Lucas Rocha: Kindle 3

2 de Outubro de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

My Kindle

I decided that I wanted an e-book reader several months ago but wasn’t fully convinced about any of the available options. Until now. I’ve just bought a Kindle 3 and I really like it! It fixes most of the issues I had with previous Kindle versions (price, size, screen, connectivity, etc) and it’s by far the best e-book reader around. It’s light, small, beautiful, and it has a very good e-ink screen. It’s exactly how Robert Love described it: “the small improvements add up to a significant improvement in usability”. Some more reasons I like Kindle 3 and e-book readers in general:

The screen. I don’t like to read books and long texts on computer screens. It’s just a tiring experience for my eyes. So, I like the obvious fact that e-ink screens look very similar to the usual ink on paper. Kindle 3 has an especially good contrast.

Ergonomics and focus. A couple things really annoy me about the usual printed books. The first one is ergonomics. With the usual books, you end up having to hold them with both hands to keep them open and in a good position for reading. The second is that you always see two pages at the same time. It’s a bit distracting. Kindle 3 is small and light enough to allow you to hold it however you feel more comfortable – including holding it with only one hand. And you only see one page at a time allowing a more focused reading experience.

Fonts and spacings. It’s very frustrating when you buy a book you’re eager to read but the actual reading experience turns out to be quite bad because the publisher chose a too small font and too tight line spacing. That’s especially frustrating if you usually read books while in a bus or tube. With Kindle – and with most e-book readers I guess – you can set the font size, word and line spacings that best fit your personal preferences. I read slightly faster on the Kindle because of that.

Online experience. I buy the great majority of my books (and MP3s) from UK’s Amazon. Hence, having a device that is tightly integrated with my favourite online book store makes the experience of buying books much nicer. It sucks that Kindle is Amazon-specific but this doesn’t affect me much – at least for now.

I know: those are all old news for Kindle and e-book reader owners. But it was good to have such a good feeling about my first e-book reader. It does only one thing and it does it very well.



Vicente Aguiar: Dimensões e características da Web brasileira

17 de Setembro de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

WebbrVocê sabe (ou não?) que o primeiro princípio da Web, proposto pelo W3C Brasil, afirma que “o principal valor da Web é o social. Mais do que tecnológico, este é um ambiente de comunicação humana, de transações comerciais, de oportunidades para compartilhar conhecimentos e, para ser um ambiente universal, deve estar disponível para todas as pessoas, independentemente dos equipamentos e softwares que utilizem, principalmente da cultura em que inserem, da localização geográfica, das habilidades físicas ou mentais, das condições socioeconômicas ou de instrução”.

"Medir e acompanhar a evolução da Web brasileira é uma das mais recentes atividades do CGI.br conduzida pelo escritório do W3C no Brasil e pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações (CEPTRO.br), a fim de se produzirem informações e indicadores que contribuam para o en-
tendimento das características da Web e do seu comportamento nas áreas de acessibilidade e universalidade, além de acompanhar a sua própria evolução."

Por isso, o censo realizado sobre a WEB no Brasil, intitulado "Dimensões e características da Web brasileira: um estudo do .gov.br", tem o objetivo aumentar o conhecimento e o entendimento da Internet brasileira a partir da coleta e análise detalhada de dados dos sítios hospedados sob o domínio .br .

Por meio dessa pesquisa,  é possível saber, por exemplo, quanto sítios há na Web.br, qual o tamanho da Web.br e como se dá seu crescimento, que tipos de tecnologias são utilizadas, se os sítios são acessíveis ou não. Vale então a leitura. ;-)



Vicente Aguiar: + 1 na Blogagem Coletiva de repudio ao AI5 Digital

13 de Setembro de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

AvatarolhoInfelizmente,  mesmo com a mobilização da sociedade civil que já dura mais de 3 três anos contra o "AI5Digital", ou PL 84/99, parece que ainda exitem políticos  e grupos econômicos que ainda não compreendem a essência do papel da Internet em nossa sociedade.

Mais especificamente, o Deputado Pinto Itamaraty (PSDB) deu parecer favorável ao AI5Digital, em tramitação, depois de quase um ano e meio paralisado.

Além disso, o blog do "Mega não" elegeu esse e outros motivos para ficarmos atentos e manter a mobilização contra esse projeto retrogrado:

  1. "A mídia continua repetindo o Mantra da Irracionalidade contra a Internet
  2. No dia 05/08/10  O Deputado Pinto Itamaraty do PSDB apresentou parecer favorável ao AI5Digital, ignorando todos os argumentos e movimentos sociais dos últimos três anos.
  3. Seis dias depois aparece uma matéria dizendo que os Deputados buscarão acordo para votar a lei de crimes na Internet.
  4. E agora um evento para lá de esquisito organizado pela revista Decision Report, uma publicação que parece estar à serviço do Azeredo e do vigilantismo, se anuncia para o dia 31/08 com o título oportuno (para o tripé do atraso) de: Crimes Eletrônicos – A urgência da lei. O curioso e que este evento conta com 19 palestrantes para falarem em 2:30h, o que dá um pouco mais de 7 minutos para cada um."

Por estas e por outras participo da blogagem coletiva de repudio ao AI5 Digital, mesmo que atrasado, pois ela foi prevista para o dia 31/08/10. Fiquemos atentos!



Vicente Aguiar: Linux nas Eleições 2010

12 de Setembro de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Uma imagem vale mais do que mil palavras: esse ano teremos uma eleição segura, em termos de processamento dos votos :-)

Linuxurna



Flamarion Jorge: Sobre traduçoes de Software Livre

11 de Setembro de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Olá pessoas leitoras do meu querido Blog que anda mais desatualizado que minha tia que mora lá no interior de Minas Gerais e ainda usa máquina de escrever….
Por que resolvi falar sobre traduções de Software Livre?
Simples, por que eu gosto de traduzir software livre.
Eu pretendo falar aqui sobre dois projetos que gosto de contribuir e o que venho percebendo sobre cada um.
São eles Debian (traduzindo principalmente os po-debconf) e GNOME (Traduzindo principalmente os pacotes extras)
Debian é um processo de certa forma simples, porém falta gente.
Na verdade existe alguma dificuldade pelo fato de tudo funcionar baseado em email e subjects que devem ser bem confeccionados.
Estes subjects na verdade são chamados de pseudo-url’s, e são a base para que o processo de tradução seja registrado pelo robo e consiga ser finalizado de forma correta.
Mas, infelizmente, existem pessoas que não seguem este processo, simplesmente vão lá pegam o catalogo, traduzem, abrem o bug e ta feito a coisa, sem um controle mínimo de qualidade.
Este tipo de atitude mostra o quanto é livre traduzir softwares no Debian, porém pode causar a perda da qualidade no processo de tradução.
Em contrapartida, o processo de tradução do GNOME é mais organizado e mais burocrático, isto na minha opinião.
Porém garante a qualidade da tradução. Além de todo processo ser feito através de uma interface web o que elimina a dificuldade dos email no processo de tradução do Debian.
Vejam bem, não estou dizendo que as traduções feitas no Debian não tem qualidade, as traduções no Debian simplesmente tem mais liberdades de serem feitas, e isto PODE causar uma perda na qualidade.
E por que eu disse que os email’s geram dificuldade? Simplesmente por que muitas pessoas que fazem este trabalho não são Sysadmins, Desenvolvedores ou Nerds aficionados por computadores, são pessoas da sociedade que usam seu “Linux” e querem ve-lo em português, e o fato de isso ser feito através de uma página web no processo de tradução do GNOME facilita a vida dessas pessoas.
Voltando ao processo do GNOME, eu disse que é mais burocrático por que depende de pessoas específicas que tem papeis definidos para executarem as tarefas definidas.
Fazendo um comparativo entre os dois processos, as coisas funcionam assim:
No Debian eu traduzo e se eu quiser usar o bom senso, esperarei alguém revisar e eu mesmo vou enviar a tradução para o desenvolvedor do programa. Se eu não quiser usar o bom senso eu envio sem ninguém nem saber e esta tradução pode ser incorporada ao software.
No GNOME se eu não tiver um certo status, vou poder no máximo traduzir um catalogo de mensagens e esperar que alguém que tenha determinado “status” revise.
Não se preocupe, o GNOME é software livre sim, e apesar de a liberdade da revisão por exemplo, ser tolida!
Como disse antes a liberdade encontrada no Debian pode trazer a falta de qualidade na tradução e a liberdade comedida do GNOME traz esta qualidade, porém faz com que eu dependa da boa vontade das pessoas com status para que meu trabalho seja aprovado.
E mais, para você ser um revisor tem que ter a aprovação para subir de cargo. Estranho, este processo parece com o que eu encontro nas empresas privadas que usam modelos de desenvolvimento catedral. Enfim….
Vejam bem, não é demagogia minha por que não sou um revisor ou algo mais no GNOME, eu nunca nem quis me candidatar por não achar que tenho competência para ser revisor, apesar de fazer isso no Debian com certa qualidade.
Confesso que acho isto um pouco chato. E confesso também que hoje em dia eu me divirto mais com as traduções do Debian.
Aí alguém vai me perguntar, por que o GNOME está 100% traduzido e o Debian não?
Eu respondo: Sei lá pô!!!!!
Eu garanto que faço minha parte para os dois estarem traduzidos. Seja falando sobre o processo em eventos, seja convocando as pessoas para traduzir, revisando no Debian, traduzindo no GNOME, dando dicas para os novatos, fazendo o que eu posso.
Eu não vou colocar referencias ou links no post por que não é a intensão deste orientar alguém sobre como traduzir, isto foi simplesmente uma vontade que eu tinha de falar sobre um assunto que eu vejo que causa problemas nos processos de tradução do software livre, e o pior, afasta as pessoas de fazerem este trabalho.
Espero que em breve algo mude, principalemte no GNOME, dando mais liberdade para que as traduções sejam feitas e revisadas por mais pessoas.
E que mude no Debian para que o processo seja mais simples atraindo mais gente.
Espero não ser massacrado pelo que escrevi aqui hehheh, se for, paciência talvez eu veja algo que não estou vendo simplesmente participando do processo de tradução destes dois projetos.

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Lucas Rocha: Gadget Names

3 de Setembro de 2010, por Desconhecido - 1Um comentário

Motherboards by maxw (CC-BY-NC-ND)

There are many things in life that we just take for granted and rarely think about. The way gadget companies name their products is one of them. I know, not an interesting topic. But I have always wondered about that since I started using my first gadgets a long time ago: video games, personal computers, VCR, cell phones, etc.

Gadget names such as Nokia 5230, TK2000, Asus Eee PC 1015PE, Canon PowerShot A110 IS, Garmin GPSMAP 62St, HP Deskjet F4580 and others really seem like they are supposed to be readable by machines, not humans. They sound too complicated, too techie, too cryptic, and even scary for people who don’t really care about technology itself. Those names are just unnatural for most of us. I know, you might argue that there’s a reason for using those weird sequences of letters and numbers. It doesn’t matter. Those names just don’t make natural sense for most people.

Some companies are doing a better job on naming their products though. Apple, for example, uses human-readable names for all their products. They even keep same name for different generations of the same product e.g. all generations of MacBook is simply called MacBook. HTC and Samsung are getting it right too with their new Android phones – Captivate, Galaxy, Desire, Hero, etc. And there are many others doing it right these days but it’s still quite common to see things like Panasonic TX-P37X20B and Toshiba HDDR320E04EL_CS, unfortunately.

So, if you’re directly involved in the decision of gadget names for your companies, please, give your next product a meaningful and human-friendly name! Let’s make the technology world a bit less scary for everyone.



Lucas Rocha: Visiting English towns

2 de Setembro de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Brighton

This year, Carol and I decided to plan for some quick visits to smaller cities around London. The reason is twofold. First, we wanted to explore a bit more the country where we live. Secondly, we wanted to “practice” how it was to travel with our little daughter before our vacation in Brazil. We’ve made 1-day trips to three towns: Windsor, Cambridge, and Brighton.

Windsor. We visited Windsor in the end of 2009 when my father and his wife came to London to spend Xmas and new year with us. We went there for an obvious reason: the famous Windsor castle, one of England’s most popular places for tourists. It was a quite cold day but we managed to enjoy the sightseeing anyway. Windsor, the town, is cute and very quiet.

Cambridge. This was the first time we made a trip with Julia. Cambridge is a university-oriented town full of students all around. We took the sightseeing bus and walked around quite a bit – a very tiring experience to carry Julia in a sling during the whole time. We went to some of the Cambridge’s classic locations such as King’s College Chapel and Fitzwilliam Museum. Got a pretty good impression of Cambridge, even though it seemed a bit too crowded with students.

Brighton. That was definitely our favourite town. Brighton is on the south coast of England. The pebble beach is a nice place to relax. Brightonians seem to be easy-going people. It’s amazing how the sea affects people’s behaviour and attitude. To be honest, Carol and I even considered moving there after the visit but it would be a bit impractical to work in London and live there.

What all those towns have in common? A very obvious thing: you see more English people. It may sound weird to say that but in London you don’t really experience English culture because the city is very cosmopolitan. Even though those towns are not so far from London, it was interesting to notice that they are more homogeneously English than London. I took some photos from all three towns.

Where are we going next? We have some obvious suspects in mind: Oxford, Bath, Stonehenge, Cotswolds, and others. We’re also planning a weekend trip to Edinburgh and surrounding locations. There’s so much to see that is hard to decide! But we have no hurry and summer is almost gone now. Maybe next year, let’s see.



Jonh Wendell: GUADEC 2010

27 de Agosto de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Post atrasado sobre a GUADEC… mas todo mundo tá fazendo isso né? :)

Bem, eu só queria dizer que esta edição do GUADEC foi fantástica! Ótima organização, ótima localização, pessoas ótimas, tudo foi bem massa mesmo! Foi o melhor GUADEC que já fui.

Algumas notas aleatórias:

  • O torneio de futebol FreeFA foi massa. Bastien e outras pessoas reclamaram porque eu trapaceei, ficando só na “banheira” (posição de impedimento). Bom, o que importa é que fiz alguns gols e ganhamos a partida né mesmo? :D
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  • Pizza de carne crua não é uma das nossas favoritas:
  • Definitivamente hackers não sabem fazer churrasco (na verdade a gente prefere comer, não cozinhar :) )
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  • Depois que foi anunciado o adiamento do GNOME 3 para março de 2011 (sábia decisão!), decidi não lançar o Vinagre 2.32. Em vez disso, vou lançar o 3.0 beta, que usa tecnologia do GNOME 3 e vem com suporte ao protocolo RDP.
  • Ah, ele também virá com uma interface mais GNOMEzada, graças ao fantástico Vinicius Depizzol.
  • Depois da GUADEC (que aconteceu em Haia), visitei Amsterdã e Londres. Gostei da Holanda. Amsterdã é a nova Sodoma. Londres é ótima, mas bem carinha. Almoçei com Lucas lá.
  • Minha palestra sobre o GNOME Brasil rolou legal. Espero ter compartilhado minha experiência com outros grupos regionais.
  • Finalmente, meu obrigado à Fundação GNOME por patrocinar minha viagem!



Licio Fonseca: ntfs leitura e escrita nativos no Snow Leopard

25 de Agosto de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Se você não é usuário de mac pode parar de ler por aqui.

Você que é usuário de mac e tem Snow Leopard já deve ter se deparado com o sistema montando um disco NTFS como somente leitura.  No Leopard precisavamos de instalar o NTFS-3G, no Snow Leopard isso não é mais necessário.

O primeiro passo é abrir o terminal.

Se você não sabe o que é o terminal ou não sabe usa-lo, peça ajuda de um adulto capacitado.

Vamos renomear o script responsavel por montar os volumes ntfs:

sudo mv /sbin/mount_ntfs /sbin/mount_ntfs.orig

Agora criamos um script:

#!/bin/bash
/sbin/mount_ntfs.orig -o rw “$@”

Salve o script como /sbin/mount_ntfs

Agora alteramos as permissões:

sudo chown root:wheel /sbin/mount_ntfs
sudo chmod 755 /sbin/mount_ntfs

E voilá, você agora pode copiar seus arquivos para o seu disco externo.

Obviamente, eu gostaria muito de saber se alguem tem uma solução melhor e mais elegante ;)



Lucas Rocha: Strangeness at Home

18 de Agosto de 2010, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Baiana by Tiago Celestino (CC-BY-NC-ND)

So, here I am in Salvador, the city I was born in Brazil, after almost three years since my last visit. It’s an incredibly rich experience to be here after so long. I’ve been living abroad since 2006 and it’s interesting to notice how my perception of my own cultural roots have changed so much since then.

During my undergrad years, I took an anthropology course where I learnt a bunch of interesting things such as ethnography, cultural relativism, cerebral rubicon, etc. But one of the most interesting concepts I learnt was the notion of strangeness:

The art or mental trick of making a social setting and behaviour within it appear as if the observer is encountered it as a stranger. If applied to mundane ‘taken-for-granted’ events, this can lead to unusual and original insights.

Living abroad gave me a wide range of opportunities to experience strangeness. Salvador is a city where people are mostly Afro-Brazilians, relaxed, loud, informal, easy-going, welcoming, talkative, syncretically religious … you got the idea. I guess you can imagine how culturally shocking it was to move to Finland. Our move from Finland to England was much smoother of course. I’ve become much more aware of my own origins because it’s by recognizing cultural differences that you get to know your own culture more deeply.

On the flip side, the experience of living abroad for a relatively long time inevitably involves some cultural adaptation: the more you stay abroad the more you end up blending in. And now, visiting the city I was born in after so long, I’m experiencing a sort of backwards strangeness. It’s like I’m starting to perceive my own culture from an outsider perspective. Many of those things that I used to perceive as a given in terms of social behaviour, weather, accent, slang, city organization, etc, are now things that I explicitly notice. It’s a bit like being a foreigner in your own country.

The bottom line is: after almost four years living abroad, I have never been more aware of my origins and my cultural roots. On the other hand, I’m starting to feel like a stranger in my own city. I’m in a sort of cultural limbo I guess…