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18 de Novembro de 2013, 12:25 , por Vagner Lima - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

A capacidade de armazenamento do DNA

23 de Janeiro de 2014, 0:56, por Vagner Lima - 0sem comentários ainda

 

 

                 



O que ganho ao compartilhar?

29 de Dezembro de 2013, 23:10, por Vagner Lima - 0sem comentários ainda

 Esta pergunta se encaixa na terceira liberdade do Manifesto do Projeto GNU do Richard Stallman: A liberdade de melhorar o programa e de tornar as modificações públicas de modo que a comunidade inteira se beneficie da melhoria".

Pode-se afirmar que ao criar ou modificar um código de um software de código aberto e compartilhar para a comunidade se ganha satisfação pessoal. Mas, e aí? Isso realmente basta? Qual a real motivação para compartilhar gratuitamente um código de própria autoria e por que as quatro liberdades criadas por Richard conquistaram e conquistam tantos adeptos?

O conhecimento adquirido com o desenvolvimento de software e a visibilidade são pontos bastante impactantes no compartilhamento do código de forma gratuita. A oportunidade de se envolver com grandes projetos de Software Livre mantém o interesse do desenvolvedor em compartilhar seu conhecimento. Para que isso funcione o desenvolvedor tem que se manter sempre motivado, acreditar no projeto e vê-lo crescer. Isso nem sempre acontece e por este motivo tantos projetos “morrem” no meio do caminho.

Significado da palavra “compartilhar”: participar de alguma coisa, partilhar algo com alguém. No Manifesto está escrito que programadores podem se tratar como amigos, compartilhando aquilo que sabem e o que acabaram de descobrir. Não se faz necessário assinar termos de sigilos e tirar dúvidas com um grupo restrito de pessoas.

Há outras formas de compartilhar num projeto de Software Livre além de código. Num projeto grande tem equipes de gerenciamento, análise, teste, etc. Basta ter interesse e envolvimento para compartilhar conhecimento em um projeto de Software Livre.

Isso parece filosófico demais, um “mundo perfeito”. Mas se pararmos para pensar, é assim mesmo que o Software Livre é feito. Pessoas contribuem e não recebem financeiramente por isso. E tem inúmeras pessoas que fazem isso! Mesmo no meio do capitalismo que vivemos hoje, as liberdades criadas por Stallman há anos estão a vivas.

Compartilhar conhecimento faz bem, se fosse o contrário não teríamos a quantidade de Softwares Livres com código aberto que temos hoje. Talvez teríamos, mas a qualidade e usabilidade seriam consideravelmente mais baixas.

Se quiser baixa a revista e ver outras matérias clique aqui: http://goo.gl/OSXA8w



Arduíno - instalando IDE Arduíno no linux.

19 de Novembro de 2013, 0:59, por Vagner Lima

 

Instalando a IDE do Arduíno no Windows é sopa no mel né, e instalar no Linux? Teoricamente atualizar o repositório ($apt-get update) e dar um apt-get install Arduíno, certo? Eu diria em partes. Olhe o comando abaixo:

 

Ubuntu 12.04

cleiton@vm1:/$ apt-cache policy arduino

arduino:

Instalado: 0022+dfsg-4ubuntu0.1

Candidato: 0022+dfsg-4ubuntu0.1 

Tabela de versão:

*** 0022+dfsg-4ubuntu.1 0

500 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/oneiric- pdates/universei386 Packages

100 /var/lib/dpkg/status 

500 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/oneiric-universe i386 Packages

 

Debian 6

root@vm2:/# apt-cache policy arduino

arduino:

Instalado: (nenhum)

Candidato: 0018+dfsg-6

Tabela de versão:

0018+dfsg-6 0

500 http://ftp.de.debian.org/debian/squeeze/main amd64 Packages

No Ubuntu 12.04 após atualizar o repositório e consultar a versão do aplicativo ele me retorno que instalaria a 0022 e no Debian 6 a versão 0018, consultando Release Notes do Arduíno descobri que 0018 é de 29/01/2010 e 0022 é de 24/12/2010, sendo que atualmente está na versão 1.0.1 21/05/2012 e destas versões para 1.0.1 tem muito bug e problemas que foram corrigidos alguns eu já até presenciei.

Bom então vamos instalar a versão mais recente e estável né, então bora fazer download:

 Versão 32 bits

cleiton@vm1:/$ cd /usr/src && wget http://arduino.googlecode.com/files/arduino-1.0.1-linux.tgz

cleiton@vm1:/usr/src$ tar -xf arduino-1.0.1-linux.tgz

cleiton@vm1:/usr/src$ move arduino-1.0.1/ /home/cleiton/

cleiton@vm1:/usr/src$ ln -s /home/cleiton/arduino-1.0/arduino /home/cleiton/Área\ de\ trabalho/Arduino

 

Versão 64 bits

cleiton@vm1:/$ cd /usr/src && wget http://arduino.googlecode.com/files/arduino-1.0.1-linux64.tgz

cleiton@vm1:/usr/src$ tar -xf arduino-1.0.1-linux64.tgz

cleiton@vm1:/usr/src$ move arduino-1.0.1/ /home/cleiton/

cleiton@vm1:/usr/src$ ln -s /home/cleiton/arduino-1.0/arduino /home/cleiton/Área\ de\ trabalho/Arduino

Pronto! Com este passo a passo você terá um ícone na Área de Trabalho do seu Linux, se você der dois cliques a seguinte imagem surgirá:

 

A e você pensa. “Que merda é essa”. Pois é, se você clicar em Executar vai abrir a IDE normal, porém não tem ícone da aplicação na Área de Trabalho e sempre vai exibir esta mensagem acima, porém quando você instala com apt-get é criado um aplicativo com ícone na Área de Trabalho e no menu Desenvolvimento, agora vamos fazer o mesmo só que na mão.

 

Primeiro vamos mover o diretório do app do Arduíno para um local mais apropriado de programas de terceiros como /opt.

cleiton@vm1:/$ mv /home/cleiton/arduino-1.0 /opt

cleiton@vm1:/$ cd /opt/arduino-1.0 && ls -l

Beleza, agora para agilizar o processo faça download aqui seguinte arquivo que são três arquivos ícones do Arduíno de 32×32, 48×48 e 128×128. Depois de fazer o download e salvar vamos extrair os arquivos, como fizemos logo anteriormente, ok? Vou fazer como se o arquivo estivesse salvo em /home/cleiton/Downloads. 

cleiton@vm1:/$ cd /home/cleiton/Downloads

cleiton@vm1:~/Downloads$ tar -xvzf icones_arduino.tar.gz

cleiton@vm1:~/Downloads$ mv arduino*.png /opt/arduino-1.0/

cleiton@vm1:~/Downloads$ cd /opt/arduino-1.0/ && ls

arduino128x128.png arduino32x32.png arduino48x48.png

 Se tudo ocorreu bem uma saída igual a última linha acima aparecerá com os três arquivos .png.

Agora dentro do terminal mesmo vamos criar o arquivo vinculo para a app do Arduíno.

cleiton@vm1:/opt/arduino-1.0$ cd /home/cleiton/Área\ de\ trabalho\

cleiton@vm1:~/Área de trabalho$ touch arduino.desktop

cleiton@vm1:~/Área de trabalho$ chmod 755 arduino.desktop

cleiton@vm1:~/Área de trabalho$ vim arduino.desktop

 

Agora o seguinte conteúdo deve ser inserido dentro de arduino.desktop, estou usando o editor vim por ter mais experiência e habito de usar ele, mas pode usar o nano, pico e até mesmo gedit arduino.desktop que abrirá o editor no seu Ubuntu.

#!/usr/bin/env xdg-open

[Desktop Entry]

Type=Application

Name=Arduino IDE

GenericName=Create projects of the hardware

Exec=/opt/arduino-1.0/arduino

Icon=/opt/arduino-1.0/arduino48x48.png

Terminal=false

Categories=Development;Engineering;Electronics;

 

Caso esteja usando o vim tecla ESC em seguida: wq, se for o gedit manda apenas salvar.
Só uma breve explicação deste arquivo, nele com poucas opções configuramos o nome da nossa aplicação, o tipo, onde este seu executável, seu ícone para não aparecer aquela mensagem chata perguntando se vai “Executar em terminal, Exibir, Cancelar ou Executar” e as categorias, estas categorias são aquelas localizadas no menu do Ubuntu.

 

Agora na sua Área de Trabalho é ser assim:

PROBLEMAS: Pode ocorrer de a aplicação não abrir ou o ícone não aparecer então acessar /opt/arduino-1.0 e vê se o proprietário e dono está o seu usuário e as permissões para a aplicação /opt/arduino-1.0/arduino deve ser 711 e para os icones /opt/arduino-1.0/arduino*.png deve ser 633. 

Este artigo foi escrito a algum tempo atrás e atualizado, porém hoje 19/07/2012 o Arduíno já está na versão 1.0.1 eu usei a versão 1.0 mas o procedimento é o mesmo.



K-Eduque Uma distribuição Linux direcionada à educação.

18 de Novembro de 2013, 12:55, por Vagner Lima

Implantar computadores na escola é um desafio que está diretamente ligado a alguns ingredientes básicos: o computador, o software educacional, o professor e o aluno. O software educacional é tão importante quanto o hardware e os recursos humanos empregados pois, sem uma ferramenta educativa, a máquina jamais seria utilizada como mecanismo de construção de aprendizado. O professor nesse caso tem um papel fundamental, pois será responsável por utilizar essas ferramentas de maneira adequada e eficiente no ambiente escolar. Portanto, capacitar o professor passa a ser um fator crítico de sucesso na implementação de tecnologias direcionadas à educação. Esforços como equipar laboratório com equipamentos modernos e distribuir computadores portáteis de última geração a seus professores, tornam-se totalmente inúteis se as pessoas responsáveis por multiplicar o conhecimento não estiverem prontas para ingressar nesse universo tecnológico. O conceito de tecnologia aplicada à educação implica que o aluno poderá adquirir a princípio qualquer nível de conhecimento utilizando as mais diversas TICs (Tecnologias da Informação, e comunicação) e o professor terá um papel importantíssimo nesse cenário visando atender as necessidades da comunidade escolar (alunos e professores), em agosto de 2007, iniciei um projeto de uma distribuição Linux direcionada à educação. A primeira versão estável foi lançada e disponibilizada na Web em fevereiro de 2008. O principal objetivo do projeto era oferecer um sistema operacional livre, baseado em padrões abertos, com diversos softwares educativos (jogos e aplicativos), como uma alternativa viável, de qualidade, acessível a todos e que atenda a cobertura curricular da pré-escola ao ensino médio. Esse sistema recebeu o nome d K-Eduque, onde o K homenageia o ambiente desktop K Desktop Enviroment (KDE) utilizado e uma referência à educação e a cidade de Duque de Caxias, onde o projeto foi idealizado e implementado pela primeira vez.

Kalzium (Química)

O Kalzium oferece vários tipos de informações sobre os elementos da tabela periódica. Você poderá visualizar os elementos por grupos, blocos, famílias, estruturas, estados da matéria, densidade, calcular número atômico, número de massa, entre outras funcionalidades.

Ktuberling (Homem Batata)

Utilizado para estimular a criatividade, nesse jogo não há um vencedor, a não ser aquele que conseguir ser mais criativo e montar o homem-batata mais engraçado. É um jogo interativo para crianças pequenas, mas isso não significa que adultos que queiram lembrar da sua infância, não possam brincar.

Maiores informações:

Site Oficial do Projeto K-Eduque: http://www.keduque.com.br

Fonte: Revista Espírito Livre | Outubro 2009

Escrito por: ALESSANDRO SILVA é Pós-graduando em Redes de Computadores pela PUC-RIO e Tecnologia da Informação Aplicada à Educação pelo NCE/UFRJ, Administrador de Sistemas certificado pelo LPI e Mantenedor do projeto K-Eduque.



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