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Jornalismo no Rádio, TV e Internet

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Paulo Marcos

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Paulo Marcos no Rádio, TV e Internet

27 de Maio de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Paulo Marcos, radiojornalista formado em Rádio e TV pela UNEB. Especialista em rádio, TV e comunicação digital junto a jovens e lideranças do movimento social. Coordenador da Rádio Barreiros/ADASB. É empreendedor individual e através da produtora NaCangaia presta serviços nas áreas de vídeo, fotografias e radiojornalismo.

Barragem de São José do Jacuípe opera com 19% da capacidade

5 de Novembro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 1Um comentário

A produção de uma reportagem sobre o apoio do Sicoob Sertão a agricultores familiares do Projeto de Irrigação Jacuípe, em Várzea da Roça, levou a equipe do Núcleo Pensar Filmes à Barragem João Durval Carneiro, mais conhecida como "Barragem de São José", nesta sexta-feira, 5 de novembro de 2010.

A barragem que foi construída em meados da década de 1980 pelo Governo do Estado e está localizada nos municípios de São José do Jacuípe e Várzea da Roça. É a mais importante barragem do Jacuípe e a terceira maior da Bahia.

A capacidade da represa é de 355 milhões de metros cúbicos de água, mas conta em média com 130 milhões de metros cúbicos. "Ela só chegou a capacidade máxima quando construiu em 1985", informou Roniedson Carneiro, que trabalha no Projeto de Irrigação do Jacuípe.

 

Um técnico da Companhia de Engenharia Ambiental da Bahia (Cerb), que atua no local, informou que a barragem no momento opera com capacidade reduzida. Segundo ele, o ideal era operar com 50% da capacidade, mas só conta com aproximadamente 19%. "Tem vez que chega até 30 ou 32%, mas a evaporação consume a água muito rápido", falou o técnico. Ele disse ainda que a bacia de monitoramento da evaporação que é acompanhada pelos órgãos superiores por satélite está consumindo 270 litros de água em oito dias.

O segundo maior consumidor de água é o Projeto de Irrigação do Jacuípe que atende a 110 lotes de 03 hectares cada no município de Várzea da Roça. Os estudos hidrológicos realizados sobre a capacidade de atendimento do reservatório da barragem do Jacuípe concluíram que se pode irrigar 1.300 hectares, porém no projeto decidiu atuar em 1.002. Com três etapas já implantadas totalizando 330 hectares irrigados, o projeto, que teve início em 1998, só atingiu até o momento 35%. Esse é o tema de uma nova reportagem que o Pensar Filmes irá disponibilizar nos próximos dias.

O por fim, o terceiro maior consumidor da água são os seres humanos que habitam mais de 20 municípios dos Territórios da Bacia do Jacuípe e do Sisal e recebem em casa através de tubulação. Como as águas do Rio Jacuípe apresentam salinidade alta um novo projeto está em andamento na região: com recursos da Embasa e do Governo do Estado, serão investidos R$ 59,3 milhões para interligar a Barragem de Pedras Altas ao Sistema de Abastecimento de Água do Sisal.

Confira as fotos | Fotos: Paulo Marcos | Pensar Filmes.com



Adelmario Coelho recebe o título de Cidadão Juazeirense

4 de Novembro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

O forrozeiro Adelmario Coelho recebeu o título de Cidadão Juazeirense durante a solenidade de outorga na realizada ontem quarta-feira (03/11). O projeto é de autoria do Vereador da cidade, Damião de Almeida Medrado que concede o título ao artista. A sessão solene aconteceu na Casa Aprígio Duarte Filho, na Câmara de Vereadores de Juazeiro com a presença de familiares e amigos do forrozeiro.

Nascido em Barro Vermelho, distrito de Curaçá-BA, a 100 Km de Juazeiro, Adelmario Coelho é muito querido por onde passa principalmente em território juazeirense, por ter um público que o admira, desde o início da carreira.

Ao longo de 16 anos de estrada, Adelmario Coelho é reconhecido pelo seu profissionalismo, carisma e uma alegria contagiante. Dono de uma voz marcante, ele também se destaca por explorar a sanfona, o triângulo e a zabumba, tradicionais instrumentos do ritmo nordestino. “Fico honrado e muito contente por esse título, já que o povo de Juazeiro sempre me apoiou e acompanhou o meu trabalho”, comentou Adelmario Coelho.




TSE anula os votos do Norte e Nordeste

3 de Novembro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Dilma venceria sem o Nordeste

Números mostram que petista ganharia a eleição mesmo se só fossem computados os votos do Sul, Sudeste e Centro-Oeste

02/11/2010 | 00:05 | Heliberton Cesca

É inegável que os votos das regiões mais pobres do país – Norte e Nordeste – consolidaram a ampla vantagem de 12 milhões de votos que Dilma Rousseff (PT) teve sobre o seu adversário do segundo turno, José Serra (PSDB), na eleição presidencial deste domingo. Porém, mesmo se tivesse saído dessas duas regiões sem qualquer vantagem, a nova presidente do Brasil garantiria a vitória. Ou seja: a diferença que Dilma fez em Minas Gerais, Rio de Janeiro e no Distrito Federal já seria suficiente para anular as perdas que teve em todos os estados onde Serra ganhou.

Considerando apenas os votos do Centro-Oeste, Sul e Su­­deste, Dilma teria 33,2 milhões de votos contra 32,9 milhões de Serra – uma diferença de apenas 275 mil votos, mas que daria a Presidência à petista. Dilma venceu no Sudeste com um diferença de 1,6 milhão de eleitores e, por isso, neutralizou as vitórias de Serra nos estados do Sul, onde ele teve vantagem de 1,2 milhão de votos, e no Centro-Oeste, região em que a diferença pró-Serra foi de apenas 129 mil votos (veja mapa nesta página).

Serra ganha no PR; e PT na maioria das cidades

A presidente eleita, Dilma Rousseff, perdeu a eleição no Paraná neste domingo. Seu adversário, José Serra, fez 3,2 milhões de votos (55,4%) contra 2,5 milhões (44,5%) da petista. No entanto, Dilma venceu no maior número de municípios paranaenses. Ela conseguiu mais votos do que o tucano em 212 dos 399 municípios do estado e teve vantagem especialmente em três regiões: Sudoeste, Centro-Sul e Vale do Ribeira.

Serra venceu no Paraná, principalmente, devido ao desempenho que teve nas grandes cidades, como Curitiba e Londrina. Já Dilma levou vantagem nas pequenas cidades paranaenses, o que mostra uma maior identificação desses locais com a plataforma da petista.

No Sudoeste e Centro-Sul, Dilma Rousseff ganhou em quase todas as cidades, que juntas somaram 289,7 mil votantes para a candidata. Na região Sudoeste, ela fez 176,1 mil votos (60,8%) contra 113,5 mil (39,2%) de Serra. Já no Centro-Sul, dos 290,1 mil votantes, 165,2 mil votos (56,9%) foram dados a Dilma e outros 124,9 mil (43%) para o tucano.

Per capita

No Vale do Ribeira, Dilma venceu em cidades com renda per capita abaixo da média estadual e com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), como Doutor Ulysses e Adrianópolis. Para o cientista político e professor de Sociologia da Universidade do Norte do Paraná (Unopar), Marco Rossi, essa preferência é reflexo da atuação dos programas de transferência de renda mantidos pelo governo federal. “Ali concentra-se a massa de beneficiados do Bolsa Família. É onde o governo federal atua de forma mais forte”, afirma Rossi.

Agricultura familiar

Já nas regiões Sudoeste, Centro-Sul e parte da região Oeste (onde a votação foi apertada com vantagem de Serra), o professor acredita que as políticas federais de auxílio à agricultura familiar pesaram. “São regiões onde o MST tem presença muito forte e houve incentivos, através do Banco do Povo, para a compra de tratores, financiamentos e subsídios agrícolas”, afirma. (HC)

Dessa maneira, cai por terra o argumento de que foram apenas o Nordeste e o Norte que garantiram a eleição de Dilma. É o que diz o cientista político Ricardo Costa de Oliveira, da UFPR. “A interpretação de que Dilma teve uma vitória ‘geográfica’ é um pouco enganosa”, afirma.

A campanha de Dilma conseguiu dois trunfos para isso. O primeiro foi garantir a vitória em dois estados importantes do Sudeste: Minas Gerais e Rio de Janeiro. Juntos, os dois estados tiveram 18,8 milhões de votantes. E 11,1 milhões deles (59,3%) votaram em Dilma, contra outros 7,6 milhões (40,6%) que preferirar Serra. A segunda vantagem dela foi dividir o eleitorado nos demais estados. Exemplo mais claro disso é São Paulo. Apesar de ser o principal reduto político de Serra, o estado teve uma votação menos elástica do que poderiam prever os tucanos. Serra venceu no estado com 12,3 milhões de votos (54%) contra 10,4 milhões (45,9%) da petista.

Arranjos regionais

A professora e cientista política da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Maria do So­­corro Braga, acredita que este desempenho de Dilma nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste é reflexo dos arranjos políticos regionais. Para ela, a votação em São Paulo foi apertada como a eleição para governador, em que Geraldo Alckmin (PSDB) conseguiu a vitória depois de uma disputa forte com o candidato petista Aloizio Mercadante (PT).

Já em Minas, a vitória da petista se deveria ao pouco em­­penho de Aécio Neves (PSDB) – principal liderança estadual, ex-governador e senador eleito – na campanha de Serra. Para ela, a vitória do PSDB no Sul e Centro-Oeste deve-se a forte identificação do agronegócio com o candidato. “Ele enfatizou muito esse assunto de produção, do escoamento (da safra). Isso gerou uma linha do agronegócio (a favor de Serra), que começa em Roraima, passa pelo Centro-Oeste e vai até o Sul”.

Já o cientista político da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Wilson Ferreira da Cunha, considera que o “uso da máquina”, ou seja, de funcionários e da estrutura do governo federal na eleição, explica o desempenho de Dilma nas três regiões. Outra explicação, no entendimento do especialista, é que Minas Gerais e Rio de Janeiro são estados que recebem muita transferência direta de renda com os programas sociais. “Existe muita pobreza (nos dois estados). Isso reflete na exploração pelo Bolsa-Família”, afirma o professor.

Fote:

http://www.gazetadopovo.com.br



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