O Projeto Software Livre Bahia (PSL-BA) é um movimento aberto que busca, através da força cooperativa, disseminar na esfera estadual os ideais de liberdade difundidos pela Fundação Software Livre (FSF), possibilitando assim a democratização do acesso a informação, através dos recursos oferecidos pelo Software Livre. Esta busca tem seus alicerces fundados na colaboração de todos, formando um movimento sinérgico que converge na efetivação dos ideais de Liberdade, Igualdade, Cooperação e Fraternidade.

O Projeto Software Live Bahia é formado pela articulação de indivíduos que atuam em instituições publicas e privadas, empresas, governos ou ONGs, e demais setores da sociedade. Além disso o projeto não é subordinado a qualquer entidade ou grupo social, e não estabelece nenhuma hierarquia formal na sua estrutura interna.


Alexandro Silva: CGI.br determina bloqueio da porta 25 (smtp) apartir de janeiro

30 de Dezembro de 2009, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Para evitar a disseminação de spam, o Comite Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) determinou o bloqueio do “local” por onde grande parte dos e-mail falsos são enviados, a porta 25 de seu computador. O bloqueio ocorre no dia 5 de janeiro de 2010.

Se você usa programas de gerenciamento de e-mails —como o Outlook, Thunderbird ou Mail— para não ficar impedido de mandar mensagens, a porta de envio deve ser trocada de 25 para 587. Usuários apenas de webmail não serão impactados.

“Com a implementação das recomendações, será mais difícil para que computadores zumbis sejam utilizados para o envio de spam, pois além de necessitar de um usuário e senha para utilizar o serviço de e-mail, ele ainda deverá burlar os possíveis controles antispam existentes no serviço mencionado”, diz Nelson Novaes, gerente de segurança do UOL.

A medida não é nova, órgãos internacionais aconselham o bloqueio da porta 25 desde 1998, mas apenas em 2005, provedores e operadoras de todo o mundo começaram a adotá-la em massa. O UOL oferece o acesso pela porta 587 desde 2004.

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Vicente Aguiar: Retrospectiva 2009: o universo colaborativo em pauta

27 de Dezembro de 2009, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Mais um ano se foi. Porém,  entre vários fatos que pude ter acesso ou acompanhar em 2009,  cheguei a conclusão que esse ano foi bem marcante  do ponto de vista da temática  ligada a produção colaborativa e aos commons.  Isto porque, dentro dos muitos acontecimentos que se desdobraram ao longo desse ano, alguns foram bem singulares, mais especificamente, únicos -  dentro daquela parte da história que pessoalmente puder ter acesso , é claro. ;-)

Assim, no clima das retrospectivas de fim de ano, resolvi fazer um post que menciona alguns desses acontecimentos de 2009 que colocaram o univreso colaborativo em pauta:

1 - Nobel de Economia em 2009

A prêmio Nobel de Economia em 2009, Elinor Ostrom, além de ser a primeira mulher a ganhar Nobel de economia no mundo, tem o seu trabalho sobre "análise da governança econômica  dos commons" como principal referência citada pelo prêmio.

O trabalho pioneiro de Ostrom aborda, em sua maior parte, a governança de recursos de propriedade comum ("common-pool resources - CPR") - recursos que são rivais, mais que   ainda precisam ou devem ser tratados como commons - como, por exemplo, um sistema de água e o ar.

Contudo, ela também é considerada como uma crítica aos processos de mercantilização da informação e do conhecimento. Por exemplo, no artigo “Ideas, Artifacts, and Facilities: Information as a Common-pool Resource”, escrito em 2003, Elinor Ostrom denuncia a questão da “informação que costumava estar  livremente disponível, e que passa a ser cada vez mais privatizada, monitorizada, encriptada e restrita.” Segundo a Nobel em economia, “o emparcelamento é provocado por conflitos e contradições entre as leis de propriedade intelectual e as capacidades ampliadas das novas tecnologias.”   Vale então conferir esse belo trabalho - infelizmente, apenas em inglês (até o presente momento).


2 - Lançamento de três importantes livros: "The Art of Community", "Software Livre Cultura Hacker e Ecossitema da Colaboaração" e a "Revolução do Software Livre".


Em 2009, muitos livros foram lançados tendo como pauta o fenômeno dos softwares livres e seu ecossistema colaborativo. O primeiro então que eu destaco vem de fora do Brasil:  o Jono Bacon - um dos coordenadores da comunidade intrenacioinal ligada à distribuição Ubuntu (GNU/Linux) - lançou um livro bem interessante intitulado "The Art of Community" ( "A  Arte das Comunidades") - também, até o momento, apenas em inglês.

Apesar de ter um caráter um pouco  "prescritivo" (do tipo receita, ou mais especificamente, "Como gerir uma comunidade de software livre e se dar bem") sobre algo que é singular e muda de caso para caso, o livro toca em pontos importantes sobre o universo das comunidades  que dão vida a grandes projetos de software livre,a  exemplo do próprio   Ubuntu.

Além disso, pela primeira vez que eu tenha conhecimento, um livro com tal finalidade é publicado comercialmente, além de ser permitido o livre download para fins não comerciais. Sinal que existe uma boa demanda para este tipo de temática ligada aos projetos de software livre no mundo. Assim, levando em consideração que toda comunidade  de software livre tem a sua singularidade e complexidade, os pontos trazidos pelo livro podem contribuir para reflexões sobre o funcionamento e a dinâmica das comunidades e seus projetos.

 

Livro Outra publicação que teve como pauta o fenômeno dos softwares livre e todo o seu ecossitema foi o livro "A Revolução do Software Livre", organizado pela Comunidade Sol do Estado do Amazonas.

O livro tem artigos escritos  por dez  autores que participam ativamente do movimento de software livre, nos mais variados segmentos, como filosofia. São eles: Alexandre Oliva, Cezar Taurion, Christiano Anderson, Jansen Sena, Marcelo Ferreira, Paulino Michelazzo, Pedro Rezende, Pedro Mizukami, Rubens Queiroz e Tiago de Melo. O prefácio da publicação é do diretor-executivo da Linux Internacional, Jon "Maddog" Hall.

 

Além dos dois  livros acima, não poderia deixar de mencionar o livro "Software Livre, Cultura Hacker e Ecossistema da Colaboração." - mesmo correndo o risco de ser um pouco arrogante pelo fato de ter eu mesmo organizado esse trabalho em parceria com o Sérgio Amadeu.

Com um foco mais acadêmico, esse livro, no formato  de coletânea, traz  artigos elaborados a partir de estudos e pesquisas de diversas áreas das ciências humanas, que foram desenvolvidos em diferentes universidades e centros de pesquisa do Brasil (UFBA, UNICAMP, USP e Casper Líbero), mas que têm em comum o mesmo objeto de análise: a temática do Software livre, Cultura hacker e o ecossistema da colaboração. Por isto, além de subsidiar  outras pesquisas, esse livro pode ajudar quem tem interesse de adentrar nesse universo coalborativo.

 

 

3- Fiat desenvolve carro colaborativo licenciado em Creative Commons

 

 

 

 

 

 

 

Dentro desse novo paradigama colaborativo de produção, a Fiatl foi primeira multinacional ligada a produção de automóveis que adotou um projeto literalmente "aberto", ou seja, que permite a participação direta de seus clientes, usuários no planejamento de um carro, mais especificamente,  o Fiat MIO.

Segundo o próprio site dop projeto, "Vale lembrar que todo conteúdo será livre. A Fiat acredita que o conhecimento gerado neste projeto deve ser propagado sem restrições, podendo ser utilizado por simples usuários ou até mesmo engenheiros e outros fabricantes de veículos."  Uau... vindo de uma multinacional como a Fiat, vale a pena duvidar e conferir de perto. :-)

 

4 - Lançamento do software livre Noosfero para redes sociais


NoosferoO Projeto Noosfero que foi lançado ao mundo em 2009, também não podia ficar de fora da lista. :-) Não apenas por ser um de software livre, mas principalmente por ser uma solução web voltada para a criação de redes sociais, mas também por ter surgido a partir de uma empresa cooperativa brasileira, mais especificamente baiana com o financiamento de uma rede de patrocinadores nacionais e internacionais.

Junto com o projeto, quatro redes sociais  que utilizam esse software livre como plataforma também foram inauguradas em 2009:

  • SoftwareLivre.org

    Softwarelivre.org
    A rede informação e relacionamento da comunidade brasileira de software livre.
  • Zen3.net

    Zen3
    Uma rede de comunicação e cultura digital ligada a Fundação Ynternet.org da Suiça.
  • Unifreire

    Unifreire
    Rede formada por pessoas e instituições freirianas de vários países, entre as quais, os Institutos Paulo Freire.
  • Cirandas

    Cirandas
    Rede de intregação, articulação e informação dos atores da Economia Solidária no Brasil.

De certa fomra, tudo isso mostra não apenas que cada vez mais o Brasil ( mais especificamente o Nordeste) está contribuindo com desenvolvimento de código aberto no mundo, como também é possível que um projeto de software livre seja criado a partir de um empreendimento privado.

 

5 - O Presidente da República do Brasil participa de um evento comunitário de Software Livre em 2009

Lula no FISLIndependete de posição partidária, a presença de um preseidente da república num evento comunitário de software livre é um grande símbolo da força e do papel que esse paradigama tecnológico tem hoje para mundo e cada vez mais aqui no Brasil, em particular.

Por isto, o 10° Fórum Internacional de Software Livre  (FISL 10) que ocorreu nesse ano de 2009, em Porto Alegre, acaba sendo um marco fundamental para difusação desse paradigma colaborativo. Para quem esteve lá e pôde presenciar o discurso do Presidente de perto, tem uma noção exata do que digo.  Para quem não foi, não deixe então de assistir esse discurso do presidente.

 

 

6 - Feliz 20...

Agora, é aguardar as cenas dos próximos capítulos e conferir quais outros resultados esses belos acontecimentos de 2009 podem gerar tanto em 2010 como também nos anos seguintes. Até lá... :-)



Tecnologias e Novas Educações (GEC/FACED/UFBA): I Encontro de Formação em Comunicação Comunitária

26 de Dezembro de 2009, por Desconhecido - 0sem comentários aindaEm Juazeiro - Ba

O evento começou com as apresentações das entidades realizadoras. Seus representantes falaram que o evento é para aproximar forças sociais e políticas que estavam dispersas. O evento é uma extensão do Seminário Comunicador Comunitário que aconteceu em dezembro passado no Irdeb e que o GEC tb esteve presente.

Considero importante lembrar que estamos em uma região sisaleira, localizada no semi-árido e marcada pelas desigualdades sociais, por tanto uma região que necessita de um meio de comunicação que favoreça a comunicação para discutir questões sociais que a aflinge.

Neste evento há uma preocupação com a criança, fato comprovado pela participação da Unicef, no sábado houve um momento específico para refletir sobre o ECA - Estatudo da Criança e Adolescente.

O resultados da pesquisa Comunicação Comunitária em Juazeiro e Região do Sertão do São Francisco - UNEB foi:

Os municípios, dentro desse perímetro, que possuíam rádios comunitárias e alto-falantes. Revelou que no universo de 175 rádios em 10 municípios, apenas 3 possuíam uma licença definitiva de funcionamento.

Essa pesquisa tb revelou que uma parte das rádios comunitárias comportam-se como repetidoras, fato que acontece por falta de conhecimento dos gestores da rádio sobre o estatuto das rádios comunitárias. A Rádio De Uauá, por exemplo, tinha uma proposta com base neste estatuto, mas hoje, por um motivo ainda desconhecido pelos pesquisadores, ela está fechada.

Essa pesquisa tb mostrou que os comunicadores comunitários consideravam que a participação popular na rádio se resume em uma ligação para pedir música ou anunciar um recado.


Foi apresentado tb o projeto Ondas Livres, que surgiu também a partir do Seminário Comunicador Comunitário no Irdeb. Com esse projeto o Irdeb pretende abrir as rádio comunitárias para o mundo, apostando na GEC - FACED - UFBA, na implatação de rádios pela Web.

Mário Sartorello disse que gostaria de ter a oportunidade de falar para o presidente Luiz Inácio que ele cometeu um equivoco em deixar Hélio Costa no Ministério das Comunicações, pois ele só apertou o cerco contra as rádios comunitárias.

Precisamos dizer mais?
 

Luciana e Bruno.


 



Aurelio A. Heckert: 10 Problemas com o Novo Pacto Moonlight

23 de Dezembro de 2009, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Dois meses atrás eu falei sobre o o risco que o .Net representa para o software livre e a independencia tecnológica de modo geral no post ".Net e as Patentes Esquecidas".

Hoje, o site The Source publicou o artigo "10 Problems with the New Moonlight Covenant", de Jason Melton, mostrando que devemos redobrar a atenção para esse problema. O artigo tem um pouco mais de informação, mas o principal (a lista), repasso a tradução:

Problema #1: Somente Novell, Parte 1

De acordo com o termo definido Conformação de Host, somente a Novell pode criar "lançadores" para aplicações não-browser. Você não é a Novell? Você não pode implementá-lo.

 

Problema #2: Sem desvios

Além disso, aplicações shell são bastante limitadas. Novamente, de acordo com os termos definidos, aplicações shell não podem:

  1. Fazer qualquer coisa que um plug-in de navegador web não seja capaz.
  2. Fazer algo a mais ou a menos do que o Silverlight pode fazer.
  3. Impedir qualquer coisa que um plug-in de navegador web possa fazer.

 

Problema #3: Limitações de SO

Atuais e futuras versões do Windows e Mac são expressamente excluídos da definição de cobertura de Sistemas Operacionais. Sim, você leu certo. Moonlight não pode ser multi-plataforma.

 

Problema #4: The Killswitch (botão de desligar)

A Microsoft pode modificar ou suspender o pacto a qualquer momento. Claro, o que for distribuido antes da mudança/cancelamento estará "seguro", mas será um problema para futuras versões.

 

Problema #5: Sobreposição de Promessas

Microsoft afirma explicitamente que nenhuma outra licença, pacto, comunicado ou outro direito será concedido, mesmo que seja relacionado ou que se permita. Isto significa que todas as tecnologias no âmbito do chamado Microsoft Open Specification Promis ou Microsoft Community Promise, não podem ser abrangidas por ambos os conjuntos de promessas/pactos.

 

Problema #6: Somente Novell, Parte 2

As definições do "Moonlight" e as partes abrangidas claramente só se aplicam a "essas partes desenvolvidas por ou em nome da Novell".

 

Problema #7: Somente Novell, Parte 3

Os pacotes de mídia são cobertos apenas se você usar cópias do Moonlight providas pela Novell.

 

Problema #8: Plataforma Limitada

Apenas computadores pessoais estão cobertos. O pacto exclui explicitamente "assistentes digitais pessoais (PDAs), Pocket PCs, reprodutores de mídia pessoais (PMPs), ou telefones móveis".

 

Problema #9: Hostil à GPL

O "Pacto" da Microsoft é especificamente hostil à GPLv3. Você não está coberto se alguma parte está sob uma licença GPLv3 ou similares, mesmo que todas as outras qualificações sejam cumpridas. O simples ato de escolher uma licença GPLv3 ou similar é suficiente para anular o pacto.

 

Problema #10: Data de Expiração

Não só o pacto acaba em 31 de dezembro de 2012 (que pode ser prorrogado ou encerrado antes), mas pacto só se aplica durante o prazo. Ou seja, se o software está coberto em 30 de dezembro de 2012 e o pacto não foi prorrogado, então esse mesmo software já não é coberto em 1 de janeiro de 2013, mesmo se o uso anterior foi coberto.

Como você pode perceber, se opor ao .Net e ao Mono não é uma atitude meramente anti-Microsoft, é uma defesa consciente da liberdade e da independência tecnológica.

Em tempo: ser independente não é estar ilhado, é ter autonomia para tomar suas decisões, coisa que um usuário ou desenvolvedor de .Net perder quando a MS achar conveniente.



Aurelio A. Heckert: 10 Problemas com a Novo Pacto Moonlight

23 de Dezembro de 2009, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

No mês passado eu falei sobre o o risco que o .Net representa para o software livre e a independencia tecnológica de modo geral no post ".Net e as Patentes Esquecidas".

Hoje, o site The Source publicou o artigo "10 Problems with the New Moonlight Covenant", de Jason Melton, mostrando que devemos redobrar a atenção para esse problema. O artigo tem um pouco mais de informação, mas o principal (a lista), repasso a tradução:

 

Problema #1: Somente Novell, Parte 1

De acordo com o termo definido Conformação de Host, somente a Novell pode criar "lançadores" para aplicações não-browser. Você não é a Novell? Você não pode implementá-lo.

 

Problema #2: Sem desvios

Além disso, aplicações shell são bastante limitadas. Novamente, de acordo com os termos definidos, aplicações shell não podem:

  1. Fazer qualquer coisa que um plug-in de navegador web não seja capaz.
  2. Fazer algo a mais ou a menos do que o Silverlight pode fazer.
  3. Impedir qualquer coisa que um plug-in de navegador web possa fazer.

 

Problema #3: Limitações de SO

Atuais e futuras versões do Windows e Mac são expressamente excluídos da definição de cobertura de Sistemas Operacionais. Sim, você leu certo. Moonlight não pode ser multi-plataforma.

 

Problema #4: The Killswitch (botão de desligar)

A Microsoft pode modificar ou suspender o pacto a qualquer momento. Claro, o que for distribuido antes da mudança/cancelamento estará "seguro", mas será um problema para futuras versões.

 

Problema #5: Sobreposição de Promessas

Microsoft afirma explicitamente que nenhuma outra licença, pacto, comunicado ou outro direito será concedido, mesmo que seja relacionado ou que se permita. Isto significa que todas as tecnologias no âmbito do chamado Microsoft Open Specification Promis ou Microsoft Community Promise, não podem ser abrangidas por ambos os conjuntos de promessas/pactos.

 

Problema #6: Somente Novell, Parte 2

As definições do "Moonlight" e as partes abrangidas claramente só se aplicam a "essas partes desenvolvidas por ou em nome da Novell".

 

Problema #7: Somente Novell, Parte 3

Os pacotes de mídia são cobertos apenas se você usar cópias do Moonlight providas pela Novell.

 

Problema #8: Plataforma Limitada

Apenas computadores pessoais estão cobertos. O pacto exclui explicitamente "assistentes digitais pessoais (PDAs), Pocket PCs, reprodutores de mídia pessoais (PMPs), ou telefones móveis".

 

Problema #9: Hostil à GPL

O "Pacto" da Microsoft é especificamente hostil à GPLv3. Você não está coberto se alguma parte está sob uma licença GPLv3 ou similares, mesmo que todas as outras qualificações sejam cumpridas. O simples ato de escolher uma licença GPLv3 ou similar é suficiente para anular o pacto.

 

Problema #10: Data de Expiração

Não só o pacto acaba em 31 de dezembro de 2012 (que pode ser prorrogado ou encerrado antes), mas pacto só se aplica durante o prazo. Ou seja, se o software está coberto em 30 de dezembro de 2012 e o pacto não foi prorrogado, então esse mesmo software já não é coberto em 1 de janeiro de 2013, mesmo se o uso anterior foi coberto.