Google abre código de Chrome OS para brigar com Windows e Linux em netbooks

November 19, 2009, by Stefanie Silveira - No comments yet

O Google oficializou nesta quinta-feira o sistema operacional Chrome OS, se posicionando como rival tanto do Windows, da Microsoft, como de distribuições Linux no crescente mercado de pequenos computadores portáteis, chamados também de netbooks. O Google não distribuiu versões de testes ou anunciou equipamentos que chegariam às lojas com o Chrome OS. O lançamento final do sistema está programado apenas para o final de 2010. Nesta quinta, o Google anunciou que ofereceria o código fonte do software para download no The Chromium Blog.

Com o lançamento, o Google se posiciona em mais um setor como concorrente direto da Microsoft - além de busca, navegadores e serviços de e-mail, o Chrome OS brigará frontalmente com o Windows 7, versão mais recente do popular sistema que tem uma edição especial para netbooks. Segundo o Google, o Chrome OS terá seu código totalmente aberto e desenvolvedores trabalharão no mesmo código que os profissionais do buscador.

Quando estiver finalizado, o Chrome OS não poderá ser baixado completo para ser instalado em netbooks ou laptops. O Google certificará equipamentos que fabricantes de hardware terão de obedecer para instalar o sistema em netbooks que pretendem lançar. O buscador defende a certificação como forma de manter a velocidade e segurança do sistema.

Netbooks, por exemplo, precisarão ter discos em estado sólido, não discos rígidos, teclados completos e chipsets para redes sem fio escolhidos pelo Google. Tecnicamente, o Chrome OS rodará em processadores x86 e ARM.

Interface baseada no browser

Em demonstração durante o anúncio oficial, a interface do Chrome OS se mostrou baseada totalmente na interface do navegador Chrome. "O Chrome é a pedra fundamental do que estamos fazendo aqui", afirmou o vice-presidente de gerenciamento de produtos do Google, Sundar Pichai.

"No Chrome OS, toda aplicação é uma aplicação online. Não existem aplicações convencionais - não se instalam ou atualizam programas. Trata-se sempre de uma URL. É apenas um browser com algumas modificações, algo muito simples de usar", explicou Sundar.

A interface do Chrome OS reproduz um browser, com abas fixas no canto esquerdo que levam usuário a seus serviços favoritos. No canto superior esquerdo, um menu traz ícones para aplicativos sugeridos pelo Google. Todos os dados criados ou gerenciados no Chrome OS são guardados na internet - a partição do disco de estado sólido do netbook voltada aos arquivos serve apenas de cache, para agilizar o acesso.

Segundo Sundar, o Chrome OS segue os mesmos três princípios que guiaram a criação do Chrome: velocidade, simplicidade e segurança. Como carrega uma versão modificada do Chrome, o sistema é totalmente carregado e está pronto para uso em 7 segundos, contra 45 segundos de equipamentos com sistemas operacionais completos, segundo o Google.

A partir do momento em que se baseia apenas em links para serviços online, sejam eles do Google ou não, o Chrome OS diminui consideravelmente o risco de infecções ou problemas de código que podem ameaçar a segurança do usuário. Quando o sistema encontra algum problema durante sua inicialização, o próprio Chrome OS identifica onde está o problema e se reinstalada automaticamente, sincronizando informações do usuário, como serviços mais usados.

Todos os arquivos gerenciadas a partir do sistema serão encriptados como forma de aumentar a segurança do usuário.

A execução de aplicativos específicos, como a que reúne contatos do usuário, ou de músicas que o usuário pretende ouvir será feita a partir de janelas pop-up abertas no canto inferior direito do Chrome OS, chamadas de "painéis" pelo Google.

Segundo Sundar, qualquer serviço online será suportado no Chrome OS.

Fonte: IDG Now!



Sun transmite conferência virtual sobre TI para a América Latina

November 19, 2009, by Stefanie Silveira - No comments yet

Evento marcado para o dia 25 de novembro é gratuito e vai apresentar o portfólio de soluções da empresa para segmentos da indústria.

A empresa de soluções em Tecnologia da Informação Sun Microsystems realizará o primeiro evento virtual ao vivo para a América Latina, na próxima quarta-feira, dia 25. Voltado a companhias que precisam de recursos de colaboração e interação entre funcionários e clientes, o evento mostrará um portfólio da empresa sobre virtualização, computação em nuvem e código aberto, entre outros tópicos.

A transmissão será feita para clientes do México, Colômbia, Argentina, Chile e Brasil, além de outros, que poderão acessar por meio de um software da empresa e entrar em contato com líderes, especialistas e executivos da indústria. A conferência será realizada no dia 25 de novembro, das 9h às 14h. O registro para participar do evento é gratuito e pode ser feito pelo site oficial. As instruções para assistir à transmissão são enviadas por e-mail após o registro.

Fonte: IDG Now!



Por que a Oracle batalha tanto pelo MySQL?

November 12, 2009, by Stefanie Silveira - No comments yet

A Oracle está permitindo que a aprovação das autoridades regulatórias à sua aquisição da Sun Microsystems, por 7 bilhões de dólares, demore meses, devido a uma controvérsia quanto a um banco de dados que a maioria dos usuários obtém gratuitamente.

O banco de dados MySQL, da Sun, embora minúsculo como fonte de receita, é importante para a Oracle porque pode ajudar a companhia a se expandir a novos mercados e melhorar sua posição competitiva diante da grande rival Microsoft, dizem os analistas.

A base de clientes do MySQL é formada por pequenas e médias empresas que utilizam a tecnologia para operar sites e armazenar dados de negócios. Os bancos de dados Oracle costumam se sair mal nesses mercados, e a empresa em lugar disso se concentra em grandes clientes corporativos.

"A base instalada da Oracle representa o Velho Mundo - o mercado existente de aplicativos empresariais. Mas existe todo um Novo Mundo que a Oracle não foi capaz de capturar," disse Marten Mickos, antigo CEO da MySQL.

Embora as autoridades dos EUA já tenham aprovado o acordo, os fiscais antitruste da União Europeia apresentaram nesta semana uma declaração de objeções, alegando que a transação prejudicaria a competição no mercado de bancos de dados, que movimenta 19 bilhões de dólares ao ano, caso a Oracle tomasse o controle da MySQL.

Essas preocupações causaram meses de atraso à transação, e resultaram em prejuízos que o presidente-executivo da Oracle, Larry Ellison, calcula em centenas de milhões de dólares.

A Oracle se recusa a ceder quanto ao MySQL, ativo que os analistas consideram possa ajudar a segunda maior produtora de software para empresas a se expandir rumo a novos mercados. Google, Amazon, Facebook e diversas agências de viagem online estão entre os gigantes da Web que usam software MySQL em seus sites, e esse é um mercado que a Oracle encontrou dificuldades para penetrar.

O MySQL, um produto de fonte aberta disponível para download gratuito na Internet, é o único programa de banco de dados de uma grande empresa disponível a custo zero. A Sun fatura oferecendo versões com recursos adicionais, e serviços como atualizações para corrigir defeitos.

Fonte: INFO Online



Europa refuta acordo Oracle-Sun

November 10, 2009, by Stefanie Silveira - No comments yet

Reguladores antitruste da União Europeia formalmente desaprovaram a compra da Sun Microsystems pela Oracle, iniciando uma batalha por um acordo que já foi liberado nos EUA. A famosa "declaração de objeções" que a Sun recebeu ontem da Comissão Europeia não é uma surpresa, já que os europeus já haviam expressado preocupações em relação à transação, temendo que ela prejudicasse a competição no mercado de base de dados.

A objeção, entretanto, aumenta a tensão sobre o destino do acordo, do qual a Sun precisa urgentemente, além de representar um desafio à administração de Obama, que até agora prometeu combater esquemas antitruste mas se vê contrariada por reguladores do antigo continente.

A incerteza rondando a transação está prejudicando gravemente a Sun, que vem perdendo participação no mercado para rivais como IBM e HP. Na semana passada a companhia revelou balanço trimestral negativo em 120 milhões de dólares.

Em documento entregue ontem à SEC, a Sun argumenta que a reprovação dos reguladores europeus é resultado de uma investigação preliminar e que a Comissão ainda não divulgou sua decisão final. Já a Oracle afirma que conversará com a Comissão para corrigir o que chama de "profundo mal-entendido" a respeito do mercado de ambas as companhias.

A UE respondeu hoje que a afirmação é "simplória e superficial". O porta-voz da Comissão, Jonathan Todd, disse que reguladores foram obrigados a investigar "uma série de reclamações de clientes dessas companhias expressando sua preocupação" sobre a possibilidade de a compra do software de base de dados open-source MySQL pela Oracle eliminar a concorrência no setor.

A Comissão Europeia tem até o dia 18 de janeiro do ano que vem para decidir se liberará ou não o acordo.

Fonte: INFO Online



Canonical certifica Solis para suporte ao Ubuntu no Brasil

November 9, 2009, by Stefanie Silveira - No comments yet

A Solis é a primeira empresa certificada a oferecer suporte oficial dos produtos da Canonical no Brasil. Fabio Filho, diretor da Canonical para a América Latina, assinala que o contrato com a Solis é um forte impulso para ajudar a Canonical a atender a crescente demanda dos serviços no país. As atividades já iniciaram em ritmo de grandes projetos, onde já está em andamento a migração dos servidores da Univates para Ubuntu, que a partir de agora conta com o suporte oficial Ubuntu fornecido pela Solis.

A Solis, Cooperativa de Soluções Livres, é uma cooperativa de serviços formada no início de 2003, com o apoio da Univates, Centro Universitário, em Lajeado, RS. Originada a partir de seu Centro de Processamento de Dados (CPD), é composta por um grupo de alunos, professores e ex-funcionários da Univates. A Solis implementa e desenvolve soluções tecnológicas livres para os mais variados setores da academia, indústria, comércio e serviços.