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27 de Maio de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Primeira edição do TI Experience Mão na Massa da #JKTEC21.

3 de Setembro de 2017, 13:20, por Blog do Professor Ronald Costa - 0sem comentários ainda

 

 

 

1º TIx
=====
Primeira edição do TI Experience Mão na Massa da #JKTEC21. Venha fazer, montar, experimentar, compartilhar conhecimentos, trocar experiências e participar do evento mais prático e técnico do Distrito Federal.

PALESTRANTES INSCREVAM-SE aqui https://www.doity.com.br/1-tix-mao-na-massa

https://www.rededeensinojk.com.br/



Pré-inscrição do Curso de Pós-Graduação em Redes e Segurança da Informação da #JKTec21

3 de Setembro de 2017, 13:01, por Blog do Professor Ronald Costa - 0sem comentários ainda

Pré-inscrição do Curso de Pós-Graduação em Redes e Segurança da Informação da #JKTec21 em parceria com o GRITA (Grupo para Inovação com Tecnologias Abertas).

Inscreva-se aqui: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScM0jcHBVkqf3OOU28k6E1aH0xicihbtHfpc1FlWxgqA-iXug/viewform

Preencha os dados para fazer a reserva de vaga. A reserva será efetuada por ordem de inscrição e com número limitado a quantidade de vagas ofertadas. A análise será realizada pela coordenação do curso mediante observação do currículo do candidato.

O preenchimento correto do formulário é vital para a efetivação da sua inscrição. Qualquer dúvida faça contato com a coordenação de curso pelo whatsapp (61) 99176-6393 ou pelo e-mail: ronald.costa@facjk.com.br

 



Pós-Graduação em Redes e Segurança da Informação

13 de Outubro de 2016, 18:27, por Blog do Professor Ronald Costa - 0sem comentários ainda

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inscreva-se

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PÚBLICO ALVO
O Curso de Pós-Graduação Lato Sensu de “Redes e Segurança da Informação” (RSI) direciona-se ao graduado em cursos superiores na área de Tecnologia da Informação (TI), Informática ou Engenharia, ou qualquer outra área que possua conhecimentos básicos em TI. É indicado para os profissionais que desejam formação aprofundada na área de Redes e Segurança da Informação.

EMENTA
A estrutura curricular do curso foi concebida para contemplar os aspectos mais importantes da área de Redes e Segurança da Informação permitindo ao aluno aprofundar os conhecimentos de maneira prática e continuada. Todas as disciplinas abordam de maneira transversal os conceitos de segurança da informação contemplando ações de reforço de conhecimentos, aprofundamento e prática por meio de oficinas, dinâmicas interativas e estudos de caso. O foco deste curso é a prática aplicada aos conhecimentos!

OBJETIVO GERAL
A pós-graduação em REDES e SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO da Faculdade Horizonte em parceria do coletivo digital #Grita tem como objetivo colaborar para a formação do futuro gestor de segurança da informação. As disciplinas e os conteúdos desenvolvidos nesta especialização buscam preparar profissionais competentes para o mercado. As disciplinas do curso estão agrupadas em módulos práticos e têm por objetivo colaborar para a formação desse perfil.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Compreender e aplicar as melhores práticas de gestão de segurança da informação;
  • Desenvolver habilidades técnicas para atuar na gestão de riscos, pentest e perícia forense;
  • Desenvolver habilidades técnicas para atuar na gerência de rede de computadores, infraestrutura de redes e na implementação de serviços de redes;
  • Promover competências necessárias para atuação profissional e para o exercício pleno das funções nas áreas de redes de computadores e segurança da informação.

DURAÇÃO
Este curso tem duração minima de 12 meses e máxima de 24 meses.

INVESTIMENTO
Matrícula no valor de R$ 370,00 (Trezentos e setenta reais) e mais 14 (quatorze) parcelas de R$ 370,00 (Trezentos e setenta reais). Valor total $ 5.550,00 que pode ser pago a vista com desconto.

Descontos extras:
– Grupos de cinco alunos, que se matriculam ao mesmo tempo, ganham 10% de desconto na matrícula e nas mensalidades (desde que o grupo se mantenha até o final do curso – 2% por aluno do grupo).
– Desconto de 10% para alunos da Faculdade JK ou Faculdade HORIZONTE.
– Desconto de 10% para empresas parceiras..
– Desconto de 10% de pontualidade para pagamento em dia da mensalidade.
* Apenas dois descontos podem ser acumulados.

PERIODICIDADE
O curso será desenvolvido em disciplinas com encontros semanais, com aulas aos sábados pela manhã e tarde (conforme interesse da turma) nos seguintes horários:
– das 08h30min às 12h30min, com intervalo das 10h às 10h20min.
– das 13h30min às 17h30min, com intervalo das 15h às 15h:20min.

CARGA HORÁRIA
360 Horas – MBA

CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
400 horas (com a inclusão da carga-horas de conclusão de curso)
440 horas (com a inclusão da carga-horas de Didática do Ensino Superior)

TÍTULO
Especialista em Redes e Segurança da Informação

FORMA DE PAGAMENTO
Logotipos de meios de pagamento do PagSeguro

VAGAS OFERTADAS
50 vagas

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Deverá ser desenvolvido em formato de Artigo Científico, sob orientação, abordando tema específico da área da especialização. O artigo deverá ser submetido a avaliação em até 30 dias após o término das aulas presenciais e, depois das correções, o aluno terá mais 90 dias para a entrega da versão final. Caso o aluno seja reprovado no TCC poderá optar pela Titulação final de MBA.

DOCUMENTAÇÃO PARA A MATRÍCULA
a) Originais e cópias autenticadas em cartório do RG e CPF
b) Cópia autenticada do diploma e do histórico escolar do curso de graduação ou equivalente
c) Curriculum Vitae
d) Duas fotos 3×4 recentes
e) Original e cópia autenticada da Certidão de Nascimento ou Casamento
f) Cópia autenticada do comprovante de residência

CORPO DOCENTE
50% de Mestres e Doutores e 50% de especialistas

COORDENAÇÃO DO CURSO
Professor Ronald Emerson Scherolt da Costa
Mestre em Ciência da Informação
Especialista em Software Livre
Especialista em Docência do Ensino Superior
Endereço para acessar este CV (Lattes)

 

MATRIZ CURRICULAR
DISCIPLINAS Carga
Horária
Segurança da Informação 40h
Sistemas Operacionais 40h
Infraestrutura de Redes 40h
Redes de Computadores 40h
Serviços de Rede em Plataforma Windows Server 40h
Serviços de Redes em Plataforma GNU/Linux 40h
Segurança Cibernética 40h
Perícia Forense 40h
Gestão e Monitoramento de Redes 40h
Metodologia da Pesquisa – (Projeto – Orientação / TCC / Artigo) 40h
Didática do Ensino Superior 40h
TOTAL 440h

 

inscreva-se

LOCAL DO CURSO

FACULDADE HORIZONTE |Melhor Faculdade, Graduação e Pós-Graduação, FIES
http://www.faculdadehorizonte.edu.br/
SCRS W3 Sul Quadra 506 – Bloco “A” – Loja 33 – Asa Sul
Brasília, DF
CEP: 70350-515
Contatos: (61) 3543-0216 / 3546-2283 / (61) 99176-6393 (zap)
E-mail: ronald@ronaldcosta.pro.br 

<DOWNLOAD DO FOLDER DO CURSO>



Porque participar de uma comunidade de SL?

13 de Outubro de 2016, 18:23, por Blog do Professor Ronald Costa - 0sem comentários ainda

Porque participar de uma comunidade de Software Livre (SL)? Recebi esse questionamento de um aluno e fiquei pensando em como formular uma resposta adequada. A resposta dessa pergunta dá todo o sentido para a existência do Software Livre e para a necessidade de aproximá-lo ainda mais da Educação. Cunhado a partir da proposta de liberdade e orientado por uma lógica de colaboração onde se pode copiar, estudar, modificar e redistribuir , o Software Livre apresenta ao usuário novas possibilidades. E porque não experimentá-las?

O Software Livre dá ao usuário, além da possibilidade de uso, a opção de participar da construção do software. É claro que a participação nessa construção depende de interesse, conhecimento e curiosidade. Ai está um detalhe importante. Diferentemente do modelo proprietário, neste caso, o usuário de SL pode se tornar autor e criar novas tecnologias. Ao usar um Software Livre no Ensino Superior abrimos a possibilidade de iniciar um circulo virtuoso de colaboração e de construção de novos conhecimentos. É o professor apresentando ao seu aluno como as coisas funcionam e dando a ele a possibilidade de se tornar protagonista de seu processo de aprendizado e crescimento profissional.

As novas tecnologias surgem a partir do processo de inovação. São o motor do crescimento e a porta para a oportunidade de mudança e crescimento, especialmente para  países que atualmente estão na condição de meros mercados consumidores. A lógica global impõe que alguns países produzam tecnologias e que outros sejam simples espaços de adoção e uso dessas tecnologias . Faça uma rápida reflexão: O que você pode fazer com um Software Proprietário? A resposta é clara: Apenas utilizar. Ser um bom, um ótimo ou em última instância um excelente usuário! Nada mais que isso. É saber usar e nada mais. É apenas consumir…

A lógica mercantilista do ambiente proprietário e sua forma de licenciamento não nos permite estudar o seu funcionamento, colaborar, criar ou inovar tendo por base o software comprado (a tecnologia adquirida). Não há como compartilhar ou redistribuir modificações. Estaríamos incorrendo no crime de contrafação (pirataria). É claro que a realidade hoje, comumente aceita em nossa sociedade (ainda que não declarada) é usar, mesmo que pirata. Feirinhas, downloads e cópias permitem esse processo facilmente. Quem não usou um software sem licença, ou fez um download que atire a primeira pedra. Fácil não? Ético? Claro que não. Agora, pensando pela ótica do grande fabricante isso é o que há de melhor! Afinal, quanto mais pessoas usam, ainda que pirata, e se tornam condicionados e dependentes desse produto, melhor! Uma lógica real de vício e necessidade. Só sei usar esse, diz o aluno do Ensino Superior. “Esse todo mundo usa”. Não é incomum receber na coordenação de um curso superior tecnológico a proposta para afiliar a Instituição de Ensino Superior à diversas “parcerias” para uso liberado de softwares proprietários. É um momento ímpar, onde o Mercado vislumbra a possibilidade de perpetuar seu ciclo de vendas. Afinal, aluno formado em ferramenta, acaba pelo menos endossando a compra desse mesmo software quando estiver no mercado de trabalho. Mas a academia não é para formar em conceitos? Em conhecimento? Ou é para capacitarmos em ferramentas?

Bem, a pergunta feita no início de nossa conversa é a base para a continuidade e sustentação do Software Livre. Não basta apenas usar é preciso participar. É preciso colaborar, contribuir e devolver o que foi usado. Precisamos abrir novas frentes de continuidade de trabalhos já iniciados. É preciso dar asas à imaginação e contribuir com a retroalimentação desse processo. Precisamos quebrar a barreira do apenas usar, condicionamento adquirido com o software proprietário, e passar ao participar, colaborar e contribuir. Mas como mudar esse comportamento? Como mudar essa cultura? Penso eu que, como educador, isso deva começar na Educação, em todos os níveis.

Como professor acredito no processo educacional. Apresentar ao alunos esse processo colaborativo de estudo, de construção e compartilhamento de conhecimento em nosso ambiente educacional é fundamental. Nada como promover e envolver o corpo discente e docente em atividades que respirem esse sentimento e que demonstrem aos alunos e professores que colaborando e compartilhando conhecimento vamos muito mais longe e aprendemos muito mais. A curiosidade se aguça quando podemos ver como as coisas funcionam. Eventos e comunidades de SL permitem que o aluno vença suas barreiras e medos, seja como autor, palestrante, guia ou instrutor (oficineiro no jargão das comunidades de SL) ao compartilhar um pouco do seu conhecimento aprendido.

Quando um professor demonstra as possibilidades de um SL ao aluno e o que pode ser construído e reconstruído a partir dele, está quebrando o circulo vicioso do “mero usuário” e da “lógica do mercado” e demonstrando como seu discente pode fazer parte de um novo circulo virtuoso do SL.

O estudo com participação real em comunidades de SL permite a construção colaborativa de respostas à problemas e a materialização da ajuda mutua, ou seja, eu ajudo e recebo ajuda (círculo). Esse caminho leva o aluno a outros níveis de colaboração, percepção e construção do conhecimento. É o aprender a aprender se concretizando. É ter a certeza de que o aprendizado não tem fim.

As comunidades, os grupos, as redes de estudo são vitrines concretas para que o estudante demonstre seu potencial. São nelas que eles se apresentam ao mercado, buscam oportunidades, constroem sua imagem profissional, estabelecem relações construtivas com outros profissionais e visualizam o que ocorre realmente no mercado profissional. Verificam o que o mercado espera em termos de competências e habilidades.

Não basta apenas falar sobre o uso de ferramentas com SL no ensino superior. Precisamos ir além e demonstrar que sua filosofia também pode ser aplicada na Educação. Nosso aluno do Ensino Superior Tecnológico não pode ser apenas um mero usuário de software proprietário. Precisamos ir além!



HACKSUS – Maratona de boas ideias para desenvolvimento de AVA Integrador

17 de Julho de 2015, 17:50, por Blog do Professor Ronald Costa - 22 comentários

A maratona hacker elaborada pelo Ministério da Saúde e pelo SUS está bastante documentado em sua dinâmica na página: https://ajuda.atencaobasica.org.br/hacksus/ .

O evento foi organizado pelo Ministério da Saúde em parceria com o Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) da UFRN, e aconteceu entre os dias 12 a 14 de julho, no Hotel Praiamar, em Natal.

A proposta foi a realização de uma maratona com média de 48h de tempestade de ideias, reunindo profissionais de diversas áreas.  Foi um evento bastante transdisciplinar (destaque muito bem observado para a formação dos grupos). O foco do HACKASUS foi desenvolver uma sugestão para uma plataforma web (um sistema integrador com funcionalidades de um AVA – Ambiente Virtual de Aprendizagem), além de apresentar propostas pedagógicas para ofertas educacionais direcionadas para os trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS). As premissas básicas desse sistema eram permitir ao participante a auto construção de seu processo de formação, ou seja a montagem personalizada de trilhas de aprendizagem, assim como o uso individual de módulos de formação, além de sempre integrar a proposta de formação à aplicação prática desses conhecimentos adquiridos no território, relatando vivências e experiências práticas da aplicação desses conhecimento.

Durante o evento registrei algumas falas do Felipe Cavalcanti, coordenador-geral de estratégias da educação na saúde do Ministério da Saúde que indicou: “Estamos fazendo uma maratona, onde existem cinco grupos trabalhando paralelamente, com uma lógica competitiva. Todos os grupos são compostos por pessoas das áreas da saúde, educação, tecnologia da informação e da comunicação. E cada grupo vai seguir o desafio de apresentar um protótipo de um ambiente virtual de aprendizagem voltado para o SUS”.

A proposta do evento (HackaSUS) buscou inspiração nos Hackathons da área de Tecnologia ou Software Livre. Esses eventos são maratonas que agrupam programadores e outros profissionais ligados ao desenvolvimento de software, com finalidade de criar projetos inovadores, onde percebe-se a característica da descontração, dispensando certas formalidades, mas mantém o foco no desafio e na inovação.

A dinâmica do evento indicava que o grupo que apresentasse a melhor proposta, considerando alguns aspectos avaliativos seria o vencedor. Propositalmente, nem todos os aspectos de avaliação foram claramente divulgados aos grupos durante a execução do evento. A proposta era verificar que grupos conseguiriam atingir outros aspectos avaliativos definidos. O grupo vencedor receberia financiamento do Ministério da Saúde para participar do VII Congresso Internacional de Ambientes Virtuais de Aprendizagem Adaptativos e Acessivos (CAVA 2015) que irá acontecer em setembro em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul.

De acordo com a organização a escolha da cidade de Natal para sediar o HACKASUS deve-se a grande proximidade entre a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, através do LAIS, com o Ministério da Saúde. Essa facilidade foi apresentada pelo Coordenador Felipe durante o evento afirmando que: “O Ministério da Saúde tem uma parceria importante com a UFRN em várias frentes, e uma das frentes é justamente o desenvolvimento deste ambiente virtual de aprendizagem, dessa plataforma, que vai ser o ambiente que vai acolher os diversos modos educacionais que as universidades vinculadas a UNASUS (Universidade Aberta do SUS) ou não estão produzindo para a educação permanente dos profissionais”.

Fotos do Evento

A plataforma participa.br, uma rede social que aplica metodologias de participação digital foi apresentada no evento aos cinco grupos participantes, em uma estratégia de conhecimento “coringa” destacando as TRILHAS de participação social. A apresentação foi feita como um recurso adicional que os grupos dispunham para contribuir com conceitos que transpunham a participação social digital para a participação digital na educação com o conceito de TRILHAS DE APRENDIZAGEM e como uma rede social poderia ser o sistema agregador das informações de participação, interações, gestão, remix e organização do conhecimento, além de propiciar o uso de metodologias e ferramentas de debate, deliberação, discussão e construção colaborativa de conhecimento apoiadas ao perfil do integrante da rede e da sua timeline como agregador e potencializador de interações entre os usuários da rede e de suas comunidade e sistemas integrados.

Durante o evento articulamos uma agenda de integração do participa.br como ferramenta de colaboração e instrumental para promover a participação social nas ações do SUS e do Ministério da Saúde. Esta agenda pretende mais especificamente pensar a utilização do participa.br como uma plataforma web para fomentar e agregar novas estratégias para a participação social na saúde, inclusive, pensando na conferência nacional de saúde que será realizada em dezembro de 2015.

A minha participação, como representante do participa.br, foi em ser um “coringa do participa.br” aos grupos compartilhando nossas experiências de participação digital, rede social e trilhas. Atuei ainda como avaliador ao final do evento. Como membro da comissão julgadora e frente a tão bons resultados decidimos não mais premiar apenas um grupo. Cada grupos teve duas de suas melhores ideias premiadas ( https://pad.okfn.org/p/hacksuspremios ) .

Fotos da cartolina de ideias do participa.br

O evento contou com sistema de avaliação e feedback de acompanhamento da evolução dos produtos de cada grupo desenvolvido pelo LAIS da UFRN ( http://rhsus.ufrn.br/hacksus/index.php ). O sistema permitia acompanhar o Planejamento, o Desenvolvimento e a Prototipagem da ideia proposta por cada grupo ao vivo em um telão. Na tela ao vivo que informava a evolução de cada grupo havia  um contador regressivo de tempo que informava o tempo restante para realização das atividades. A avaliação no sistema foi quantitativa e qualitativa, contando com um item chamado “eureka” para o maior nível de evolução de um quesito avaliado.

hacksus_final1.jpg

Foto do sistema de acompanhamento de grupos no hackaton!

Assim, como surpresa final do evento, a organização relatou que todos os participantes foram premiados! Todos serão convidados (por conta do Ministério da Saúde) a participar da segunda edição do HACKSUS para consolidar “o melhor de todos os grupos” em uma proposta única para o evento.

A participação no evento foi fantástica. Foi uma dinâmica muito bem elaborada e organizada. Obtive a vivência e o aprendizado de como organizar e conduzir um hackaton que promoveu competição entre os grupos e mesmo assim conseguiu contar com alto nível de colaboração. Foi realmente fantástico. Aguardo a segunda edição.

Referências:
https://cursos.atencaobasica.org.br