<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Sergio Amadeu da Silveira's RSS feed</title><link>http://softwarelivre.org/samadeu</link><description>Sergio Amadeu da Silveira's content published at Software Livre Brasil</description><item><title>O projeto de marco civil da Internet e a crítica ao mecanismo de bloqueio instântaneo de conteúdo.</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="../../../articles/0019/8693/antiAI5digital_mobi.jpg?1272245139" alt="Antiai5digital_mobi" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A&lt;a href="http://culturadigital.br/marcocivil/"&gt; proposta sintetizada pelo Ministério da Justiça para o estabelecimento de um marco civil da Internet no Brasil&lt;/a&gt; é prova que as práticas colaborativas e a participação online podem melhorar a compreensão dos temas e elevar a qualidade das decisões democráticas. Depois de abrir uma plataforma para ouvir, interagir e debater com a sociedade, o Ministério da Justiça encaminha um trabalho de sintese que é extremamente claro e que poderá ser uma referência mundial das legislações que tratam nacionalmente da Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais os princípios que dirigem a proposta? Que a rede continue livre. Nenhuma regulamentação nacional deve retirar a liberdade de expressão, de criação de novos conteúdos, formatos e tecnologias. A regulamentação não pode sufocar as possibilidades criativas dadas pelos protocolos técnicos da internet. A Internet é uma rede aberta e não-proprietária, sem centros de fluxo obrigatórios. Trata-se de uma rede que se baseia na neutralidade de suas camadas e de seus mecanismos em relação aos conteúdos, tecnologias, origens ou destinos dos pacotes de dados.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que isto seja efetivamente assegurado é preciso incluir no artigo 2 mais um princípio que deve reger a Internet no Brasil: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VII - preservação da possibilidade de criação de novos protocolos e tecnologias, independente de autorização do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto visa assegurar efetivamente que a criatividade não seja bloqueada a qualquer momento por um governo de plantão que queira impedir o contínuo processo inventivo por este prejudicar potencial ou realmente corporações e modelos de negócios existentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir, este post irá analisar dois aspectos vitais da proposição do Ministério. Por se tratar de dois temas muito polêmicos, eles estão separados. Busquei deixar o mais claro possível os fundamentos da minha crítica e sugestão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) SOBRE OS REGISTROS DE CONEXÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo 9 diz o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 9. A provisão de conexão à Internet impõe a obrigação de guardar apenas os registros de conexão, nos termos da Subseção I da Seção III deste Capítulo,&lt;br /&gt;ficando vedada a guarda de registros de acesso a serviços de Internet pelo provedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o projeto entende como um provedor de conexão? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa física ou jurídica que provê a "conexão à Internet". No artigo 4, inciso IV, está claramente dito que "conexão à Internet" é a "autenticação de um terminal para envio e recebimento de pacotes de dados pela Internet, mediante a atribuição de um número IP;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, um telecentro ou uma lan house não podem ser enquadrados no artigo 9, pois não atribuem um número de IP a um terminal. São usuários de um provedor de conexão. Mas será que isto é claro para os juízes e promotores? É isto que os formuladores da propostas entendem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, para que não paire dúvidas sobre a necessidade de manter a navegação anônima, sem condições de vigilância, exceto em casos necessários a ação da Justiça, devemos incluir um artigo que deixe claro que no Brasil não é obrigatório que os cidadãos realizem um cadastro que vincule sua identidade civil a um terminal. Esta é uma faculdade do telecentro, da lan house, empresa ou escola que dá acesso à Internet e, não uma obrigação legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem além dos provedores de acesso comerciais, tais como, Terra, Uol, IG, etc, podem ser enquadrados neste artigo? Obviamente, todas as empresas, escolas, governos e prefeituras que realizem o provimento de acesso. E as Prefeituras que abrem o sinal wireless nas praças e cidades? O fato de atribuirem um número de IP a um terminal os obriga a guardar os registros de conexão? Tudo indica que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, sugiro que no artigo 8 seja incluido um novo parágrafo:&lt;br /&gt;"Parágrafo... Ninguém será obrigado a vincular sua identidade civil a um terminal de acesso ou a um número IP, exceto com sua expressa anuência."   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, fica claramente garantido o direito inealienável às redes abertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEM SÃO OS ADMINISTRADORES DE SISTEMAS AUTÔNOMOS? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é a guarda dos registros de conexão? Como deve ser a guarda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Seção III, chamada "Dos registros de dados", a Subseção I, "Da guarda de registros de conexão" temos o artigo 14 que diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Art. 14. A provisão de conexão à Internet impõe ao administrador do&lt;br /&gt;sistema autônomo respectivo o dever de manter os registros de conexão sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, pelo prazo máximo de 6 (seis) meses, nos termos do regulamento."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. O dever de manter os registros de conexão não poderá ser&lt;br /&gt;transferido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro devemos ter claro o que é um "administrador do sistema autônomo". A definição técnica comum de sistema autônomo é a seguinte: "Um Sistema Autônomo (AS) é um grupo de redes IP, abaixo de uma única gerência técnica e que compartilham uma mesma política de roteamento". Isto conforme a RFC1930 ­ http://www.ietf.org/rfc/rfc1930.txt .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No artigo 4, inciso III, da proposta está escrito a seguinte definição de "administrador de sistema autônomo": "pessoa jurídica, devidamente cadastrada junto ao Registro de Endereçamento da Internet para América Latina e Caribe&lt;br /&gt;(LACNIC), responsável por blocos específicos de número IP (Internet protocol) e por um conjunto de roteadores, redes e linhas de comunicação pela Internet que formem uma infraestrutura delimitada por protocolos e métricas comuns."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estão falando de Operadoras de Telefonia que possuem blocos de IP registrados, também estão falando de empresas que obtiveram um conjunto de IPs para seu uso, ou seja, estão falando de provedores de acesso, públicos ou privados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes provedores deverão "manter os registros de conexão sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, pelo prazo máximo de 6 (seis) meses, nos termos do regulamento", conforme o artigo 14. Esta redação é um enorme avanço se a compararmos com o projeto de crimes, versão Azeredo. Por outro lado, me preocupa o que os formuladores de regulamentos do Poder Executivo poderão tentar inserir no regulamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esta razão, é preciso assegurar que o CADASTRO QUE VINCULA UM TERMINAL OU UM NÚMERO IP A UMA IDENTIDADE CIVIL SEJA UMA OPÇÃO E NÃO UMA OBRIGAÇÃO LEGAL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAIS UMA VEZ A QUESTÃO DAS REDES ABERTAS...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como poderei manter uma rede aberta em uma praça, bar ou cidade, se a lei me obrigar cadastrar os usuários de um IP?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns poderão argumentar que devemos disseminar o modelo de redes sob vigilância abertas, ou seja, aberta como sinônimo de gratuitas, mas com forte grau de identificação dos seus usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, sabemos que os formuladores do Estado dos aparatos de segurança quando consultados sobre como formular o regulamento do artigo 15, sobre a guarda dos registros de conexão, irão propor formas de identificação positiva dos usuários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que se pedirem apenas um nome e um número de documento para o acesso a uma rede wireless aberta e sob vigilância, de nada adiantará para coibir crimes ou para reparar o direito violado. Criminosos não irão usar nomes verdadeiros, muito menos números de documentos verídicos para se conectar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, é extremamente perigoso um processo frágil de identificação, pois atualmente é muito simples e fácil conseguir coletar número de RGs e CPFs das pessoas. Criminosos têm estoques de documentos falsos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cadastramento que buscam para ser efetivo é inaceitável, uma vez que exigirá processos mais fortes de identificação pessoal, tais como, o uso de certificados digitais obrigatórios ou outros mecanismos de identificação positiva (aquela que se confirma presencialmente a relação entre um documento e um indivíduo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, é urgente insetrir onde mais for necessário que o CADASTRO QUE VINCULA UMA IDENTIDADE CIVIL A UM NÚMERO IP OU TERMINAL DE SISTEMA AUTÔNOMO NÃO É OBRIGATÓRIO NO BRASIL. Desse modo, o regulamento tratará de garantir a segurança e privacidade dos dados no período de sua guarda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, talvez seja necesário na definição de princípios escrever que, no Brasil, "ninguém será obrigado a se identificar para acessar e navegar na Internet", tal como "ninguém é obrigado a se identificar para acessar a calçada pública e para andar nas ruas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) SOBRE A REMOÇÃO DE CONTEÚDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Seção IV, Da remoção de conteúdo, existe um grande avanço no artigo 19. Ele diz que "o provedor de conexão à Internet não será responsabilizado por&lt;br /&gt;danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, o artigo 20 obriga um provedor de conteúdo agir como um censor privado. Uma vez acionado por alguém que se diz ofendido, o provedor deverá retirar o conteúdo em questão e depois consultar o seu responsável se o mantém (art. 22). Caso o responsável o mantenha deverá recolocá-lo no site, rede social ou repositório de conteúdos. Veja o que está escrito nos artigos 20 e 21:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Art. 20. O provedor de serviço de Internet somente poderá ser responsabilizado por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se for notificado pelo ofendido e não tomar as providências para, no âmbito do seu serviço e dentro de prazo razoável, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente.&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 21. A notificação de que trata o art. 20 deverá conter, sob pena de&lt;br /&gt;invalidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – identificação do notificante, incluindo seu nome completo, seus números&lt;br /&gt;de registro civil e fiscal e dados atuais para contato;&lt;br /&gt;II – data e hora de envio;&lt;br /&gt;III – identificação clara e específica do conteúdo apontado como infringente,&lt;br /&gt;que permita a localização inequívoca do material pelo notificado;&lt;br /&gt;IV – descrição da relação entre o notificante e o conteúdo apontado como&lt;br /&gt;infringente; e&lt;br /&gt;VI – justificativa jurídica para a remoção."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independente de considerar inconstitucional este mecanismo, temos que analisá-lo. Um bom modo mecanismo de análise é projetar algumas situações em que será aplicado. Assim podemos compreender suas consequências sociais, políticas e comunicacionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EVITAR A LEGALIZAÇÃO DA BLOQUEIO PRIVADO DE CONTEÚDOS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense se este mecanismo funcionaria para a revista Veja online. Claro que não. A Revista Veja está hospedada no provedor de conteúdo do &lt;a href="http://www.abril.com.br/"&gt;Grupo Abril&lt;/a&gt;. Quando um dos centenas de ofendidos pela publicação acionar o seu provedor, ele não retirará o conteúdo da rede, pois lá todos sabem que a Veja tem aquela política editorial e seus responsáveis (sei que este não é um bom nome para tal fato) a manterão. Com os grandes veiculos jornalísticos ou pretensamente jornalísticos que estão na rede este mecanismo não funcionará. Os ofendidos terão que recorrer a Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande problemas serão os blogueiros e os ativistas e cidadãos comuns que possuem perfis nas redes sociais. Se emitirem uma opinião mais forte contra políticos poderosos ou grandes corporações terão seu conteúdo facilmente removido. Mesmo que consigam recolocá-lo terão ficado um dia ou mais impedidos de manifestarem sua opinião. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendo que quando o conteúdo agride crianças e adolescentes ou portar cenas de pornografia infantil, o mecanismo pode ser até aceitável. Todavia, em casos como estes a Justiça especializada pode e deve agir prontamente. Sendo portanto, discutível a necessidade do mecanismo do modo que está proposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EVITAR A FORMAÇÃO DE UMA INDÚSTRIA DA CENSURA INSTANTÂNEA &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pense em um tema polêmico ou em uma disputa política. Como funcionará este mecanismo? Tudo indica que gerará mais distorções do que benefícios. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Meu grande temor é a indústria da censura instântanea. Não gostaria de ver surgir no Brasil um mercado da revogação instantânea de conteúdos, instigado por advogados propensos a encontrar soluções jurídicas para o bloqueio de opiniões.  O Brasil já é o país onde os advogados mais pedem a retirada de conteúdos dos repositórios do Google. Imagine o que ocorrerá com um mecanismo como este?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Além disso, como responsável pelo meu blog, respondo por ele. &lt;br /&gt;Se o provedor que hospeda meu blog me aciona e diz que estou sendo avisado da ilegalidade de um determinado conteúdo, tenho o direito de discordar e dizer que caberá aos denunciantes recorrerem à Justiça. Em nenhum momento devemos admitir que o provedor tenha o poder de retirar um conteúdo da rede pelo tempo que for.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Minha sugestão para enfrentar os perfis falsos é o provedor de serviço ter a obrigação de entrar em contato com um determinado email e perfil e questionar se este de fato, assume a responsabilidade por determinado conteúdo. Caso não responda em um prazo razoável, somente nesta circunstância, o conteúdo poderia ser retirado.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Este mecanismo somente tem sentido contra perfis e avatares não-identificados. Outra questão muito importante: o marco civil da Internet deve permitir que estes possam continuar anônimos ou com outros nomes, desde que assumam para o provedor a responsabilidade jurídica pelas postagens. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Do mesmo modo, o blogueiro não pode ser considerado responsável por um comentário anônimo. Somente deve ser responsabilizado se for acionado e não tomar providências de consultar o comentarista sobre a autoria do comentário.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta do Ministério da Justiça é indiscutivelmente um avanço. Ela contém alguns pontos que precisam ser alterados. Se incluirmos o direito inalienável de navegação sem identificação e retirarmos o mecanismo privado de censura instântanea teremos um marco civil extremamente avançado e exemplar nestes tempos de Hadopi.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 25 Apr 2010 22:29:09 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/samadeu/blog/o-projeto-de-marco-civil-da-internet-e-a-critica-ao-mecanismo-de-bloqueio-instantaneo-de-conteudo.</link><guid>http://softwarelivre.org/samadeu/blog/o-projeto-de-marco-civil-da-internet-e-a-critica-ao-mecanismo-de-bloqueio-instantaneo-de-conteudo.</guid></item><item><title>CURSO DA P2PU - APRESENTAÇÃO UTILIZADA NO PRIMEIRO ENCONTRO</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="/samadeu/cidadania-e-redes-aula-1.pdf"&gt;&lt;img src="/images/icons-mime/unknown.png?1243378169" alt="Unknown" /&gt;cidadania_e_redes_aula_1.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 23:35:00 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/samadeu/blog/curso-da-p2pu-apresentacao-utilizada-no-primeiro-encontro</link><guid>http://softwarelivre.org/samadeu/blog/curso-da-p2pu-apresentacao-utilizada-no-primeiro-encontro</guid></item><item><title>CULTURA LIVRE, de Lawrence Lessig</title><description>&lt;p&gt;Postei aqui uma versão em português deste texto chave para compreender os embates atuais em torno da propriedade intelectual&amp;gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="../../../samadeu/lawrence-lessig-cultura-livre.pdf"&gt;&lt;img src="../../../images/icons-mime/unknown.png?1243378169" alt="Unknown" /&gt;Lawrence_Lessig_-_Cultura_Livre.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 12 Mar 2010 16:18:17 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/samadeu/blog/cultura-livre-de-lawrence-lessig</link><guid>http://softwarelivre.org/samadeu/blog/cultura-livre-de-lawrence-lessig</guid></item><item><title>FUI PARA A UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC</title><description>&lt;p&gt;Fiquei muito feliz quando fui aprovado no concurso para Professor-Adjunto da Universidade Federal do ABC, no segundo semestre de 2009. No dia 11 de fevereiro, quinta, publicaram minha nomeação no Diário Oficial da União (&lt;a href="http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=2&amp;amp;pagina=10&amp;amp;data=11/02/2010"&gt; http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=2&amp;amp;pagina=10&amp;amp;data=11/02/2010&lt;/a&gt; ).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora sou professor da área Estado, Sociedade e Políticas Públicas da UFABC. Tentarei organizar um Grupo de Pesquisa das Políticas Públicas na Sociedade em Rede. Uma visão inicial dos temas que pretendo discutir estão no artigo "Novas dimensões da política: protocolos e códigos na esfera pública interconectada", publicado na Revista de  Sociologia &amp;amp; Politica. Para quem se interessar o link do artigo é:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-44782009000300008&amp;amp;script=sci_arttext"&gt;http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-44782009000300008&amp;amp;script=sci_arttext&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 12 Feb 2010 20:56:15 -0200</pubDate><link>http://softwarelivre.org/samadeu/blog/fui-para-a-universidade-federal-do-abc</link><guid>http://softwarelivre.org/samadeu/blog/fui-para-a-universidade-federal-do-abc</guid></item><item><title>PROGRAMA DE CIBERCULTURA DA CÁSPER LÍBERO</title><description>&lt;div style="margin: 1ex;"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: medium;"&gt;CIBERCULTURA E COMUNICA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O EM REDE&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt; Prof. S&amp;eacute;rgio Amadeu da Silveira&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp; 2 sem. 2009&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; EMENTA&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;Cultura digital, Cibercultura e Cultura das Redes. Impactos da interatividade  nas m&amp;iacute;dias tradicionais. Cultura recombinante, remixagem e a obra inacabada.  O que realmente muda na revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o informacional. A cultura da converg&amp;ecirc;ncia  e a digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o intensa dos bens simb&amp;oacute;licos. Interfaces emergentes  nas redes P2P, pr&amp;aacute;ticas colaborativas e diversidade digital. TV Digital,  sobre IP e distribu&amp;iacute;da. Open jornalism, qualidade e credibilidade diante  da cultura remix e da blogosfera. Realidades alternativas, simula&amp;ccedil;&amp;otilde;es  e m&amp;uacute;ltiplas identidades. Os mitos da cibercultura. Contradi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do  capitalismo cognitivo diante da cultura digital: a crise da autoria  e da propriedade intelectual. Os enfrentamentos na rede promovidos pela  ind&amp;uacute;stria dos conte&amp;uacute;dos: cultura da permiss&amp;atilde;o versus cultura livre.  Economia da aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do relacionamento diante das comunidades virtuais,  multitudes inteligentes e novas possibilidades de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; AULAS E REFER&amp;Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&amp;Aacute;FICAS&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; 1 CIBERCULTURA E REVOLU&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O INFORMACIONAL  &amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;LEMOS, Andr&amp;eacute;. O imagin&amp;aacute;rio da cibercultura: entre neo-luddismo,  tecno-utopia, tecnorealismo e tecnosurrealismo. Dispon&amp;iacute;vel: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/imaginario.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/imaginario.htm&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt; Acesso em 02/08/2006.&amp;nbsp;&lt;br /&gt; L&amp;Eacute;VY, Pierre. Cibercultura. S&amp;atilde;o Paulo: Editora 34, 1999. (Cap&amp;iacute;tulos  VIII &amp;ndash; O som da cibercultura e IX- A arte da cibercultura).&amp;nbsp;&lt;br /&gt; CASTELLS, Manuel. A Gal&amp;aacute;xia da Internet: reflex&amp;otilde;es sobre a Internet,  os neg&amp;oacute;cios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003. (Cap&amp;iacute;tulo  1: Li&amp;ccedil;&amp;otilde;es da hist&amp;oacute;ria da Internet; Cap&amp;iacute;tulo 2: A Cultura da Internet.)&amp;nbsp;&lt;br /&gt; WINNER, Langdon. A Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o como Mito. Dispon&amp;iacute;vel: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://members.fortunecity.com/cibercultura/vol4/infmito.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;http://members.fortunecity.com/cibercultura/vol4/infmito.html&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt; Acesso 03/08/2006.&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; 2 IMPACTOS DA CONVERG&amp;Ecirc;NCIA DIGITAL&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;SILVEIRA, Sergio Amadeu. Converg&amp;ecirc;ncia digital, diversidade cultural  e esfera p&amp;uacute;blica. In: Al&amp;eacute;m das redes de colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o / Sergio Amadeu  e Nelson Pretto (organizadores). Salvador: UFBA, 2008. Dispon&amp;iacute;vel: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.scribd.com/doc/5456956/Alem-Das-Redes-de-Colaboracao-Sergio-Amadeu-e-Nelson-de-Luca" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;http://www.scribd.com/doc/5456956/Alem-Das-Redes-de-Colaboracao-Sergio-Amadeu-e-Nelson-de-Luca&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; 3 REDES SOCIAIS NA INTERNET: COMO SE FORMAM E COMO FUNCIONAM.&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;RECUERO, Raquel. Redes Sociais na Internet. Dispon&amp;iacute;vel: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/pag/recuero-raquel-redes-sociais-na-internet.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;www.bocc.ubi.pt/pag/recuero-raquel-redes-sociais-na-internet.pdf&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; UGARTE, David. El poder de las redes. Dispon&amp;iacute;vel: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.deugarte.com/gomi/el_poder_de_las_redes.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;http://www.deugarte.com/gomi/el_poder_de_las_redes.pdf&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; 4 MANOVICH E O SOFTWARE COMO M&amp;Iacute;DIA&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;MANOVICH, Lev. Software takes command. 2008. Dispon&amp;iacute;vel: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://softwarestudies.com/softbook/manovich_softbook_11_20_2008.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;http://softwarestudies.com/softbook/manovich_softbook_11_20_2008.pdf&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; 5 GALLOWAY E OS PROTOCOLOS NA COMUNICA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O EM REDE&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;GALLOWAY, Alexarder. Protocol: how control exists after decentralization.  New York, London: MIT Press, 2004. (Introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Cap. 1)&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; 6 ECONOMIA DO IMATERIAL E O CAPITALISMO COGNITIVO&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;BARLOW, John Perry. Economia de id&amp;eacute;ias. Dispon&amp;iacute;vel tamb&amp;eacute;m nos  sites: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://tinyurl.com/6gdscl" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;http://tinyurl.com/6gdscl&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://tinyurl.com/6krdge" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;http://tinyurl.com/6krdge&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;. Acesso 08/04/2008.&amp;nbsp;&lt;br /&gt; SILVEIRA, Sergio Amadeu. O conceito de commons na cibercultura. L&amp;iacute;bero.  - Ano XI - no 21 - Jun 2008. Dispon&amp;iacute;vel: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.facasper.com.br/pos/libero/.../04%20Sergio%20Amadeu.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;www.facasper.com.br/pos/libero/.../04%20Sergio%20Amadeu.pdf&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;7 CULTURA LIVRE X CULTURA DA PERMISS&amp;Atilde;O: O QUE EST&amp;Aacute;&amp;nbsp; EM JOGO NA PROPRIEDADE INTELECTUAL&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;LESSIG, Lawrence. Cultura Livre: como a grande m&amp;iacute;dia usa a tecnologia  e a lei para bloquear a cultura e controlar a criatividade. S&amp;atilde;o Paulo:  Trama 2005. (Cap&amp;iacute;tulos 1 ao 8)&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; 8 M&amp;Uacute;SICA DIGITAL, IND&amp;Uacute;STRIA DA INTERMEDIA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O E PLATAFORMAS DE DISTRIBUI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;PERP&amp;Eacute;TUO, Irineu; SILVEIRA, Sergio Amadeu. O Futuro da m&amp;uacute;sica  depois da morte do CD. 2009. Dispon&amp;iacute;vel: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futurodamusica.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;www.futurodamusica.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; 9&amp;nbsp; CELEBRIDADE E REPUTA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O NO CIBERESPA&amp;Ccedil;O&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;PRIMO, Alex. Existem celebridades da e na blogosfera? reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o  e renome em blogs. COMP&amp;Oacute;S 2009: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.compos.org.br/data/trabalhos_arquivo_coXJHx58Jwpgo.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;http://www.compos.org.br/data/trabalhos_arquivo_coXJHx58Jwpgo.pdf&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;10 ECOSSISTEMA P2P E TECNOLOGIAS DA COLABORA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;BAUWENS. Michel. A Economia Pol&amp;iacute;tica da Produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre Pares.  Dispon&amp;iacute;vel: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://p2pfoundation.net/A_Economia_Pol%C3%ADtica_da_Produ%C3%A7%C3%A3o_entre_Pares" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;http://p2pfoundation.net/A_Economia_Pol%C3%ADtica_da_Produ%C3%A7%C3%A3o_entre_Pares&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; 11 EST&amp;Eacute;TICA DOS GAMES PARA AL&amp;Eacute;M DO ENTRETENIMENTO&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;V&amp;iacute;deo GAMER BR, Pirex.&amp;nbsp;&lt;br /&gt; SANTAELLA, Lucia. Linguagens l&amp;iacute;quidas na era da mobilidade. S&amp;atilde;o Paulo:  Paulus, 2007. (Introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Cap&amp;iacute;tulos: Games e ambientes compartilhados;  O paradoxismo da auto-referencialidade nos games)&amp;nbsp;&lt;br /&gt; DARLEY, Andrew. Jogos e aventuras: surfando a imagem. Dispon&amp;iacute;vel no  site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://members.fortunecity.com/cibercultura/vol12/vol12_andrewdarley.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;http://members.fortunecity.com/cibercultura/vol12/vol12_andrewdarley.htm&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt; . Acesso 10/07/2007.&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; 12 JORNALISMO OPEN SOURCE, BLOGS, NANOBLOGS E PR&amp;Aacute;TICAS COLABORATIVAS&amp;nbsp;  &amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;BREIER, Lucilene. Slashdot e os filtros no Open Source Journalism.  Dispon&amp;iacute;vel no site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/pag/breier-lucilene-slashdot.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;http://www.bocc.ubi.pt/pag/breier-lucilene-slashdot.html&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; BRAMBILLA, Ana Maria. Jornalismo online em OhmyNews. Paper da mestranda  em comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da UFRGS. Dispon&amp;iacute;vel em PDF.&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; 13 O MUNDO DA MOBILIDADE E AS M&amp;Iacute;DIAS LOCATIVAS&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;LEMOS, Andr&amp;eacute;. Arte e m&amp;iacute;dia locativa no brasil. COMP&amp;Oacute;S 2009: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.compos.org.br/data/trabalhos_arquivo_coVA3u1ryFPx6.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;http://www.compos.org.br/data/trabalhos_arquivo_coVA3u1ryFPx6.pdf&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; 14 OPEN SPECTRUM E O FUTURO DA TV DIGITAL&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;SILVEIRA, Sergio Amadeu. Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital, redes virais e espectro  aberto. L&amp;Iacute;BERO - Ano X - no 19 - Jun 2007. Dispon&amp;iacute;vel: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.facasper.com.br/pos/libero/libero%2019/Sergio.php.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;www.facasper.com.br/pos/libero/libero%2019/Sergio.php.pdf&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; LEITURA SOBRE WEB SEM&amp;Acirc;NTICA:&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;SOUZA, Renato Rocha; ALVARENGA, L&amp;iacute;dia. A Web Sem&amp;acirc;ntica e suas  contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a ci&amp;ecirc;ncia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Dispon&amp;iacute;vel: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-19652004000100016&amp;amp;amp;script=sci_abstract&amp;amp;amp;tlng=pt" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-19652004000100016&amp;amp;script=sci_abstract&amp;amp;tlng=pt&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; DZIEKANIAK, Gisele; KIRINUS, Josiane. Web Sem&amp;acirc;ntica. Dispon&amp;iacute;vel: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/viewArticle/155" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: #0000ff; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/viewArticle/155&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt; AVALIA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&amp;nbsp;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;Constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um blog relacionando os temas discutidos no curso  com fatos e fen&amp;ocirc;menos da Internet. Os crit&amp;eacute;rios de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o  discutidos em sala.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 17 Aug 2009 22:23:13 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/samadeu/blog/programa-de-cibercultura-da-casper-libero</link><guid>http://softwarelivre.org/samadeu/blog/programa-de-cibercultura-da-casper-libero</guid></item></channel></rss>
