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Jornalismo no Rádio, TV e Internet

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Paulo Marcos

Paulo Marcos
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Paulo Marcos no Rádio, TV e Internet

27 de Maio de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Paulo Marcos, radiojornalista formado em Rádio e TV pela UNEB. Especialista em rádio, TV e comunicação digital junto a jovens e lideranças do movimento social. Coordenador da Rádio Barreiros/ADASB. É empreendedor individual e através da produtora NaCangaia presta serviços nas áreas de vídeo, fotografias e radiojornalismo.

Spot - Romaria das Mulheres - Paulo Marcos

4 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Participe da 2ª Romaria das Mulheres, dia 11 de setembro de 2010, em Bom Jesus da Lapa.

Tema: Mulher e Cidadania

Lema: Lutaremos em marcha até que todas sejam livres!

Uma realização da Comissão dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa da Bahia

Apoio: Santuário de Bom Jesus da Lapa
Paróquia local e movimento de mulheres do Oeste baiano.

Informações: 71.9198 9409 e 8812 3658 - Ouça

Spot - Romaria das Mulheres (00:49)
Paulo Marcos
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Sobre Política e Aranhas - Por Flávia Amâncio

4 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Estava pensando sobre política. E depois de algumas reflexões, cheguei a conclusão que o "fazer" política é parecido ao processo das aranhas em "fazer" a teia. E depois, pesquisando sobre como as aranhas constroem suas teias percebi que existe um tipo de aranha que caracteriza a política atual: é a viúva-negra. Ela produz um tipo de teia com desenhos irregulares, difíceis de se identificar. Totalmente individualizada.

Não se parece geometricamente com uma construção. Exatamente como na política atual. Não estamos construindo nada para o coletivo. Cada construção da teia política é pensando na projeção política “teiológica” de cada um. Existem algumas raras, raríssimas exceções.


Bem, temos outro tipo bem conhecida, a chamada aranha caranguejeira, produz a teia densa e no chão que serve como esconderijo. Todas tem um objetivo, prender suas presas, morar nelas e ter um ninho nupcial. Há algo na política que passa por esse processo, primeiro você tem um processo de encantamento, enamorarmento, passa a “fazer” a política por ideologia, utopia, sonhos, bem coletivo, lutar pelos menos favorecidos, pela poesia da política, depois alguns começam a morar nessas teias, começam a gostar, percebe que muitos sonhos são irreais nessa empreitada.

O que vale mesmo é a negociação, é jogar o jogo que rola, e aí começa a fazer o processo de mumificação das ideologias e tudo o que regia a política ideológica, o bem comum. E passamos para o processo de identificação com os que antes não fazem parte da nossa teia porque temos que fazer parte do processo. Temos que operacionalizar. Então vamos tecer como as viúvas-negras. Traficar influência, negociar postos de trabalhos, favorecer possíveis cabos eleitorais, e muitas ferramentas operacionais que antes não constavam em nosso “modus operandi”.


Por fim, as coitadas das aranhas e suas teias devem estar tristes agora pelo fato da comparação.

 

por Flávia Amâncio - Educadora de Conceição do Coité- BA, formada em Letras (UNEB) e Pós Graduada em Estudos Literários (UNEB).



Participe da 2ª Romaria das Mulheres, dia 11 de setembro de 2010

4 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Romaria04-08



Dominguinhos vence Prêmio Shell de Música 2010

4 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Dominguinhos é o vencedor do Prêmio Shell de Música 2010, anunciado na manhã desta quarta-feira. A entrega do prêmio será realizada no Rio de Janeiro e Dominguinhos será homenageado com um show comemorativo.

O músico receberá ainda um troféu desenhado pelo joalheiro Caio Mourão e um prêmio de R$ 15 mil.

Com mais de 50 anos de carreira, Dominguinhos, 60, é autor de grande sucessos populares como "De Volta pro Aconchego" e "Eu Só Quero um Xodó". Ele já recebeu o prêmio Grammy Latino de Melhor Disco Regional.

A premiação foi definida por um júri de personalidades ligadas à música, como a cantora Mariana Aydar e o jornalista da Folha Marcus Preto.

Em 2009, o vencedor do Prêmio Shell foi o cantor Ney Matogrosso.

Divulgação
Dominguinhos é o vencedor do Prêmio Shell 2010
Dominguinhos é o vencedor do Prêmio Shell 2010


plug_culura_bahia # 172

4 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda
#172
03 de agosto de 2010

Animaí! 2010 – 4ª edição apresenta panorama da produção nacional em animação

Durante uma semana, a partir de domingo, 8 de agosto, e até o sábado seguinte, dia 14, a Bahia recebe a extensa programação de mostras, seminários e oficinas do Animaí! 2010 – IV Encontro Baiano de Animação. O projeto se instala em espaços da capital, com entrada franca nas Salas Walter da Silveira e Alexandre Robatto, Foyer da Biblioteca Pública do Estado da Bahia e Galeria Xisto Bahia, ou a preços populares (R$ 2 e R$ 1) no Espaço Unibanco de Cinema Glauber Rocha, além de centros de cultura de 11 cidades do interior baiano, totalmente gratuito. Veja aqui.

Professores das comunidades Quilombolas vão passar por processo de capacitação

Curso voltado para o ensino das relações étnico-raciais contemplará 200 educadores de 20 comunidades quilombolas em oito territórios de identidade. Os municípios de Maragogi-
pe, Cipó e Vitória da Conquista serão os primeiros a receber o curso do Projeto Irê Ayó. Veja aqui.

Biblioteca Pública do Estado da Bahia - Rumo ao Bicentenário

No dia 4 de agosto de 1811 a Biblioteca Pública do Estado da Bahia (BPEB) foi aberta ao público com o nome de “Livraria Pública da Bahia”. Para come-
morar essa data, a Fundação Pedro Calmon/ Secult realizará uma série de eventos. Veja aqui.

Cultura e Desenvolvi-
mento Sustentável é tema de Videoconfer-
ências. Veja aqui.
Palácio Rio Branco recebe 400 visitantes por dia. Veja aqui.
Cessão de pauta gratuita em espaços culturais da FUNCEB. Veja aqui.
ROMANCE – Baseada no conto do moçambicano Mia Couto, monta-
gem "Mar me Quer brinca de amor", em cartaz no Teatro Vila Velha, conta a história de um homem apaixonado por uma mulher mais velha. Veja aqui.
Funarte divulga resultados de mais de 20 editais de fomento. Veja aqui.
Prorrogado o prazo para envio de ensaios literários para o edital Rumos Literatura. Veja aqui.
Correios abre edital para Artes Cênicas, Artes Integradas, Humanidades, Audiovisual e Música. Veja aqui.
Acompanhe os resumos diários de Apoio a Projetos. Veja aqui.
O MAB entra no circuito do A Gosto da Fotografia e recebe a mostra "O Calei-
doscópio e a Câmera", com obras do fotógrafo paulista Boris Kossoy. Veja aqui.
Inscrições abertas para residência artística em diversas áreas na Holanda. Veja aqui.
Inscrições abertas para o 5º Encontro de Artistas na Ilha de Itaparica. Veja aqui.
Chapada recebe oficinas de Educação Patrimonial até setembro. Veja aqui.
Núcleo de Teatro do TCA inscreve para oficinas de figurino, cenografia e iluminação. Veja aqui.
Este site traz notícias, agenda de eventos, galeria de vídeos e muitas informações do mundo da capoeira. Nele se encontra ainda opções para interatividade, incluindo jogos online, além de serviços como classificados, lista de academias e métodos de ensino. Veja aqui.
Caso não deseje receber mais os informativos do Plug Cultura
envie um email para: ascom@cultura.ba.gov.br e solicite o seu descadastro.


Nota de esclarecimento do MOC (Movimento de organização comunitária). Sobre a resportagem publicada ontem (03/08) no jornal A Tarde

4 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

A edição de A TARDE do dia de hoje (03.08.2010) veicula uma reportagem intitulada: “Governo iniciado em 2007, repassa 307 milhões para ONGS e fundações sem licitações.” No decorrer da reportagem menciona-se amplamente e por extenso o MOC - Movimento de Organização Comunitária -, comentando os convênios celebrados pelo MOC com o Governo do Estado desde 2007, dando-se a impressão, ao leitor menos atento de que teria havido protecionismos e coisas que o valham, fato que não atinge, em absoluto, o MOC.
Sobre a reportagem, no uso do seu direito de resposta, o MOC quer explicitar o seguinte:
I – O MOC celebrou, é verdade, convênios com o Estado da Bahia, na gestão iniciada em 2007, como o fez em outras gestões.  Não vemos nisso nenhum crime. Ao contrário, é nossa leitura que o acesso aos recursos públicos pelas ONGs, desde que dentro e respeitando os tramitem legais, é direito das ONGs, que todo país civilizado respeita. E não nos consta que os convênios celebrados com o MOC tenham ocorrido fora da lei.
II – No processo específico de acesso a recursos estaduais, o MOC gostaria de ressaltar o que se segue:
1.      A história do MOC, em convênios com o Estado da Bahia, não é de hoje. Nos primórdios de sua existência, o MOC celebrou vários convênios com a extinta LBA (Legião Brasileira de Assistência), que sempre trabalhou com recursos Federais. Na seqüência, a partir do ano 2000, o MOC celebra convênios com o Estado da Bahia, nos seguintes âmbitos:
1.1. Qualificação Profissional de Agricultores e Agricultoras e de pessoas de comunidades da periferia de Feira de Santana, num total de 07 contratos e valor global de R$1.010.749,00 (hum milhão, dez mil, setecentos quarenta nove reais), convênios iniciados em 2000.
1.2. Convênios celebrados entre o MOC e o Governo do Estado, especialmente pela antiga Secretaria do Trabalho, Assistência Social e Esporte, num total de 04 convênios, iniciando-se em outubro de 2001 até dezembro de 2005, no valor global de R$ 10.004,037 (dez milhões e quatro mil reais e trinta e sete reais), voltados para a geração de renda de famílias, do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil. Curiosamente, num espaço também de quatro anos, celebraram-se convênios, quase que no mesmo valor dos acontecidos no Governo iniciado em 2007.
1.3. Há outros convênios ainda, de menor valor, com a CAR (Companhia de Ação Regional) antes de iniciado o Governo iniciado em 2007.
1.4.O MOC nem se sentiu “aparelhado”, nem pelos Governos anteriores, e não se sente “aparelhado” pelo Governo iniciado em 2007, na celebração destes convênios, pelas seguintes razões:
a)  Os convênios firmados o foram estritamente dentro das leis existentes, com análise a partir dos setores técnicos competentes das respectivas secretarias, análise da Procuradoria Geral do Estado.
b) O MOC apresentou outras propostas que foram vetadas pelos procuradores/e ou setores técnicos, o que mostra isenção do Estado em aprovar ou não às propostas.
c) Dentre propostas ou editais veiculados pelo Governo, não concorremos a alguns, porque avaliamos que não condiziam com nosso modo de ver e fazer as coisas.
d)  Não se comprova nenhuma postura do MOC utilizando os recursos dos convênios para fins políticos partidários em nenhum espaço.
e) Não há nem nunca houve, nem da parte dos Governos anteriores e nem da parte do atual Governo do Estado, exigência do Governo de “contrapartidas” que signifiquem ações político-partidárias, a serem executadas com recursos dos convênios. O MOC sempre se resguardou destas possibilidades e, mais que isso, sempre manteve sua postura critica, tanto nos Governos anteriores, quanto no atual, no sentido de explicitar suas discordâncias com as gestões em curso, e apresentar suas sugestões de ação e de políticas. Na nossa história de mais de 40 anos de existência, nunca aceitamos convênios e contratos que fossem, para nós, “mordaças” que impedissem a nossa ação e a nossa leitura da realidade e nossa liberdade de discordar.
III – No que se refere a outros aspectos da nota, gostaríamos de expressar:
1. O MOC não se nega a fazer pronunciamentos sobre o assunto. Seu Diretor Presidente, Prof. José Jerônimo de Morais, não dá expediente diário na Instituição e, nos seus telefones residenciais não recebeu ligações de A TARDE.
2. Ligamos hoje pela manhã para a redação de A TARDE, em Salvador, procurando agendar uma audiência com o Prof. Edvaldo Boaventura. Queríamos levar a ele este nosso documento e outros que se façam necessários, mas esta audiência somente foi possível para amanhã, às 10:00h.
3. Na diretoria do MOC há petistas, como há filiados de outros partidos, como há pessoas que não se filiaram a nenhum partido. Mas a filiação a este ou aquele partido não é critério para ser diretor do MOC. Na nossa leitura, a filiação partidária é um direito das pessoas como cidadãs, garantido pela Constituição Brasileira e que materializa a pluralidade característica da nação brasileira e as várias propostas de Brasil que estão em disputa na sociedade. A Diretoria do MOC não dirige o MOC na perspectiva de acorrentá-lo a este ou àquele partido, mas sim na perspectiva de que o MOC possa desempenhar a contento a sua missão.
4. Os projetos de cisternas, aprovados por duas vezes na SEDES, não foram e não são resultado de disputas entre ONGs. Eles foram sempre apresentados e debatidos no âmbito da ASA - Articulação no Semi-árido Brasileiro - envolvendo cerca de 13 organizações da ASA e construídos em comum.
5.      O Prof. Ildes Ferreira de Oliveira não é e nunca foi Diretor do MOC. Ocupou a Secretaria Executiva há mais de 20 anos atrás. Para o MOC foi uma honra o convite feito a ele pelo Governador Jacques Wagner, para integrar sua secretaria. Tivemos com a SECTI um pequeno projeto, executado e prestado contas, nos tramites legais, assim como elaboramos outras propostas, rejeitadas pela secretaria.  Os projetos em questão seguiram a tramitação normal do Estado para tal fim. O Prof. Ildes efetivamente retornou ao MOC, depois de deixar a Secretaria de Ciência e Tecnologia. Na nossa leitura, não aproveitá-lo nos seus quadros, de onde estava licenciado, seria no mínimo insensatez, considerando a sua longa trajetória na organização e a experiência que pode contribuir para a construção da cidadania.
6. O projeto “Fortalecendo Direitos e construindo redes sobre os Direitos das Crianças e Adolescente” foi um convênio ao qual o MOC teve acesso através de um edital público do Conselho Estadual da Criança e do Adolescente, tendo sido classificado na disputa do edital. Em verdade, são recursos da Petrobrás, doados ao Fé Criança para efetuar trabalhos e convênios que dinamizem os direitos das crianças e adolescentes.
Subjacente a todo este debate, a nosso ver, estão algumas questões que merecem ser refletidas não preconceituosamente, mas de modo democrático:
a) O debate político partidário eleitoral e a cultura brasileira de buscar, mesmo onde eles não existem, escândalos que fragilizem os adversários;
b) A suposição, infundada e preconceituosa, de que o acesso das ONGS aos recursos públicos significa obrigatoriamente falcatrua e ladroagem. Esta é uma questão que a imprensa e a sociedade brasileira têm que amadurecer.
c) A ausência de uma legislação mais acurada de acesso aos recursos públicos por parte de Organizações da Sociedade Civil, onde se expressem as condições e processos dentro dos quais isso pode se dar.
d) O desconhecimento intencional ou circunstancial do real papel das Organizações da Sociedade Civil, na construção da democracia e desenvolvimento do país, quer em processos educacionais com a população, quer na proposição, execução e controle social de políticas não contribui para esse desiderato. A história do Brasil mostra o incomensurável papel das ONGs nestes campos.
Feira de Santana, 03 de agosto de 2010.
José Jerônimo de Morais
Diretor Presidente



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