O PSL-PI tem por objetivo incentivar o uso e a produção de software livre no Piauí como política de combate à exclusão digital. Acreditamos que a distribuição de conhecimentos proporcionada pelo Open Source/Software Livre tornará nossa sociedade mais justa e próspera, exatamente por dar a todos as mesmas condições de conhecimento e desenvolvimento.
Software Livre é uma grande oportunidade de construirmos uma sociedade produtora de ciência, independente e efetivamente competitiva. Estamos reconstruindo as bases da nossa sociedade, não mais calcados nos braços do Estado, mas sim, amparados pela iniciativa própria, pela auto-determinação. Nós somos capazes de nos auto-governar. Somos capazes de construir uma sociedade efetivamente Livre. Esta é a essência do PSL-PI.
O PSL-PI é formado pela articulação de indivíduos que atuam em instituições publicas e privadas, grupos de usuários e desenvolvedores de software livre, empresas, governos ou ONGs, e demais setores da sociedade. O importante é a consciência e disposição para propagar o uso de software livre e a cultura colaborativa nas diferentes esferas da sociedade.
Filipe Saraiva: Palestra sobre Patentes de Software no CCSL-IME-USP com Richard Stallman
May 24, 2012 - No comments yet
E estou indo lá! =) Segue matéria do Centro de Competência em Software Livre IME-USP, na íntegra:
Nesta sexta-feira, o CCSL-USP receberá a visita de Richard Matthew Stallman, no IME-USP. Uma oportunidade de conhecermos melhor o Fundador do Movimento Software Livre, do Projeto GNU e da Free Software Fundation (FSF). Stallman consolidou o conceito de “copyleft” ao escrever a Licença Pública Geral GNU (GNU/GPL), a licença livre mais usada no mundo. Desde 1990, ele dedica a maior parte do seu tempo como ativista político, defendendo o software livre e lutando contra as patentes de software.
Dessa forma, o CCSL-USP tem o prazer de convidar todos para a palestra desse grande nome da história da computação que ocorrerá nesta sexta-feira às 16h. Dando continuidade às discussões atualmente em andamento sobre as patentes de software no Brasil, Stallman apresentará sua visão sobre o tema. Quem já assistiu alguma de suas palestras sabe que ele, além de excelente orador, tem pontos de vista muito bem embasados e focados no interesse coletivo; quem nunca assistiu não pode perder essa oportunidade!
A palestra será em inglês, mas vale observar que Stallman fala pausadamente e com pronúncia claríssima.
O Que? Palestra do Richard Stallman sobre patentes de software.
Quem? Isso mesmo: Richard Stallman!
Quando? 25 de maio de 2012, sexta-feira, das 16h as 18h.
Onde? Instituto de Matemática e Estatística da USP, sala B-10 (Rua do Matão, 1010 – bloco B – Cidade Universitária, São Paulo).
Como? Gratuito (100 lugares), sem necessidade de inscrição.
Por que? Um dos maiores nomes da computação das últimas décadas falando sobre um tema atualmente em debate no Brasil.
Título: The Danger of Software Patents
Resumo: Richard Stallman will explain how software patents obstruct software development. Software patents are patents that cover software ideas. They restrict the development of software, so that every design decision brings a risk of getting sued. Patents in other fields restrict factories, but software patents restrict every computer user. Economic research shows that they even retard progress.
Sobre o palestrante: Dr. Richard Stallman launched the free software movement in 1983 and started the development of the GNU operating system (see www.gnu.org) in 1984. GNU is free software: everyone has the freedom to copy it and redistribute it, with or without changes. The GNU/Linux system, basically the GNU operating system with Linux added, is used on tens of millions of computers today. Stallman has received the ACM Grace Hopper Award, a MacArthur Foundation fellowship, the Electronic Frontier Foundation’s Pioneer Award, and the the Takeda Award for Social/Economic Betterment, as well as several honorary doctorates.
Nota para a Imprensa (press release)
Richard Stallman, uma dos maiores nomes da computação das últimas décadas, estará em São Paulo nesta sexta-feira para discutir a ameaça à inovação brasileira no mercado de software representada pelo mecanismo de patentes atualmente em discussão.
A despeito da proibição legal, o INPI tem concedido patentes de software no Brasil há anos. Com a recente consulta pública do órgão a respeito, iniciou-se um debate sobre a pertinência dessas patentes no país. Stallman, em coro com boa parte dos pesquisadores e empreendedores em software, tem atacado essas patentes como um retrocesso no campo da computação. Nesta palestra, ele mostrará como as patentes de software obstruem o trabalho do programador. Segundo ele, patentes desse tipo cobrem ideias e restringem o desenvolvimento do software, de maneira que cada decisão traz consigo o risco de um processo judicial. Além disso, pesquisas econômicas mostram que elas têm efeito negativo sobre o progresso da técnica.
Stallman fundou, em 1983, o Movimento Software Livre e iniciou o Projeto GNU e a Free Software Fundation (FSF) em 1984. Também consolidou o conceito de “copyleft” ao escrever a Licença Pública Geral GNU (GNU GPL), a licença livre mais usada no mundo. Stallman recebeu vários prêmios internacionais e doutorados honorários, como o prêmio Grace Hopper da ACM e o prêmio de pioneirismo da Electronic Frontier Foundation. Desde 1990, ele dedica a maior parte do seu tempo como ativista político, defendendo o software livre e lutando contra as patentes de software.
Francisco Fernandes: Granular particles update!
May 24, 2012 - No comments yetHello again!
I’ve been fooling around with my granular particles repository these past days before do a real coding into Krita. I’m trying to optimize my simulation through a series of modifications in the code I wrote last week.
My first attempt to run this granular particles simulation was quite a big failure, since it was really slow and full of errors. I correct some small things this past weekend and during this week I implemented a neighborhood restriction to the collision detection between particles.
One of the reasons the code had a slow response was the fact that each particle was doing a collision detection with every other particle in the simulation. I initialized with 2010 particles, so we had a lot time wasted just doing useless calculations, since we only had to worry about each particle vicinity. So this time I implemented a grid so we could restrict the computation of collision only for neighbors particles. I have yet some other two improvements to test before generate some QImages: try the RK4 integrator instead of the Gear’s predictor and corrector, and a more vectorizable grid construction which will be more easily implemented in a GPU.
I’m already writting a more detailed post with all the theory used behind the scenes. But if you already took a look at the code before, this update will be easy to understand. Again, the code is well commented and any questions you can contact me here in the comments or sending me a message to my Gitorious account.
See you all soon!
Dann Luciano: ISO646 ou iso646.h
May 20, 2012 - No comments yetMuitos programadores alegam que linguagens com python ou ruby são mais
faceis de entender pois essas linguagens possuem nomes mais
apropriados para comandos e etc. Uma vez li em um blog (até sei qual o
post, mas Ética é Ética) que em python operações booleanas eram mais
compreensíveis, pois usavam nomes mais intuitivos como and or xor ao
contrario de && || ^ respectivamente.
Hoje em meus estudos sobre C eis que encontro um cabeçalho
(header) chamado iso646.h localizado em /usr/include/.
Olhando o seu pequeno conteúdo podemos ver algo parecido com isso:
#define and &&
#define and_eq &=
#define bitand &
#define bitor |
#define compl ~
#define not !
#define not_eq !=
#define or ||
#define or_eq |=
#define xor ^
#define xor_eq ^=
A dica é muito cuidado com o que você fala, principalmente se você não
tem um profundo entendimento do assunto.
Se você conhece alguém que diz que sabe muito sobre C, duvide, pois
é impressionante como a cada fim de semana mergulhando nas profundezas
da linguagem aprendo mais e mais.
Francisco Fernandes: Modelos tridimensionais no Inkscape 2: editando e exportando
May 17, 2012 - No comments yetContinuando ainda a edição de modelos no Inkscape, as vezes é util editar algumas propriedades do objeto antes de exportar. No Blender é possível importar e exportar para diversos modelos. O formato Wavefront (.obj) é o suportado no Inkscape, então vamos nos focar na abordagem com ele.
Francisco Fernandes: Modelos tridimensionais no Inkscape 1: importando e editando
May 17, 2012 - No comments yetCom o Inkscape aberto, vá em Extensões > Renderizar > 3D Polyhedron. Essa ação irá abrir uma caixa de diálogo em que você poderar escolher que objetos você quer renderizar. Escolha Load from file, informe o caminho completo do modelo (infelizmente não tem um diálogo que cuide disso, então é no braço mesmo que o modelo deve ser informado) e clique em Aplicar.
Com isso você já renderizou seu modelo tridimensional. Você pode alterar algumas características do objeto que vai ser como por exemplo a posição em que o modelo será visualizado, na aba View. Nela você poderá definir 6 rotações a serem aplicadas no objeto em torno dos eixos X, Y e Z com os valores dos ângulos em graus. Pode-se marcar a caixa Pré-Visualizar, para ver como será exibido o objeto antes de renderizá-lo.
E finalmente, pode-se definir o estilo do objeto a ser renderizado. Tem-se Scaling factor, para definir em que tamanho o objeto será gerado; Fill color, com opções Red, Green e Blue para alterar os valores RGB das faces do modelo tridimensional; Stroke opacity e Stroke width para definir a opacidade e largura das arestas, respectivamente. Pode-se definir a posição da luz em Light X, Y e Z, no caso do sombreamento do objeto ter sido habilitado na caixa Shading.
Depois disso, se quiser inserir mais informações sobre o objeto, basta seguir o tutorial de inserção de Latex no Inkscape.





































