Google planeja internet ultrarrápida
February 11, 2010 - 7 commentsCompanhia informou que desenvolverá rede de banda larga experimental de 1 gigabit por segundo em algumas localidades
O Google apresentou planos de desenvolver uma série de experiências com redes de banda larga que proverá conexão de internet com velocidade 100 vezes superior às atuais conexões de internet rápida nos Estados Unidos.
Por meio do ato "The American Recovery and Reinvestment" de 2009, a Federal Communications Commission (FCC) foi designada a criar um plano nacional de banda larga para os Estados Unidos para promover a melhoria do desenvolvimento científico, econômico e cultural.
E o Google tem aconselhado o órgão no desenvolvimento do plano. Há 35 dias da FCC lançar o projeto, o gigante das buscas decidiu, entretanto, desenvolver redes de internet ultrarrápida em um pequeno número de localidades para promover testes. A companhia promete entregar velocidade de 1 gigabit por segundo por meio de conexões última milha.
O Google informou que irá oferecer rede de acesso para algo entre 50 mil e 500 mil pessoas a preços competitivos.
"Tomamos esta decisão porque queremos experimentar novos caminhos para tornar a web melhor e mais rápida para todos, permitindo aplicações que seriam impossíveis hoje", informou James Kelly, gerente de produto do Google, em um vídeo.
Entre os exemplos de algumas aplicações estão imagens médicas 3D na web, download de filmes em alta definição em menos de cinco minutos e colaboração com colegas dispersados geograficamente.
A companhia espera que a disponibilidade de internet ultrarrápida motive os desenvolvedores a criarem novas aplicações não imaginadas antes.
O Google informou ainda que trata-se de redes experimentais que irão operar por meio de princípios "acesso aberto", de forma que os usuários terão a escolha do provedor de serviço e essas redes serão gerenciadas de forma aberta, transparente e não discriminatória.
Para o trabalho, o Google tem pedido envolvimento de parceiros da comunidade por meio de Request For Information (RFI). Oficiais do governo e membros de entidades públicas podem nominar suas comunidades para integrar os testes através do site do Google até 26 de março.
Fonte: It web
Projeto promete Android por R$ 250
February 11, 2010 - One commentSÃO PAULO - Uma parceria entre a fabricante de componentes eletrônicos STMicroeletronics e a Ericsson desenvolveu um projeto para fabricação de smartphones com Android de baixo custo.
O projeto da ST-Ericsson, como é chamada a joint-venture entre as companhias, prevê montar um kit básico de componentes que permita a integradores e fabricantes terceiros montar smartphones com Android que possam chegar ao consumidor final por um preço equivalente a R$ 250, sem impostos e subsídios.
O baixo custo, no entanto, não tira qualidade do dispositivo. De acordo com o projeto publicado no site da joint-venture, o gadget suportaria redes 3G no padrão HSDPA e poderia navegar na internet a velocidades de até 7.2 Mbps.
O custo divulgado inclui ainda características para embutir uma câmera de 5 MP no smartphone e permitir que ele realize funções como streaming de vídeo, acesso a e-mail e tenha tela sensível ao toque.
O uso do sistema operacional Android é uma sugestão das empresas, mas não algo obrigatório. O projeto permite ainda embarcar outros sistemas operacionais não proprietários, como plataformas baseadas em Linux. Uma opção, por exemplo, é o uso do Symbiam, sistema que equipa smartphones da Nokia.
A previsão dos parceiros é que integradores terceiros se interessem pelo projeto e coloquem no mercado Androids de baixo custo já no primeiro semestre deste ano.
A ST-Ericsson não cobra pelo uso de seu projeto. O objetivo da associação é lucrar com a venda de componentes eletrônicos para os fabricantes que adotarem a ideia.
O projeto se apoia nas projeções de que a venda de smartphones deve crescer em forte ritmo em todo o mundo nos próximos cinco anos, atraindo sobretudo consumidores de baixa renda para este mercado.
Fonte: Info Online
Sucesso em "Avatar", Canonical mira o mercado corporativo
February 8, 2010 - One comment
Nos bastidores de Hollywood, o Ubuntu já é um sucesso. Em "Avatar", filme do diretor James Cameron que já bateu todos os recordes de bilheteria, é ele o sistema operacional que dá apoio aos demais programas de efeitos especiais usados na ficção científica.
Sobre o Ubuntu, a empresa americana Weta Digital, responsável pelos efeitos do filme, despejou a infinidade de recursos que resultaram em uma produção em que cada minuto ocupa a surpreendente carga de 17,3 gigabytes de dados. Agora que conquistou o mundo imaginário criado por Cameron, o Ubuntu quer garantir seu espaço na "computação em nuvem", conceito segundo o qual os recursos de tecnologia da informação (TI) são acessados via internet, sem a necessidade de estar instalados nas máquinas dos usuários.
O Ubuntu - termo em banto-africano que significa "eu sou o que sou pelo que todos nós somos" - é um dos sistemas da família Linux, software gratuito e de código aberto, o que significa que pode ser usado e modificado por qualquer pessoa ou empresa. Por trás de sua criação está a inglesa Canonical, companhia criada em 2006 e que, em pouco tempo, se tornou uma das principais empresas de software livre do mundo, ao lado de Mandriva, Novell e Red Hat.
"A cada seis meses, nós lançamos uma nova versão do Ubuntu. A próxima versão, que chega em abril, vai trazer uma série de novidades para aprimorar o uso do sistema em ambientes de computação em nuvem", diz Maria Boneffon, diretora mundial da Canonical. A executiva, que visitou o país na semana passada, falou com exclusividade ao Valor.
Mais do que a própria Canonical, diz Maria, o que ajuda a transformar o Ubuntu em um sistema de porte é a comunidade de colaboradores que o software detém mundo afora. O Brasil, em particular, é protagonista no desenvolvimento do sistema. Com uma comunidade de desenvolvedores de 15,7 mil pessoas, o país é hoje responsável por 30% do total das comunidades que colaboram com o Ubuntu. Para a Canonical, uma empresa de capital fechado e que conta com apenas 300 funcionários no mundo, fica o papel de consolidar as atualizações e entregar as novas versões do software.
Com a escalada para a computação em nuvem, comenta Maria, a Canonical planeja se aproximar mais das empresas que pretendem adotar seu sistema ou já fizeram isso. "Hoje, em todo o mundo, há mais de 12 milhões de usuários do Ubuntu", diz ela. "A maioria desses usuários são pessoas físicas, mas temos expandido muito nossa presença entre as empresas e isso é uma tendência."
Na última sexta-feira, a Canical anunciou que seu fundador da Canonical, Mark Shuttleworth, vai ser substituído em março pela atual diretora de operações da companhia, Jane Silber. Em seu lugar ficará Matt Asay, um especialista em software livre que já passou pela Novell. Com a mudança, Shuttleworth pretende centrar-se mais na concepção do produto.
O interesse da Canonical em promover o Ubuntu entre usuários empresariais está atrelado aos contratos de serviços que esse tipo de cliente pode proporcionar. O acesso ao Ubuntu, seja uma versão para uso residencial ou uma edição destinada a rodar em um servidor - computador que gerencia os recursos de uma rede nas empresas -, é gratuito. O faturamento da companhia é gerado pelos serviços de suporte e manutenção.
"A maneira como as pessoas lidam com software está mudando radicalmente", comenta a executiva. "Empresas como Salesforce e Google estão acelerando esse processo e nós também fazemos parte desse caminho."
Em sua visita ao Brasil, Maria deu palestras fechadas para executivos e visitou clientes. Ela não revela nomes, mas afirma que a Canonical já fechou contrato com sete companhias de grande porte no país. A Canonical também tem se esforçado para embarcar o software nos equipamentos dos fabricantes de PCs e servidores. Em portáteis como os netbooks, a executiva afirma que o Ubuntu pode resultar em um produto até 40% mais barato que outro baseado no sistema Windows, da Microsoft.
A Canonical tem parceria com vários fabricantes fora do Brasil, entre eles Acer, Hewlett-Packard (HP), Dell e Toshiba. No país, por enquanto, o único parceiro local é a Meoo PC. "Estamos muito empolgados com as possibilidades de negócios no Brasil", diz a executiva. "A aventura só começou."
Trocando em miúdos
A principal característica dos programas baseados no modelo de software livre é permitir que o usuário manipule o código básico do sistema e faça adaptações conforme as suas necessidades. Uma vez que o usuário baixa um software desse tipo em seu computador, ele pode modificá-lo e distribuí-lo gratuitamente. As diferentes versões do sistema operacional Linux - que é o mais famoso no mundo do software de código aberto - concorrem principalmente com o Windows, da Microsoft. Pacotes de sistemas de produtividade, como OpenOffice, EasyOffice e StarOffice, também rivalizam com o pacote MS Office, da companhia de Bill Gates.
Boa parte da gratuidade do software livre, no entanto, está atrelada ao uso residencial desses sistemas. Nas empresas, onde o software livre também pode ser usado em servidores, sua adoção costuma ser acompanhada de um contrato de serviços de suporte e manutenção. A diferença é que, enquanto a Microsoft vende seus sistemas apoiada no tradicional modelo de licença por usuário, companhias como Canonical, Novell e Red Hat oferecem diferentes contratos de serviços. Para competir entre si, cada uma dessas empresas desenvolve seu próprio sistema Linux. A Canonical vende o Ubuntu, enquanto a Novell oferece o Suse e a Red Hat coloca nas prateleiras um sistema que leva seu nome.
Valor Econômico - SP, André Borges, 8 de fevereiro de 2010
Fonte: Serpro
Pai do Linux se abre para o super celular do Google
February 8, 2010 - 5 comments
Depois de Steve Wozniack, o novo astro nerd a referendar o superphone do Google, Nexus One, é Linus Torvalds. Criador do kernel (núcleo) do Linux, o finlandês elogiou o smartphone lançado em janeiro. Auto-declarado descrente com relação aos celulares inteligentes, Torvalds pode mudar de ideia, graças ao Nexus.
“Eu geralmente odeio telefones – esses são irritantes e incomodam quando se está trabalhando, lendo ou fazendo qualquer outra coisa – e um celular, para mim, é apenas uma oportunidade para você se irritar em qualquer lugar. Mas tenho que admitir que o Nexus One é um campeão”, escreve Torvalds.
Apesar do encanto, o Nexus não converteu Torvalds totalmente ao culto à mobilidade. Na verdade, o que mais atraiu o programador foi a unidade de GPS presente no aparelho.
“Eu não tenho mais a sensação de estar levando um celular comigo só para o caso de ter que falar com alguém. Agora eu tenho um dispositivo útil na mão. O telefone é secundário”.
Na entranhas, o Nexus One carrega o DNA do Linux com a plataforma Android, apesar de não rodarem, segundo o site Cnet, sobre o Linux, mas sim tendo como base uma camada parecida com Java, o Dalvik.
Fonte: ClicRBS
Congresso Internacional de Software Livre 2009
December 3, 2009
O Grupo de Usuários de Software Livre de São Paulo convida a todos profissionais de TIC ( Tecnologia da Informação e Comunicação), académicos, desenvolvedores, entusiastas, artistas culturais com propostas livres e envolvidos com cultura digital livre para participarem do 7º. Congresso Internacional de Software Livre.
O Conisli 2009 terá a presença do especialista Jon Maddog Hall, reconhecido mundialmente como embaixador e líder de Linux no mundo. Jon Hall Maddog será o responsável por aplicar a prova de LPI.
Dentro das atrações do Festival de Cultura Digital Livre, será lançado o Portal do Núcleo Musical Coletivo Digital, repositório que busca dar razão e publicidade a iniciativas artísticas e culturais que possam circular livremente pela rede mundial de computadores, com foco na música independente.
Data: 04/12/2009 e 05/12/2009
Local: MIS - Museu da Imagem e do Som [http://www.mis-sp.org.br]
Endereço: Av. Europa, 158.
Bairro: Jardim Europa
Cidade: São Paulo - SP
Código promocional 25% de desconto: e4ta72 (Comunidade CentOS-BR.org)
Mais informações: http://www.conisli.org.br
Fonte: Bestlinux


