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Software livre Brasil

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Blogosfera do PSL-Ba

16 de Junho de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | 2 pessoas seguindo este artigo.

O Projeto Software Livre Bahia (PSL-BA) é um movimento aberto que busca, através da força cooperativa, disseminar na esfera estadual os ideais de liberdade difundidos pela Fundação Software Livre (FSF), possibilitando assim a democratização do acesso a informação, através dos recursos oferecidos pelo Software Livre. Esta busca tem seus alicerces fundados na colaboração de todos, formando um movimento sinérgico que converge na efetivação dos ideais de Liberdade, Igualdade, Cooperação e Fraternidade.

O Projeto Software Live Bahia é formado pela articulação de indivíduos que atuam em instituições publicas e privadas, empresas, governos ou ONGs, e demais setores da sociedade. Além disso o projeto não é subordinado a qualquer entidade ou grupo social, e não estabelece nenhuma hierarquia formal na sua estrutura interna.


Um Trabalho a Troco de nada? A resposta da comunidade GNOME para Jô Soares e Bill Gates à luz da teoria da Dádiva

11 de Outubro de 2014, 16:02, por Desconhecido

Sete anos após uma  apresentação feita no IV Fórum GNOME em 2007 com esse mesmo título, finalmente, eu consegui publicar, em parceria com Genauto França Filho (meu orientador de Doutorado), o resultado da pesquisa que tentou responder uma questão que ronda o ecossistema dos projetos de software livre: "quem pode se permitir fazer um trabalho profissional a troco de nada?"  Mais especificamente, esse artigo foi publicado na revista (acadêmica) Sociologias - uma publicação quadrimestral do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFRGS, destinada a promover intercâmbio entre cientistas sociais.

No entanto, é importante ressaltar que essa questão norteadora da nossa pesquisa foi, inicialmente, levantada por Biil Gates na histórica "Carta Aberta aos Hobbistas" escrita em 1976  - um ano depois da fundação da então "Micro-Soft". Além dele, quatro décadas depois, mais especificamente em outubro de 2006, ela foi "remixada" por Jô Soares, no seu programa de televisão. Em uma de suas entrevistas, ao ser informado pelo Sérgio Amadeu (Prof. da UFABC) e pelo Júlio Neves (Prof. da UNiRio) sobre um possível engajamento voluntário de hackers ligados ao projetos de software livre, Jô Soares ressalta que, na visão dele, "por trás do fato do que é dado (software) de graça há uma intenção de ser vendido. (...) ou é um pessoal que é tudo monge Franciscano?"

O ponto de partida desse artigo que escrevemos na Sociologias é que ainda são poucos os estudos que procuram analisar as características e a natureza desse novo contexto digital (de relações mediadas por dispositivos móveis como computadores, tablets e celulares) para além de um entendimento que tem como base apenas as noções de uma racionalidade utilitária ou do simples interesse econômico. Afinal, podemos dizer que mais recorrente do que esse tipo de pergunta é o tipo de resposta comum (e apressada) que diz que "ninguém trabalha de graça" ou que "sempre há um interesse financeiro nisso tudo".

Para evitar os limites de uma única forma de resposta "apressada" (para não dizer "equivocada") e, com isso, restringir a compreensão sobre a ação dos hackers nesses projetos, avaliamos que era importante respondê-la com um olhar mais científico e aprofundado. Assim, realizamos uma análise mais qualitativa sobre esse "fenômeno" que se apoiou em uma pesquisa de dois anos na comunidade do Projeto GNOME. Essa pesquisa resultou então na minha dissertação de mestrado na UFBA, em um dos capítulos do livro "Software Livre, Cultura Hacker e Ecossistema da Colaboração" e agora nesse artigo publicado na Revista Sociologias.



Probing with Gradle

7 de Outubro de 2014, 20:12, por Desconhecido

Up until now, Probe relied on dynamic view proxies generated at runtime to intercept View calls. Although very convenient, this approach greatly affects the time to inflate your layouts—which limits the number of use cases for the library, especially in more complex apps.



Tags deste artigo: nordeste psl bahia