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Consegi: Comunidades Virtuais se consolidam no compartilhamento de conhecimentos

26 de Agosto de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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ConsegiA utilização de forma crescente das comunidades virtuais foi o foco do primeiro debate da manhã de hoje no Consegi 2009.

Utilizando trechos do livro “Manguezal, uma rede” de sua autoria, o professor Célio Turino de Miranda fez analogia com os pontos de cultura como comunidades e vertentes importantes no compartilhamento de conhecimentos e aprimoramento dos serviços colaborativos em rede para o desempenho das organizações brasileiras. Em sua percepção, os pontos, enquanto percebidos como movimento, unem pessoas e governos para que, numa grande teia, conhecimentos, conceitos e experiências sejam compartilhados, divididos e agregados. “Os conjuntos da sapiência, quando somados, multiplicados e potencializados, formam uma grande rede, que se estende e consolida com a mesclagem de idéias com um mesmo objetivo, o bom desempenho em prol do fortalecimento e disseminação das comunidades”, afirmou o professor. Continua.

Riqueza em rede
Por sua vez, Sérgio Amadeu discorreu sobre o grau de complexidade do desenvolvimento de um software e sobre o poder do trabalho colaborativo. Citando os softwares livres GNU/Linux e o Apache como exemplo, Amadeu disse que o desenvolvimento em rede nunca está pronto, já que é um trabalho complexo e de grandes proporções feito por uma comunidade gigantesca mundial. Ele explica que os softwares complexos são organizados por comunidades próprias, que resolveram explorar a riqueza em rede. A auto-organização muda a lógica do desenvolvimento num mundo que respira cada vez mais tecnologia. “O software é um bem imaturo, intangível, não sofre escassez. O código-fonte é distribuído por uma inteligência coletiva de usuários e desenvolvedores. A distribuição do conhecimento gera mais conhecimento. As práticas colaborativas e recombinantes são elementos essenciais da criação no mundo das redes”, destacou Sérgio, baseado na citação de William Gibson do livro “A cibercultura'é remix”.

Alinhado à tendência crescente do uso das comunidades no âmbito governamental, o Ministério da Educação, representado pelo secretário de educação a distância, Carlos Eduardo Bielschowsky, discorreu sobre os projetos educacionais que integram o processo de construção de redes e comunidades virtuais. O primeiro, o Proinfo Integrado, voltado para as escolas públicas, conta com ações importantes n
a construção de comunidades - portal domnínio público; banco de elementos multimeios educacional; TV Escola e o Portal do Professor. Eduardo ressalta que todas se voltam para a dinâmica educacional coletiva, imprimindo dinamismo para a criação de redes na disseminação de conhecimentos. O outro projeto, a Universidade Aberta do Brasil, que, por enquanto, agrega 74 instituições públicas e 140.000 alunos. “Essa rede funciona com o pensamento de elaboração de conteúdo de forma compartilhada e democratização do ensino superior no Brasil. O importante é pensar no processo educacional de uma maneira sistêmica. Congregar diferentes autores do processo educacional por meio de redes colaborativas contribuirá para a melhoria da educação brasileira”, salientou Eduardo.


Fonte: Site do Consegi


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