A última inovação do Photoshop já existia no GIMP

April 6, 2010, by Luis Henrique Silveira

GIMP Faz uma semana que o site Muy Linux mostrou que o Photoshop copiou o GIMP. Pelo que sei não é a primeira vez, mas isso é comum quando um software livre amadurece, então não vamos ficar falando de obviedades e vamos ver o último e emocionante capítulo dessa novela:



4 de Maio - Dia contra o DRM

April 5, 2010, by Unknown
May 4, 2010

DRM (Digital Restrictions Management) é o maior risco a liberdade da atualidade. O que um dia foi apontado como o risco governos socialistas autoritários no romance 1984 pode ser promovido pela industria do copyright. Por isso, no dia 4 de maio, levante-se e combata o DRM!



Umuarama vai sediar primeira etapa do Circuito de Software Livre

April 5, 2010, by Luis Henrique Silveira


Marcelo Branco pede afastamento da coordenação da ASL

April 4, 2010, by Marcelo D'Elia Branco

Através do comunicado abaixo dirigido aos associados, o nosso coodenador geral Marcelo Branco, por motivos profissionais, comunicou seu afastamento da coordenação geral da ASL.
Obrigado Marcelo pela tua dedicação e te esperamos de volta logo que possa conciliar os teus interesses profissionais e o ativismo voluntário que fazemos aqui na ASL.

até breve!



Produção de Informática reage e cresce 15% em 2010

April 2, 2010, by Luis Henrique Silveira

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, divulgou nesta quinta-feira (1/4), o índice de produção industrial. Segundo o órgão, houve um avanço de 1,5% entre janeiro e fevereiro, após aumento de 1,2% no mês anterior. Isso significa que o patamar de produção industrial voltou a um nível próximo ao de maio de 2008, período antes da crise financeira mundial.

Dos 27 ramos pesquisados, 15 apresentaram crescimento nessa comparação, com destaque para a indústria farmacêutica (15,9%), seguida por edição e impressão (7,0%) e máquinas para escritório e equipamentos de informática (15,0%). Esses três setores haviam registrado queda na produção de dezembro para janeiro, de -6,4%, -5,0% e -6,8%, respectivamente.

Na comparação com fevereiro de 2009 (18,4%), 24 dos 27 ramos pesquisados registraram crescimento na produção. O índice de difusão mostrou avanço em 72% dos 755 produtos investigados, o maior nível da série histórica, iniciada em janeiro de 2003.

Ainda no confronto com fevereiro do ano passado, houve avanço em todas as categorias de uso. Os bens de capital (26,2%)registraram a taxa mais elevada desde abril de 2008 (29,7%), influenciados pela maior parte dos seus subsetores, com destaque para bens de capital para uso misto (32,4%), para construção (196,9%), para equipamentos de transporte (17,2%) e para fins industriais (25,3%).

A produção de bens de consumo duráveis (25,2%) manteve o crescimento de dois dígitos, impulsionada pelos automóveis (20,0%), eletrodomésticos (38,3%) - tanto os de “linha branca”1 (24,9%) como os de “linha marrom”2 (44,2%) - e telefones celulares (6,6%), numa prova que esse setor voltou a ter uma retomada industrial no país.

"O setor industrial, além de superar no primeiro bimestre as perdas observadas em novembro e dezembro do ano passado, está cada vez mais perto do recorde de produção. Hoje estamos em um nível equivalente a maio de 2008" disse André Macedo, economista do IBGE.



Mais de 18 mil estações do Banco Nossa Caixa já trabalham com software livre

April 2, 2010, by Luis Henrique Silveira

O Banco do Brasil - BB começa a implantação de software livre no Banco Nossa Caixa - BNC com a substituição da suíte de escritório proprietária para BrOffice. "O pacote já foi instalado em mais de 18 mil estações do BNC", afirma Ulisses Penna, assessor e especialista em software livre no BB.



Rio de Janeiro expande Internet sem fio gratuita

April 1, 2010, by Luis Henrique Silveira

Info-redentorMais duas comunidades da Zona Sul do Rio – Pavão-Pavãozinho/Cantagalo e Rocinha – ganharam nesta segunda-feira, 29/03, acesso gratuito em banda larga à internet sem fio do Programa Rio Estado Digital.

O sistema cobrirá integralmente as comunidades de Pavão-Pavãozinho/Cantagalo, onde foram investidos R$ 862 mil, beneficiando cerca de 15 mil pessoas.



Banda Larga: Pequenos provedores querem Serviços de TI em troca do acesso a R$ 35

April 1, 2010, by Luis Henrique Silveira

O pequenos provedores de Internet querem que o governo assegure recursos para investimentos em serviços de Tecnologia da Informação, em troca do acesso à banda larga ao preço de R$ 35, como vem sendo estudado através do Plano nacional de Banda Larga (PNBL).

Para os ISPs, prestar apenas o serviço de acesso à banda larga por esse custo, especialmente nos municípios com apenas 10 mil habitantes, representaria uma 'margem de lucro' muito pequena, mesmo que o custo do link caia de patamar médio de R$ 1,3 mil para apenas R$ 200,00.

A sugestão foi apresentada pelo presidente da ABRAPPIT (Associação Brasileira de Pequenos Provedores de Internet e Telecomunicação), Ricardo Lopes Sanchez, durante audiência pública realizada nesta terça-feira, 30/03,na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados.

Sanches, inclusive, deixou a entender que falava em nome do CONAPSI - Conselho Nacional das Entidades de Provedores de Serviços de Internet - que reúne outras oito entidades que representam os interesses de pequenos provedores de Internet e de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM).

O discurso do presidente da ABRAPPIT surpreendeu o secretário de Logística e Tecnologia da Informação, Rogério Santanna. Até então, Santanna entendia que a redução de custos na aquisição de links proposta pelo Plano Nacional de Banda Larga atrairia facilmente os pequenos provedores, os quais sempre reclamaram dos altos preços cobrados pelas empresas de telefonia ao ceder essa infraetrutura de rede.

O próprio Ricardo Sanches forneceu números que mostram que pequenos provedores, em sua maioria, pagam caro, entre R$ 800 e R$ 1800 na aquisição dos Links. Mas as empresas entretanto resistem ao preço final estabelecido pelo governo para o consumidor.

Talvez o motivo seja o fato de que a maioria das empresas representadas por essas entidades não serem ISPs natas. Na realidade, são micro e pequenas empresas de informática, as quais, há alguns anos, viram uma oportunidade de adquirir licenças de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), para ofertar o acesso à Internet em locais onde as teles não viram nenhum atrativo comercial.

Também ao defender a implantação do PNBL, outra surpresa vinda da parte dos provedores: Ricardo Sanches disse que o melhor cenário para o País seria o governo não deixar de contar com o apoio da infraestrutura das empresas de telefonia. As mesmas empresas que cobram, segundo ele, até R$ 4 mil o megabit, dependendo da região.



Será que cavalo dado não se olha os dentes? Lembra a Guerra de Tróia?

March 31, 2010, by Luis Henrique Silveira

 



Governo e empresas trocam farpas em audiência sobre banda larga

March 31, 2010, by Luis Henrique Silveira

Presidente da Abrafix acusou governo de fazer 'jogo de cena'. Diretrizes do plano de banda larga devem ser definidas em abril.

A audiência pública sobre o Plano Nacional de Banda Larga, que terminou no início da noite desta terça-feira (30) na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, transformou-se numa troca de farpas entre representantes do governo e das empresas privadas de telefonia.

O presidente da Associação Brasileira de Serviço Telefônico Fixo Comutado (Abrafix), José Fernandes Pauletti, acusou o governo de estar fazendo "jogo de cena" e o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, afirmou que as teles só agem quando são provocadas.

Santanna, que é um dos idealizadores do plano em estudo no governo e defensor da revitalização da Telebrás para ser a gestora do programa, lembrou que as empresas de telefonia são campeãs em reclamações nos Procons e que estão acomodadas pela falta de competição. "Toda vez que a fênix da Telebrás bate suas asas, as empresas fazem concessão", disse Santanna, citando como exemplo o programa de banda larga nas escolas, que começou em 2008, numa parceria entre o governo e iniciativa privada para levar internet de graça às escolas públicas. "As empresas não farão concessão se não houver pressão. Se acharem que o governo é um leão sem dentes, não farão nada", provocou.

Pauletti retrucou dizendo que o governo tem de apresentar o seu plano e que este programa tem de ter metas, uma definição clara da forma de implantação e fontes de financiamento. "Ou então, estão querendo fazer jogo de cena, colocando dificuldades para ver se há facilidades", afirmou.

Ele defendeu a competição, mas disse que há lugares hoje onde há só uma empresa oferecendo os serviços porque não há atrativos econômicos. Neste caso, defende Pauletti, ou o governo financia a demanda ou presta o serviço diretamente. "Só não dá para dizer que essa empresa será rentável", disse Pauletti, rebatendo a opinião manifestada por Santanna de que a estatal da banda larga, que vem sendo planejada pelo governo, será lucrativa, porque poderá alugar sua rede principal para pequenos provedores.

O Plano Nacional de Banda Larga está sendo discutido no governo desde meados do ano passado. No final de 2009, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu estudos mais detalhados para ver quanto custaria ao governo montar uma estatal para atender também ao consumidor final, com o objetivo de baixar o preço da banda larga. Os estudos técnicos do governo apontam para a necessidade de investimentos de até R$ 15 bilhões. Mas o formato do programa ainda não foi decidido.

O Ministério das Comunicações apresentou em novembro de 2009 um programa para ser executado pelas teles, com financiamento privado e público, através de desoneração tributária e utilização de recursos de fundos setoriais retidos nos cofres do Tesouro. A meta desse programa é chegar a 2014 com 90 milhões de acessos à banda larga. A previsão é de que o governo defina as diretrizes do plano no mês de abril.