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Comunidade Metareciclagem

17 de Junho de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

MetaReciclagem é uma rede auto-organizada que propõe a desconstrução da tecnologia para a transformação social.


Lembra-te: Morrerás.

20 de Janeiro de 2013, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Licença / Disclaimer: Utilize o texto, ou parte do texto SEM citar a fonte ou autor original. Caso seja necessário, assuma a autoria do texto ou parte do texto. Nada disto deve ser levado a sério, assim como toda e qualquer expressão humana não tem como ser levada a sério. Qualquer tentativa de comparar o que está relatado aqui com a realidade, é meramente o resultado da tentativa de comparar o que está relatado aqui com a realidade.leia mais




Arduinos artesanais e impressão de PCB

15 de Janeiro de 2013, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

O que: Não tenho certeza, mas parece um maluco imprimindo metal em uma placa encontrada no lixo, eu diria que é um computador na forma mais pura. Toda documentação do processo e esquema das placas é aberto e livre. Eu diria que é caso de polícia.

Pra que: Não sei. Não interessa. Não faz sentido isto, computadores estão a preços acessíveis e todo mundo pode pagar em 12 vezes sem juros. Pra que catar placas no lixo, imprimir os contatos à mão e produzir artesanalmente um computador que não serve nem pra acessar o face? É absurdo questionar a validade de um absurdo.

Documentação e fotos: Agora sim a parte boa:

Primeira versão alpha:

http://matehackers.org/doku.php?id=curumin

Depois virou projeto oficial do Matehackers e produziu esta placa:

http://matehackers.org/doku.php?id=mateduino

Que virou projeto mais ambicioso e gerou uma placa para ser produzida industrialmente, com hardware aberto e livre:

http://matehackers.org/doku.php?id=mateduino_nibiru

...e o projeto atualmente parado da impressora que imprime estas placas:

http://matehackers.org/doku.php?id=impressora_pcb



Oficinas de arduino - Matehackers 2012

15 de Janeiro de 2013, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

O que: Não tenho certeza, mas alguns chamam de "Oficina de arduino".

Como: Com apoio do Webtronicos e do Matehackers, aconteceram estas oficinas na sala do Bunker360 em Porto Alegre.

Porque: Não tenho certeza, mas acho que deve ter a ver com incentivar o pensamento e proporcionar um ambiente de tecnologias o mais próximo possível de "aberto" e "livre".

Documentação: Pare de tomar minha palavra e olhe as fotos e a documentação nos links abaixo, ou melhor, participe presencialmente da oficina de 2013 e tire suas próprias conclusões em vez de ficar satisfeitx com as minhas interpretações:

http://matehackers.org/doku.php?id=arduino_beta_17_11_12

http://matehackers.org/doku.php?id=arduino_24_11_12

http://matehackers.org/doku.php?id=arduino_15_12_12



Limites

9 de Janeiro de 2013, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Mais uma coisa que ia pra lista e acabou vindo parar aqui.

Isto é sobre limites, sobre como a unica coisa que tem pra se saber sobre limites é que eles não existem, e sobre como quem fala sobre limites está demonstrando que não sabe a unica coisa que tem pra se saber.

Licença: Utilize o texto ou parte do texto SEM citar o autor original, e SEM citar a fonte. Caso seja necessário, assuma a autoria. Falhando em respeitar estes termos, não use o texto ou parte do texto.

 

Ah sim, tem uma coisa importante.

 

Quando falam que a lista não deveria ser palco de processos pessoais das pessoas.

Não é o caso que eu concorde ou discorde.

 

É o caso que isto para mim simplesmente não faz sentido.

Não tem como o processo não afetar a vida pessoal das pessoas.

 

Não tem como a vida pessoal das pessoas não afetar o processo.

Não tem como eu não interferir na vida das outras pessoas do coletivo.

 

Não tem como o movimento do coletivo não interferir na rede.

Não tem como a rede não interferir na sociedade.

 

Não tem como a sociedade não interferir no mundo.

Não tem como a sociedade não interferir na rede.

 

Não tem como a rede não interferir nos coletivos.

Não tem como os coletivos não interferirem na vida das pessoas.

 

Não tem como as pessoas não interferirem em mim.

Eu sou responsável pelo Universo inteiro. Eu sou o Universo.

 

"Deus me faça Brasileiro Criador e Criatura" - Fausto Nilo

Meus problemas pessoais interferem na criança morrendo de fome na Etiópia.

 

Se quebrar minha unha quando eu estiver tocando guitarra, vai quebrar o mundo inteiro por consequência disto.

Se alguém derrubar uma árvore no pé do Everest no Nepal, ela vai cair em cima da casa da minha vizinha que vive queimando lenha desnecessariamente.

 

Se alguém jogar uma bituca de cigarro na marginal Pinheiros, a minha vó vai morrer de câncer.

Eu não posso entender como estas coisas não são óbvias para todo mundo.

 

Porque é que tem gente que insiste em determinar "limites", e ainda se acham inteligentes, está fora do escopo da minha capacidade de compreensão.

Existe uma diferença significativa entre quem tem o discurso para convencer os outros que entende estas coisas, porque decorou um livro que alguém escreveu e sabe as palavras, e quem realmente enxerga claramente.

 

Eu até faço de conta que acredito que é necessário determinar limites para as coisas, pra ver se eu consigo me enturmar, mas sinceramente, eu não consigo ser imbecil o tempo inteiro. Desculpa aí minha incapacidade de socializar. Não tenho nada além disto pra oferecer.

Os muros deste apartamento são um miragem. Eu enxergo através deles.

 

Este monitor e este teclado são uma miragem. Eu enxergo através deles.

As mensagens desta lista são uma miragem. Eu enxergo através delas.

 

As cercas que separam quintais são uma miragem. Não há diferenças em qualquer lugar para onde eu olho.

Meu corpo é uma miragem. Eu enxergo através dele.

 

Minha mente é uma miragem. Eu enxergo através dela.

Sou incapaz de observar um limite sequer.

 

O tempo que tenho para escrever isto não é um limite para mim. O último ponto final deste texto não é um limite para mim. Eu não sou este texto. Este texto não me representa. E ao mesmo tempo eu sou o texto, e sou o veículo de comunicação onde este texto está inserido, eu sou o teclado que escreveu o texto, eu sou o processador que tratou os dados binários, eu sou as mãos que lidaram com o teclado, eu sou os neurônios que trabalharam para controlar as mãos, eu sou a pessoa que perdeu tempo na escola estudando português para encher a memória com estas palavras inúteis.

É evidente que  vida é um paradoxo, mas é inaceitável confundir o que é miragem com o que é real.