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Como financiar uma casa pela Caixa

5 de Novembro de 2015, 17:33 , por Regina - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Quando o assunto é financiamento, a Caixa Econômica Federal (CEF) se destaca entre todos os bancos brasileiros, apresentando diversas modalidades de crédito especial. Porém, é no quesito imobiliário que a instituição bancária desenvolveu uma forte linha de atuação especialmente voltada para quem deseja comprar ou construir e/ou reformar uma casa.

O primeiro passo para quem quer pleitear ser beneficiado pelo serviço é ser maior de idade, abrir uma conta no referido banco e já ter um imóvel à venda que lhe interesse em vista. Esse imóvel deve estar regularizado e com sua documentação em ordem, todos os impostos rigorosamente em dia e apresentar perfeitas condições de segurança e conforto mínimo para servir de moradia imediatamente.

Feito isso, basta falar com seu gerente para se informar sobre os procedimentos necessários para apresentar a documentação usada para pesquisa cadastral e aprovação de crédito – normalmente ela deve ser composta de R.G. CPF, comprovante de residência, declaração de imposto de renda e comprovação de rendimentos regulares (carteira assinada ou holerite de funcionários registrados ou cópias da movimentação bancária e recibos emitidos por prestação de serviços, no caso de profissionais autônomos, microempreendedores individuais etc).

A comprovação mensal de renda da pessoa deve ser bem maior do que as parcelas financiadas da casa, essas não podem em hipótese alguma ultrapassar 30% do rendimento médio, lembrando que é possível fazer uma soma dos salários de duas ou mais pessoas que compõem a renda familiar, mas os documentos dos colaboradores devem ser apresentados também.

O requerente deve ter o “nome limpo” (não constar dos cadastros negativos de instituições como consultar no SPC, Serasa, Banco Central e Receita Federal). Você pode consultar seu nome no SERASA através desse link. Também se avalia o imóvel em termos de regularização e em suas condições estruturais, além da documentação pessoal do atual proprietário, o qual também não deve estar negativado em nenhuma instituição.

Muitos outros itens podem ser alterados, retirados ou acrescentados desta documentação de acordo com o tipo de imóvel que se deseja financiar (se é na planta, usado, novo ou apenas um terreno).

Aprovada a proposta, chega enfim a hora de assinar o contrato, recolher as taxas administrativas junto à instituição financeira para conclusão do negócio, pagar outro tanto de taxas à Prefeitura e ao cartório de registro de imóveis da região e, enfim, dar a entrada, na qual se pode utilizar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

Negociadas em um prazo de 30 a 35 anos, as prestações têm valor decrescente, isto é, elas começam mais altas e vão diminuindo gradativamente.