Grande mídia erra ao tratar Campus Party como feira de tecnologia

February 12, 2010, by Luis Henrique Silveira - No comments yet

 




Adeus? Que nada! É até breve!

February 8, 2010, by Vicente Aguiar - No comments yet

MarcelobComo muitos já devem saber, Marcelo Branco, diretor geral das três edições da Campus Party realizadas no Brasil, anunciou sua saída do cargo, o que ocorrerá no final deste mês. Nós, do blog oficial, fazemos questão de deixar claro à todos os leitores o quanto o Marcelo foi importante para o evento. Por isso mesmo, não diremos um adeus seco e sem graça, mas, sim, um até breve cheio de satisfação em reconhecimento pelo trabalho bem feito.

Marcelo Branco tem lugar mais do que assegurado na história deste que é o maior encontro físico da rede mundial de computadores no país. Agitador nato, dono de uma mente em eterna ebulição de idéias, ajudou a construir uma imagem de credibilidade e de força entre as principais figuras do evento: os campuseiros.

MarcelogilBatalhou para fazer da maior festa da comunidade digital brasileira um espaço, também, de debates sobre temas sociais. Trouxe para o seio do universo binário assuntos que nasceram muito antes, na era analógica, e sobre os quais tentamos há tempos argumentar e opinar em razão da sua relevância. Pois a Campus Party Brasil fez isso, e o fez, em boa parte, graças a Marcelo Branco.

Portanto, é com muita sinceridade que faremos nossas as palavras de Paco Regageles, presidente mundial da Futura Networks, ao desejamos muita sorte a ele em seu futuro profissional. Futuro este que, certamente, contará com novas participações na Campus Party Brasil. E tenham certeza: estaremos lá, de braços abertos, esperando por este bom amigo.

Valeu, Marcelo!

Tags: campus party brasil, Marcelo Branco

Fonte: Campus Party Brasil



Campus Party apresenta os games que poderão vir por aí

February 8, 2010, by Miguel Matiolla - No comments yet

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Clique aqui para ver o video da reportagem

Wii Spray, Space Invaders, Headbang Hero e DJ Hero são algumas possibilidades.

A Campus Party trouxe muitas novidades para os gamers. Os fãs dos jogos eletrônicos puderam experimentar protótipos que ainda nem chegaram no mercado brasileiro. Veja o que tem de novo e o que ainda pode ser lançado por aqui!

Já pensou em fazer um street art dentro da sua casa? Calma, não precisa sujar paredes para extravasar a criatividade. Com o Wii Spray, o usuário pode brincar de grafitar a TV usando esse controle. A tecnologia é baseada no próprio Wii. Aqui dentro desse suporte em forma de lata de spray fica o controle do console. Os comandos são bem intuitivos, é só selecionar a cor e a espessura do traço e rabiscar por aí. Para funcionar, o Wii Spray não precisa do videogame, ele utiliza Flash como plataforma em um PC convencional. O game ainda é um protótipo sem previsão para chegar ao mercado.

“É fácil, tem até os barulhinhos sonoros do Spray, tranqüilo de utilizar”, atesta Edward Neto

E quem falou que videogame é coisa de sedentário? Com esses jogos aqui é impossível ficar parado. Este você já conhece. É o Space Invaders em versão aumentada e interativa. A função do jogador é a mesma: matar o os invasores. Mas agora é você mesmo quem atira contra o inimigo. Para acerta-los é preciso jogar as bolinhas contra a tela. Parece simples, mas a brincadeira pode cansar aqueles que estão acostumados com os comandos simples do Atari.

O Headbang Hero é um primo distante do famoso Guitar Hero. Neste protótipo, ao invés de tocar a música, você vai ganhar pontos por curtir ao máximo as faixas do game. O jogo consiste em “bater cabeça” como se você estivesse em um verdadeiro show. Os pontos são adquiridos de acordo com a intensidade e rapidez da sua movimentação. Para jogar, o usuário precisa vestir uma peruca que tem tecnologia Wi-Fi sensível ao movimento. Ao final, o jogador recebe um relatório com sua pontuação e com um gráfico mostrando os danos causados pelo headbanging.

“Eu teria o game em casa e só teria um problema; eu jogaria muito e acho que começaria a ter torcicolo”, brinca Daniel Vieira

A Campus Party também antecipou um game que já passou da fase de protótipo e logo logo está chegando às prateleiras: é o DJ Hero. Aqui o usuário pode brincar de scratches e tocar remixes de músicas consagradas. O sistema também é parecido com a versão feita para guitarras. O jogador precisa acertar o tempo certo das notas para garantir a maior pontuação. Para jogar, o DJ Hero dispensa controles convecionais e aposta em um equipamento próprio e bem diferente.

A feira já acabou, mas muitas idéias interessantes apareceram por aí. Agora é só esperar pra ver o que de fato pode deixar de ser projeto e chegar até as nossas casas.

Fonte: Olhar Digital



Cientista brasileiro da Nasa aposta na abertura do conhecimento

February 1, 2010, by Miguel Matiolla - No comments yet

Cnt_ext_258559Em um sábado (30) de movimento bem menor, Marcos Figueiredo, engenheiro que trabalha no desenvolvimento de tecnologias computacionais para melhorias de satélites da Nasa (agência espacial norte-americana), marcou presença na Campus Party Brasil. Entusiasta do software livre, ele defende a abertura de conhecimento espacial para um bem comum: tornar o programa espacial mais avançado com o compartilhamento de informações.



No entanto, não será uma tarefa fácil. Segundo Figueiredo, existe o que ele chama de "cultura do segredo" impedindo o desenvolvimento tecnológico nessa área. "Os projetos são repetitivos", afirma. "Se eu falar em abertura [de conhecimento] em uma convenção espacial, vão achar que isso é uma heresia".

Isso significa também que, duplicando os esforços para um objetivo, implica-se em gastos ainda maiores. Mas existem consequências de se abrir um conhecimento tão avançado. "A mesma tecnologia utilizada para lançar foguetes pode ser usada para lançar bombas", explica. Por isso mesmo, segundo o cientista, é preciso uma abertura consciente, mas não irrestrita.

Corrida no espaço

A indústria espacial, segundo dados apresentados por Figueiredo, gasta um total de US$ 257 bilhões em 2008. O governo é responsável por 32% desse investimento, com 68% para a indústria privada (por meio de satélites de comunicação, sistema GPS, entre outros). Somente a Nasa é responsável por US$ 17,3 bilhões, com a ESA (agência espacial europeia) com US$ 4,7 bilhões. O Brasil, por sua vez, gastou US$ 130 milhões nesse período.

Isso não significa, no entanto, que o país não possa desenvolver projetos pioneiros. O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) tem projetos com software livre que podem viabilizar, segundo o cientista da Nasa, o desenvolvimento tecnológico aeroespacial. Diferentemente do Estados Unidos, onde um projeto chamado "Flight Linux", que colocou em funcionamento um satélite com o sistema operacional de código livre, foi proibido por conta de uma lei que obriga a utilização de sistemas protegidos.

Inclusão digital

"A legislatura dos países não avança tão rápido quanto as tecnologias, mas elas acabam forçando a mudança das leis", analisa. Por isso, fala da iniciativa brasileira de telecentros, que fornecem internet a comunidades carentes e fora dos grandes centros urbanos. Para o engenheiro, elas são a ferramenta ideal para fornecer acesso e promover a inclusão digital.

Figueiredo promoveu a instalação de telecentros conectados via satélite no Alto Jequitinhonha, nordeste de Minas Gerais, Estado onde nasceu. E um caso em especial lhe dá mais orgulho: o de Eva, uma moradora local que, após a passagem do cientista, utilizou a internet para se formar no curso superior de pedagogia. "Estamos criando incentivo para que haja pessoas qualificadas, estudando para realmente poderem ajudar", disse.

Fonte: Band



Estande da Telefônica traz o Mitos e Verdades

January 29, 2010, by Miguel Matiolla - No comments yet

MitosHoje, às 19h30, o estande da Telefônica na Área Expo traz para os visitantes as incríveis proezas do Mitos & Verdades, um clássico da Campus Party Brasil que ganhou destaque nas últimas edições por conta da irreverência de seu mentor, Carlos Alexandre Duarte, ou Doc. Brown, ou Xandelly…enfim, como quiser chamá-lo, ele o atenderá com muito estilo.

Sobre o Mitos & Verdades

O Mito ou Verdade surgiu a partir da Primeira Edição do Campus Party Brasil em 2008, onde Carlos Alexandre Duarte, (apelido Xandelly) após realizar algumas palestras no maior encontro Brasileiro de Internautas recebeu algumas centenas de emails, pedindo ajuda, solicitando informações, pesquisas, e etc.

Nesta época, Xandelly percebeu que existia muita gente precisando ser ajudada a tomar decisões ou orientar em algum caminho a ser seguido. Todo os emails foram respondidos prontamente, mas acabou se tornando uma imensa e gigantesca bola de neve. Foi decidido, então, criar uma comunidade, um Fórum para que todos pudessem interagir, enviar suas dúvidas através dos tópicos e, assim, irem caminhando.

Além de ficar registrado no fórum, serviria de ótima base de dados pública para compartilhar com milhares de internautas. Assim, foi criado, em Julho de 2008, o Fórum OVERBR, ao qual, no começo do ano de 2009, agregou-se o Portal BrasilPCs, se tornando referência para os entusiastas e amigos que buscavam maiores conhecimentos em Tecnologia, Hardware e Overclock. Em pouco tempo o Fórum se tornou referência Nacional para os Entusiastas (usuários que fazem e praticam Overclock em computadores).

Dê uma conferida e divirta-se!

Tags: Mitos & Verdade

Fonte: Campus Party Brasil