerati Books. 2004.

5. Google Search Basics. Google Inc. Link: http://www.google.com/help/operators.html. Acessado em 21/05/2011.

Sobre Luiz Fernando Sirotheau Serique Junior

É Bacharel em Engenharia de Redes de Comunicação pela Universidade de Brasília (2002), Mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade de Brasília (2006), Especialista em Educação à Distância pelo Senac-DF (2010) e está em fase de doutoramento pela Universidade de Brasília. É professor da Faculdade Senac-DF desde sua inauguração, ministrando as disciplinas de Engenharia de Software, Infraestrutura de Software, Infraestrutura de Hardware, Gestão de Segurança da Informação, Administração de Redes, Negócios Eletrônicos, Criptografia & Certificação Digital, Fundamentos de Segurança da Informação e Segurança em Banco de Dados. Também é professor e coordenador adjunto dos cursos de pós-graduação.
É entusiasta do software livre e das tecnologias e padrões abertos. Tem interesse em redes de computadores, segurança da informação, redes ad hoc móveis, computação ubíqua e pervasiva, sistemas distribuídos e auto-organizados e aplicações de inteligência artificial. Em sua trajetória profissional, atuou em consultorias nas áreas de segurança de redes, gestão de projetos de TI e engenharia de software em empresas públicas e privadas. Atualmente é servidor público do Poder Judiciário da União, exercendo seu cargo no Serviço de Segurança de Redes do TJDFT.


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